Paralisação de médicos paulistas começará em setembro
julho 19, 2011 por Paula Sanches
Em: Últimas Notícias
Representantes da Associação Paulista de Medicina (APM), Conselho Regional, Sindicatos dos Médicos de São Paulo, Academia de Medicina e sociedades de especialidade definiram o calendário para a paralisação escalonada em protesto contra os baixos honorários e as interferências dos planos de saúde.
A decisão dos médicos paulistas de paralisar o atendimento às operadoras foi feita em Assembleia Estadual realizada no dia 30 de junho, mas só agora foram reveladas as datas referentes a cada especialidade.
As paralisações começarão no dia 1º de setembro e terão duração de três dias cada:
Ginecologia e Obstetrícia – de 1º a 3 de setembro;
Otorrinolaringologia – de 8 a 10 de setembro;
Pediatria – 14 a 16 de setembro;
Pneumologia – 21 a 23 de setembro;
Cirurgia Plástica – 28 a 30 de setembro.
Os anestesiologistas acompanharão as especialidades no rodízio de suspensão. Assim, não vão atender Ginecologia na primeira semana, Otorrino na segunda e assim por diante.
Segundo o 1º vice-presidente da APM, Florisval Meinão, ainda não foi decidida a lista de operadoras que sofrerão paralisação. “Uma certeza é que vamos parar as que ainda não entraram em negociação. Além disso, devemos incluir as que não apresentarem propostas suficientes.”
As próximas especialidades serão definidas mês a mês, enquanto a situação não for resolvida. O movimento, entretanto, não deve interferir no atendimento a emergências.
O que querem os médicos
As reivindicações da classe são consulta a um mínimo de R$ 80, adoção da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos de forma plena para os valores de procedimentos e compromisso de reajuste anual destes valores, baseado no índice autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para os planos individuais.
Outro pleito é o fim das pressões das empresas para que reduzam solicitações de exames, internações e outros procedimentos, interferências inaceitáveis que colocam em risco a saúde dos cidadãos.
Além das 15 operadoras listadas inicialmente, a comissão de paralisação entrou em contato com outras 19 empresas. Uma coletiva de imprensa marcada para o dia 10 de agosto vai informar quais delas terão o atendimento eletivo afetado, dependendo do que for negociado até o começo do mês.
Até agora não responderam aos contatos as empresas Gama Saúde, Green Line, Intermédica; ABET (Telefônica), Companhia de Engenharia de Tráfego e Notredame.
Estão em processo de negociação Amil, Golden Cross, Medial, Caixa Econômica Federal, Cassi (Banco do Brasil), Embratel , Geap, Marítima e Porto Seguro.
Todas as informações foram fornecidas pela Associação Paulista de Medicina.
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julho 4, 2011 por Paula Sanches
Em: Últimas Notícias
Médicos paulistas de 53 especialidades decidiram, em Assembleia Estadual realizada no dia 30 de junho, a suspender temporariamente o atendimento a usuários de dez operadoras de planos de saúde que ignoraram as propostas de negociação do reajuste dos valores pagos por consulta.
São elas: Gama Saúde, Porto Seguro, Intermédica, Greenline, Notredame, Abet (funcionários das empresas de telecomunicações) e também os funcionários da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e Embratel.
Os médicos reivindicam recomposição do valor da consulta para R$ 80,00, além da inserção de cláusula de reajuste anual baseado no índice autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para os planos individuais.
A suspensão do atendimento se dará inicialmente por 72 horas de forma alternada, por especialidade, para não prejudicar o atendimento ao usuário. São 53 especialidades médicas, o que significa que, se necessário for, não haverá atendimento aos dez planos escolhidos seguidamente por tempo indeterminado. Entretanto, os médicos permanecem abertos à negociação.
Uma comissão estadual permanente de organização do movimento fará o calendário completo do rodízio das paralisações, assim como definirá a data de início de tais interrupções. Todos esses detalhes serão divulgados dentro de aproximadamente 30 dias em coletiva à imprensa.
Haverá tempo hábil para que as consultas eletivas sejam remarcadas para outras datas, precaução que visa preservar os pacientes, razão maior da medicina. As urgências e emergências não sofrerão interrupção em qualquer momento.
Assembleia Estadual dos Médicos
A assembleia foi realizada dia 30 de junho, na sede da Associação Paulista dos Cirurgiões Dentistas em São Paulo. O encontro reuniu cerca de 500 médicos, representantes das entidades médicas paulistas, das comissões regionais de negociação, da OAB, do Sindhosp, além de deputados e vereadores.
