Volta às aulas: o peso da mochila e a alimentação de seus filhos
fevereiro 3, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Enquanto o objeto não deve ter mais do que 15% do peso da criança, algumas mochilas representam 40% de quanto elas pesam.
Cuidados simples podem evitar consequências mais sérias na vida adulta, é o que indica a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e o Hospital das Clínicas da FMUSP.
A organização é a principal aliada para deixar de lado materiais desnecessários, evitando o sobrepeso. A correta distribuição do peso também é importante, pois o sobrepeso altera o ponto de equilíbrio da criança.
Sem contar o limite de peso, a mochila deve ter alças largas e acolchoadas, com poucos adereços metálicos.
“Esses adereços aumentam o peso inicial da mochila”, observa a terapeuta ocupacional do Instituto de Ortopedia do HC, Maria Cândida de Miranda Luzo.
Para saber o tamanho ideal da mochila, os pais no momento da compra devem colocá-la no aluno sentado em uma cadeira e observar que a mochila não pode ficar mais alta do que os ombros dele.
Confira algumas dicas:
- Evite usar mochilas que ficaram “frouxas” com o uso. O impacto é maior nestes casos.
- Evite mochilas com uma única alça.
- Mochilas com divisórias são melhores opções porque permitem organizar e distribuir os materiais. Livros e cadernos devem ser colocados na parte de trás, rente às costas.
- Lancheira não deve ser colocada dentro da mochila. Ela concentra o peso das costas. O ideal é dividir o peso entre a mochila e outras bolsas que possam ser carregadas com as mãos.
- Se possível, evite ter um caderno para cada matéria. Ou organize o material de acordo com as aulas.
- Mochilas com rodinhas são adequadas desde que se respeite, a altura da criança. Alça mal regulada pode sobrecarregar o quadril e joelhos.
- É possível verificar se a altura está correta se as costas das crianças estiverem eretas.
Alimentação
Segundo a nutricionista Natalia Lautherbach, da Rede Mundo Verde, a falta de concentração, fadiga, indisposição, sonolência, dificuldade de memorização e irritabilidade são alguns dos sintomas que podem ser decorrentes de uma má alimentação. Sabia?
“Portanto, repense os hábitos e comece a incluir alimentos saudáveis no intervalo das aulas, além de garantir boa saúde ao cérebro, no final do mês ainda vai economizar” diz.
Para fornecer combustível para o nosso cérebro não podem faltar alimentos ricos em carboidratos e fibras, como por exemplo: cookies integrais, barras de cereais, barras de frutas, frutas desidratadas e frutas in natura.
Estes alimentos são riquíssimos em nutrientes antioxidantes que combatem os radicais livres, moléculas nocivas às nossas células.
Os cereais integrais, por serem ricos em fibras, fornecem energia de forma lenta e constante, além de zinco (impede o envelhecimento precoce do cérebro) e vitamina B6 (importante para o desempenho cognitivo). Quinua, amaranto, arroz integral, aveia, pão integral e macarrão integral são alguns exemplos.
Outra dica é ter sempre um mix de oleaginosas na bolsa, porque além de serem ricas em gorduras aliadas à saúde do coração, geram saciedade. Castanhas, nozes, amêndoas e pistache acrescidos de damasco seco e uvas passas são um bom exemplo.
Inclua nas refeições azeite de oliva extravirgem, óleo de canola e de linhaça, ricos em ácidos graxos insaturados que contribuem para um raciocínio mais rápido.
Evite alimentos ricos em gorduras saturadas, trans, açúcares e sódio, responsáveis por atrapalhar o desempenho cerebral. Estão presentes, por exemplo, em refrigerantes, sucos industrializados, biscoitos recheados, balas e salgadinhos.
Hidratação é indispensável, por isso carregue sempre água mineral na mochila e quando possível, opte por suco de frutas naturais, feito na hora e sem adição de conservantes e açúcares.
É de extrema importância fracionar a alimentação em torno de 5 a 6 refeições diárias, se alimentando sempre a cada 3 horas.
Receitas
Sanduíche de pão sírio com ricota
Ingredientes
- 1 pão sírio integral
- 1 folha grande de alface roxa, de preferência orgânica
- 50 g de broto de alfafa
- 3 colheres (sopa) de ricota amassada
- 2 rodelas de tomate, de preferência orgânico
- 1 colher (sopa) de azeite de oliva extravirgem
Modo de preparo
Em um pote misturar a ricota e o azeite de oliva. Distribuir a pasta no pão sírio. Colocar a folha de alface, o broto de alfafa e o tomate.
