Conheça as piscinas ecológicas
setembro 23, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
A arquitetura e a decoração também estão se adequando à onda de sustentabilidade. Há uma tendência na Europa que agora chega ao Brasil: as piscinas ecológicas. Desenvolvidas a partir dos anos 90, elas vêm, aos poucos, substituindo as piscinas clássicas.
Com o verão por perto nada melhor do que uma piscina para relaxar e se refrescar, não é? Mas as convencionais, que contêm cloro e outros produtos químicos, além de gastarem energia, poluem o meio ambiente, ressecam a pele, os cabelos e irritam os olhos.
Os produtos derivados de cloro são substâncias perigosas e responsáveis por danos ambientais, como a redução da camada de ozônio. Pois estão presentes em: dioxinas, DDT, Agente Laranja, PCB’s e os destruidores do ozônio (CFC’s). As piscinas ecológicas não causam nada disso; são como lagos artificiais.
Elas são uma espécie de ecossistema aquático em pequena escala, uma vez que a água é tratada naturalmente e a qualidade mantida por um sistema ecológico de circulação e filtragem dos resíduos, através de filtros naturais de areia, pedras e plantas, juntamente a um tratamento complementar com equipamentos de ionização ou raios UV, que limpam a água sem uso de elementos químicos.
A construção das piscinas naturais compreende a um sistema com duas áreas de igual volume, uma para utilização propriamente dita, e outra para a regeneração e tratamento da água, onde ficarão as plantas, o substrato etc., além das bombas e equipamentos.
A ecopiscina traz em si um conceito que não prejudica o meio ambiente, fornecendo também integração à natureza. Além disso, nas biopiscinas, também é possível reutilizar a água da chuva, captada pelos telhados, o que gera economia de água e promove a sustentabilidade.
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dezembro 13, 2010 por Blog da Saúde
Em: Destaque, Saúde Física
O protetor solar é importantíssimo para proteger a pele dos raios solares, prevenindo doenças como o câncer de pele.
A dermatologista Annia Cordeiro Lourenço ressalta que nunca é demais relembrar os cuidados necessários com a pele. “A cada ano, aumenta o número de pessoas com pele manchada e, na maioria dos casos, a culpa é da exposição solar sem proteção. Apesar do assunto ser falado frequentemente, ainda há muitos erros no uso do filtro solar”, explica a especialista.
Como aplicar o protetor corretamente?
O protetor solar não serve apenas para evitar queimaduras. Além de permitir que a pessoa possa ficar no sol (no horário adequado), sem se preocupar com a vermelhidão, o uso do filtro garante uma pele mais bonita e saudável por mais tempo.
“O sol estimula a produção de enzimas destruidoras do colágeno – que acelera o processo de envelhecimento – e leva à mutação do DNA – que pode causar o câncer de pele. O filtro protege a pele dessas reações”, afirma Dra. Annia.
Para a dermatologista, pele bronzeada é sinônimo de pele queimada pelo sol, ou seja, danificada pela exposição solar e suscetível a envelhecimento precoce, manchas e, até mesmo, câncer. “Não é possível ‘pegar uma cor’ usando filtro solar adequadamente. Se a pele ficar morena significa que houve queimadura, ou seja, a proteção não foi efetiva”, afirma.
Protetor antes e durante o sol!
O filtro deve ser aplicado, no mínimo, 15 minutos antes da exposição solar e precisa ser reaplicado a cada duas horas. Isso porque as moléculas químicas, responsáveis por absorver a radiação e não permitir que ela chegue às camadas mais profundas da pele, são consumidas com o passar do tempo e precisam ser repostas.
É indicado reaplicar após banho de mar, suor excessivo ou atrito, mesmo que a embalagem do protetor indique que o produto não sai na água.
Rosto: cuidados especiais
O rosto exige um produto específico. A pele do rosto, em geral, é mais oleosa que a do corpo. Por isso, precisa de mais cuidados. Para evitar o aparecimento de cravos e espinhas, por exemplo, o ideal é optar por um protetor solar oil-free ou em gel.
A escolha correta do número do FPS é essencial!
FPS é a sigla para Fator de Proteção Solar e indica o grau de proteção da pele contra a queimadura do sol. O número indica a quantidade de tempo que você pode expor-se ao sol sem se queimar, se comprado à exposição sem proteção alguma.