As informações foram divulgadas pela Associação Paulista de Medicina (APM) e Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP).
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março 22, 2011 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Mais de 20 mil medicamentos terão aumento nos preços a partir do dia 31 de março. O reajuste varia de 3,54% a 6,01%, dependendo da categoria a que o remédio pertence.
A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) – ligada à Agência Nacional de Vigilância Sanitária – autorizou o aumento de medicamentos como antibióticos e remédios de uso contínuo.
Medicamentos fitoterápicos e homeopáticos não estão sujeitos aos valores determinados pela CMED. Seus preços são sujeitos à variação por determinação do fabricante.
O cálculo do reajuste levou em conta uma série de fatores, como por exemplo, IPCA acumulado entre março de 2010 e fevereiro de 2011 e competitividade do produto no mercado – estabelecida pelo nível de participação de genéricos nas vendas.
Quanto maior a participação, maior o percentual de reajuste. Para o cálculo, também foi levado em conta o ganho de produtividade das empresas.
O governo define o valor máximo que podem subir a cada ano, a fim de evitar que a população seja prejudicada por eventuais aumentos excessivos por parte da indústria farmacêutica.
Os valores reajustados não poderão ultrapassar o limite estabelecido até março de 2012.
Procedimento
As produtoras de medicamentos deverão apresentar à CMED, até 31 de março de 2011, o relatório contendo os preços que pretendem colocar. Quem elevar os preços acima do autorizado pode ser multado em até R$ 3,2 milhões.
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junho 23, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias, Destaque, Planos de Saúde
Entre 2000 e 2010 as operadoras de planos puderam aumentar as mensalidades em 136,6%, enquanto a inflação variou 105,36%.
A conclusão é de um estudo realizado pelo IDEC – Instituto de Defesa do Consumidor, que comparou o índice de reajuste dos planos autorizado pela Agência Nacional de Saúde (ANS) com o IPCA, índice usado pelo governo para medir a inflação.
O último reajuste aprovado pela ANS no dia 11 deste mês reforça esta diferença. O novo índice máximo de reajuste para as operadoras é de 6,73%. No entanto, a inflação registrada entre maio de 2009 e abril de 2010 é de 5,26%.
Como já explicou o Blog da Saúde, o percentual aprovado pela agência é o máximo que pode ser aplicado às mensalidades e vale para os planos individuais/familiares novos (ou seja, aqueles que foram contratados ou adaptados depois de janeiro de 1999). Ele indicirá no mês de aniversário de cada contrato, inclusive retroativo aos de maio.
O assunto gera polêmica porque, segundo especialistas, os consumidores perdem cada vez mais a capacidade de pagamento dos planos, uma vez que os salários são reajustados, em muitos casos, de acordo com os índices de inflação.
De acordo com o IDEC, a aprovação de índice superior à inflação tem sido frequente. Desde o ano 2000, quando a ANS foi criada, em apenas duas ocasiões o reajuste foi inferior ao IPCA acumulado no período. Veja tabela comparativa.
A ANS informa que o comparativo entre inflação e aumento nos custos de saúde não é o ideal, já que há uma inflação no setor médico-hospitalar que costuma ser maior que o aumento autorizado pela ANS.
Para chegar aos índices de reajuste, a agência usa a média do aumento aplicado pelas operadoras a planos coletivos, que hoje somam 35,4 milhões. O aumento destes planos, no entanto, é negociado entre as operadoras e as empresas que os contratam. A Agência Nacional de Saúde não interfere.
Para o Idec a metodologia utilizada é inadequada, mas a ANS estuda possíveis alterações na fórmula.
A questão é polêmica e está em constante discussão. Qual sua opinião? Comente!
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junho 14, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias, Planos de Saúde
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fixou em 6,73% o índice máximo de reajuste para os planos de saúde médico-hospitalares individuais e familiares contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98.
O percentual incidirá sobre os contratos de cerca de 7,4 milhões de consumidores, ou seja, 13% dos cerca de 56 milhões de consumidores de planos de saúde no Brasil.
O índice de reajuste deste ano não sofre influências das novas coberturas do Rol de Procedimentos 2010.
Como será aplicado o reajuste?
O índice de reajuste autorizado pela ANS pode ser aplicado somente a partir da data de aniversário de cada contrato, sendo permitida a cobrança do valor retroativo caso a defasagem seja de no máximo três meses.
Deverão constar claramente no boleto de pagamento o índice de reajuste autorizado pela ANS, o número do ofício de autorização da ANS, nome, código e número de registro do plano, além do mês previsto para aplicação do próximo reajuste.
