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Conheça o fungo que devora plástico

Este é o Pestalotiopsis microspora, o fungos que devora plástico. (Imagem: Universidade de Yale)

No ano passado, um grupo de estudantes da Yale, EUA, veio visitar as florestas do Equador em uma excursão oferecida pelo professor Scott Strobel. O passeio acabou rendendo um novo achado para a ciência.

Os estudantes encontraram um fungo que se alimentava de plástico rígido. O fungo, chamado de Pestalotiopsis microspora, faz o incrível trabalho de degradar o poliuretano, plástico altamente usado na produção de fibras sintéticas, espumas, componentes eletrônicos e isolantes térmicos. Outro fato interessante é que o Pestalotiopsis faz isso anaerobicamente, ou seja, sem utilizar oxigênio. Para os estudantes, isso quer dizer que o plástico é degradado através de enzimas da família serina hidrolase. O grupo acredita que essa descoberta é promissora no quadro de propriedades metabólicas útil para a biorremediação.

Os resultados da pesquisa foram publicados no Applied and Enviromental Microbiology.

O uso de toneladas de plástico e as dificuldades de reciclagem são um grande desafio para a ciência. Recentemente aqui em São Paulo, o uso das sacolas plásticas usadas nos supermercados foi restrito. Mas com essa nova descoberta, quem sabe o plástico, acusado de tanto poluir o meio ambiente, não vai ser simplesmente devorado.

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Imagem: NASA

Image: NASA

Em 10 de janeiro, uma névoa cinzenta de poluição, acompanhada por neblina, não permitiu que o satélite Aqua, da NASA, captasse uma imagem do território norte da China (primeira iamgem). A névoa era tão forte que a visibilidade da cidade de Beijing caiu para 200 metros, o que fez com que o aeroporto cancelasse 43 voos e atrasasse outros 80 por várias horas. Na segunda imagem, é possível ver o território chinês após ventos deslocarem a massa cinzenta do local.

De acordo com o Observatório da Terra, da NASA, a névoa é formada por dois tipos de partícula, as de 10 micrômetros (PM10) e as de 2,5 micrômetros (PM2.5). Elas são compostas por “poeira, gotas líquidas e fuligem de queimar combustível ou carvão”.

A poluição na China é tão grande que a densidade do PM10 foi medida em 560 microgramas por metro cúbico de ar. Nos EUA e no Brasil, 150 microgramas por metro cúbico de ar é o limite máximo.

A concentração de PM2,5 é ainda pior. Ultrapassou a escala de medição, que vai até 500, de tão alta que era.

As PM10 contêm sólidos microscópicos ou gotas líquidas que podem entrar profundamente no pulmão e causar uma série de problemas respiratórios. As PM2.5, piores por serem menores, além de danificar o sistema respiratório, podem se infiltrar na corrente sanguínea, e causar batimentos irregulares e até ataques cardíacos.

Por estes motivos, muitos pedestres e ciclistas foram vistos usando máscaras pelas ruas de Beijing.

Além dos efeitos à saúde da população, o meio ambiente também é danificado por poluição pesada. As partículas podem ser levadas pelo vento e pousar no solo ou água. Os efeitos podem incluir: levar a água dos lagos a ficar ácida, mudar o balanço de nutrientes em bacias de rios, danificar florestas sensíveis e plantações de fazendas e afetar a diversidade do ecossistema.

O governo chinês planeja ter uma monitoração da PM2,5 no país inteiro até 2016, mas a embaixada dos EUA em Beijing já as monitora e divulga a cada hora através do Twitter, avisando a população se o ar está saudável ou não.

Em momentos assim, vale lembrar sobre o Protocolo de Kyoto que pretende reduzir as emissões de gases de países industrializados. Entretanto, os Estados Unidos, como outros países, tentam, a todo custo, evitar limites sobre o uso que podem fazer de seus mecanismos de controle.

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Você sabia?

  • Cerca de 30% dos lixos ficam nas ruas entupindo bueiros e degradando o meio ambiente.
  • Menos de 5% do lixo urbano é reciclado.
  • O Rio de Janeiro teve uma coleta per capita de lixo de mais de 445 kg em 2009!
  • Na Cidade de São Paulo, das 15 mil toneladas de Lixo recolhidas por dia, cerca de 35% são materiais recicláveis. Menos de 1% é reciclado.
  • “O Brasil gasta R$ 8 bilhões por não reciclar o que tem de ser reciclado, segundo estudo do IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada”.

(fonte: Ecco Sustentável)

Sabemos que para ter desenvolvimento, o fundamental é a educação da população. Mas enquanto alguns não se acostumam a pensar coletivamente, temos de pensar em medidas para lidar com quem insiste em não pensar nos outros (e em si mesmo). É, essas pessoas são os famosos poluidores que jogam lixo no chão das ruas.

Existe uma lei (Lei 12.305) que responsabiliza as administrações municipais de impedirem que o lixo deixe de ser enviado para os rios… Mas sabemos que normalmente eles seguem junto com as águas da chuva para os bueiros.

Além de o lixo poluir os rios, eles constantemente causam entupimentos e enchentes. O sistema atual de limpeza requer que os operários entrem no bueiro para realizar a limpeza e desobstruí-lo.

MAS EXISTE UMA SOLUÇÃO!

