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Prata pode ser o futuro tratamento para câncer

A prata é conhecida por ter um efeito antisséptico, ou seja, não permite o desenvolvimento de micro-organismos. Antes da existência de antibióticos, era utilizada para prevenir infecções.

O seu uso na medicina data desde o século 5 com Hipócrates, referido muitas vezes como o pai da medicina. Ele escreveu que esse elemento tinha propriedades “antidoença” e de “cura benéfica”. E não é que ele estava certo? A única coisa que Hipócrates não sabia, é que a “cura benéfica” a que ele se referia era possivelmente para o câncer.

Um estudo feito na Universidade de Leeds e publicado no Dalton Transactions mostra como a prata poderá substituir a droga mais usada em quimioterapia, a Cisplatina.  Os resultados do estudo mostram que compostos das partículas de prata são tão tóxicos para o câncer quanto os medicamentos usados em quimioterapia e é um tratamento que traz menos efeitos colaterais para o paciente. Ânsias e vomito, danos no rim e riscos de infecção são efeitos comuns quando um tratamento para câncer utiliza a Cisplatina.

A pesquisa, ainda em primeira fase de desenvolvimento, expôs câncer de mama e colón a diferentes produtos químicos baseados em prata por um período de 6 dias. Os pesquisadores ainda não sabem exatamente como a prata luta contra o câncer, mas a sua eficácia é atribuída aos ligantes, estrutura que rodeia os átomos de prata.

Os cientistas continuarão a desenvolver testes nos próximos 12 meses em busca de respostas sobre como o composto afeta as células cancerígenas e qual seu efeito nas células saudáveis. Isso estabelecerá a possibilidade da prata se tornar a próxima geração de drogas para quimioterapia e trazer mais conforto e segurança para os pacientes que passam por esse processo.

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Como estamos no Outubro Rosa, um mês dedicado à conscientização da sociedade para o combate ao câncer de mama, não poderíamos deixar de falar de algo tão importante para as mulheres que estão nesta luta: a autoestima.

Pois com o tratamento de quimioterapia vem a queda temporária dos cabelos, e em alguns casos as pacientes também passam pela mastectomia (retirada da mama). A junção desses fatores acaba deixando-as com baixa autoestima e até em depressão. Muitas deixam de sair de casa e perdem a alegria por se sentirem menos femininas.

Aí vem a pergunta: Por que não se sentir bonita, mesmo estando em tratamento? Para algumas mulheres esta pode ser uma questão de falta de recursos, já que uma peruca, por exemplo, não é tão barata assim.

Então, na busca de valorizar e gerar maior autoconfiança nessas guerreiras existem alguns hospitais e entidades que fazem gratuitamente empréstimos de perucas, chapéus e próteses mamárias externas.

Esses serviços estão disponíveis em diversos estados do Brasil e também pela internet. Nesses locais, perucas são disponibilizadas para empréstimo e a única coisa que é pedida às pacientes é que elas cuidem devidamente do acessório e devolvam assim que não ele deixar de ser necessário, para que outras também possam desfrutar deste benefício.

Confira alguns locais que possuem banco de perucas:

Imagem: Neo Mama

• O Imama em Porto Alegre/RS empresta tanto perucas quanto chapéus. Contato pelo e-mail: contato@imama.org.br ou pelos telefones (51) 3264-3000 / 3264-8451.

ONG Viva Melhor em Santo André, no ABC Paulista, coloca a disposição das mulheres perucas, próteses externas, além do atendimento psicológico. Contato pelo site ou pelos telefones (11) 4425-8597/9226-107.

Grupo Rosa e Amor em Valinhos/SP oferece o empréstimo de perucas. Contato pelo site ou pelo telefone:  (19) 3869-7899.

Instituto Neo Mama em Santos/SP disponibiliza perucas, serviços de estéticas e próteses externas de mama. E-mail: neomama@neomama.org.br (Tel. (13) 3223-5588)

ABRAPAC no Rio de Janeiro conta com um banco de perucas e pra quem tiver interesse ele ensina a montar um. Contato pelo e-mail participe@abrapac.org.br ou pelo telefone: (21) 2223-1600.

Grupo de Apoio à Mulher Mastectomizada da Amazônia (GAMMA), o primeiro banco de perucas do estado conta também com lenços, chapéus e próteses de mama. Contato com o GAMMA pelo e-mail gamma.amazonia@gmail.com ou pelos telefones (92) 8825-2772 e (92) 8164-4282.

