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SP – Vacinação contra paralisia infantil é prorrogada até 20/08

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo decidiu prorrogar a segunda etapa da campanha de vacinação contra a paralisia infantil. As crianças menores de cinco anos poderão ser imunizadas contra a doença até a próxima sexta-feira, 20 de agosto.

Balanço da Secretaria apontou que 1,5 milhão de crianças se vacinaram contra a paralisia infantil até as 14h do sábado, 14 de agosto, em todo o Estado. A meta é imunizar 2,9 milhões, ou seja, 95% dos 3,05 milhões de paulistas na faixa etária alvo da campanha.

Os postos de saúde funcionam das 8h às 17h. Na capital as salas de vacinação do Instituto Pasteur (Av. Paulista, 393) e das rodoviárias do Tietê e da Barra Funda funcionam das 8h às 20h e também oferecem a vacina contra a pólio.

Desde 1988 o Estado de São Paulo não registra casos de paralisia infantil, mas a vacinação de crianças continua sendo importante porque o vírus da pólio ainda circula em países da África e da Ásia, representando, portanto, uma ameaça à população mundial.

Outras vacinas

Além da vacina contra a poliomielite, as crianças que forem aos postos de saúde ainda poderão colocar em dia sua caderneta de vacinação. Serão disponibilizadas doses de vacinas como a Tetravalente (contra difteria, tétano, coqueluche e hemófilo B), Tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) e contra hepatite.

Resultado parcial

O resultado preliminar da segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite mostra que, até as 17h30 deste sábado (14), as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde haviam informado ao Ministério da Saúde mais de 7,1 milhões de crianças vacinadas em todo o Brasil.

Este número é parcial e sofrerá alterações, à medida que os estados e municípios atualizem o banco de dados do Ministério da Saúde.

“O número muda a todo instante. Isso ocorre porque a digitação dos dados no sistema não ocorre no mesmo momento em que a criança recebe a gotinha. É comum que as equipes de profissionais de saúde comecem a digitar os dados depois que a vacinação termina”, explica a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carmem Osterno.

A previsão é que o resultado final da campanha seja divulgado até o fim de agosto.

“Se os pais ou responsáveis, por algum motivo, não puderam levar as crianças, não há motivo para preocupação. Basta ir à unidade de saúde mais próxima, porque a vacina contra a pólio está disponível na rede pública de saúde em todo o país”, explica Carmem Osterno.

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Clique para ampliar - Imagem Ministério da Saúde

Dia 14 de agosto acontece a segunda etapa da Campanha Nacional Contra a Paralisia Infantil. Os pais devem levar todas as crianças menores de 5 anos para tomar as gotinhas contra a poliomielite.

Não esqueça a caderneta de vacinação e aproveite para atualizá-la. Mesmo quem não tomou a primeira dose deve se vacinar.

A primeira etapa aconteceu no dia 12 de junho, com o tema ‘Vacinou, é gol!’ e o Zé Gotinha vestido com a camisa da seleção brasileira. Agora, as crianças podem entrar no site do Ministério da Saúde e fazer uma foto personalizada de Zé Gotinha para enviar aos pais, em homenagem ao dia deles.

O Ministério da Saúde responde às principais dúvidas:

Quem deve se vacinar durante a campanha nacional contra a paralisia infantil?
Todas as crianças na faixa etária de 0 a 4 anos, 11 meses e 29 dias, ou seja, menores de 5 anos.

Recém-nascidos devem tomar as duas gotinhas?
Sim. Parte significativa dos municípios envia equipe de vacinadores aos hospitais e maternidades para imunizar os recém-nascidos. Quando isso não ocorre, os pais devem levar o bebê ao posto de vacinação mais próximo, assim que a criança receber alta.

Quem tem 5 anos completos precisa tomar a vacina?
Não, pois a concentração de casos de poliomielite é na faixa etária menor de 5 anos, faixa de maior risco, por isso são vacinadas apenas as crianças menores de 5 anos.