Um produto desenvolvido pela Ecco pode ser aplicado nos bueiros das vias públicas e privadas e conter os resíduos sólidos, impedindo o entupimento, bem como a poluição dos rios através das vias pluviais. Quando os lixos são retirados e salvos de irem ralo abaixo, eles seguem para a reciclagem, outro benefício sustentável!

Veja abaixo fotos de como esse sistema funciona:

Imagem: Ecco SUstentável

Imagem: Ecco Sustentável

Imagem: Ecco Sustentável

Imagem: Ecco Sustentável

Imagem: Ecco Sustentável

Após a retirada do lixo, todo o material adequado segue para a reciclagem.

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Carnaval é sinônimo de folia, cerveja, samba, cor, fantasia, alegria e trio elétrico para muita gente no Brasil. A celebração culmina em uma finalidade: divertir-se no clima contagiante em que o país se encontra.

Sim, porque uma parte dos créditos do nosso carnaval pode ser dada ao clima tropical, às praias, maravilhas naturais, às paisagens requisitadas pelos turistas de todos os lugares do planeta. Sem esse clima, não teria a mesma graça, vocês não concordam?

Carnaval 2011. Foto: João Ramos/Bahiatursa

Carnaval 2011. Foto: Manu Dias/AGECOM

Carnaval 2011. Foto: Manu Dias/AGECOM

Foi então que dez dias após o carnaval, Bernardo Mussi resolveu mergulhar com dois amigos na área do Farol da Barra, Bahia, para confirmar a notícia de que havia uma quantidade absurda de lixo espalhada pelo fundo do mar naquela área. O que pôde comprovar sem esforço.

O Fundo da Folia. Foto: Francisco Pedro/ Global Garbage

O Fundo da Folia. Foto: Francisco Pedro/ Global Garbage

Foto: Manu Dias/AGECOM

O Fundo da Folia. Foto: Francisco Pedro/ Global Garbage

“Eram pelo menos mil e quinhentas latinhas metálicas e garrafas plásticas”, afirma no Global Garbage.

Antes de retirar o lixo, resolveram registrar a ação a fim de conscientizar o maior número de pessoas e envolvidos no evento, do que denominaram de agressão carnavalesca. Fizeram contatos com emissoras de TV que não deram muita importância, segundo relatos do mesmo.

O Fundo da Folia. Foto: Francisco Pedro/Global Garbage

O Fundo da Folia. Foto: Francisco Pedro/Global Garbage

O Fundo da Folia. Foto: Francisco Pedro/Global Garbage

O Fundo da Folia. Foto: Francisco Pedro/Global Garbage

O Fundo da Folia. Foto: Francisco Pedro/Global Garbage

O Fundo da Folia. Foto: Francisco Pedro/Global Garbage

O Fundo da Folia. Foto: Francisco Pedro/Global Garbage

O Fundo da Folia. Foto: Francisco Pedro/Global Garbage

O Fundo da Folia. Foto: Francisco Pedro/Global Garbage

Por isso, pedimos a sua ajuda para alertar como as festas de carnaval, em muitas partes do país, ainda nadam contra a maré da sustentabilidade.

Ninguém quer que a data perca o espaço e o valor cultural, mas sim que o brilho não seja apenas acima da superfície. Ou na altura dos nossos olhos. Olhar para baixo, às vezes, pode ser revelador.

*A ação Praia Local, Lixo Global, que hoje conta com o financiamento da fundação alemã Lighthouse Foundation e com mais 3 programas de ação, id Garbage, Onda Verde e Amigos do Lixo, visa divulgar, pesquisar e combater o lixo global. Agradecimento a Fabiano Barretto, Bernardo Mussi, Francisco Pedro, Zé Augusto e Fabio Medeiros, que trouxeram a realidade à tona.

Espera-se que, em breve, os oceanos estejam livres do lixo. E que você contribua com a mudança no carnaval de 2012.

- Veja a galeria de fotos completa

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Praia do Tombo, Guarujá/SP

Na Praia do Tombo, localizada no Guarujá, litoral sul de São Paulo, uma nova bandeira é hasteada desde a semana passada. Trata-se da “Blue Flag“, a bandeira azul concedida pela organização não-governamental dinamarquesa Foundation for Environmental Education a praias consideradas top em quesitos socioambientais.

Processo

Para conquistar a certificação, a Praia do Tombo, que tem 800 metros de extensão, precisou cumprir 32 itens, em quatro anos de discussões e adaptações.  De acordo com o secretário municipal de Meio Ambiente, Elio Lopes, os critérios para balneabilidade da organização dinamarquesa são mais rígidos, por exemplo, do que os da agência ambiental de São Paulo, a Cetesb.

Para a obtenção do certificado foram detectadas as ligações clandestinas e eliminado todo e qualquer esgoto da rede pluvial que desemboca na praia. Além disso, a água passou a ser submetida a análises duas vezes por dia. Tudo para garantir a qualidade do mar.

As exigências ainda incluem:

- A existência de recipientes para lixo em bom estado;

- Instalações sanitárias e chuveiros em número suficiente;

- Normas relativas a cães e outros animais domésticos;

- Estímulo de meios de transporte sustentáveis na área da praia;

- Número adequado de salva-vidas;

- Equipamentos e adaptações para receber pessoas com necessidades especiais;

- Policiamento.