Um FPS 15, por exemplo, permite que você fique 15 vezes mais tempo no sol sem se queimar. Para uma exposição solar intensa, as pessoas de pele mais morena devem usar um protetor de FPS 30 e as de pele mais branca, FPS 60.
Se a pele ficar mais escura, isso significa que o protetor solar não protegeu efetivamente. “Os bronzeadores ou produtos com FPS inferior a 15 são contra-indicados”, lembra Dra Annia.
A especialista ainda lembra que há produtos disponíveis no mercado com FPS até 100. “A partir do FSP 60 a escolha só deve ser feita com a indicação de um especialista, pois geralmente esses produtos são mais caros e não oferecem mais benefícios para determinados pacientes”, explica a Dra Annia Lourenço.
Qual a diferença entre UVB e UVA?
É importante ler o rótulo do produto antes de comprar. O protetor solar precisa proteger contra os raios UVA e UVB.
A radiação UVA penetra profundamente na pele, não costuma ter sua intensidade alterada conforme a época do ano ou altitude de cada região e é a principal responsável pelo fotoenvelhecimento. “É esse tipo de raio solar que é o mais relevante quando o assunto é tratamento e prevenção de rugas e manchas. É ele também um dos responsáveis pela formação de melanoma (câncer)”, destaca a dermatologista.
Já os raios UVB são os causadores das queimaduras solares e mudam de intensidade conforme a estação e altitude, ganhando força no verão, em especial entre às 10h e 15h. O UVB está diretamente relacionado ao desenvolvimento de câncer de pele nas áreas corporais fotoexpostas.
Crianças
Crianças precisam de um protetor especial. Os bebês com menos de seis meses não podem usar nenhum tipo de protetor solar, pois sua pele ainda absorve facilmente as substâncias. “Portanto, praia não é lugar de bebê pequeno e, ao sair no sol, ele deve estar sempre protegido com roupas leves e chapéu”, explica Dra Annia Lourenço.
Segundo a especialista, entre os seis meses e dois anos, os pais devem optar por protetores infantis, com FPS mínimo de 50 e não podem abrir mão do chapéu e roupas. A partir dos dois anos, a criança pode usar o mesmo protetor dos pais, contanto que seja com um alto fator de proteção.
Hoje e sempre!
Protetor solar é cuidado diário. “Não saia de casa sem protetor solar, mesmo no inverno ou em dias nublados”, ressalta a dermatologista. Diariamente, é recomendado o uso de um filtro solar FPS 15. Isso protege a pele, mantendo-a mais jovem, bonita e prevenindo manchas e câncer. Na praia, piscina ou práticas esportivas, o ideal é usar um filtro com FPS a partir de 30.
Quantidade
Quando falamos de proteção solar, quanto mais, melhor! Quanto mais protetor, mais proteção, portanto não economize no filtro solar. A camada deve ser grossa e uniforme e nenhuma parte do corpo deve ser esquecida. Não esqueça, por exemplo, da orelha e dedos do pé.
E para proteger cabelos e lábios?
Para proteger os cabelos, é aconselhado o uso de cremes específicos com proteção solar. Vale ressaltar ainda que é recomendado o uso de chapéus, bonés, etc. Para os lábios, há batons com proteção e filtros em bastão. No entanto, lembre-se que, sem proteção, os lábios podem sofrer no verão tanto quanto no inverno!
Hoje, o mercado oferece roupas feitas de tecidos especiais, que já tem proteção solar. São chapéus, bonés, camisetas, roupas de banho e até guarda-sol. No entanto, não é qualquer produto. “Infelizmente, guarda-sol de nylon não protege”, explica a dermatologista.
Você sabe por que alguns protetores solares causam alergia?
Pesquisadores da Universidade de Gotemburgo e da Universidade Chalmers de Tecnologia (Suécia) identificaram uma substância altamente alergênica em protetores solares quando eles ficam em contato com o sol, chamada de “arylglyoxales”.
Isso explicaria porque muitas pessoas não podem usar produtos com dibenzoilmetano, um dos componentes que absorvem o efeito dos raios UVA em protetores solares.
De acordo com os autores do trabalho, publicado no “Science Daily“, ainda pouco se sabe sobre as reações químicas que acontecem quando os cremes ficam expostos ao sol e como a pele é afetada por essas substâncias que resultam da degradação dos produtos. Por isso, a descoberta pode ajudar a compreender o mecanismo da alergia de fotocontato (aquelas induzidas pela exposição à luz) e auxiliar na produção de protetores solares menos alergênicos.