Rendimento: 1 porção
Valor calórico: 320 calorias
Suco de água de coco com frutas
Ingredientes
- 250 ml de água de coco
- ½ kiwi sem casca, de preferência orgânico
- 1 fatia de melão cortada em cubos, de preferência orgânico
- 1 fatia grande de abacaxi, de preferência orgânico
- folhas de hortelã a gosto, de preferência orgânicas
Modo de Preparo
Bater todos os ingredientes no liquidificador. Servir com cubos de gelo.
Rendimento: 1 porção
Valor calórico: 104 calorias
Volta às aulas: o peso da mochila e a alimentação de seus filhos
Enquanto o objeto não deve ter mais do que 15% do peso da criança, algumas mochilas representam 40% de quanto elas pesam.
Cuidados simples podem evitar consequências mais sérias na vida adulta, é o que indica a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e o Hospital das Clínicas da FMUSP.
A organização é a principal aliada para deixar de lado materiais desnecessários, evitando o sobrepeso. A correta distribuição do peso também é importante, pois o sobrepeso altera o ponto de equilíbrio da criança.
Sem contar o limite de peso, a mochila deve ter alças largas e acolchoadas, com poucos adereços metálicos.
“Esses adereços aumentam o peso inicial da mochila”, observa a terapeuta ocupacional do Instituto de Ortopedia do HC, Maria Cândida de Miranda Luzo.
Para saber o tamanho ideal da mochila, os pais no momento da compra devem colocá-la no aluno sentado em uma cadeira e observar que a mochila não pode ficar mais alta do que os ombros dele.
Confira algumas dicas:
- Evite usar mochilas que ficaram “frouxas” com o uso. O impacto é maior nestes casos.
- Evite mochilas com uma única alça.
- Mochilas com divisórias são melhores opções porque permitem organizar e distribuir os materiais. Livros e cadernos devem ser colocados na parte de trás, rente às costas.
- Lancheira não deve ser colocada dentro da mochila. Ela concentra o peso das costas. O ideal é dividir o peso entre a mochila e outras bolsas que possam ser carregadas com as mãos.
- Se possível, evite ter um caderno para cada matéria. Ou organize o material de acordo com as aulas.
- Mochilas com rodinhas são adequadas desde que se respeite, a altura da criança. Alça mal regulada pode sobrecarregar o quadril e joelhos.
- É possível verificar se a altura está correta se as costas das crianças estiverem eretas.
Alimentação
Segundo a nutricionista Natalia Lautherbach, da Rede Mundo Verde, a falta de concentração, fadiga, indisposição, sonolência, dificuldade de memorização e irritabilidade são alguns dos sintomas que podem ser decorrentes de uma má alimentação. Sabia?
“Portanto, repense os hábitos e comece a incluir alimentos saudáveis no intervalo das aulas, além de garantir boa saúde ao cérebro, no final do mês ainda vai economizar” diz.
Para fornecer combustível para o nosso cérebro não podem faltar alimentos ricos em carboidratos e fibras, como por exemplo: cookies integrais, barras de cereais, barras de frutas, frutas desidratadas e frutas in natura.
Estes alimentos são riquíssimos em nutrientes antioxidantes que combatem os radicais livres, moléculas nocivas às nossas células.
Os cereais integrais, por serem ricos em fibras, fornecem energia de forma lenta e constante, além de zinco (impede o envelhecimento precoce do cérebro) e vitamina B6 (importante para o desempenho cognitivo). Quinua, amaranto, arroz integral, aveia, pão integral e macarrão integral são alguns exemplos.
Outra dica é ter sempre um mix de oleaginosas na bolsa, porque além de serem ricas em gorduras aliadas à saúde do coração, geram saciedade. Castanhas, nozes, amêndoas e pistache acrescidos de damasco seco e uvas passas são um bom exemplo.
Inclua nas refeições azeite de oliva extravirgem, óleo de canola e de linhaça, ricos em ácidos graxos insaturados que contribuem para um raciocínio mais rápido.
Evite alimentos ricos em gorduras saturadas, trans, açúcares e sódio, responsáveis por atrapalhar o desempenho cerebral. Estão presentes, por exemplo, em refrigerantes, sucos industrializados, biscoitos recheados, balas e salgadinhos.
