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HPV: Argentina faz vacina mais barata

O vírus que causa câncer de colo de útero está entre as dez principais causas de morte de mulheres na América do Sul, mas o acesso à prevenção ainda é de alto custo.

Pelo menos por enquanto: um método mais barato contra o vírus do papiloma humano (HPV) foi desenvolvido na Argentina e testado, com sucesso, em ratos.

Atualmente, as duas vacinas disponíveis no país são importadas dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha, o que eleva mais ainda o custo.

Essa nova vacina criada no próprio país contém uma partícula idêntica ao HPV, sem informação genética,  para o sistema imunológico reagir e gerar anticorpos.

O próximo passo foi tomado por Gonzalo Prat Gay, diretor do Laboratório de Estrutura, Função e Engenharia de Proteínas da Fundação Instituto Leloir, de Buenos Aires, que iniciou uma negociação com farmacêuticas para que a vacina contra o HPV seja testada em humanos.

Estima-se que, com êxito nos testes em humanos, a vacina esteja no mercado em dois ou três anos. Se houver uma alternativa ao método de prevenção, o preço dos outros tipos tende a baixar.

A doença mata cerca de 2 mil mulheres por ano na Argentina.

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Não é a primeira vez que este tipo de pesquisa é feita, mas parece que entre os estabelecimentos que vendem remédios, a variação de preços aumentou.

O Procon-SP, mostrou em março deste ano números menores do que agora. Entre os genéricos, a diferença de preços pode chegar até 523, 81%.

Muitos fatores contribuem para determinar o quanto custará o produto. Localidade, rendimento da loja, franquias sem política única de preços entre todos os estabelecimentos, canais de venda, como telefone, site ou a própria loja física, podem ser determinantes no preço final.

E o que o consumidor deve fazer?
É de extrema importância que antes de comprar em qualquer lugar, as pessoas comparem os preços. Não é só entre os genéricos que a procura faz diferença: entre os medicamentos de referencia, a variação é de até 135,81%.

A pesquisa também constatou que o genérico equivalente a um remédio de referência custa, em média, a metade do preço. Foram pesquisados 52 medicamentos em 15 drogarias distribuídas por São Paulo.

A maior diferença encontrada

Entre os medicamentos de referência
Diferença: 135,81%
Medicamento: Gardenal (Fenobarbital) – Sanofi-Aventis
Apresentação: 100 mg – 20 comprimidos
Maior preço: R$ 5,40
Menor preço: R$ 2,29
Diferença valor absoluto: R$ 3,11

Entre os genéricos
Diferença: 523,81%
Medicamento: Diclofenaco Sódico
Apresentação: 50 mg – 20 comprimidos
Maior preço: R$ 11,79
Menor preço: R$ 1,89
Diferença valor absoluto: R$ 9,90

Fique de olho na saúde do seu bolso. Pesquise e compare!

*Este post conta com informações da Agência Estado
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Claro que você não sai por ai comprando remédios sem necessidade, não é mesmo? Bem, mas se você faz parte do grupo dos “hipocondríacos” sugerimos que esteja determinado a mudar de hábito. Do contrário, quem sofrerá as consequências será o se bol$o!

Uma pesquisa realizada pela Fundação PROCON-SP e vinculada à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania verificou uma diferença de valores que varia de 421,2% entre os genéricos – você leu corretamente, ENTRE os genéricos – e de 123,5% entre os de referência.

É importante lembrar que a Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária estipula um teto máximo para precificar os medicamentos. As farmácias e drogarias podem praticar qualquer valor, desde que não ultrapassem o limite estabelecido pela Agência.

Para saber a lista completa dos medicamentos e sua variação de preços clique aqui.

“Ficou assustado com a variação? Então pense duas vezes antes de comprar medicamentos sem necessidade. Se você passou em consulta médica e esta com a receita em mãos pesquise o melhor preço antes da compra. Afinal, consumidor consciente é mais saudável!”

*Com informações da FSP.
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A data é hipotética, mas uma proposta em tramitação no Congresso pode dar pistas de quanto será o impacto do preço da água em nosso bolso.

O que está em jogo é a posse das águas subterrâneas assim como a cobrança dessa água, hoje a cargo dos Estados. A União, no entanto, deseja transformar este bem natural para domínio próprio através da PEC nº43 da Lei das Águas de 1997, que determina os mecanismos de cobrança, delimita as áreas e quem “detém” as águas.

