Farmácia Popular oferece remédios de hipertensão e diabetes de graça
fevereiro 3, 2011 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Gratuidade dos remédios contra Hipertensão e Diabetes será implementada até o próximo dia 14. Até hoje, o governo pagava 90% do valor do medicamento e o cidadão tinha que complementar com o restante.
As 15 mil farmácias e drogarias privadas conveniadas ao programa Aqui Tem Farmácia Popular terão até o dia 14 de fevereiro para se adaptar à medida. Qualquer brasileiro pode ter acesso aos medicamentos desde que apresente um documento com foto, o CPF e a receita médica.
Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 900 mil hipertensos e diabéticos devem ser beneficiados com a medida.
O programa oferece ainda remédios subsidiados para outras cinco doenças: asma, rinite, Mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma. No total, são 24 tipos de medicamentos.
- Veja aqui a lista completa dos medicamentos oferecidos
- Saiba onde encontrar as unidades da rede própria do Farmácia Popular no seu estado
- Veja também os endereços das farmácias e drogarias privadas que integram o Programa
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dezembro 15, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias, Destaque
O Ministério da Saúde lançou esta semana a segunda edição do manual para o uso racional de 343 medicamentos que estão entre os mais consumidos em todo o Brasil. Todos estão disponíveis na rede pública, como antibióticos, anti-inflamatórios e remédios contra hipertensão e diabetes.
O Formulário Terapêutico Nacional 2010 orienta médicos e outros profissionais sobre cuidados com prescrição, contraindicações, efeitos colaterais e até mesmo sobre o armazenamento dos produtos. Os remédios integram a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), atualizada a cada dois anos. A última versão foi publicada em maio deste ano.
De acordo com o ministério, 60 mil exemplares do manual serão distribuídos às equipes de programas governamentais de saúde e do Farmácia Popular, secretarias de estados e municípios, entidades representativas das áreas médica e farmacêutica e faculdades de farmácia.
Essa é a segunda edição do formulário. A primeira, com 40 mil exemplares reproduzidos, foi lançada em 2008.
* Com informações da Agência Brasil.
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dezembro 3, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Já está disponível na internet um prontuário eletrônico capaz de verificar as interações entre medicamentos e assim, evitar reações adversas nos pacientes.
Desenvolvido no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec) da USP, o sistema, único disponível em português no Brasil, pode ser acessado no Portal Saúde Direta.
“O prontuário eletrônico surge como uma ferramenta que evita erros médicos causados pelas interações entre os medicamentos, aumenta o tempo destinado à conversa entre o médico e o paciente e auxilia os diagnósticos”, ressalta Paulo Celso Budri Freire, médico dermatologista e mestre em engenharia biomédica, responsável pela criação do portal.
De acordo com o Freire, a chance de interação entre medicamentos varia conforme a quantidade ingerida:
- O paciente que toma três remédios por dia tem 15% de chance de interação entre eles;
- Para aqueles que precisam de seis medicamentos, a porcentagem sobe para 80%;
- Já com oito, a interação entre os remédios é certa, 100%.
O médico informa que existem 155 mil interações possíveis, em diferentes graus: leve, moderada ou grave. A leve e moderada podem causar problemas renais, hepáticos e intoxicação. Já na grave, o paciente deve ser internado e há risco de morte.
Como funciona o portal
Ao escrever o nome comercial do medicamento no prontuário eletrônico, o software automaticamente decompõe sua fórmula química e cruza com dados dos outros remédios que o paciente deverá tomar. Desta forma, verifica as possíveis interações entre eles.
A plataforma possui mais de 1.000 protocolos de tratamento e um banco de dados de medicamentos com 11 mil produtos. A proposta é auxiliar os médicos nos tratamentos das mais diversas doenças ou necessidades específicas dos pacientes, como a prescrição de antibióticos para grávidas.
As consultas no site são gratuitas para pessoas físicas (médicos). As empresas jurídicas (clínicas e hospitais) devem pagar apenas uma taxa de administração. Com apenas quatro meses, o portal já possui dois mil médicos cadastrados, em mais de 170 cidades brasileiras,e conta com mais de 3 mil acessos/mês.
O site possui sistema de segurança e confidencialidade de dados.
Você entende as receitas médicas?
Estimativas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontam que:
- Cerca de 40% dos pacientes não entendem as prescrições médicas;
- Aproximadamente 60% das prescrições contêm erros que se referem à dosagem, tempo de uso, nomes de remédios ou má grafia;
- Os erros médicos relacionados às prescrições representam 24 mil mortes por ano no Brasil, isso sem levar em consideração a automedicação e o uso de fitoterápicos no País.