Mais importante que conseguir, é manter!

“Conseguir a Bandeira Azul é dificílimo, mas mantê-la é mais ainda. A parte da educação é a mais importante”, ressalta o secretário.

Para isso, foi criado o Núcleo de Educação Ambiental, local que também concentra algumas exigências da certificação: é lá que ficam os reagentes e relatórios das análises da água, os banheiros (incluindo o de deficientes), o bebedouro, o centro de informações turísticas, a câmera de monitoramento para a segurança e lixeiras para coleta seletiva de materiais recicláveis e óleo. O núcleo ainda será utilizado para realização de cursos e palestras.

Fiscalização

O cumprimento dos índices de balneabilidade e de outras exigências do programa é vistoriado sem que a cidade seja avisada pela ONG Instituto Ambiental Ratones (IAR), de Santa Catarina, que coordena o Bandeira Azul no Brasil. O certificado precisa ser renovado anualmente.

Mais de 3.400 praias de 41 países possuem a certificação. A maior parte se concentra na Europa. A Espanha é o país com mais praias certificadas: 520.

No Brasil são duas. Além da Praia do Tombo, Jurerê Internacional, em Florianópolis/Santa Catarina, conseguiu o feito em dezembro do ano passado.

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Um estudo analisou as múmias para indicar que o câncer é mesmo uma doença que surgiu com as mudanças no nosso estilo de vida.

Uma equipe da Universidade de Manchester, na Inglaterra, investigou cerca de mil múmias do Egito e da América do Sul, todas com mais de 3 mil anos.

Foram encontrados apenas 4 casos de tumores benignos e um único maligno, presente numa múmia egípcia de 200 a.C. Ainda assim, o tumor maligno tinha a ver com uma mutação genética que é o cerne de pouquíssimas ocorrências cancerígenas.

Isso significa que a doença evoluiu com o jeito moderno de viver.

“Não há nenhum elemento encontrado na natureza que cause câncer, além de ser uma doença que não tem registro nos textos antigos”, afirma Rosalie David, co-autora do estudo.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores reidrataram amostras de tecido dos corpos embalsamados e as analisaram com um microscópio. Assim foi possível identificar células com as alterações cancerígenas.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer deve ultrapassar as doenças cardíacas como causa de morte da população até o final de 2010, mas quase não existia até a Revolução Industrial.

Muita poluição + mudança nos hábitos alimentares = maior incidência

O grupo também investigou textos gregos e só encontrou dois casos de câncer nos escritos. “Por outro lado, há evidências, nas múmias e nos textos, de problemas cardíacos e circulatórios.”, diz.

Na literatura médica mais recente, as primeiras descrições da doença apareceram no século 17. Depois disso, começaram a aparecer com mais frequência. A pesquisa foi publicada no jornal científico Nature Reviews Cancer.

O que tem a ver o câncer, as múmias e a modernidade?

Um estudo analisou as múmias para indicar que o câncer é mesmo uma doença que se expandiu com as mudanças no nosso estilo de vida.

Uma equipe da Universidade de Manchester, na Inglaterra, investigou cerca de mil múmias do Egito e da América do Sul, todas com mais de 3 mil anos.

Foram encontrados apenas 4 casos de tumores benignos e um único maligno, presente numa múmia egípcia de 200 a.C. Ainda assim, o tumor maligno tinha a ver com uma mutação genética que é o cerne de pouquíssimas ocorrências cancerígenas.

Isso significa que a doença evoluiu com o jeito moderno de viver.

“Não há nenhum elemento encontrado na natureza que cause câncer, além de ser uma doença que não tem registro nos textos antigos”, afirma Rosalie David, co-autora do estudo.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores reidrataram amostras de tecido dos corpos embalsamados e as analisaram com um microscópio. Assim foi possível identificar células com as alterações cancerígenas.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer deve ultrapassar as doenças cardíacas como causa de morte da população até o final de 2010, mas quase não existia até a Revolução Industrial.

Muita poluição + mudança nos hábitos alimentares = maior incidência

O grupo também investigou textos gregos e só encontrou dois casos de câncer nos escritos. “Por outro lado, há evidências, nas múmias e nos textos, de problemas cardíacos e circulatórios.”, diz.

Na literatura médica mais recente, as primeiras descrições da doença apareceram no século 17. Depois disso, começaram a aparecer com mais frequência.

A pesquisa foi publicada no jornal científico Nature Reviews Cancer.

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Pensando em contribuir com a preservação do meio ambiente e alertar o mundo sobre a enorme quantidade de lixo plástico que é despejada nos oceanos de todo o planeta, a Eletrolux lançou o projeto Vac From The Sea (ou Aspirador do Mar).

A empresa criou uma linha de aspiradores de pó produzidos com lixo plástico encontrado em mares e oceanos ao redor do mundo. Os cinco aparelhos criados são como os anteriores lançados pela empresa, mas o diferencial está na matéria-prima utilizada para produzi-los.

De acordo com a Eletrolux, os aspiradores são 70% de plástico reciclado. O lixo utilizado para a fabricação das primeiras unidades do produto foi recolhido em rochas, corais, praias e costas do Mar do Norte, Oceano Índico, Mar Mediterrâneo, Oceano Pacífico e Mar Báltico. Cada uma das unidades representa um local.

