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Nome ‘Ração Humana’ não poderá mais ser usado

Quem se habituou à expressão ‘Ração Humana’ pode esquecer o conceito inicialmente difundido.

Há dois anos o combinado de fibras, cereais e carboidratos conquistou o cardápio de alguns brasileiros com a proposta de suprir a ingestão de nutrientes de forma adequada ou até substituir refeições.

Neste último caso, a substituição pode gerar danos, como a anemia, devido à carência de nutrientes.

O alerta foi publicado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária a fim de esclarecer as funções do produto. A ração humana é, geralmente, composta por mistura de diferentes cereais, farinhas, farelos, fibras e outros ingredientes, como: guaraná em pó, gelatina em pó, cacau em pó, levedo de cerveja, extrato de soja, linhaça e gergelim. E pode, sim, ser inserido em uma alimentação diversificada.

O veto da Agência é em relação ao uso da expressão ‘ração humana’ na venda desses produtos, já que considera o termo equivocado, uma vez que não indica a verdadeira natureza e característica do alimento.

O rótulo ou material publicitário também não podem conter alegações de propriedades medicamentosas, terapêuticas e relativas a emagrecimento. Também não é permitida, na formulação de alimentos, a utilização de substâncias farmacológicas e fitoterápicas, tais como ginseng, ginkgo biloba e sene.

A empresa que desejar comercializar produtos com alegações de propriedades funcionais e ou de saúde deve solicitar registro desses produtos junto à Anvisa. Apenas depois de conseguir o registro, o alimento poderá ser colocado a venda. A multa para as empresas que não cumprirem as exigências podem chegar até R$ 1,5 milhão.

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Entre os benefícios oferecidos pelas empresas aos colaboradores, o vale refeição é um dos que causa mais polêmica. No ano passado o valor médio recebido pelos trabalhadores ficou em R$ 10,00 diários.

As opções de refeição para quem trabalha na rua são diversificadas, tanto em qualidade como em valor. Seja o famoso “PF – prato feito”, restaurante por quilo ou padaria vai da escolha, fome e bom senso do trabalhador escolher o que irá compor sua refeição.

Fazendo as contas

Administrar o vale refeição não é tarefa fácil, principalmente quando o almoço em equipe é realizado naquele super restaurante. Em situações como essa, como fazer “render” os dez reais diários até o final do mês?

Se você também sente dificuldades para realizar essa conta você não está sozinho. Isso porque, de acordo com pesquisa realizada pela Assert – Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador – o valor pago atualmente está cerca de 45% abaixo do preço cobrado pelos estabelecimentos.

De acordo com os dirigentes da Associação, os preços são altos para a realidade brasileira e a alimentação fora de casa foi a maior contribuição para o índice de inflação em 2009, segundo o IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo.

Apesar dos valores abaixo da média, uma alimentação diversificada e com horários regulares é uma excelente alternativa para a boa administração do benefício. Algumas consultorias oferecem a seus funcionários e clientes o famoso e conhecido “carrinho da saúde”, outra opção super bem vinda para evitar o excesso de fome e consequentes exageros.

Dica Blog da Saúde: Independente do valor que você recebe em seu benefício refeição procure escolher alimentos leves como verduras, legumes. Não desperdice seu vale com doces e besteiras no final de semana. Assim, você foge do aperto e mantém sua saúde física e financeira em equilíbrio.

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