Utilidade pública
Com o aumento do uso do portal, é possível ainda monitorar a incidência de doenças no País por intermédio do Código Internacional de Doenças (CID-10) que os médicos utilizam no Prontuário Eletrônico.
Qualquer doença crônica, infecciosa e de notificação obrigatória pode ser detectada instantaneamente em qualquer município brasileiro, um auxilio para o Ministério da Saúde no planejamento das ações de combate às epidemias.
Evolução
Em breve, o site também poderá indicar para o médico qual é o medicamento que melhor atende o paciente de acordo com seu diagnóstico, idade, sexo e antecedentes, além de sua capacidade financeira.
“Ao escrever no prontuário eletrônico o diagnóstico, o software fornecerá uma lista de medicamentos indicados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e Protocolos Clínicos, além do preço de mercado para o tratamento e os exames laboratoriais necessários”, exemplifica Paulo Celso Freire.
Por fim, a expectativa é que o portal ainda ajude os profissionais em prescrições para pacientes com intolerância de remédios, além de funcionar como uma espécie de “médico-localizador”, orientando o paciente na busca do médico especialista mais próximo de sua residência.
* Com informações da Agência USP.
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outubro 27, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Boa notícia para os portadores de leucemia: o STJ (Superior Tribunal de Justiça) antecipou o fim da patente do medicamento Glivec, do laboratório Novartis, que assegura à empresa a exploração exclusiva de derivados da pirimidina, substância utilizada na produção do medicamento.
A quebra da patente do remédio, inicialmente marcada para 25 de março de 2013, foi antecipada e vencerá em 3 de abril de 2012.
Entenda o caso
Segundo o STJ, a decisão manteve o prazo estabelecido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) para a validade da patente “pipeline”.
O “pipeline” é um mecanismo criado para a proteção de propriedade intelectual em outros países, que considera que a patente começa a valer a partir da data do primeiro registro dela no exterior.
Por isso, o Inpi questionava a data de 2013. O instituto considerava válido o dia do primeiro depósito da Novartis feito na Suíça, em 3 de abril de 1992.
E por que 2013?
De acordo com o STJ, foi considerada válida para contagem da patente o prazo de 20 anos a partir do registro na União Européia, realizado em 25 de março de 1993.
O que diz a lei?
Segundo o relator do recurso, ministro Paulo de Tarso Sanseverino, até 1996 o direito de o inventor explorar substâncias, matérias e demais produtos obtidos por processos químicos não era reconhecido no Brasil.
Mas, com a nova Lei de Propriedade Industrial, o direito dos inventores sobre esses produtos passou a ser reconhecido – o que foi estendido aos inventos patenteados no exterior por meio de um mecanismo provisório.
- Genéricos: Como funcionam as patentes?
- Genérico, similar, referência e manipulado: você sabe a diferença entre eles?
*Com informações da Agência Brasil.
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agosto 17, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
O uso indevido de medicamentos atinge diretamente a saúde das pessoas. Por isso, além de tomar remédios apenas sob prescrição médica, é muito importante ter cuidado na hora de armazená-los e ingeri-los.
A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo formulou dicas para esclarecer sobre as maneiras corretas para a ingestão e o armazenamento de medicamentos.
O remédio que não é ingerido corretamente tem seu efeito alterado e pode até perder eficácia sobre a doença, prejudicando muito o tratamento.
Tipos de medicamentos
Os medicamentos orais têm várias apresentações: podem ser sólidos orais (comprimidos, sublinguais ou efervescentes), sólidos revestidos, cápsulas (gelatinosa mole ou dura) e líquidos orais.
- O comprimido sólido é aquele sem nenhum tipo de revestimento, com aparência áspera;
- Os revestidos são os que recebem uma cobertura com solução de revestimento, em que a medicação está protegida contra algum tipo de degradação, como luz e umidade;
- As cápsulas gelatinosas podem ser encontradas na forma mole e dura, e o medicamento se encontra dentro da cápsula;
- Os comprimidos sublinguais são aqueles que devem ser colocados embaixo da língua, sem nenhum tipo de líquido. Deve-se apenas aguardar o derretimento da substância que vai diretamente para a corrente sanguínea;
- Os comprimidos efervescentes são aqueles que devem ser dissolvidos na água. É importante, neste caso, aguardar que o medicamento finalize sua dissolução para iniciar a ingestão;
- Já os medicamentos líquidos são divididos em três categorias: xarope, solução e suspensão (nesse caso, é importante destacar que, quando o líquido for suspensão, deve ser agitado antes da ingestão, pois a medicação fica suspensa na solução líquida).