A relação dos reajustes autorizados encontra-se permanentemente disponível na página da ANS na internet (www.ans.gov.br).
Entenda a nova metodologia em estudo
A metodologia utilizada pela ANS é a mesma desde 2001 e se baseia na média dos reajustes dos planos coletivos, o que traz algumas vantagens para o beneficiário quando esse índice é aplicado aos contratos de planos individuais.
Em 2011, a ANS espera adotar uma nova metodologia de cálculo, ainda em fase de elaboração.
Órgão regulador e representantes de consumidores, prestadores de serviços, operadoras e demais atores do setor integram a câmara técnica que dará origem à nova fórmula.
Veja simulação de reajuste em planos de saúde com aniversário em maio e mensalidade de R$100,00.
Para quem está pensando em contratar um novo plano de saúde, os preços também devem subir. Os valores dos planos à venda são reajustados pelas próprias operadoras, que têm apenas um limite de 30% para mais ou para menos, definido pela ANS.
Em caso de dúvidas, os consumidores devem entrar em contato com a ANS pelo:
- Disque-ANS (0800 701 9656);
- Na internet, pela página site da agência (no link Fale Conosco);
- Pessoalmente, em um dos 12 Núcleos Regionais da ANS distribuídos pelo País.
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abril 7, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Aposentados que ganham acima de um salário mínimo poderão receber a boa notícia de um reajuste de 7% na aposentadoria. A proposta, que é retroativa a de janeiro depende apenas do aval do presidente Lula.
Originalmente, a Câmara prevê um reajuste de 6,14%. Mesmo assim diversas emendas ao texto foram apresentadas para que a taxa de aumento fosse maior. Para o líder do governo da câmara, Cândido Vaccarezza,
“O Brasil foi o país que mais concedeu reajuste aos aposentados, mesmo assim achei correto abrir uma negociação. O acordo está próximo, mas até o momento tenho compromisso apenas com o reajuste previsto na MP”.
Qual a sua opinião sobre o assunto? Acredita que o aumento será concedido? O Brasil é mesmo o país que mais concede reajuste aos aposentados? Comente.
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março 9, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Foi aprovado Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos aumento de até 4,8% no valor de mais de 20 mil medicamentos. Os aumentos começam a valer a partir de 31 de março.
Ficam fora desse limite os homeopáticos, fitoterápicos e outros que são alvo de grande concorrência. Para saber mais sobre a decisão clique aqui.
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fevereiro 2, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
Vivemos num país que trava uma eterna batalha quando o assunto é saúde. Seja no atendimento público ou com as constantes mudanças regulamentadas pela ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar às operadoras, o consumidor e principalmente o gestor de RH deve estar atento.
Conversamos com Vera Lucia Bejatto, executiva da Victory Consulting para saber como o RH pode precaver-se e entender como será o ano de 2010 no cenário da Saúde no país. Acompanhe.
1) Diante da introdução da RN 195 e agora com a RN 211 qual o posicionamento do RH?
Os executivos de recursos humanos têm que preocupar-se duplamente. Primeiro por que agora as seguradoras e operadoras estarão bem mais inflexíveis quando se trata de “zerar ou reduzir” reajustes nos contratos de planos de saúde corporativos. Antes da RN 195, eram propostos dois encontros por ano para recuperação de receita no desequilíbrio econômico e financeiro, a saber: reajuste técnico (por sinistralidade) e moeda (atualização do pagamento a rede credenciada). Agora é uma vez por ano, no aniversário do contrato.
2) Isso significa que o reajuste planejado no budget das empresas não responderá à quantia real?
Isso mesmo. Aqueles que projetaram reajustes de “um digito” em seu budget de 2010 irão se surpreender, porque as operadoras de planos de saúde apontam um reajuste de 17,91% nas apólices saudáveis, percentual esse relativo a “inflação médica”, “ novas coberturas” e “reajuste anual”. Além disso, se o contrato/apólice estiver acima de 70% pactuados em contrato, também haverá aumento para compor esses custos. Isso se traduz na seguinte fórmula:
Inflação Médica + Novas Coberturas (17,91%) + % de sinistralidade = reajuste anual.
3) O reajuste anual é uma vantagem para a empresa? Por quê?