Hidratação é indispensável, por isso carregue sempre água mineral na mochila e quando possível, opte por suco de frutas naturais, feito na hora e sem adição de conservantes e açúcares.
É de extrema importância fracionar a alimentação em torno de 5 a 6 refeições diárias, se alimentando sempre a cada 3 horas.
Receitas
Sanduíche de pão sírio com ricota
Ingredientes
- 1 pão sírio integral
- 1 folha grande de alface roxa, de preferência orgânica
- 50 g de broto de alfafa
- 3 colheres (sopa) de ricota amassada
- 2 rodelas de tomate, de preferência orgânico
- 1 colher (sopa) de azeite de oliva extravirgem
Modo de preparo
Em um pote misturar a ricota e o azeite de oliva. Distribuir a pasta no pão sírio. Colocar a folha de alface, o broto de alfafa e o tomate.
Rendimento: 1 porção
Valor calórico: 320 calorias
Suco de água de coco com frutas
Ingredientes
- 250 ml de água de coco
- ½ kiwi sem casca, de preferência orgânico
- 1 fatia de melão cortada em cubos, de preferência orgânico
- 1 fatia grande de abacaxi, de preferência orgânico
- folhas de hortelã a gosto, de preferência orgânicas
Modo de Preparo
Bater todos os ingredientes no liquidificador. Servir com cubos de gelo.
Rendimento: 1 porção
Valor calórico: 104 calorias
Fonte: Natalia Lautherbach – Nutricionista da Rede Mundo Verde
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junho 30, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Mental
Adolescentes com peso ideal que acreditam estar obesas correm risco maior de entrar em depressão do que obesas que têm consciência de sua condição.
A conclusão é de sociólogos da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, que verificaram dados de 6.557 garotos e 6.126 garotas.
Os cientistas constataram ainda que, enquanto a comunidade médica, evidentemente, sabe o que significa obesidade, o público em geral, na realidade, pode não saber: 20% das meninas e 40% dos meninos com sobrepeso “não sabem” que têm ou não o peso ideal.
Você está satisfeita com seu corpo?
No Brasil, 64% das universitárias brasileiras estão insatisfeitas com o corpo e quase metade das alunas com peso adequado querem ser mais magras.
A avaliação da satisfação corporal foi feita por meio da escala de silhuetas de Stunkard, uma ferramenta consagrada em pesquisas da área que traz nove figuras retratando formas corporais diferentes.
47,8% das entrevistadas escolheram figuras menores do que a figura que, em sua opinião, melhor representava seu corpo atual!
A pesquisa avaliou 2.402 alunas, de diversos cursos da área da saúde, em de 37 instituições das cinco regiões do país. O estudo foi realizado por especialistas da USP (Instituto de Psiquiatria e Faculdade de Saúde Pública) e da UNIFESP (Departamento de Ciências da Saúde, campus Baixada Santista).
Confusão
A obesidade, principalmente quando falamos de jovens e adolescentes, merece atenção! Padrões estipulados pela sociedade, mídia, amigos e ambiente de convivência podem confundir as pessoas quanto ao peso ideal.
A adolescência, fase de transição e indecisão devido à grande quantidade de informações recebidas, é um período fundamental para o desenvolvimento do ser humano, tanto físico como emocional.
O corpo passa por várias mudanças físicas e psicológicas . É uma fase de auto-afirmação. Por isso, a questão do peso pode ser complicada, tanto por pré-conceito , aceitação e para saúde.
Problemas como depressão, bulimia, anorexia e até obesidade em graus elevados podem gerar consequências sérias para o resto da vida.
Procure orientação médica caso você ou alguém ao seu redor está enfrentando problemas com a balança. Informação e acompanhamento profissional são importantes para evitar problemas e consequências mais sérias.
Emagrecer a qualquer custo? Atenção aos vilões da balança
* Com informações do G1.
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março 31, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Pois bem. Estudo divulgado no JAMA, periódico da Associação Médica Americana, veio trazer a resposta às mulheres que querem manter o peso saudável ao longo dos anos, ou seja, todas.
Para isso, médicos da Universidade de Harvard, fizeram um acompanhamento durante 13 anos com mais de 34 mil mulheres, separadas em três grupos de exercício: 30 minutos, 1 hora e mais de 1 hora, cinco vezes por semana. Elas tinham, em média, 54 anos e para a pesquisa não fizeram dieta com restrição de calorias.