Todos os modelos são funcionais e podem ser usados como um aspirador de pó comum.

Os detritos de plástico foram recolhidos em parceria com organizações e pessoas que já estão envolvidos na questão. A empresa pretende leiloar os produtos com renda revertida para ações e pesquisas voltadas a sustentabilidade e meio ambiente. Além disso, está programando um calendário para que o projeto seja apresentado em várias partes do mundo para indústria e consumidores.

Como já falamos inúmeras vezes, a poluição nos rios, oceanos e mares causam uma série de danos à natureza, principalmente aos seres vivos que habitam esses locais. Pense antes de deixar seu lixo na praia, de jogar lixo no mar, no rio ou em qualquer local que possa prejudicar o meio ambiente!

Da esquerda para a direita as edições do Mar do Norte, Oceano Índico, Mar Mediterrâneo, Oceano Pacífico e Mar Báltico (Divulgação)

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Você pode até não acreditar, mas os militantes da Fundação SOS Mata Atlântica afirmam que a despoluição do rio Tietê é possível!

A entidade promoveu ontem (22), dia do maior rio de São Paulo, uma manifestação nas margens do rio para lembrar que o Tietê pode voltar a ser limpo e virar opção de lazer e transporte para os paulistanos.

Os canteiros da marginal Tietê foram tomados por pessoas em trajes de banho, guarda-sóis, cadeiras, esteiras, bóias…Essa foi a segunda edição do “Praia no Tietê”, um movimento pró-Tietê que luta pela despoluição do rio.

A ideia é cobrar políticas públicas voltadas à qualidade de vida e à continuidade das obras de descontaminação do rio, além de mostrar para a sociedade a importância da contribuição de cada um nos esforços que vêm sendo feitos para despoluir e reintegrar o rio ao cotidiano das cidades por onde passa (são 1.100 quilômetros!).

Ações

O Tietê tem sido alvo das ações de mobilização da sociedade desde 1991, quando a SOS Mata Atlântica, em parceria com a Rádio Eldorado, reuniu 1.200.000 assinaturas em um abaixo-assinado entregue ao Governo do Estado de São Paulo.

O projeto de despoluição do rio Tietê teve início em 1993 e está entrando na sua terceira etapa.

A nova fase, iniciada ontem pela Sabesp, deve consumir US$ 1,05 bilhão (em torno de R$ 1,8 bilhão) em investimentos. Só o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) investirá US$ 600 milhões, de acordo com a companhia.

Nessa fase da despoluição, a Sabesp pretende construir redes coletoras de esgoto para 1,5 milhão de pessoas e tratar o esgoto coletado de outros 3 milhões de moradores da cidade. A terceira etapa prevê um conjunto de obras e ações até 2018.

Até hoje, a companhia já investiu US$ 1,6 bilhão no Projeto Tietê.

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Os moradores de São Paulo demoram em média 2 horas e 43 minutos para se deslocar na cidade, segundo pesquisa do Ibope 2009, e as médias mensais dos picos de congestionamento chegam a 129 quilômetros.

Motivo suficiente para você ficar de olho no que vem por aí!

Acontece em todo o mundo, no dia 22 de setembro, o Dia Mundial Sem Carro: iniciativa para você provar que pode cumprir sua rotina sem depender do automóvel e de quebra fazer bem à saúde, poluir menos e ver novas perspectivas de locomoção.

O importante é deixar o carro em casa. Pode se locomover a pé, usar o transporte público ou pedalar.

Várias atividades serão realizadas do dia 16 até chegar o dia 22, chamada em São Paulo de Semana da Mobilidade.

Este ano, as atividades irão coincidir com as comemorações na Europa, todas a fim de fazer as pessoas pensarem sobre usar menos o transporte individual e privilegiar o coletivo, além de refletir sobre acessibilidade e o respeito aos pedestres.

POR QUE PRECISAMOS MUDAR

Estudos da Faculdade de Medicina da USP apontam que morrem na cidade, em média, 12 pessoas por dia devido à poluição, encurtando a vida média dos paulistanos entre um ano e um ano e meio.

No caso dos acidentes de trânsito, morrem cerca de 4 pessoas por dia na cidade – 44% pedestres, 18% motociclistas, 9% passageiros ou motoristas de automóveis e 3% ciclistas.

O fato dos pedestres estarem entre os mais prejudicados reflete a consequência das cidades que priorizam seus espaços e fluxos para os automóveis.

Se não bastasse, estudo da FGV mostra que a cidade deixa de gerar R$ 26,8 bilhões por ano devido a perda de tempo nos congestionamentos e aos custos totais ligados aos acidentes e doenças derivadas do trânsito.

VANTAGENS DA BIKE

Considerado o melhor meio de transporte para pequenas distâncias, ao pedalar você pratica atividade física, não polui, tem um custo muito baixo e é pouco afetado pelos congestionamentos.

O número de viagens em bicicleta praticamente dobrou na cidade nos últimos 10 anos, sendo que 71% das locomoções com bicicleta nos dias úteis se deram por causa do trabalho, de acordo com pesquisa realizada em São Paulo pela CPTM.

