Como ‘voltar’ da anestesia geral em 3 minutos
abril 7, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
A anestesia geral é a que mais provoca desconfiança dos pacientes, mas não é mais arriscada.
Mesmo com toda a evolução das técnicas, equipamento e conhecimento, a sensação de insegurança parece atingir todo mundo que necessita do procedimento.
Normalmente, o paciente leva em torno de uma hora para retornar do relaxamento muscular profundo após a cirurgia. Mas agora esse tempo pode diminuir para três minutos.
Isso só é possível com a ajuda de um medicamento que os hospitais de São Paulo começaram a usar, conforme divulgou o Jornal da Tarde.
A iniciativa não serve apenas para aliviar a tensão de quem será operado. O rápido retorno reduz os riscos de problemas cardiovasculares, além de colaborar para que o paciente volte a respirar sem a ajuda de aparelhos.
Há ainda aqueles casos em que a pessoa retoma a consciência, mas não consegue falar ou se mexer, o que pode provocar estresse no pós-operatório. Sem contar as cirurgias que são tardiamente marcadas, porque a pessoa posterga o máximo que der por medo dos efeitos da anestesia.
O remédio usado na capital para apressar a recuperação dos movimentos após a anestesia é um composto à base de sugamadex sódico, comercialmente conhecido como Bridion.
Atenção!
Atualmente, os riscos relacionados aos procedimentos anestésicos são muito raros em consequência dos novos medicamentos disponíveis, às modernas técnicas de monitorização e à melhor qualificação dos anestesiologistas – Chefe do Departamento de Anestesiologia/FCM, Dra. Glória Maria Braga Potério.
Quem aplica a Anestesia?
A Anestesia é aplicada por especialistas, que cursaram seis anos da Faculdade de Medicina e mais três anos de curso de especialização, no mínimo. Estes médicos não só aplicam a anestesia, como também cuidam de você durante toda a operação e além dela. Controlam pressão arterial, pulso, ritmo cardíaco, respiração, temperatura e outras funções orgânicas importantíssimas.
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novembro 24, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
O laboratório Abbott decidiu ontem (23) suspender a produção e a venda do Reductil (monoidrato de sibutramina), um dos medicamentos para perder peso mais vendidos do Brasil.
O problema em questão é a sibutramina. Como já informou o Blog da Saúde, a substância foi proibida nos Estados Unidos e na Europa, após estudos que relacionam o remédio com riscos cardíacos. No Brasil, ela é liberada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e continua sendo utilizada por algumas empresas.
Em nota, a Abbott informou que a decisão de retirar voluntariamente o medicamento do mercado teve como base a revisão dos dados de um estudo que acompanhou 10 mil pacientes, com 55 anos ou mais. O estudo mostrou que o remédio traz maior risco cardíaco a pessoas propensas.
Segundo a empresa farmacêutica, a maioria dos pesquisados tinha histórico de doença cardiovascular e era inelegível a usar sibutramina de acordo com as indicações da bula.
Você usa o Reductil?
A Abbott esclarece que os pacientes que queiram interromper o tratamento com Reductil podem fazê-lo a qualquer momento, mas recomenda que procurem seus médicos para discutir alternativas para a perda de peso.
Parte dos endocrinologistas brasileiros é contra a retirada da substância do mercado, por julgá-la segura.
Restrição
Em março deste ano, a substância passou a ser classificada pela Anvisa como psicotrópico anorexígeno.
Com a alteração, a tarja da sibutramina mudou de vermelha para preta e o remédio passou a ser vendido apenas com a apresentação do receituário azul, com numeração determinada e controlada pela vigilância sanitária. Por causa disso, as vendas caíram 60% no primeiro semestre.
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setembro 29, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
O medicamento usado contra diabetes, fabricado pela empresa Glaxo Smith Kline, teve seu registro cancelado nesta quarta-feira (29/9), após avaliação dos estudos que mostram que os riscos ao consumir o remédio superam os benefícios.
Além de ter o registro cancelado, a Anvisa determinou que o laboratório produtor recolha o produto em todo o país.
O Avandia, cujo príncipio-ativo é a substância rosiglitazona, é indicado para o tratamento do diabetes tipo 2. A Agência recomenda que os pacientes que fazem uso deste medicamento devem procurar o seu médico para realizar a mudança necessária no tratamento.
Atualmente, existem nove classes de medicamentos para este tipo de diabetes.
Leia o alerta completo aqui.
Histórico
Como publicou o Blog da Saúde, os riscos de problemas cardiovasculares decorrentes do uso do Avantia ficaram comprovados com um estudo da Cleveland Clinic Foundation (EUA), divulgado este ano.