Para quem morar em cidades que não contam com um banco de perucas, já é possível ter acesso a um banco online. No site da Fundação Laço Rosa é possível pedir uma peruca apenas preenchendo um formulário, enviando uma foto recente e uma com cabelo e pronto, eles enviam o acessório para você.

Todas essas instituições e entidades necessitam e recebem doações de perucas. Portanto, se você quiser doar algum acessório, entre em contato pelos sites ou telefones acima e ajude a devolver a autoestima e o sorriso a muitas mulheres. ;)

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Pense na situação: você sobrevive a um câncer, mas descobre que a quimioterapia causou danos ao seu coração e que eles podem ser irreversíveis?

Cerca de 10% dos pacientes oncológicos correm esse risco, mas até hoje não havia regras claras e reunidas em um só documento sobre como tratar os doentes.

Impasse

O que fazer quando um paciente precisa de uma medicação que, apesar de altamente eficiente no controle e tratamento de diversos tipos de câncer, traz uma série de riscos ao coração? Esse é o dilema que muitos médicos têm que enfrentar.

Um dos efeitos mais graves da quimioterapia é a cardiomiopatia, responsável por causar um enfraquecimento do músculo do coração, que pode levar à insuficiência cardíaca e, em última instância, à morte.

Além da cardiomiopatia, as drogas podem causar taquicardias, arritmias, insuficiência cardíaca congestiva (ICC) e até a morte súbita.

Estudos internacionais mostram que os pacientes que passaram por tratamentos de câncer têm até 30% mais chances de desenvolver o problema do que a população em geral.

Normas

Por isso, para orientar os profissionais e garantir o controle do câncer com menos chances de complicações cardiovasculares, o Brasil criou as primeiras diretrizes mundiais sobre o atendimento cardíaco a pacientes oncólogicos.

As normas, que estão sendo editadas pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e por oncologistas, deverão ser publicadas no início de 2011.

No documento haverá uma lista dos quimioterápicos que podem causar efeitos nocivos ao coração e as recomendações sobre como os médicos devem tratar esses pacientes. Entre os quimioterápicos cardiotóxicos estão as antraciclinas, ciclofosfamida e o trastuzumab.

De acordo com o cardiologista Ricardo Kalil Filho, um dos coordenadores das novas diretrizes, o médico será orientado a solicitar um ecocardiograma ao paciente dois meses depois do início da quimioterapia.

Se o músculo do coração apresentar deficiência, um cardiologista passa a fazer parte da equipe e, junto com o oncologista, define a mudança do remédio, a diminuição da dose ou a indicação de drogas que melhorem o músculo cardíaco.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, informa que o SUS será um dos grandes usuários das diretrizes, já que é responsável pelo atendimento de 80% dos tratamentos de câncer no Brasil.

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Um dos possíveis efeitos colaterais em pacientes que fazem tratamento quimioterápico é a alteração no paladar, o que acaba por prejudicar a alimentação.

A quimioterapia utiliza compostos que impedem a multiplicação das células malignas. As alterações no paladar podem ser leves (hipogeusia, quando a sensibilidade aos sabores fica reduzida) ou agudas (digeusia, quando há ausência da sensibilidade ao gosto).

A duração desses efeitos é incerta. Geralmente, desaparecem após algumas semanas, mas são os grandes responsáveis pela ingestão alimentar insuficiente e, consequentemente, pela perda de peso durante o tratamento.

Os sintomas desagradáveis podem ser minimizados. Por isso, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde, mostra algumas dicas eficazes para aliviar esse incômodo:

- evitar alimentos muito quentes ou muito gelados
- substituir talheres de metal pelos de plásticos, caso o paciente sinta sabor residual metálico
- utilizar como temperos as ervas aromáticas, como o manjericão, orégano, salsinha, hortelã e alecrim
- manter uma boa higiene oral
- enxaguar a boca antes das refeições
- comer bala de hortelã ou menta
- pingar gotas de limão sobre a língua
- consumir alimentos de diferentes texturas
- beber suco de laranja ou água com gotas de limão

*Os pacientes do Instituto do Câncer recebem aulas de culinária gratuitas para que tenham dieta mais saborosa e balanceada em casa, além de conhecerem a maneira correta de preparar os alimentos. O projeto oferece todo o suporte nutricional para os participantes. Uma vez por mês, tanto os pacientes quanto seus acompanhantes aprendem a cozinhar pratos diferenciados.