Veja parte do Manifesto do Dia Mundial Sem Carro:

É importante lembrar que o setor de transportes é responsável por 15% dos gases que causam o aquecimento global e a mudança climática.

O diesel e a gasolina consumidos no Brasil estão entre os piores do mundo e a indústria automobilística fabrica motores menos poluentes em vários outros países e no Brasil apenas para exportação.

A inspeção veicular, obrigação dos governos estaduais e dos grandes municípios, ainda está muito longe de cumprir seu papel.

Nosso modelo de desenvolvimento urbano promove uma enorme desigualdade social que obriga milhões de pessoas a se locomover por grandes distâncias para ter acesso ao trabalho e aos serviços e equipamentos públicos.

Vivemos, cada vez mais, um modelo que oferece todos os incentivos possíveis para a locomoção por meio do automóvel.

Enquanto isso, os investimentos em transporte público coletivo continuam se arrastando lentamente, ocorrendo, em 2009, redução da frota de ônibus em circulação na cidade – segundo o Detran-SP, a frota caiu de 41.876 (jan/09) para 41.628 (jun/09).

Bilhões de reais que poderiam melhorar imediatamente o transporte público serão gastos em túneis, novas pistas e avenidas – e ampliação de antigas – que em pouco tempo estarão entupidas (800 novos carros entram por dia nas ruas de São Paulo!).

(…) Se não reagirmos, todos estaremos cada vez mais estressados, doentes, presos em novos congestionamentos e muito distantes de termos um transporte público coletivo decente, saudável e eficiente, como todas as principais cidades do mundo já o possuem há muito tempo.

HISTÓRICO

A campanha do Dia Mundial Sem Carro nasceu na França, por volta de 1998, com apenas 35 cidades participantes, mas em 2000, outros países da Europa adotaram a data e o manifesto ganhou força.

Quando chegou ao Brasil, o movimento contou com a participação de 11 cidades. No ano passado, mais de duas mil cidades distribuídas em mais de 40 países participaram.

Lembre-se de fazer a sua parte dia 22 de setembro!

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Ônibus da Linha Verde - Fonte: Prefeitura de Curitiba/Cesar Brustolin - SMCS

Um ano após sua implantação na cidade de Curitiba, os seis ônibus da Linha Verde movidos a biodiesel parecem uma boa alternativa para reduzir a poluição.

Os testes com os veículos movidos 100% a biocombustível à base de soja, o B 100, mostraram que houve redução de 30% no índice médio de monóxido de carbono e queda de 25% de fumaça expelida no ar.

Os testes compararam ônibus abastecidos com óleo diesel comum, com os veículos que utilizam o biocombustível.

Próxima fase

A segunda etapa do projeto começou este mês e terá um ano de duração.

Em quase um ano de testes cada um dos seis ônibus rodavam cerca de 2.500 quilômetros por mês. Agora, a quilometragem passou para 10 mil, aproximadamente a mesma distância cumprida pelos ônibus convencionais que circulam na cidade.

O aumento da quilometragem foi autorizado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e é necessário para validar testes de combustíveis alternativos. A Agência também autorizou a Urbs – Urbanização de Curitiba a aumentar a quantidade de biocombustível.

Agora, cada empresa parceira do programa tem direito a 50 mil litros de biocombustível por mês para usar nos ônibus. Antes, a autorização da agência era de 10 mil litros por empresa.

Expansão

Hoje, dos 12 ônibus que percorrem a Linha Verde, seis são movidos biocombustível à base de soja. Mas com os resultados positivos, a frota será expandida para 150 ônibus até 2012. Número que representa 10% dos veículos de Curitiba.

Os ônibus da Linha Verde são biarticulados, com capacidade para até 180 passageiros. Os veículos atendem duas áreas de grande movimentação, as regiões sul e central.

Pioneirismo

Curitiba é pioneira no Brasil no uso do biocombustível em ônibus de transporte público. O projeto envolve um termo de cooperação técnica assinado por empresas e instituições públicas reunidas para a experiência.

Mensalmente, o Instituto de Tecnologia do Paraná – Tecpar faz medições nos escapamentos dos ônibus para as avaliações.

A iniciativa envolve a Urbs e a Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Curitiba; Instituto de Tecnologia do Paraná – Tecpar; Volvo e Scania (que projetaram os ônibus); Viação Cidade Sorriso e Auto Viação Redentor (responsáveis pela compra dos veículos); Programa Brasileiro de Desenvolvimento Tecnológico de Combustíveis Alternativos (Probiodiesel), Bs Bios – Indústria e Comércio de Biodiesel Sul Brasil S/A e RDP (empresas que produzem e distribuem o biocombustível).

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As ecobags (sacolas reutilizáveis) viraram item obrigatório para qualquer consumidor consciente e preocupado com o meio ambiente. Mas atenção! Elas podem ser foco de contaminação por bactérias como E. coli e Salmonella, responsáveis por provocar sintomas como diarréia, dor abdominal e febre.

A informação é de uma pesquisa realizada na Universidade do Arizona e na Universidade Loma Linda, na Califórnia, nos EUA.

A quantidade de bactérias encontrada nas ecobags era grande o suficiente para causar problemas sérios de saúde e até a morte, em especial no caso de crianças pequenas, mais vulneráveis aos micro-organismos carregados pelos alimentos.