Ingestão com água
Todos os comprimidos devem ser ingeridos com um pouco de água, exceto os sublinguais. As exceções são indicadas apenas pelo próprio médico que receitou a medicação.
A água é o líquido mais indicado, já que não altera a ação terapêutica do remédio.
A importância de se tomar o remédio com água é devido ao tempo que o produto leva para chegar ao trato gastrointestinal. Quando se faz a ingestão sem líquido ou com outro tipo, o comprimido pode iniciar sua degradação antes do previsto, o que o faz perder sua eficácia.
Atenção! Nunca faça a ingestão de um medicamento com bebida alcoólica!
Armazenamento
Além de ingerir os remédios corretamente, é importante que eles sejam armazenados de maneira adequada. Jamais devem ser guardados no banheiro (por causa da umidade, que altera as condições dos comprimidos), no porta-luvas dos carros (onde há calor excessivo) ou expostos ao sol e à luz.
Os medicamentos podem ser levados em bolsas e mochilas, desde que armazenados em suas embalagens originais, ao abrigo da luz e sem calor excessivo.
Em caso de dúvida, procure sempre o médico que fez a prescrição.
* Com informações do Estadão.
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julho 13, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Mental
Sabe aquelas pessoas que estão sempre doentes, que vão ao médico quase que semanalmente, que carregam uma malinha de remédios para onde vão e sempre têm uma história para contar independente da doença que for mencionada no assunto?
Sim, os hipocondríacos!
Os hipocondríacos se caracterizam por apresentar medos e preocupações constantes com a ideia de ter uma doença grave. Qualquer sensação ou reação do organismo, mesmo que insignificante, acende o alerta de que há alguma coisa errada com a saúde.
Os hipocondríacos têm exagerada preocupação com a saúde. Por isso, as visitas ao médico e serviços de saúde são constantes. Em alguns casos, mesmo com resultados negativos de exames, a dúvida permanece e muitas vezes os testes são repetidos para comprovar de que não existe uma doença grave.
A forte rejeição às opiniões médicas é inclusive uma das principais características do os hipocondríacos.
Normalmente, uma pessoa hipocondríaca se sente incompreendida pelo fato de sempre achar que tem uma doença grave e que o médico ou a família não entende ou não acredita no que ele está sentindo.
A doença é comum a ambos os sexos e, em geral, surge entre os 20 e 30 anos de idade. Crianças também sofrem com o problema, mas para elas há esperança de recuperação na adolescência ou no início da idade adulta.
Segundo especialistas, o equilíbrio é a melhor solução para a convivência com os hipocondríacos: a família não deve compactuar com a obsessão por visitas médicas, exames e procedimentos desnecessários, nem ignorar o doente.
As causas da doença ainda não foram esclarecidas precisamente, mas alguns aspectos ligados à história pessoal do paciente são relevantes. A valorização e o papel conferidos ao corpo e às doenças durante a vida do hipocondríaco, ou das pessoas importantes para ele, podem influenciar. Conta também a maior ou menor capacidade em lidar com questões físicas e psíquicas.
Sintomas
Medo e crença de estar gravemente doente são os principais sintomas. Os outros sinais são: buscar serviços de saúde repetidamente, solicitar a realização de exames de modo exagerado, grande interesse por assuntos médicos e rejeição das opiniões dos especialistas. O hipocondríaco normalmente conhece um grande número de medicamentos. Sabe para que servem, como devem ser tomados e suas contra-indicações.
Diagnóstico
O diagnóstico da hipocondria é feito, inicialmente, pela constatação dos sintomas característicos da doença. A preocupação com o corpo e a saúde é aceitável, desde que não seja exagerada. No entanto, discernir entre uma característica da personalidade e uma doença é um desafio dos especialistas. A orientação de um profissional é fundamental.
Quando é hora de procurar ajuda médica?
Depende da intensidade dos sintomas. Para o paciente, seu comportamento é normal e justificável. Em alguns casos, ele próprio percebe que está com problemas. No entanto, é comum que alguém da família perceba os excessos e procure ajuda médica. Pode acontecer também de um médico mais atento identificar a doença.
Classificação
O quadro de hipocondria pode apresentar diferentes graus de comprometimento. Existem pacientes que conseguem manter seus relacionamentos, vínculos sociais e até uma atividade profissional. No entanto, em alguns casos, tudo fica comprometido por causa da gravidade da doença.
Existem ainda casos de hipocondria transitória, geralmente relacionados a situações estressantes.