Cardápio para driblar os efeitos da quimioterapia

Um dos possíveis efeitos colaterais em pacientes que fazem tratamento quimioterápico é a alteração no paladar, o que acaba por prejudicar a alimentação.

A quimioterapia utiliza compostos que impedem a multiplicação das células malignas. As alterações no paladar podem ser leves (hipogeusia, quando a sensibilidade aos sabores fica reduzida) ou agudas (digeusia, quando há ausência da sensibilidade ao gosto).

A duração desses efeitos é incerta. Geralmente, desaparecem após algumas semanas, mas são os grandes responsáveis pela ingestão alimentar insuficiente e, consequentemente, pela perda de peso durante o tratamento.

Os sintomas desagradáveis podem minimizados. Por isso, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde, mostra algumas dicas eficazes para aliviar esse incômodo:

- evitar alimentos muito quentes ou muito gelados;

- substituir talheres de metal pelos de plásticos, caso o paciente sinta sabor residual metálico;

- utilizar como temperos as ervas aromáticas, como o manjericão, orégano, salsinha, hortelã e alecrim;

- manter uma boa higiene oral;

- enxaguar a boca antes das refeições;

- comer bala de hortelã ou menta;

- pingar gotas de limão sobre a língua;

- consumir alimentos de diferentes texturas;

- beber suco de laranja ou água com gotas de limão.

*Os pacientes do Instituto do Câncer recebem aulas de culinária gratuitas para que tenham dieta mais saborosa e balanceada em casa, além de conhecerem a maneira correta de preparar os alimentos.

O projeto oferece todo o suporte nutricional para os participantes. Uma vez por mês, tanto os pacientes quanto seus acompanhantes aprendem a cozinhar pratos diferenciados.

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A empresa farmacêutica MSD/Schering-Plough informou que passará a importar de uma fábrica francesa o medicamento Onicit, indicado para prevenir náusea e vômito nos tratamentos de quimioterapia.

O medicamento para o mercado brasileiro virá da indústria Pierre Fabrè, sediada em Idron, na França – empresa certificada e em conformidade com as exigências da Vigilância Sanitária, segundo a MSD/Schering-Plough.

Como o Blog da Saúde informou ontem, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa suspendeu a importação do remédio produzido na fábrica OSO Biopharmaceuticals Manufacturing, nos Estados Unidos, e importado pela MSD/Schering-Plough.

Em nota, a empresa farmacêutica alega que a suspensão ocorreu porque a fábrica não atendeu às novas normas da Anvisa sobre boas práticas de manufatura e nega relação com a qualidade do produto.

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa suspendeu a importação do Onicit, remédio indicado para evitar náusea e vômito durante o tratamento de quimioterapia contra o câncer.

De acordo com a agência, foram encontradas irregularidades durante inspeção feita em abril na fábrica OSO Biopharmaceuticals Manufacturing, nos EUA, onde o medicamento é produzido. A importação para o mercado brasileiro é feita pela empresa Schering-Plough, de São Paulo.

Outra suspensão: medicamento para insônia

A agência também decretou a suspensão da venda e distribuição do lote 0634/09 do fitoterápico Valeriana Officinalis (comprimido usado para problemas com insônia) – fabricado pelo laboratório Pharmascience, com sede em Minas Gerais.

O lote – fabricado em maio de 2009 e com validade até maio de 2011 – apresentou resultado considerado insuficiente nos testes de qualidade.

A empresa terá de recolher o produto do mercado.

Atenção! A Anvisa recomenda que os pacientes interrompam o uso imediato dos produtos com lotes suspensos e procurem um médico.

Verde Vida Ervas

Outra medida suspende a venda e fabricação de qualquer produto da empresa Verde Vida Ervas, também em Minas, por falta de registro na Anvisa.

Um dos produtos da empresa – chamado Dorfim – estava sendo vendido ilegalmente em Santa Catarina, conforme a agência.

As resoluções da Anvisa foram publicadas no Diário Oficial da União de ontem, dia 09 de agosto.

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Amanhã, dia 30 de julho, a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale) promoverá um encontro gratuito, em São Paulo, sobre ‘Tipos de Transplantes de Medula Óssea e Possíveis Complicações’.

Quem tiver interesse deve fazer a inscrição pelo site, até as 12 horas do dia 30 de julho. Poderão participar pacientes, familiares, profissionais de saúde e demais interessados.