Um novo teste para identificar esse tipo de alergia está sendo desenvolvido.
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setembro 22, 2010 por Blog da Saúde
Em: Estética, Saúde Física
As temperaturas elevadas se aproximam e, principalmente, as mulheres esperam para tomar o banho de sol, hábito que poderia ser substituído pelas loções autobronzeadoras.
Além de não gerarem os tradicionais problemas sobre a exposição excessiva ao sol, o efeito é rápido e difundido entre adolescentes americanas.
Pensando nisso, pesquisadores dos Estados Unidos financiados pelo governo, resolveram incentivar esta prática. Ao cortar os banhos de sol e a exposição à radiação ultravioleta, também diminuem os riscos de envelhecimento precoce da pele e do aparecimento do câncer.
A maioria dos cânceres da pele diagnosticados a cada ano nos EUA – mais de um milhão – estão relacionados ao sol. O pior tipo de melanoma mata cerca de 8.700 pessoas anualmente, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças.
Por isso, a iniciativa foi oferecer amostras grátis de autobronzeador e protetor solar, a fim de despertar a consciência.
Especialistas afirmam que muitas pessoas acham a aparência bronzeada mais atraente e que é difícil combater isso somente com as mensagens de saúde. Daí o encorajamento ao uso do autobronzeador, como alternativa saudável.
E parece que surtiu efeito. Depois de dois meses, as mulheres que receberam os autobronzeadores por agentes de pesquisa bronzeadas relataram uma diminuição de 33% em banhos de sol, menos queimaduras solares e usavam mais roupas protetoras.
Vale lembrar que o ingrediente ativo das loções – chamado dihidroxiacetona – é aprovado pela agência reguladora americana FDA desde 1973, sem relatos de danos.
E tem mais: as fórmulas deste tipo de loção melhoraram muito segundo a dermatologista June Robinson. Mas ela recomenda o uso em creme, já que sprays podem ser inalados.
No entanto, a FDA não aprova os ingredientes das pílulas de bronzeamento, que podem ser prejudiciais, segundo a Sociedade Americana do Câncer.
O melanoma, tipo mais grave de câncer de pele, é o segundo tipo de câncer mais diagnosticado em mulheres jovens, altamente associado à exposição aos raios UV do sol ou de cabines bronzeadoras.
E sobre as pintas no próprio corpo, você sabe identificar qual apresenta perigo? O Blog da Saúde conversou com a Diana Lima Villela, enfermeira da educação continuada do Hospital A.C. Camargo, que explicou, didaticamente, como reconhecê-las. Vale a pena conferir!
*Com informações da FSP
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agosto 19, 2010 por Blog da Saúde
Em: CONARH 2010
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novembro 5, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Sabemos que a exposição em excesso ao sol traz danos à nossa pele. A radiação ultraviolenta também pode ser prejudicial à saúde ocular e pode levar à catarata.
A exposição por um curto período de tempo à grandes quantidades de radiação UV pode causar ceratite, uma espécie de “queimadura da córnea” que causa dor, vermelhidão, lacrimejamento, fotofobia e sensação de areia nos olhos.
Um período mais extenso de exposição ao sol sem proteção causa maiores danos e aumenta o risco de perda total da visão. “As lesões oculares mais comuns causadas pelo excesso de sol são a queda da percepção de detalhes pela mácula e a formação da catarata, problema ocular grave, de maior incidência no mundo”, explica o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.
Portanto, a proteção aos olhos também deve ser feita durante todo o ano. Óculos escuros de boa qualidade não são uma frescura, mas essenciais para a prevenção de problemas oculares. A oftalmologista Fernanda Takay alerta quanto alguns detalhes que devem ser levados em consideração no momento da compra:
- adesivos ou livretos devem conter informações técnicas sobre o produto;
- óculos escuros e de grau devem bloquear entre 99-100% as radiações UV;
- não devem distorcer imagens ou mudar as cores;
- lentes devem ser cinzas, verdes ou marrons e capazes de filtrar entre 75-90% da luz visível
- óculos de grau também devem ter proteção UV
Com o bronzeamento artificial não é diferente. Mas, “neste caso, os óculos de sol não resolvem. Devemos, sempre, utilizar óculos especiais de proteção para o bronzeamento”, orienta Fernanda.
Assista um vídeo sobre o assunto clicando aqui.
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