Muitos acreditam que o aumento anual é uma vantagem para a empresa, mas a mudança na periodicidade dos reajustes vai pressionar os percentuais para cima, uma vez que a majoração anual será a única oportunidade de revisão de preços por parte das operadoras. Para empresas com histórico de sinistralidade alta, essa é uma grande desvantagem porque antes poderia avaliar a cada três, quatro ou seis meses, e com isso aplicações de reajustes menores, agora é de uma só vez !! A ANS proibiu parcelamentos de reajustes anuais ou aportes.
4) As empresas e o consumidor podem contar com as operadoras? Como está esse cenário atualmente?
Com a concentração de mercado de operadoras, pelas aquisições e fusões recentes, sobraram poucas opções, estima-se que sobraram apenas 10 boas operadoras em São Paulo e muitos clientes hoje têm necessidades que essas empresas não podem suprir, como por exemplo, custos menores. Assim, com mercado restrito, as empresas atuantes buscam uma receita adequada às despesas, dificultando as negociações que até então caminhavam de certa forma positivamente.
5) Mudar de plano de saúde em situações como essa ajuda? O que a empresa deve pontuar ao escolher a operadora?
Mudar de plano de saúde muitas vezes não é a solução, já que a maioria das empresas oferece o mesmo contrato (regulamentado pela ANS), mesma rede credenciada de hospitais e laboratórios e são poucas as diferenças. O que vai prevalecer é como essa operadora faz a “gestão dos gastos” com a mensalidade que o cliente paga todos os meses para essa operadora (auditorias médicas em hospitais e centros médicos, direcionamentos para redes próprias e centros clínicos, boas negociações com hospitais, bons profissionais na manutenção dos contratos, etc.)
6) Como a Victory reage e se planeja para momentos como esse?
A Victory conquistou em 2009 “saving cost” para sua carteira de mais de 7, 1 milhão de reais, com boas negociações e planejamento de gestão de risco e qualidade de vida. Mas, desde janeiro estamos notando pelas novas negociações que 2010 será um ano atípico, com grandes dificuldades de redução nos percentuais propostos, pouquíssima flexibilidade por parte das operadoras pelo impacto financeiro que essas duas novas RNs (195 e 211) proporcionaram para essas empresas de saúde.
7) Qual deve ser a visão dos executivos de RH diante das mudanças?
É importante que os executivos de recursos humanos nesse momento estejam atentos às novas resoluções e analisem com cuidado os impactos no desenho do plano de saúde que sua empresa contratou : com co-participação, contributário ou não contributário, extensão do plano para inativos, aposentados, afastados e agregados.
Em conjunto com a entrevistada o Blog da Saúde preparou uma lista de ações que a consultoria Victory considera que são fundamentais para buscar reduzir ao máximo os reajustes:
• Analisar melhor as novas admissões/contratações: saúde e número de dependentes ;
• Se possível, não cobrar pelas mensalidades e sim aplicar a co-participação para não carregar “inativos” na carteira pela contributariedade nos planos;
• Buscar maior aproximação possível junto aos “afastados” pois quanto maior o distanciamento, maior o desconhecimento da saúde desse colaborador; Idem para aposentados;
• Provocar ações que busquem estimular o funcionário a “cuidar muito bem da própria saúde” com entrega de bônus ou vantagens competitivas que façam desses cuidados uma boa notícia para a saúde financeira do plano de saúde da empresa;
• Distribuir muitos comunicados em quadros de avisos com “dicas de saúde” pois “tem poder para se cuidar quem tem a informação” e participar os funcionários de como deve evitar doenças é um fator primordial para o sucesso na redução das despesas assistenciais;
• Dar grande importância para os relatórios de sinistralidade que são apresentados mensalmente, já com ações sobre os “casos críticos” evitando elevação nos custos;
• Conscientizar os funcionários de que o “desperdício” com o plano de saúde pode resultar em cancelamento do convênio ou redução da qualidade, pois os custos podem ficar proibitivos e assim todos sairão perdendo;
• Prestar atenção máxima ao controle do stress, alimentos saudáveis, sair imediatamente do sedentarismo e buscar conhecer quais são os itens que fazem mal a saúde no dia a dia, sendo mais observador (a) dos sinais que o corpo dá nessas fases difíceis.
“Entender esta regulamentação e seus impactos sobre o desafio da gestão da saúde é importante, e alinhar o desenho do benefício à estratégia de negócios é fator crítico de sucesso para uma organização sustentável no longo prazo.”
Vera Lucia Bejatto
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janeiro 8, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
No começo do ano passado os paulistanos receberam uma despesa de Natal antecipado. O valor do IPTU sofreu um reajuste que pode chegar até 45%. A partir do dia 1 de dezembro a medida foi aprovada e depois de dois meses a despesa começa a bater na porta.