Tratamento
Casos menos graves podem ser conduzidos por clínicos gerais que tenham tolerância e disponibilidade. Eles devem reservar algum tempo para ouvir o paciente, tendo o cuidado de não fazer encaminhamentos desnecessários, nem solicitar exames exaustivamente. Casos mais complexos requerem atuação de especialistas: psiquiatras e psicólogos.
Não existe medicação específica para hipocondria, até porque essa pessoa não se acha doente psicologicamente e não permite uma ajuda psiquiatra. No entanto, quando existem sintomas depressivos associados, os antidepressivos podem ser prescritos pelo especialista.
* Com informações da revista Viva Saúde.
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julho 5, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou uma cartilha que visa esclarecer as dúvidas dos cidadãos sobre o uso de medicamentos. O objetivo é promover o uso seguro e racional dos produtos.
A cartilha O Que Devemos Saber Sobre Medicamentos traz orientações sobre a leitura das bulas, cuidados ao administrar os produtos em crianças e o uso combinado ao álcool. Além disso, aborda os riscos do uso incorreto de remédios.
A iniciativa faz parte do Programa de Melhoria do Processo de Regulamentação da Anvisa. A divulgação poderá ser feita em órgãos de vigilância sanitária estaduais e municipais e por entidades de defesa do consumidor.
O material está disponível no site da Anvisa.
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abril 15, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
De que adianta o remédio ser controlado se o seu uso é indiscriminado? Dados de uma pesquisa publicada no American Journal of Preventive Medicine aponta que a intoxicação por uso indiscriminado de medicamentos e drogas é a principal causa de morte não intencional entre os americanos de 35 a 54 anos, superando os acidentes de carro.
Em outras faixas etárias, figura em segundo lugar. Nos últimos 7 anos as hospitalizações saltaram de 43 mil para 71 mil por conta das superdosagens de sedativos e tranquilizantes. Atenção e responsabilidade nunca são demais.
Se você faz uso de medicamentos controlados use-os com responsabilidade. Se conhece alguém que faz uso desses remédios fique atento aos sinais de superdosagem, que causa sonolência, falta de coordenação motora e dificuldades grosseiras de memória. Em doses ainda mais altas, os remédios de uso controlado podem deprimir a área responsável pelo controle respiratório no cérebro.
Tenho plena certeza de que você não quer isso nem para você nem para as pessoas que ama. Por isso, visite seu médico regularmente e faça o uso consciente de medicamentos.
*Com informações da FSP.
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março 25, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Financeira
Claro que você não sai por ai comprando remédios sem necessidade, não é mesmo? Bem, mas se você faz parte do grupo dos “hipocondríacos” sugerimos que esteja determinado a mudar de hábito. Do contrário, quem sofrerá as consequências será o se bol$o!
Uma pesquisa realizada pela Fundação PROCON-SP e vinculada à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania verificou uma diferença de valores que varia de 421,2% entre os genéricos – você leu corretamente, ENTRE os genéricos – e de 123,5% entre os de referência.
É importante lembrar que a Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária estipula um teto máximo para precificar os medicamentos. As farmácias e drogarias podem praticar qualquer valor, desde que não ultrapassem o limite estabelecido pela Agência.
Para saber a lista completa dos medicamentos e sua variação de preços clique aqui.
“Ficou assustado com a variação? Então pense duas vezes antes de comprar medicamentos sem necessidade. Se você passou em consulta médica e esta com a receita em mãos pesquise o melhor preço antes da compra. Afinal, consumidor consciente é mais saudável!”
*Com informações da FSP.
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março 18, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou hoje, 18, que nove redes de farmácias parem de fazer propaganda ilegal de remédios pela internet.
Os remédios divulgados eram os de tarja vermelha, que necessitam de apresentação da receita ao farmacêutico para que sejam comprados. Esse tipo de divulgação é proibido.
Outra pratica proibida é a publicação de fotos das embalagens de remédio no site, o que também foi encontrado.
Entre os remédios oferecidos pelas farmácias esta a Sibutramina, que como todos já sabem só pode ser vendida mediante receita médica e em casos específicos de saúde.
“O consumo consciente de medicamentos deve fazer parte de nossos hábitos diários,
assim como os cuidados com a saúde.”
**Essa nota contou com informações divulgadas pelo Jornal Hoje.
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fevereiro 24, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Qualquer tipo de vício faz mal. Seja ele de alimento, de relacionamento e de drogas principalmente.
Por conta disso, a Jife – Junta Internacional de Fiscalização a Entorpecentes alerta para o uso abusivo de medicamentos que são prescritos pelos médicos. A Jife é um órgão ligado à ONU – Organização das Nações Unidas.
De acordo com relatório divulgado atualmente alguns medicamentos que contém em sua composição substâncias controladas são indicados para substituição de drogas ilícitas, já que causam efeito semelhante e possuem fácil acesso, inclusive pela internet.