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julho 15, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A maioria dos conselheiros de saúde americanos concluiu que o remédio contra diabetes Avandia, do laboratório britânico GlaxoSmithKline, não levanta preocupação sobre risco de vida quando comparado com outros medicamentos utilizados contra a doença.
Dezenove dos 33 membros do painel de peritos da FDA (Food and Drug Administration), agência que regula alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, afirmaram que os dados disponíveis sobre o medicamento não preocupam em relação ao risco de vida associado ao uso contínuo do Avandia.
Por 12 votos contra 7, o painel não localizou nenhuma preocupação de morte em relação ao Avandia e ao Actos, medicamento, também usado no tratamento de diabetes, do laboratório japonês Takeda.
A avaliação feita pelos peritos científicos foi feita com base em opiniões conflitantes e revisão de dados e estudos sobre o caso.
A FDA convocou o painel de peritos externos para ajudar a agência a resolver um debate sobre a segurança do Avandia que já dura três anos. Ainda não é possível prever como esse diagnóstico precoce poderá afetar a votação final.
Próximas ações
O painel consultivo deverá votar agora se a droga será mantida no mercado sem advertências ou se a venda será suspensa.
Restrições quanto à utilização do medicamento ou o reforço das advertências estão entre outras opções.
A votação final será realizada em breve.
Histórico
Em 2007, um painel consultivo votou (por 20 votos a 3) que o Avandia pode aumentar as chances de um ataque cardíaco em alguns pacientes, mas por 22 votos a 1 foi recomendado que a droga permanecesse no mercado.
As vendas do Avandia nos EUA representavam apenas 1,5% do faturamento da Glaxo em 2009, mas os investidores temem que a companhia poderia enfrentar mais processos judiciais se o medicamento for retirado do mercado.
Posição da Anvisa
Por enquanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não fala em proibição. A agência decidirá sobre a manutenção do Avandia no mercado brasileiro após a resolução final da FDA.
A Anvisa acompanha de perto essa discussão e, em 2007, determinou alteração da bula do remédio no Brasil para alertar que pacientes cardíacos são contraindicados a tomá-lo.
Além disso, médicos foram orientados a informar os pacientes diabéticos sobre os possíveis riscos do medicamento de tarja vermelha.
O assunto será discutido pela Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme), conselho que reúne pesquisadores, universidades, farmacêuticos e químicos, entre outros profissionais, para avaliar os riscos do Avandia à saúde dos usuários.
* Com informações do ESP.
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julho 14, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Em 1999, a empresa farmacêutica GlaxoSmithKline lançou, em segredo, um estudo para descobrir se seu medicamento para diabetes, o Avandia, era mais seguro para o coração que o rival Actos, da japonesa Takeda.
O problema: os resultados!
Os dados obtidos no mesmo ano foram desastrosos. O Avandia não só não era melhor, como provocava ainda mais riscos cardíacos.
No entanto, ao invés de publicar os resultados, a empresa passou os 11 anos seguintes tentando acobertá-los, segundo documentos.
A empresa não publicou os resultados nem transmitiu aos reguladores de drogas, como determina a lei.
O assunto ficou em discussão por anos!
Como publicou o Blog da Saúde, os riscos de ataque cardíaco decorrentes do uso do Avantia ficaram comprovados com um estudo da Cleveland Clinic Foundation (EUA), divulgado este ano.
Agora, o Avandia passa por novas análises do FDA (Food and Drug Administration), agência que regula remédios e alimentos nos EUA, que deve definir se o medicamento deve ou não continuar a ser vendido.
O laboratório britânico GlaxoSmithKline teria concordado em pagar US$ 460 milhões (R$ 808 milhões) para encerrar pelo menos 10 mil dos cerca de 13 mil processos movidos por alegações de que o remédio para diabetes Avandia poderia causar ataques cardíacos e derrames.
*Com informações da FSP.
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julho 2, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a dose máxima que um médico pode prescrever do remédio sibutramina: 15 miligramas diárias. O medicamento é utilizado como inibidor de apetite.
Desde março, a agência resolveu incluir o medicamento no rol das substâncias psicotrópicas anorexígenas.
Com a alteração, a tarja da sibutramina mudou de vermelha para preta e o remédio passou a ser vendido apenas com a apresentação do receituário azul, com numeração determinada e controlada pela vigilância sanitária. A receita branca não oferece o mesmo controle.
Além disso, o tempo máximo de tratamento, que antes era de 30 dias, foi ampliado para 60.
Entenda as restrições na venda de remédios para emagrecer.
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junho 29, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
De acordo com resultado de testes clínicos, o Avandia, medicamento utilizado contra diabetes, aumenta o risco de problemas cardiovasculares de 28% a 39% (o número não vem acompanhado de um aumento de mortes por infarto).