A palestra será ministrada pela drª Yana Novis, coordenadora da área de onco-hematologia e transplante de medula óssea do hospital Sírio Libanês e membro do Comitê Científico Médico da Abrale.

O quê: Palestra sobre Tipos de Transplantes de Medula Óssea e Possíveis Complicações
Quando: 30 de julho às 14h30
Onde: Auditório do COREN (Conselho Regional de Enfermagem), localizado na Rua Ribeirão Preto, 82 – 8º andar

Tem interesse, mas não conseguirá comparecer?

Acesse o site http://www.abrale.org.br com 15 minutos de antecedência e acompanhe a palestra pela internet em tempo real.

O objetivo do encontro é a troca de experiências e dúvidas sobre linfoma e leucemia. Participe!

Fique por dentro

Tecnologia a favor da saúde a gente adora, né?

Um software desenvolvido na Universidade Federal do Rio de Janeiro ajuda médicos a decidir qual tratamento adotar contra a leucemia.

Após a quimioterapia, mesmo que o tumor não esteja mais detectável, algumas células doentes ainda persistem e precisam ser tratadas. O programa detecta essas células.

A pesquisa gerou três patentes internacionais e um grupo europeu que estuda o diagnóstico da leucemia já incorporou os resultados. Há versões do software em hospitais de São Paulo, Rio e Florianópolis.

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Falamos todo dia no trabalho, em casa, no telefone. Escrevemos e-mails, anotações, lembretes, recados. Se o assunto for mulheres, um estudo indica que elas falam diariamente entre 6 a 8 mil palavras, enquanto os homens ficam entre 2 e 4 mil.

E se isso que já fazemos todos os dias pudesse levar amor e conforto a pacientes em tratamento contra o câncer?

Pensando nisso o Instituto Mário Penna, em Minas Gerais criou um movimento virtual em que amigos e anônimos contribuem com mensagens de otimismo em tempo real.

Essas mensagens, depois de passadas por um filtro, aparecem nas TVs das unidades de quimioterapia, radioterapia e sala de espera no hospital.

Este banco de frases de conforto e esperança vão se transformar em um livro que será doado a diversos hospitais.

O hospital já recebeu mais de 53 mil mensagens, vindas do Brasil e de fora.

Para mandar a sua e saber mais clique aqui.

“O Blog da Saúde está junto de vocês! Fé, alegria e perseverança nunca irão faltar. Acredite #doepalavras”

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26/03/2010
14:00até17:00

Os pacientes submetidos à quimioterapia (QT), radioterapia de cabeça e pescoço (RT) e transplante de medula óssea (TMO), podem apresentar importantes complicações na cavidade oral.

Cabe ao dentista realizar a prevenção, o diagnóstico e o tratamento destas alterações com o intuito de minimizá-las, melhorando a qualidade de vida deste paciente e até mesmo reduzindo o custo do seu tratamento médico.

O momento apropriado para o paciente procurar o dentista é antes do início do tratamento oncológico, seja ele, quimioterapia, radioterapia de cabeça e pescoço ou transplante de medula óssea.

“Esta consulta odontológica inicial tem como objetivo identificar a presença de focos de infecção na boca, como cáries, infecções endodônticas, infecções gengivais e periodontais, dentre outras doenças bucais”, explica o Prof° Dr. José Renato Ribeiro Pinto, coordenador do Curso Cuidados Orais em Pacientes que recebem Radioterapia e Quimioterapia, ministrado no CETAO.

Se você é dentista e o assunto te interessou, o CETAO promoverá o curso no próximo dia 26 de março. Para mais informações e inscrições clique aqui.

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Em todos os sentidos o uso da peruca se configura em um novo estilo de vida para uma mulher que passa pelo tratamento de quimioterapia. A maior preocupação acaba não sendo mais o processo médico pelo qual essas mulheres estão passando, e sim, quanto a sua aparência e se as pessoas ao redor estão percebendo que as madeixas são artificiais.

Ontem, a ministra da Casa Civil e pré-candidata do PT a sucessão do Presidente Lula, Dilma Roussef, apareceu à entrega de um prêmio pela primeira vez sem a peruca. A ministra tem câncer no sistema linfático, faz tratamento quimioterápico, e desde que seu cabelo começou a cair ela usa peruca.

O lenço e a peruca são as maneiras encontradas pelas pacientes que não querem aparecer carecas em público.  Apesar do “jeitinho” que elas dão, o processo de adaptação afeta a vaidade e o psicológico, pois impacta diretamente na imagem da mulher.