Até agora, apenas São Paulo e Rio de Janeiro, que não possuem bacias para abastecimento interno, o governo cobra pela água subterrânea. Preço este que é cerca de 10% a 15% maior do que dos rios.
Partindo desses dados, O Blog da Saúde convida você a fazer algumas contas e refletir sobre o assunto. Vamos lá:

Se você não mora em SP nem no Rio e gasta R$70,00 por mês na conta de água, dentro de alguns anos, quando as águas acima da superfície do solo estiverem escassas e o abastecimento de água ser exclusivamente provido do subsolo, sua conta subirá para quase R$80,00. Ou seja, 10% a 15% a mais, convencionando-se que o custo se dê apenas quanto à distribuição e saneamento da água e não pela água em si (como ocorre atualmente) e que o aumento venha diretamente para o consumidor.

Parece um aumento tênue, mas não sejamos ingênuos a ponto de pensar que a nova cobrança permanecerá em suas bases embrionárias. A cobrança das águas realizada até hoje somente em duas bacias, já será ampliada em 2010 passando a englobar o São Francisco.

Além disso, na contramão da privatização do setor, a presunção de centralizar o poderio da água pela União é resultado de uma previsão quase que inevitável: a água dentro de alguns anos será tão valorizada a ponto de bater o preço do petróleo. Sendo o Brasil detentor de 12% de toda água doce do mundo, a União poderá ser equiparada aos “bam-bam-bans” dos Emirados Árabes.

A cobrança da água deixará de ser um instrumento de gestão de valor considerável a fim de controlar seu desperdício e poluição e passará a ser mais um imposto para o povo brasileiro, como mais uma forma (de pagamento) causador da exclusão social e limitação do acesso.

Uma dica final: Já vá comprando seus “papéis de água” na bolsa.

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O verão chegando… E as recomendações aumentam: use protetor solar.

Para muitas pessoas, o protetor já se tornou um bem de conveniência, assim como alimentos, sabonete e pasta de dente. A cada dia é maior o alerta por parte dos médicos, principalmente por dermatologistas, sobre os efeitos maléficos do sol e os benefícios que o filtro solar pode trazer para nossa pele.

Prevenção ao câncer, ressecamento e envelhecimento são alguns dos fatores mencionados. É por isso que o protetor solar é tão fortemente relacionado à nossa saúde, não mais apenas à estética da pele bronzeada.

A Assembléia Legislativa de São Paulo, seguindo esse parâmetro, aprovou um projeto que pretende escalar o filtro solar como um item de saúde, não mais como um cosmético. A mudança fará com que o preço do protetor caia pela metade, devido à diferença na taxação do imposto sobre esses dois tipos de produtos.

Aguardamos a aprovação do projeto pelo governador de SP, José Serra, e a chegada do verão.

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As razões para cessar o fumo vão desde os diversos males que causa à saúde até a nova lei implantada em algumas cidades do país. Mas, aqui vamos tratar de uma especifica: o custo que esse vício pode trazer para o fumante em termos financeiros.

A grande “pegadinha” em relação ao gasto com cigarro está na quantidade com que são comprados por vez. Ou seja, os fumantes têm o hábito de comprar poucos maços ao mesmo tempo e por isso acham que o preço do produto não influência drasticamente em seu orçamento. Se somados os custos, o resultado é surpreendente. Vale lembrar que além do gasto com o cigarro propriamente dito, o dinheiro também é usado com o tratamento de males e sintomas associados ao fumo.

Na maioria dos países desenvolvidos o preço do maço é bem mais elevado do que no Brasil. Para se ter uma idéia, na Inglaterra, é cobrado seis vezes mais. Confira aqui o preço em alguns outros países.

No entanto, o produto caminha para ser mais caro aqui também. O Ministério da Saúde, luta à anos para aumentar o preço do maço, o que serviria em prol das campanhas antifumo e aos pulmões, mas não aos bolsos da sociedade fumante. Um estudo feito pelo economista Roberto Iglesias para o Banco Mundial, mostra que um aumento de 10% no preço do cigarro leva a uma queda de 2,8% no consumo per capita em um prazo de três trimestres.

“E agora, será mais esse um bom motivo para parar de fumar e ainda economizar um dinheiro a mais?”

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