Quem tomou a primeira dose em junho precisa tomar a segunda dose em agosto?
Sim. A única exceção é a criança que completou 5 anos, após a primeira etapa da Campanha Nacional.

Existem contra-indicações da vacina?

Não há contra-indicações absolutas à administração oral da vacina contra a poliomielite.
Mas é importante evitar a vacinação de crianças com as seguintes características:
- portadoras de infecções agudas, com febre acima de 38° C
- com hipersensibilidade a algum componente da vacina, a exemplo da estreptomicina ou eritromicina
- que, no passado, apresentaram qualquer reação anormal a esta vacina
- imunologicamente deficientes, devido a tratamento com imunossupressores, ou com deficiência imunológica congênita
- com história de paralisia flácida associada à vacina, após dose anterior da vacina poliomielite oral.

Histórico

A doença foi erradicada no Brasil há 21 anos. Mas enquanto houver  registro de casos em qualquer lugar do mundo,  é necessário continuar com a vacinação para evitar o risco de  importação do vírus.

Países como Paquistão, Índia, Afeganistão e Nigéria ainda têm casos da doença.

Leve seu filho para tomar a dose oral e ajude-nos a acabar de vez com o vírus!

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A primeira fase da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite 2010 foi prorrogada na capital paulista até sexta-feira, 25.

De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), já foram aplicadas 607.538 doses (69% de cobertura).

A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é vacinar, no mínimo, 95% das crianças menores de cinco anos de idade, entre as 891.935 residentes no município de São Paulo.

As Unidades Básicas de Saúde (UBS) continuarão de portas abertas, das 8 às 17 horas. A relação dos locais de vacinação pode ser consultada pela Central 156 ou pelo site Prefeitura de São Paulo.

A segunda fase da campanha será realizada no dia 14 de agosto.

Saiba mais sobre a poliomielite e ajude o Brasil continuar longe do vírus da paralisia infantil!

Outras vacinas – Nas Unidades de Saúde, as crianças poderão ainda atualizar a caderneta de saúde e receberem outras vacinas, como: BCG (contra as formas graves da tuberculose), Hepatite B, rotavirus, tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola), tetravalente (contra difteria, tétano, coqueluche e hemófilo influenza tipo b) e contra o pneumococo 10 valente.

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A Copa do Mundo é tema da campanha de vacinação contra paralisia infantil  (poliomielite) deste ano, que começa neste sábado, 12 de junho.

Com o slogan “Vacinou, é gol”, a campanha terá seu garoto-propaganda, o Zé Gotinha, vestido com a camisa da seleção brasileira.

Todas as crianças menores de cinco anos deverão se vacinadas em um dos 115 mil postos espalhados por todo o país. A vacina é oral, e mesmo quem já tomou antes deve participar.

Serão disponibilizadas cerca 24 milhões de doses para esta primeira fase, e mais 24 milhões para a segunda, que será realizada no dia 14 de agosto.

A meta é imunizar, na primeira etapa, 95% das crianças menores de cinco anos, ou 14,6 milhões.

A poliomielite é uma doença infecto-contagiosa grave!

Na maioria dos casos, a criança não morre quando é infectada, mas tem consequências  sérias: lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia, principalmente nos membros inferiores.

A doença é causada e transmitida por um vírus (o poliovírus) e a contaminação se dá principalmente por via oral.

Histórico

21 anos sem a paralisia infantil - O Brasil está livre do vírus causador da pólio desde 1989, quando o último caso da doença foi registrado, na Paraíba.

Em 1994, o país recebeu da Organização Mundial de Saúde (OMS) o certificado de eliminação da poliomielite.

No entanto, enquanto houver  registro de casos em qualquer lugar do mundo,  é necessário continuar com a vacinação para evitar o risco de  importação do vírus.

Países como Paquistão, Índia, Afeganistão e Nigéria ainda têm casos da doença.

* Com informações do Ministério da Saúde.

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