Os cientistas analisaram 84 sacolas de compras de consumidores nas cidades de Tucson, Los Angeles e San Francisco.

Falta de higienização

De acordo com o estudo, as pessoas abordadas para participar do estudo afirmaram que não sabiam que é necessário limpar as sacolas regularmente. Segundo a pesquisa, 97% das pessoas nunca havia lavado as sacolas.

O estudo americano afirma que um aumento no uso de ecobags, sem uma campanha de educação que explique como evitar a contaminação cruzada, criaria um risco para a saúde pública.

Ainda segundo os cientistas, a contaminação foi maior em Los Angeles do que em Tucson e San Francisco. O motivo seria o clima: quanto mais quente, mais as bactérias proliferam. O que preocupa ainda mais no caso do Brasil!

Segurança

A pesquisa traz algumas recomendações para que os governos estimulem o uso seguro das sacolas, como: imprimir instruções sobre a higienização periódica nas próprias ecobags e a realização de campanhas de educação pública.

Uma limpeza bem feita poderia matar quase todas as bactérias que se acumulam nas sacolas.

Além disso, os consumidores devem separar as sacolas usadas para transportar alimentos crus dos demais e não carregar itens como roupas e livros nas sacolas de comida.

Uso

Em muitos países, os consumidores já são obrigados a pagar pelas sacolinhas plásticas ou então levar suas próprias sacolas de casa. Veja o quadro abaixo.

Fonte: FSP

No Brasil, as redes de supermercados têm estimulado o uso das ecobags.

- O Carrefour anunciou em março que vai deixar de entregar as sacolas plásticas em até quatro anos.

- Na rede Pão de Açúcar, os clientes cadastrados que usam ecobags ganham pontos que, acumulados, podem ser trocados por compras.

- O Walmart já incentiva há um ano a troca das sacolas plásticas pelas de pano. Se o cliente trouxer a sacola de casa, ganha um desconto no preço final das compras, proporcional à quantidade de itens e equivalente ao valor das sacolas plásticas economizadas. A meta é reduzir em 50% o uso das sacolas descartáveis até 2013.

Segundo o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, a campanha de incentivo ao uso de sacolas reutilizáveis em supermercados deve fechar este ano com a economia de 1,5 bilhão de sacolinhas plásticas.

No ano passado, foram menos 600 milhões de sacos plásticos lançados no meio ambiente.

O total de sacolas plásticas fabricadas no país por ano é de mais de 18 bilhões de unidades.

Danos ao meio ambiente

As sacolinhas plásticas que vão parar no lixo ajudam a aumentar os níveis de poluição nos rios, córregos e nos mares. Existem inúmeros registros de animais mortos por ingestão (peixes, tartarugas e golfinhos) ou por se enrolarem em restos de sacolas plásticas.

Antes de colocar uma barra de cereal, um chocolate, por exemplo, em sacolinhas de plástico, coloque na mochila ou na bolsa. Você pode evitar que mais um saquinho vá parar pendurado em alguma arvore estragando a paisagem ou juntando lixo em algum córrego da sua cidade.

E lembre-se de lavar sua sacola reutilizável regularmente!

Velhos hábitos devem dar lugar a boas e novas ideias!

Você evita o uso de sacolas plásticas? Já adotou as ecobags? Higieniza suas sacolas reutilizáveis regularmente? Participe e nos envie seu comentário!

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O destino do óleo de cozinha depende da conscientização de cada um. Apesar de todo mundo saber que não pode ser jogado no lixo ou pelo ralo, muita gente não sabe o que fazer com ele, mesmo após separá-lo em garrafas pet.

No lixo comum, mesmo dentro das garrafas, a chance de acontecer um vazamento é imensa e aí, o solo e os lençóis freáticos serão contaminados.

Pelo ralo, a gordura causa estragos e ao se solidificar pode obstruir a rede. Além disso, 1 litro do óleo de cozinha é capaz de contaminar 25.000 litros de água. Você não quer ser o responsável por esse dano ao meio ambiente, quer?

Na cidade de São Paulo, alguns condomínios já estão aptos à coleta. Atualmente, cerca de 4.000 prédios recolhem o óleo na cidade. Apesar do número ainda ser baixo, há três anos eram apenas 400.

Por mês, a coleta chega a 1,3 milhão de litros na Grande São Paulo, mas veja, este número corresponde a 5% do total que é jogado fora.

Se for descartado no lugar correto, o óleo se transforma em…

Massa de vidraceiro, sabão e biodiesel. Na indústria do combustível, a média de transformação é de 85%, ou seja, 1 litro de óleo descartado transforma-se em quase um l litro de biodiesel – 850 mililitros.

ONDE DESCARTAR

- Para quem mora na cidade de São Paulo, procure os ECOPONTOS espalhados por todas as regiões da cidade.

- Para condomínios, a ONG Trevo vende um recipiente para coleta e busca toda vez que estiver cheio.

- O Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria de São Paulo (Sindipan) faz campanha para as padarias colocarem um recipiente para descarte do óleo. Já aderiram, 82 ESTABELECIMENTOS.

- Quer aprender a fazer seu próprio sabão? Clique aqui.

Você acredita que seja necessário uma campanha de conscientização? Comente.

