25°C | Rio de Janeiro, Rio de Janeiro | 10 / 02 / 2012
Ocultar

Campanha Rio sem homofobia

Um lugar tão maravilhoso como o Rio não combina com a homofobia. Respeite Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.

Este é o slogan da campanha Rio Sem Homofobia do governo do Rio de Janeiro. O filme conta a história de um homem que vê um casal homossexual e relata com adjetivos discriminatórios para um amigo que não apoia o comportamento.

“Quando você não participa, não vai pra frente”, é a ideia que move todas as peças da ação – pela primeira vez assinada por um Estado.

As peças produzidas pela agência novaS/B foram concebidas e validadas em parceria com o governo estadual do Rio de Janeiro e os movimentos sociais de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis. O vídeo foi publicado no AdNews:

Sobre o programa

O Rio de Janeiro é o único estado da América Latina a ter um programa de governo voltado para o público LGTB e virou referência para outros estados do Brasil.

No entanto, a homofobia ainda é um grave problema que precisa ser enfrentado. O preconceito gera violência e algumas ocorrências são fatais. A intenção do Governo do Rio de Janeiro é frear a intolerância e intensificar as ações de cunho educativo.

No começo do mês de maio o reconhecimento de uniões homoafetivas foi aprovado.

Email This Post Email This Post

Imagem Agência Estado

Quando o governador pediu ajuda à Marinha brasileira e blindados têm sido transportados pelas ruas do Rio, ficou visível a intensidade do caos.

Os ataques e incêndios em veículos assustam a população do Rio desde o dia 21 de novembro. Para as autoridades, as ações são uma manifestação dos traficantes contra a instalação das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) nos morros e favelas e contra a transferência de presos para presídios federais.

As UPPs entraram em ação há dois anos e são centros de ocupação permanente da Polícia Militar instalados em favelas.

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, estão firmes em dizer que o Rio não mudará a política de segurança pública.

O policiamento nas ruas foi reforçado, com os agentes colocados em estado de alerta. As ações policiais, realizadas em diferentes localidades, resultaram em confrontos e mortes.

Dia 24 e 25 de novembro

Na quarta-feira (24), o governador pediu apoio logístico à Marinha brasileira para conter a onda de ataques que ocorrem no Estado. Hoje, carros blindados já participam das operações.

Ameaça

“Se continuar as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) não vai ter Copa e nem Olimpíadas” – bilhete deixado para a polícia em um ônibus incendiado pelos criminosos no dia 24, em Vicente de Carvalho, zona norte do Rio.

O secretário da Segurança do Estado, José Mariano Beltrame, afirma que esse bilhete mostra que a segurança pública está no caminho certo, já que se estão dizendo isso é porque se sentem incomodados.

Reação

No mesmo dia, a Polícia Militar entrou de prontidão em toda a região metropolitana. Por determinação do Comando Geral, os PMs de folga estão sendo chamados a seus batalhões.

O governador Sérgio Cabral disse na ocasião que os ataques são um ato de desespero porque os criminosos estão enfraquecidos e perdendo território. “Não vão nos inibir. Vamos seguir com o trabalho de pacificação de diversas comunidades”, afirmou à rádio CBN.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes pediu à população que não se “acovarde” diante da onda de ataques do tráfico e respalde a política de segurança pública do Estado.

Veja também o mapa de ataques do Rio e a reação da polícia.

*Com informações da FSP, OESP
Email This Post Email This Post

O verão se aproxima e não podemos deixar de lado questões relativas ao bem estar geral para aproveitar da melhor forma a estação mais esperada do ano.

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro começou a fazer sua parte para combater os focos do mosquito Aedes aegypti com o uso de veículos fumacê. Estará presente em 47 bairros onde há maiores índices de infestação.

É a primeira vez que o País utiliza o fumacê fora de uma epidemia de dengue, informa a prefeitura.

A jornada começou ontem em comunidades de Jacarepaguá e será somada a outras ações como vistoria em casas para revelar os focos. Neste ano, de acordo com a secretaria, foram vistoriados 120 mil imóveis e eliminados 28 mil focos.

Sabe-se que para que todas as iniciativas sejam eficazes é preciso que cada um faça sua parte.
Não lembra como evitar a dengue?

Clique para ampliar

Email This Post Email This Post

ATENÇÃO! Qualquer pessoa maior de 21 anos que mora no Rio de Janeiro pode se inscrever para o Mutirão da Catarata até dia 30 de julho.

A inscrição deve ser feita pelo telefone 3523-4025 (Telessaúde), que funciona 24 horas até a data mencionada.

É importante que o solicitante more no Município do Rio. Para se cadastrar é preciso informar nome, idade, endereço, telefone e número do documento de identidade.

A iniciativa é do Governo do Estado do Rio de Janeiro, em parceria com os 92 municípios fluminenses, visando agilizar atendimento a pacientes que dependem de cirurgias de catarata, com risco de perda de visão.

O Blog da Saúde apoia iniciativas como esta!