A conclusão é baseada na análise de 56 ensaios clínicos, realizadas até fevereiro de 2010, pelos médicos Steven Nissen e Kathy Wolsky, da Cleveland Clinic Foundation (EUA).
Os testes contaram com a participação de 35.531 pacientes. Entre eles, 19.509 haviam tomado Avandia (molécula rosiglitazona), do laboratório britânico GlaxoSmithKline (GSK), enquanto 16.022 foram tratados com o medicamento Actos (molécula pioglitazona), da mesma categoria que o anterior, mas do laboratório japonês Takeda.
Os resultados obtidos agora são similares aos estudos feitos em 2007 pelo fabricante do medicamento, a agência americana de medicamentos FDA (Food and Drug Administration) e pesquisadores independentes.
A FDA já anunciou que um grupo de especialistas independentes se reunirá em julho para recomendar ou não a retirada deste medicamento do mercado.
A comercialização do Avandia foi autorizada em 1999 pela agência americana de medicamentos para tratar a hiperglicemia – taxa elevada de açúcar no sangue – nos pacientes que sofrem de diabetes tipo 2.
No Brasil
A unidade brasileira da GlaxoSmithKline informa que até que tenha acesso às publicações finais não pode se pronunciar em detalhes, mas ressalta que há limitações inerentes ao tipo de estudo conduzido, que foi baseado apenas em dados estatísticos.
A empresa ressalta que “estudos clínicos feitos diretamente com pacientes de forma randomizada (aleatórias) são padrões de referência para a avaliação de questões científicas e médicas”.
Seis estudos deste tipo – RECORD, APPROACH, VICTORY, VADT, ACCORD e BARI-2D – foram apresentados ao FDA durante a última revisão sobre a segurança cardiovascular do Avandia. De acordo com a GlaxoSmithKline, ao serem analisados conjuntamente, estes estudos mostram que Avandia não aumenta o risco de ataques do coração.
O estudo foi publicado na versão online do jornal Archives of Internal Medicine e saíra na versão impressa do jornal no dia 26 de julho.
*Com informações da FSP.
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junho 18, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) inicia hoje o processo para tornar a venda de antibióticos controlada no país. A nova regra, que determina o registro obrigatório dos dados da receita médica, passa a valer a partir de setembro.
A idéia é coibir o exagero e a venda indiscriminada desse tipo de medicamento nas farmácias e drogarias.
Além da exigência da receita, que hoje já é obrigatória, mas, quase nunca pedida no ato da compra, as farmácias terão de recolher dados da prescrição.
Os cinco tipos de antibióticos mais vendidos – ampicilina, amoxilina, sulfametoxazol + trimetoprima, cefalexina e azitromicina – terão um controle mais rigoroso, com notificações eletrônicas às vigilâncias sanitárias por meio do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados.
Os estabelecimentos serão obrigados a registrar os dados relativos a cada venda, como a quantidade e o nome do médico que fez a prescrição.
O uso abusivo dos antibióticos cria uma resistência microbiana, que piora o quadro infeccioso do paciente e reduz a eficácia do tratamento!
Hoje 40% dos remédios consumidos no Brasil são antibióticos.
O assunto está em discussão desde março, como já comentou o Blog da Saúde. Clique aqui para mais informações.
O que você acha das decisões da Anvisa? Coerentes ou muito radicais? Comente.
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março 30, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) criou restrições para venda de remédios que contenham sibutramina, presente em remédios para emagrecer. A substância passa a receber a classificação de anorexígena (atua no sistema nervoso central), e a tarja dos medicamentos muda de vermelha para preta.
Como era a venda
A substância era considerada de controle comum, o que significa que o médico precisava dar ao paciente receita branca com duas vias para uma ficar retida na farmácia ao vender um medicamento com sibutramina.
Como fica
A sibutramina passa a ser considerada de controle especial e será vendida apenas com receita azul: também possui duas vias, mas é entregue pela Vigilância Sanitária e tem numeração controlada – o médico tem que assinar um termo de responsabilidade para ter direito ao talonário azul.
No Brasil, é uma das drogas para emagrecer mais vendida desde que caiu sua patente, em 2007. Além de reduzir o apetite, promove sensação de saciedade, por isso, é indicada no tratamento da obesidade ou quando a perda de peso está clinicamente indicada. Reductil, Plenty, Saciette, Biomag, Vazy, Slenfig, Sibutran e Sigran são alguns dos remédios que contém sibutramina.
A venda em outros países
Há pouco mais de dois meses, a Europa suspendeu a venda da substância em toda a União Européia, após estudo que relaciona o remédio a maior risco cardíaco em quem tiver propensão.