Um trecho do documento alerta que
“as pessoas tendem a achar que o abuso de medicamentos prescritos é apenas um uso inadequado de medicamentos para tratar problemas de saúde. Mas esses incidentes são frequentemente resultado de um vício que pode ser tão letal como a dependência de outras drogas como a heroína ou a cocaína”.
*Com informações do portal Saúde Business Web.
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janeiro 26, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Remédios líquidos são um tormento para as crianças e para alguns adultos, sentir o gosto deles não é nada agradável. Mas pior que isso, é tomar o remédio de maneira incorreta, o que pode trazer complicações para a nossa saúde, além de perder o efeito ao longo do tempo.
Alguns remédios não têm medidores, por isso a colher acaba tendo essa função. O que pode ser prejudicial, pois a medição não tem nenhuma base, que vira olhômetro. O uso do talher pode provocar diferenças tanto para mais, quanto para menos. Por conta disso, a eficácia do medicamento é comprometida, além do usuário ingerir o medicamento em excesso.
Pesquisadores fizeram um experimento com 195 universitários e pediram para eles medirem 5 ml de remédio utilizando uma colher. Havia vários tipos de colheres. Aqueles que utilizaram colheres médias, as doses foram 8,4% menores do que a prescrição médica, os que usaram colheres maiores, as doses foram 11,6% maiores.
Procure utilizar os medidores que vem nas caixas do remédio, ou compre os kits de medidores que vendem na farmácia.
*Com informações da FSP
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dezembro 16, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
No primeiro dia desse mês o mundo comemorou o Dia Mundial de Combate a AIDS, e hoje uma notícia pode melhorar a eficácia do tratamento contra o vírus HIV.
A Unitaid – Central Internacional de Compra de Medicamentos – criou um conglomerado de patentes de remédios para combater a doença, que vai ajudar a diminuir os custos com o tratamento.
A Aids está presente no mundo a menos de 30 anos, e durante esse tempo já fez várias vítimas no mundo todo. Em 2007, só na América Latina, foram registrados mais de 140 mil novos casos da doença.
Nas regiões mais carentes do mundo é que ela se manifesta com mais força, pois os remédios são caros e a população não tem condições de comprar.
Existe também a preocupação com a produção de medicamentos específicos para crianças que contraíram a doença durante a gestação. Na Nigéria, cerca de 90% das grávidas que contraíram o vírus não têm condições de tratar seus filhos que nascem soropositivos.
Mais do que combater a Aids é necessário que a população tenha consciência de que o modo mais simples de combate é a prevenção através do uso do preservativo. Não existe custo algum, pois a rede pública de saúde os disponibiliza, e evita futuras dores de cabeça.
Acompanhe o vídeo do SPTV sobre a campanha de combate a AIDS
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agosto 24, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
A nova resolução da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária que regulamenta e restringe a venda de medicamentos e itens de conveniência em farmácias e drogarias entrará em vigor daqui a 6 meses. Enquanto isso, a regra é batida e rebatida, trazendo à tona discussões que envolvem comércio, saúde e comportamento.
Para Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, a proibição do comércio de produtos alimentícios, acessórios e outros itens sem ligação direta com a saúde consolidará o estabelecimento como um local designado à saúde. Dessa maneira, farmácias e drogarias darão enfoque aos seus verdadeiros propósitos, visto que os não-medicamentos já ocupam 75% do espaço total das prateleiras.
Ainda que a quantidade seja grande, o volume de vendas é menor. O brasileiro sabe que não-medicamentos têm preços mais acessíveis fora das farmácias e compram no local em casos convenientes. Para o presidente da Abrafarma – Associação Brasileira de Redes de Farmácia e Drogarias, Sérgio Mena Berreto, a norma restringe o poder do consumidor.
A outra medida imposta pela resolução obriga que até mesmo remédios que não precisam de receita médica para serem comprados passem pelas mãos dos farmacêuticos. A farmácia será então responsável pela orientação e informação quanto ao uso correto do medicamento, reduzindo a automedicação.
Portanto, será necessário que os balconistas também se adéquem e tenham conhecimentos maiores sobre os medicamentos. A Anvisa garante que a mudança não impedirá que o consumidor compare preços, marcas e compre o que preferir.
O controle também poderá influenciar num hábito que vem crescendo positivamente entre a população.
“A consciência de que uma vida saudável não é apenas não ter doenças,
e sim um conjunto de diversas práticas que tenham como finalidade manter o equilíbrio entre as saúdes.”
*Este post contou com informações da Folha
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