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Um ano depois da implantação da Lei do Clima na cidade de São Paulo, as principais metas previstas pela gestão do prefeito Gilberto Kassab não saíram do papel.

A lei busca adequar a capital paulista a uma convenção da Organização das Nações Unidas para mudança do clima. Uma das metas é reduzir em 30% a emissão de dióxido de carbono em São Paulo até 2012.

O dióxido de carbono é considerado o principal gás causador do efeito estufa e, consequentemente, do aquecimento global. Apesar da importância de sua redução, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera vem aumentando consideravelmente ano após ano.

De acordo com a Lei do Clima, o que era para ter acontecido:

 

- Relatório anual sobre os impactos das mudanças climáticas na saúde. Ainda não foi divulgado!

- Inventário para medir o real impacto das motocicletas na poluição. Ainda não foi concluído!

- A cada ano, 10% dos novos ônibus passem a ser movidos a álcool ou a biodiesel, medida eficaz para a redução de emissões do dióxido de carbono. Até agora, nenhum ônibus novo passou a usar álcool ou biodisel!

Por enquanto, para tentar cumprir a nova legislação, um diesel menos poluente está sendo utilizado nos motores dos ônibus do sistema de transporte municipal. Além de parte da frota ter sido renovada.

- Instalação de ecopontos para descarte de entulho. A lei prevê um por distrito da capital até junho de 2011. No total são 96 distritos. Só dois novos ecopontos foram criados! 38 já existiam.

- Implementação de corredores exclusivos de trólebus (ônibus elétricos). A implementação não foi iniciada!

Por enquanto, o que aconteceu:

 

- Criação de programa de inspeção veicular.

- Controle de emissões dos aterros sanitários.

- Criação de ciclovias.

Aprovada por 51 dos 55 vereadores, a Lei do Clima não prevê punição à prefeitura pelo atraso.

A poluição e as mudanças climáticas na capital paulista são responsáveis por cerca de 70% das internações por doenças respiratórias.

Essa é uma das conclusões do relatório “Vulnerabilidades das Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas: Região Metropolitana de São Paulo”, elaborado por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O estudo revela que as mudanças climáticas causadas pelo modelo de expansão da metrópole, aliadas à alterações no clima global, estão deixando a cidade cada vez mais vulnerável a desastres, como enchentes e deslizamentos, além de afetar de diversas maneiras a saúde da população.

*Com informações da FSP.

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Uma ação realizada na Europa chama a atenção para um velho conhecido nosso, o lixo nas praias!

Com a mensagem “Esse será o futuro dos nossos feriados se não fizermos nada para preservar nossas praias”, uma empresa de cerveja inaugurou recentemente na Itália um hotel feito inteiramente de lixo.

Imagem da Super Interessante

Para a construção foram retirados da praia romana de Capocotta 12 mil quilos de objetos, quantidade de lixo jogada, anualmente, em cada três quilômetros quadrados de praia na Europa.

A ação faz parte do projeto Corona Save the Beach – da marca de cerveja de mesmo nome – que procura conscientizar as pessoas sobre a poluição do litoral europeu.

O interessante é que a partir de agora, a praia mais votada durante o ano pelo site será a próxima a ser limpa.

Já imaginou se o Brasil entra nessa? Quantos hotéis poderíamos construir com o lixo jogado nas praias brasileiras?

Para se ter ideia, a pedido do Fantástico, no último verão empresas de limpeza urbanas de sete cidades separaram e pesaram o lixo recolhido em um trecho de um quilômetro de praia em um único dia de fim de semana.

A campeã foi Salvador: os lixeiros recolheram 7,5 toneladas em Piatã. Em segundo, ficou Fortaleza, mais de seis toneladas na Praia do Futuro. Em terceiro lugar ficou Guarujá/SP. Foram cinco toneladas de lixo na praia de Pitangueiras.

E a lista não para por ai! Daria para construir uma rede hoteleira à beira mar!

Mas você sabe qual a origem do lixo que chega à costa brasileira?

Pesquisas recentes apontam que o lixo que vem invadindo as praias do país não é deixado apenas pelos turistas e frequentadores brasileiros.

A sujeirada que chega ao litoral do Brasil vem de todos os continentes.

Cargueiros, cruzeiros turísticos e outras embarcações internacionais contribuem com a poluição das praias nacionais.

Desde 2001, a ONG Global Garbage, se instalou na Bahia para tentar, ao menos, mapear de onde toda a sujeira encontrada em um pequeno trecho litorâneo, ao norte do estado.

O que já se sabe é que a maioria do lixo é trazida pela corrente Sul-Equatorial, que vem da costa africana e atravessa o oceano Atlântico até desembocar por aqui.

Países como Estados Unidos, Itália, África do Sul, Reino unido, Argentina e Alemanha aparecem na lista da origem da sujeira.

Entre as quase 2 mil embalagens de produtos recolhidos em um pequeno trecho do litoral baiano foram encontradas desde os lixos mais comuns até itens estranhos, como: gel para cabelo, chantilly, talco mentolado, limpa-vidros, limpa-forno, extrato de tomate, espuma de barbear, cola em bastão, pincel atômico…

Assim dá para imaginar quanto lixo está acumulado nos mares e oceanos em todo o mundo!