Resultado: As que ganharam menos peso ao longo dos anos foram aquelas que se exercitaram 60 minutos diários, tempo necessário para manter o IMC (índice de massa corporal).
“A prática de exercícios aumenta a disposição ao longo dia. Separe uma hora do seu dia para cuidar de si.”
Em 2008, o American College of Sports Medicine, indicou como ideal 30 minutos de exercício, no mínimo cinco vezes por semana para manter o peso e prevenir doenças crônicas.
O que os pesquisadores afirmam, é que para mulheres de meia-idade, esse treinamento pode não ser suficiente. A partir dos 45 anos, há diminuição da produção de hormônios, como testosterona, e então, acontece uma redução natural de massa muscular, tecido que contribui para o gasto total de energia.
“O Blog da Saúde aconselha a prática de exercícios em ritmo e frequência proporcionais ao seu preparo físico. Comece já!”
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janeiro 11, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Você sabe se está acima do peso? Quais são os riscos de estar acima do peso? Se você pretende cuidar melhor do seu coração é melhor saber…
Quem poderia imaginar que mesmo estando acima do peso, uma pessoa poderia ser considerada saudável? Assim são considerados os indivíduos que estão acima do peso, mas não têm síndrome metabólica – doença que possui uma soma de fatores de risco que trazem complicações cardiovasculares.
Esse era o pensamento de alguns especialistas, mas uma pesquisa realizada na Universidade de Uppsala, Suécia, mostra que essa afirmação não é mais possível de ser feita.
Através desse estudo, os cientistas conseguiram verificar que os gordinhos “saudáveis” possuíam pelo menos três dos cinco fatores da síndrome metabólica, como hipertensão arterial, colesterol alto, colesterol HDL (“bom”) baixo, etc.
Dentre as pessoas que estão acima do peso, os homens são os que têm mais riscos de ter infarto. Veja quem tem mais riscos:
52% – Homens com sobrepeso e sem síndrome metabólica;
95% – Homens obesos e sem síndrome metabólica;
74% – Homens com sobrepeso e com síndrome metabólica;
115% – Homens Obesos e com síndrome metabólica.
A realização dessa pesquisa é um alerta para quem pensava que mesmo acima do peso estava livre de ter um infarto a qualquer momento. Mesmo os riscos sendo menores, é preciso cuidar mais da saúde do seu coração!
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novembro 19, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
O Blog da Saúde já tratou sobre os benefícios que a soja traz para nossa saúde. Recentemente, foi confirmado que esta proteína também é um ótimo aliado para portadores de diabetes tipo 2.
Além da soja auxiliar nas dietas, pois garante sensação de saciedade, estudos apresentados durante simpósio no XV Congresso Latino Americano de Nutrição indicam que o aumento da ingestão de calorias provenientes de proteínas pode trazer mais benefícios do que uma dieta baseada apenas na redução calórica, como o controle nos níveis de gordura no sangue.
Segundo a Dra. Ratna Mikherjea, da Solae, “a proteína de soja traz a sensação de saciedade porque é um alimento de baixo índice glicêmico e pode ajudar a controlar as flutuações de insulina, que são responsáveis, em parte, pelo aumento da sensação de fome ao longo do dia”, esclarece.
Os principais componentes da soja, entre eles a proteína e as fibras são os responsáveis pela contribuição no controle glicêmico e também na saúde renal.
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maio 13, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
A preocupação excessiva com o peso e a estética corporal é uma das características mais predominantes para os dois diagnósticos. Na Bulimia Nervosa ocorre a hiperfagia – hiperalimentação e, logo após a sensação de arrependimento. Essa sensação ocasiona vômitos auto induzidos e utilização de purgantes, que geram períodos de fraqueza. Já na Anorexia o que ocorre é a falta de apetite, causada por uma negação consciente aos alimentos.Em estágios avançados, quanto mais emagrecem mais se sentem gordos, a ponto deste ciclo vicioso ser fatal.
Manter uma alimentação saudável e praticar atividades físicas constantemente é a melhor maneira de cuidar do corpo e da mente. Sugerimos leitura de matéria sobre o perigo escondido na combinação de medicamentos veiculada na Revista Veja.
Interessou? Clique aqui e confira a matéria completa veiculada na Revista Veja
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