Os carnês do IPTU começam a ser distribuídos no dia 14 deste mês, e podem ser pagos com desconto de até 6% se o pagamento for à vista, até a data do vencimento da primeira parcela, no dia 1° de fevereiro.
O contribuinte ainda terá a possibilidade de recorrer do valor cobrado caso avalie que há alguma discrepância na cobrança. Por conta disso, a prefeitura vai enviar um lote de notificações, que servirão para a população conferir o valor cobrado, e para efetuar o pagamento em bancos e casas lotéricas.
Quem não concordar com o valor cobrado, tem 90 dias antes do vencimento para recorrer. Basta levar documentos pessoais, como o RG e o CPF, a notificação do IPTU, o documento de propriedade do imóvel, além de formulário próprio da prefeitura, que pode ser obtido através do site.
*Com informações da FSP
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janeiro 8, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Financeira
As festas de fim de ano passaram, e você deve ter gastado bastante dinheiro na compra de enfeites de natal para sua casa, com os presentes do amigo secreto da família, com a viagem para a praia no final do ano, mas para quem tem filhos, as dívidas ainda não acabaram.
Pais, se preparem! Nesse ano você vai gastar bem mais para comprar o material escolar de seu filho. Houve um aumento dos preços dos materiais escolares de quase o dobro da inflação, cerca de 6,61%, em dezembro do ano passado.
Os pais que têm filhos matriculados em escolas particulares vão gastar ainda mais, pois além do material escolar, as mensalidades também aumentaram, cerca de 7,06%.
Segundo especialistas, esses reajustes absurdos não são normais, pois o reajuste alto não acontece em todas as regiões do Estado de São Paulo, por exemplo. Somente em períodos anteriores ao começo das aulas, como no mês de janeiro, que os reajustes de preço sobem de maneira elevada.
A recomendação é de que os pais aproveitem materiais do ano anterior, como lápis, caneta, o resto do caderno. Além de fazer pesquisas de preço antes de sair comprando na primeira loja. Se possível, comece as compras escolares no mês de fevereiro, talvez os preços estejam melhores.
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dezembro 23, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Financeira
O Presidente Lula vai assinar hoje uma nova medida provisória para o reajuste de 6% no salário mínimo brasileiro. Atualmente, o salário é de R$ 465,00, com o reajuste o valor passa a ser de R$ 510,00.
E é nesse ambiente, que comparações com o governo de Fernando Henrique surgem. Desde que o presidente Lula tomou posse o salário mínimo sobe progressivamente. Para se ter uma idéia o salário mínimo no ano de 1999 era de R$ 274,00, e depois de 10 anos subiu para R$ 465,00. E agora sofre novo reajuste em um ano.
Segundo o Dieese, os brasileiros que conseguiam comprar 1,02 cesta básica com o salário mínimo de 1995, agora conseguiram comprar até 2,17 cestas básicas com o novo reajuste.
A nova medida do governo entra em vigor em janeiro. Agora a população terá mais um dinheirinho para pagar as contas.
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dezembro 21, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Em 1994 a passagem custava apenas R$ 0,50, o custo de um chiclete na “banquinha” de doces da porta da escola. Hoje, o munícipe paga R$ 2,30 pela viagem.
Mas se preparem… Já na primeira semana do ano de 2010 o custo vai para R$ 2,70, sofrendo um reajuste de 17,4%. O aumento não necessita da aprovação do Legislativo, apenas que seja feito um comunicado oficial na Câmara Municipal, o que ocorreu nessa sexta-feira.
Muitos não se lembram, mas durante a propaganda eleitoral do Prefeito Gilberto Kassab (DEM), ele havia prometido que o reajuste não aconteceria nesse ano.
Mesmo assim ele espera a compreensão da população sobre o aumento da passagem para 2010 já que o reajuste não é feito há mais de dois anos.
Esse aumento torna a tarifa de ônibus da capital paulista a mais cara de todo o país. Mesmo a população reclamando da qualidade do transporte público, a prefeitura alega que houve melhorias, como a renovação da frota e da extensão do tempo da integração do bilhete único.
A passagem do metrô e da CPTM, de responsabilidade do Governo do Estado, vai aumentar a partir de fevereiro, para R$ 2,63. Deste modo, o valor da integração ônibus+metrô ou CPTM passará de R$ 3,65 para R$ 4,00.
Você concorda com esse reajuste ou acha que o transporte
público não melhorou e só aumentou os custos? Comente.
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