O Grupo de Apoio à Mulher com Câncer do Hospital A.C. Camargo, oferece ajuda a essas mulheres que têm dúvidas sobre a sua doença, e que, principalmente, precisam se apoiar e ouvir histórias diferentes, mas semelhantes às delas, para se sentir melhor e ter força de vontade para seguir em frente.

Aderir ao cabelo ralo depois de algum tempo de tratamento é um grande passo para essas mulheres, pois elas começam a se aceitar daquela maneira e exibir o que é delas sem nenhum pudor.

O Grupo de Apoio à Mulher tem reuniões todas às sextas-feiras das 9h30 as 10h30, que abordam temas diversos como a imagem corporal, como lidar com o emocional e autoestima.

“Não se esconda da sociedade por vergonha. Existem muitas coisas belas no mundo
para curtir ainda, sua vida não acabou. A peça chave da aceitação está dentro de você”

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Tratamento mais usado no combate aos tumores malignos, a quimioterapia mata a célula cancerígena, porém, este procedimento causa a produção de substâncias que favorecem o retorno da disfunção celular, ocasionando outro tumor. A novidade inspiradora é que pesquisadores da USP – Universidade de São Paulo sugerem novo formato para a terapia, onde uma combinação específica de drogas “blinda” o tumor.

A estratégia consiste em tratar, além do tumor as áreas “aparentemente saudáveis” que o circundam. Para que você entenda melhor imagine que, como qualquer parasita, a doença depende de recursos vizinhos de onde está hospedado para prosperar. Um dos quimioterápicos mais conhecidos, chamado decarbazina leva à morte das células cancerígenas, mas não mata o tumor.

Logo, o mecanismo natural de nosso organismo faz com que as chamadas “células da limpeza” – macrófagos – ao agirem para limpeza da morte em massa das células cancerígenas produza substâncias que diminuem nossa imunidade. A solução então encontrada pelos pesquisadores é combinar os medicamentos quimioterápicos com um receptor chamado BKR1, fechadura química que envolve o tumor. Isso impediria, por exemplo, que o câncer se utilizasse de ambientes saudáveis a seu redor para proliferação, conforme falado acima.

“Ficamos na torcida e aguardamos ansiosos
pelas novas drogas anticâncer, bem como a cura total da doença.”

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Já conhecemos as características do tratamento quimioterápico. Reações adversas são percebidas em nosso organismo, porém, o tratamento é indicado e um dos mais assertivos no combate ao tratamento do câncer. A boa notícia é que um novo tratamento vem sendo debatido por empresas farmacêuticas e médicos de todo o mundo.

Trata-se de uma quimioterapia contínua, diferente da habitual em que o paciente é medicado apenas em episódios de piora da doença. A técnica, que é implantada com drogas mais toleráveis e que podem ser utilizadas com mais frequência no controle da doença ainda desperta dúvidas e contestação por parte de alguns especialistas. A questão levantada por alguns profissionais são os possíveis efeitos colaterais que um tratamento a longo prazo acarretaria. Em alguns casos o tratamento atrasou o progresso do tumor, porém há variáveis como o tipo de câncer e intensidade da doença que devem ser levadas em consideração.

A medicina avança dia a dia  em busca da cura do câncer. Isso estimula e traz esperança tanto aos enfermos quanto às famílias. Isto se reflete na busca cada vez maior de mulheres que querem saber das possibilidades de engravidarem pós tratamento. Pesquisa recente feita com 613 oncologistas americanos e publicada no “Journal of Clinical Oncology” mostra que apesar de o risco de infertilidade surgir em homens e mulheres em tratamento de câncer, apenas 25% dos oncologistas orientam seus pacientes jovens sobre o risco ou os encaminham a especialistas em reprodução.

O risco existe porque  os remédios usados para eliminar as células cancerígenas podem também destruir às que dão origem aos óvulos e aos espermatozóides, as chamadas células germinativas. Em matéria veiculada no jornal Folha de São Paulo, o oncologista Paulo Hoff, diretor-executivo do Centro de Oncologia do Hospital Sírio Libanês lembra que hoje em dia há uma série de manobras das quais o médico pode lançar mão para preservar a fertilidade da mulher ou do homem, embora ele reconheça que isso só seja aplicado em centros de referência.

 

“A evolução da medicina proporciona o crescimento às expectativas de qualidade de vida.
Mantenha-se sempre bem informado e lute por sua saúde”

 

*Este post contou com informações da Folha de S.Paulo

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