Nos Estados Unidos não houve proibição de fabricação ou venda. Foi solicitado que na bula haja novas contra-indicações para informar que o medicamento não deve ser usado em paciente com histórico de doença cardiovascular.
“Devemos usar todos os medicamentos com consciência dos efeitos colaterais. Espera-se que com a restrição, os remédios sejam indicados só por especialistas”
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dezembro 17, 2009 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Quantas vezes você estava com uma leve dor de cabeça e alguém aconselhou um analgésico? O Brasil é um dos países que mais gasta com medicamento. Para se ter ideia da proporção imagine que 1,9% do PIB – Produto Interno Bruto referente ao ano de 2007 foi gasto com medicamentos.
Confira na imagem abaixo o fluxo do dinheiro gasto pela população com medicamentos:
Ouvimos a farmacêutica Mariana Fazio, diretora técnica do Remédio Certo para entender as possíveis soluções, acompanhe.
1) Por que o brasileiro consome tanto remédio?
O consumo de medicamentos no Brasil cresce a cada ano. Apesar das precárias condições da saúde brasileira, somos o 5º País no mundo no consumo de remédios e o primeiro entre os países da América Latina.
A automedicação é um hábito entre os brasileiros, considerada uma questão cultural, inclusive pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e atinge todas as classes sociais.
Descrito como “o País que a população adora se medicar”, uma pessoa mesmo se considerando saudável faz uso de pelo menos um medicamento por conta própria, por indicação de um parente ou amigo e até porque restou do tratamento anterior.
Além da questão cultural, o fácil acesso aos medicamentos e a busca pela “cura dos sintomas” faz com que o remédio se torne uma mercadoria comum, aumentando seu consumo entre a população, tornando seu uso indiscriminado.
2) Qual o papel das farmácias privadas diante de tal cenário?
As farmácias têm grande responsabilidade diante do resultado destes números. São estabelecimentos de venda destes produtos e, portanto, detêm o controle sobre o seu consumo. É importante resgatar a farmácia como estabelecimento de saúde para a melhora do cenário atual da automedicação, aonde o farmacêutico irá prestar assistência básica ao usuário de medicamento, orientando e conscientizando sobre riscos e uso abusivo, sem a devida orientação médica.
3) Como surgiu o projeto Remédio Certo e de que maneira ele contribui para a mudança do cenário atual?
O projeto Remédio Certo surgiu após a constatação de que mais de 50% dos medicamentos prescritos são dispensados e/ou utilizados de forma incorreta, dado confirmado pela OMS. O principal objetivo do projeto é promover, através de campanhas customizadas, o uso racional de medicamentos. Conscientizando os usuários e profissionais da área da saúde sobre sua importância e os riscos do uso indiscriminado de remédios.
Atualmente, programas efetivos de educação em saúde são citados como meios para erradicação da automedicação, inclusive por órgãos governamentais, inserido neste contexto o Remédio Certo, que tem como proposta trazer ao mercado campanhas educativas. Também é objetivo do Remédio Certo ser uma ferramenta para contribuir para a mudança do cenário atual de consumo de medicamentos.
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setembro 22, 2009 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Em março passado, dez caixas de um remédio contra o câncer foram roubadas de uma farmácia da Secretária da Saúde do Estado de São Paulo.
Seis meses depois, a Polícia Civil, através da Operação Medula, encontrou as mesmas caixas no Hospital-Dia de uma das principais empresas de exames médicos do país.
Investigadores descobriram que uma quadrilha composta por empresas distribuidoras, funcionários e vigias de hospitais e farmácias revendia remédios furtados a preços aquém dos definidos por lei, porém o fato ainda está sendo apurado.
Mais informações clique aqui.
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março 30, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física

Desperdício de dinheiro e efeitos danosos à saúde são alguns dos resultados!
Apesar de saber que é perigoso ingerir remédios com base na indicação do balconista da farmácia, de amigos, ou achando que os sintomas são de uma doença que conhece ou já teve, muitas pessoas ainda recorrem à automedicação, para economizar a consulta médica e o exame diagnóstico. Porém, em geral, essa conduta sai mais cara. Os remédios podem agravar doenças, mascarar sintomas, ter efeitos colaterais danosos, ou no mínimo, servir para nada. Existem pessoas que fazem uso de medicamentos que sobraram, sem ter certeza de que se trata da mesma doença. Outras não sabem que a indicação do balconista, ou de amigos, pode induzir à compra de medicamentos sem garantia de qualidade. Outras ainda, com uma única receita médica, no mesmo dia, compram várias vezes o mesmo remédio e o consome indiscriminadamente.
“É importante que as pessoas saibam cuidar melhor da saúde, conheçam o risco da automedicação, valorizem mais o conhecimento médico e o ideal é que todos os medicamentos sejam vendidos apenas com retenção de receita”.
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