Email This Post Email This Post

A partir do dia 16 de julho (sexta-feira), supermercados, lojas e comércio popular do Rio de Janeiro terão que encontrar uma alternativa ao uso dos sacos plásticos. A Lei n° 5.502 entra em vigor e restringe o uso deste material que demora até 400 anos para se decompor.

Fiscais da Secretaria do Ambiente irão aos estabelecimentos para verificar a adaptação e a princípio incentivá-los com ações educativas. No futuro, a multa para quem não se adequar pode chegar a vinte mil reais.

A Assembleia Legislativa do estado tinha aprovado o adiamento para janeiro de 2011, mas o Diário Oficial do estado publicou o veto do governador Sérgio Cabral.

Email This Post Email This Post

Atenção: A Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil (Sesdec) realizará durante os meses de julho e agosto o Mutirão da Catarata no Rio de Janeiro.

As inscrições, que poderiam ser feitas até 15 de julho, foram prorrogadas até o dia 30 de julho. Clique aqui para saber como fazê-la.

As cirurgias serão realizadas nos  serviços da Rede Estadual de Oftalmologia, distribuídos nos municípios do Rio de Janeiro, São João de Meriti, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Belford Roxo, Niterói, Araruama, Volta Redonda, Piraí, Valença e Campos dos Goytacazes.

As cirurgias terão início a partir da segunda quinzena deste mês, com duração de seis semanas. Há chance de serem prorrogadas de acordo com a demanda.

Inscrição: a ficha de inscrição que estará disponível no site da Sesdec será apenas para as Secretarias Municipais de Saúde.
O usuário deverá realizar sua inscrição na Secretaria Municipal de Saúde do seu município de residência.

Nesta ficha o paciente informará dados como idade, se já operou catarata antes, se tem outras doenças como hipertensão, diabetes, glaucoma, etc. As informações permitirão uma avaliação de prioridade dos casos. Os pacientes serão encaminhados para os serviços mais próximos às residências.

Para ser inscrito na fila, o paciente precisará ter os exames pré-operatórios e o risco cirúrgico atualizado (realizados há menos de três meses), que são de responsabilidade das secretarias municipais de Saúde. Os exames necessários são: hemograma, coagulograma, glicemia, EAS, eletrocardiograma, Rx de tórax, risco cirúrgico atestado pelo clínico ou cardiologista.

Caso o paciente possua telefone celular e informe o número no ato da inscrição, ele receberá uma mensagem via sms (torpedo) informando que a cirurgia foi marcada e que ele deverá buscar o encaminhamento na secretaria de Saúde de seu município, mas não deve deixar para fazer isso no dia da cirurgia, pois assim terá sua inscrição cancelada.

O paciente deverá comparecer ao hospital com o encaminhamento e os exames pré-operatórios.

Para qualquer dúvida

e-mail: mutirao@saude.rj.gov.br
telefone: 0800 025 55 25 (funcionará a partir de 5 de julho)

O Blog da Saúde apoia iniciativas como esta!

Email This Post Email This Post

Faz seis anos que pesquisadores da Universidade Federal Fluminense concluíram que havia risco de desabamento no morro do Bumba, lugar fortemente atingido pelas tempestades no Rio de Janeiro, como falamos aqui.

O morro foi, de 1970 a 1985, um depósito de lixo de Niterói e São Gonçalo, justamente o que sinalizava o estudo. O lixo acumulado, menos firme do que terra, fez com que a área se tornasse de grande risco de acidentes, ainda mais quando molhada.

As autoridades afirmam que não sabiam dos riscos nessa área. Por outro lado, a Universidade afirma ter alertado a administração municipal.

E você, já tinha ouvido falar sobre áreas que sofrem risco de desmoronamento no Rio de Janeiro? De quem é a responsabilidade quando situações como esta acontecem? Comente.

Email This Post Email This Post

Além das famílias inconsoláveis com a perda, mais de 14 mil pessoas deixaram suas casas com medo de novos deslizamentos de terra e outras 11 mil estão desabrigadas.

A saúde da população precisa ser supervisionada. A Secretaria de Saúde alerta para uma série de medidas e recomendações que devem ser tomadas para evitar doenças que podem ser transmitidas através da água contaminada, como a diarréia, cólera, hepatite A e problemas intestinais diversos.

Fique atento e não agrave mais essa tragédia. Se esta próximo às áreas de risco procure evitar as seguintes situações:

  • Contato com a lama;
  • Evite que crianças brinquem em águas contaminadas;
  • Em caso de ferimentos de qualquer tipo, lavar o local imediatamente com água e sabão;
  • Evite consumir alimentos embalados em plástico, papel, papelão ou qualquer outra embalagem que absorva umidade e tenha tido contato com as águas contaminadas;
  • Não consuma água sem tratamento ou de procedência duvidosa.

Se você mora em áreas de risco procure por parentes, amigos ou abrigos da prefeitura e mude-se imediatamente. O que vale em momentos como esse é preservar sua vida.