*Com informações da Revista Mundo Estranho e Blog Superinteressante.
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Prefere morar perto do trabalho? Seu apartamento ou casa fica próximo a uma avenida movimentada? Melhor você prestar atenção à sua saúde.

Pesquisadores da University of Southern Califórnia descobriram, em estudo realizado com mais de 1400 pessoas que viver próximo a vias de tráfego intenso aumenta o risco para doenças como derrame e infarto.

Isso pode acontecer devido à aceleração do espassamento das paredes das artérias, que facilita o avanço dessas doenças.

Além disso, a fumaça que sai do escapamento dos veículos é outro fator relevante para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Bem, isso não quer dizer que você tenha que mudar de endereço agora mesmo. Até porque sabemos que com o trânsito das grandes cidades é quase impossível encontrarmos um lugar calmo e despoluído.

Algumas atitudes, no entanto, podem diminuir os riscos de contaminação e desenvolvimento dessas doenças.

Mantenha uma alimentação e hidratação balanceada; evite a pratica de esportes como a corrida em locais que tenham elevada concentração de poluentes.

As praças em torno de uma avenida movimentada podem até ser convidativas, mas lembre-se de que quando nos exercitamos nossa frequência cardíaca aumenta.

Logo, se você estiver em local com grande concentração de poluentes sua inalação será maior.

“A melhor alternativa é fechar as janelas à partir das 18h. Aproveite para ler um bom livro ou fazer esteira ergométrica dentro de casa.”

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Em 1986, o Proconve – Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores – foi implementado por uma parceria entre o Conselho Nacional do meio Ambiente e a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, visando reduzir a emissão de gases tóxicos provenientes dos veículos automotores.

Na época, o Programa dentre uma série de medidas definiu limites da emissão de gases como hidrocarbonetos, monóxido de carbono, aldeídos e óxidos de nitrogênio que a indústria automobilística conseguiu reduzir por meio do projeto dos veículos.

As atenções, no entanto, não estavam voltadas para o CO2, maior preocupação nos dias de hoje devido à limitação das “velhas” tecnologias. Para o gerente do setor de regulamentação e operações da CETESB, Daniel Schimidt, as novas tecnologias já possibilitam a melhoria vinda das fábricas.

Para ele, algumas soluções seriam reduzir o peso e aumentar a eficiência do motor dos veículos e incentivar a compra de veículos mais econômicos como o Smart através da redução de impostos, além do uso de transporte público.

Outra medida é aumentar a frota movida a etanol. “Nos veículos movidos a álcool, que ocupam grande espaço nas ruas do país, não é necessária a diminuição do CO2, este fator contribui para a menor poluição da frota brasileira se comprada à americana e européia”, explica Daniel.

Inspeção Veicular: já fez a sua?

Como parte dessa melhoria, está prevista a obrigatoriedade da Inspeção Veicular para todos os carros que circulam no país. O setor de transportes foi responsável por 11% da emissão de CO2 no ano passado, o equivalente a 149 toneladas do gás.

Na Capital paulista, os veículos que não passarem pela inspeção terão o licenciamento bloqueado no mesmo ano e estará sujeito a multa de R$ 550,00.

O processo é simples e rápido: Basta chegar no dia agendado, esperar na fila, descer do veículo e ficar na faixa amarela aguardando o inspetor fazer a checagem que dura cerca de 5 minutos.Ele irá passar o espelho por de baixo do carro para ver se há catalisador, possíveis vazamentos de óleo, se o escapamento está furado ou não e medir a quantidade de CO e hidrocarbonetos (os limites são estipulados de acordo com o ano de seu carro).  Após o processo, seu veículo está sujeito a reprovação ou aprovação e, no último caso, receberá um selo para ser colocado no pára-brisa.

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Há indícios que sim!

A exposição à poluição, inevitável nos centros urbanos, afeta consideravelmente a inteligência das pessoas. Foi o que concluiu um estudo do Columbia Center of Children’s Environmental Health. Durante a pesquisa foram acompanhadas 249 crianças desde o útero materno até os cincos anos de idade, quando foram submetidas a um teste de QI.

Dentre elas, 140 foram consideradas expostas a um alto nível de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, poluentes concentrados em grande quantidade nos centros urbanos provindos da combustão do diesel, gasolina, gás e óleo. As mesmas apresentaram, em média, 4 pontos a menos nos teste de QI, do que as expostas a menores níveis de poluentes.

A conclusão é preocupante, principalmente a longo prazo. Se a emissão de poluentes continuar aumentando, o rendimento escolar e intelectual ficarão bem prejudicados. Vale lembrar que também são fontes de partículas dos hidrocarbonetos aromáticos policíclicos a fumaça de cigarros e de queimas em florestas, velas e até comida.

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Desenvolvido por cientistas britânicos, o peixe-robô detecta qualquer tipo de alteração na água. Um microcomputador interno processa os dados e emite para um centro de observação em terra firme. Um aviso permite ação rápida para evitar danos naturais.

Seus movimentos imitam o movimento dos peixes verdadeiros e possuem sensores químicos capazes de descobrir poluentes perigosos como vazamentos de embarcações ou oleodutos submersos. Em 2010 o peixe-robô será testado no mar ao norte da Espanha. A inovação tecnológica com certeza é uma excelente aliada à preservação do meio ambiente.

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