*Com informações da FSP.
Email This Post Email This Post

O clima é de pavor e luto. Ontem a noite um novo deslizamento de terra em Niterói, mais precisamente no Morro do Bumba, derrubou 50 casas e provocou a morte de ao menos seis pessoas. Agora o total de mortes chega a 153.

Os transtornos sociais também são muitos devido à tragédia. Algumas regiões permanecem sem energia e as escolas suspenderam as aulas, devendo retomá-las somente na próxima semana.

Em sua opinião o que falta para que tragédias como essa não aconteçam mais.
Será que é necessária uma remodelagem da engenharia em áreas de morro como no Rio? Comente.

Email This Post Email This Post

Ontem, 6, quando escrevemos sobre a chuva incessante que castigava (e ainda castiga) o RJ, os primeiros números eram de 7 mortos, 5 desaparecidos e 20 feridos. Hoje o número de mortos já subiu para mais de cem pessoas.

O total de moradias em áreas de risco somam mais de 10 mil, e segundo especialistas o que falta são ações de monitoramento e conscientização, pois algumas famílias se recusam a sair de suas casas, com medo de saques.

O prefeito foi à TV nessa manhã pedir que ninguém saia de casa até que a situação esteja sob controle. A previsão dos meteorologistas é que a chuva continuará até amanhã.

*Com informações da FSP.
Email This Post Email This Post

O verão acabou, março também. Mas as águas continuam a cair com força total e castigam os principais estados brasileiros.

No Rio de Janeiro a madrugada foi de caos, e até as primeiras horas da manhã de hoje, 6 autoridades contabilizavam 7 mortos, 5 desaparecidos e 20 feridos devido aos deslizamentos de terra que aconteceram durante a noite.

Para se ter ideia de como a questão esta descontrolada, de ontem para hoje choveu na cidade o equivalente a dois meses de chuva. A orientação das autoridades é para que a população não saia de casa até que as águas baixem e as equipes de resgate possam trabalhar.

Em caso de contato com a água contaminada, a orientação da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro para hoje, especificamente é a de que a população só busque atendimento emergencial que os sintomas como dores no corpo e febre estiverem agudos.

Do contrário, a recomendação é para que bebam bastante água e aguardem até os próximos dias para buscarem auxílio médico. Confira no vídeo abaixo as primeiras imagens da manhã de hoje no Rio.

Email This Post Email This Post

Desde dezembro, autoridades mundiais tentam resolver os problemas causados pelo aquecimento global, para muitos a conferência de Copenhague foi um fracasso que não surtiu em nenhuma solução para o meio ambiente.

Já no começo de 2010 o mundo teve várias surpresas, a mãe natureza começou a dar as caras, e o que se vê é uma alteração brusca do meio ambiente.

Já na virada do ano os brasileiros acompanharam os desastres causados pelas chuvas: deslizamentos de terra, enchentes, pessoas soterradas. Ainda no mês de janeiro, o Haiti foi surpreendido por um terremoto que devastou o país. Temperaturas abaixo do normal nos Estados Unidos, Europa e China.

E aqui no Brasil as temperaturas em até nove capitais estão acima da média esperada para o mês de fevereiro. Os cariocas estão sofrendo mais com o aumento drástico das temperaturas. A média máxima para o segundo mês do ano é de 30° C, mas ontem os termômetros chegaram a marcar quase 41° C, com a sensação térmica de 48° C.

Email This Post Email This Post

Carnaval, época de festa. As fantasias tomaram conta das ruas, assim como os blocos tradicionais. Folia durante o verão pede sempre uma bebida refrescante, e qual é a paixão nacional do brasileiro além do futebol? Cerveja, líquido a base de cevada, muito refrescante e um bom diurético.

Quem bebe precisa eliminar o excesso de líquido acumulado no organismo, mas onde? Na rua a única opção são os banheiros públicos, conhecidos como “casinhas”. Muitos deles estavam espalhados por várias ruas do Rio de Janeiro, mesmo assim, durante o carnaval mais de 300 pessoas foram detidas por fazer xixi na rua.

Segundo os cariocas, esses banheiros são ruins, pois cheiram mal e tem filas quilométricas, um motivo a mais para os homens “tirarem a água do joelho” em qualquer cantinho da rua.

Para evitar que os “espertinhos” fizessem xixi na rua, a Prefeitura do Rio instalou 30 módulos com quatro banheiros do tipo “fraldão”, banheiros semi abertos, fechados apenas na altura da cintura, com um buraco que suporta até 1.500 utilizações.

Apesar de parecer estranho, alguns países europeus já possuem essa nova “tecnologia” contra o xixi na rua. A Prefeitura quer manter os mictórios, mas pretendem aumentar a altura do tampão até a coluna.

A partir do mês que vem, os fraldões começam a ser fabricados no Brasil.

“Mesmo grandinhos, os meninos terão que usar fraldinhas
se quiserem fazer xixi na rua. Qual a sua opinião para essa solução?
Você acha o novo formato dos mictórios constrangedor? Comente.”

Email This Post Email This Post