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E ainda duvidam da força do pensamento

Os pesquisadores disseram que pensar conscientemente em situações felizes ou fofas ao acordar tem um efeito terapêutico. E ainda deram exemplos: pensar em bebês ou em um nascer do sol bonito.

A abordagem mostrou-se bem sucedida para pacientes com uma variedade de doenças, incluindo doença arterial coronariana, hipertensão arterial e asma; e ajudou-os nas melhores decisões sobre o tratamento. São os primeiros grandes ensaios clínicos para mostrar que é possível usar a imaginação e a autoafirmação para sustentar uma mudança de comportamento.

O estudo

Os pacientes foram incentivados a pensar em pequenas coisas prazerosas ao acordar e durante todo o dia. Além disso, deveriam praticar a autoafirmação para superar os obstáculos, lembrando-se de momentos em que estavam orgulhosos, como uma formatura. “Esta abordagem simples dá aos pacientes as ferramentas que os ajudam a cumprir a promessa a si mesmos que vão fazer o que for necessário para a saúde”, disse Dr Charlson ao Daily Mail.

Ao serem distribuídos em dois grupos, um de controle e o outro experimental do “efeito positivo”, ambos receberam um guia educativo sobre a importância da intervenção e telefonemas a cada dois meses para a verificação do progresso. Junto com o uso diário do pensamento positivo, os pacientes do grupo experimental receberam presentes surpresa, como sacolas, antes do acompanhamento pelo telefone.

O valor monetário dos presentes não tinha importância, em vez disso eram simbólicos e serviram para reforçar a intervenção. Os resultados foram medidos um ano depois.

Para doença arterial coronariana, 55% dos pacientes no grupo do pensamento positivo e autoafirmação aumentaram sua atividade física em comparação com 37% no grupo controle. O grupo positivo andou uma média de 3,4 km por semana a mais do que o grupo controle.

Para a pressão arterial elevada, 42% dos participantes do grupo positivo aderiram ao plano de medicação em comparação com 36% do grupo controle.

E agora ajudamos a manter o otimismo…

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Os resultados são detalhados em três estudos publicados no Archives of Internal Medicine, envolvendo 756 pacientes.

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É comum compartilhar nas redes sociais o nosso estado de humor, as coisas que fazemos, assistimos e gostamos. Mas e quando se está passando por um problema de saúde? Ou se convive com uma doença crônica? Nem todos se sentem à vontade para dividir com os amigos da rede coisas específicas a respeito dos próprios problemas de saúde.

Mas e se todos os seus amigos da rede social convivessem diariamente com essas situações – por ser também paciente, cuidador ou médico etc – e compreendessem as suas dúvidas, questionamentos, dores e dificuldades?

Focando nesses aspectos, plataformas de compartilhamento de dados – as redes sociais- de saúde já foram criadas e têm muitos membros, principalmente nos Estados Unidos. No entanto, somente há pouco tempo essas comunidades vêm conquistando pacientes no Brasil.

Esses sites podem transformar a maneira como esses pacientes administram as próprias condições e mudar a forma como a indústria realiza pesquisas, além de ser uma forma de apoio aos que são membros, que se sentem gratos simplesmente por ter com quem compartilhar.

Nesses sites, pacientes, familiares, amigos, cuidadores, pesquisadores e empresas farmacêuticas conectam-se uns com os outros para dar apoio e difundir bem-estar e informação.

As ferramentas das comunidades buscam ajudar a melhorar o diálogo dos pacientes com seus médicos, a trazer os melhores tratamentos para o mercado com mais rapidez, além de promover entre os usuários a troca de experiências.

Compartilhar

Nessas redes sociais, os pacientes são engajados, querem saber mais a respeito de suas doenças, são informados, ativos, e têm a  oportunidade de compartilhar dados e resultados da área da saúde.

Algumas delas, como a Inspire, contam com help desk para dar suporte aos pacientes, envia diariamente materiais educativos e convites para que eles possam participar de pesquisas e ensaios clínicos.

Os pacientes que estão nessas redes se inscrevem para conhecer outras pessoas que estão discutindo as questões de saúde que são importantes para eles e participar de grupos sobre os temas que lhe são interessantes. Além de poder compartilhar as próprias experiências, a fim de ajudar a si mesmo, outros pacientes e organizações que se concentram nas condições deles.

Pelos depoimentos encontrados nas páginas dessas redes sociais, observa-se que as pessoas são inspiradas pelas mensagens e histórias que leem, recarregam as forças, são encorajadas e interessam-se pelas experiências umas das outras.

Muitos falam em ter deixado de serem sós, enxergam-se e identificam-se uns com outros. Essa aproximação e o compartilhamento das pessoas tem também como propósito acelerar o ritmo de pesquisa na área de saúde, além de acrescentar informações ao conhecimento coletivo e ajudar a mudar o curso dos cuidados com a saúde.

Vale ressaltar que nessas redes não são feitas consultas médicas, mas, sim, uma troca de informação a respeito dos estudos, das pesquisas e novidades médicas.

Veja algumas das frases de testemunho dos usuários que podem ser encontradas nas páginas da Inspire e do Patients Like Me, por exemplo:

“Fico feliz em encontrar um lugar onde você não é o único que sabe como é.”

“O site de vocês, com certeza traz esperança para mim”

“Este site já está me ajudando a lidar e aceitar o meu diagnóstico. Todo mundo aqui tem sido muito útil.”

“Eu não estou sozinho, desde que este site está aqui para mim.”

“ Eu sei que posso contar com alguém para me ouvir  e isso é importante. Agora eu não me sinto sozinho nesta.”

“Eu encontrei mensagens de conforto ao ler os posts dos sobreviventes e isso me deu esperança ao lidar com o câncer do meu pai.”

“É tão bom ser capaz de se relacionar com outras pessoas na minha situação e obter apoio.”

“A inspiração pode ser encontrada na palavra gentil de um estranho ou na história de alguém que luta contra um problema comum.”

“Em conversar com todo mundo eu encontrei esperança e coragem.”

“Eu realmente não sei como teria conseguido sem o apoio e conhecimento de pessoas que estão passando pela mesma coisa que eu.”

Algumas das redes sociais só para doentes: Cure Together, Patients Like Me e Inspire.

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O levantamento do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) foi realizado com 12,8 mil pacientes da unidade, entre dezembro de 2008 e maio de 2011.

Além de apontar que 25% dos pacientes oncológicos operados na unidade têm menos de 50 anos, o estudo mostra ainda que, do total de cirurgias oncológicas, a maioria é em mulheres, somando 51,5%. Na análise exclusiva dos que tem até 49 anos, o público feminino também é maioria, representando 64% dos casos.

A principal especialidade cirúrgica utilizada é a urologia, responsável por 28% de todos os procedimentos realizados. Em seguida, estão as especialidades de cabeça e pescoço (11%), aparelho digestivo (8,5%), ginecologia (8,5%), mastologia (7%), toráxica (5%) e ortopédica (2%). Cirurgias plásticas reparadoras são responsáveis por 8% dos procedimentos cirúrgicos.

O estudo mostra ainda que 30% dos pacientes submetidos a uma cirurgia de câncer têm mais de 70 anos; 27% têm entre 60 e 69 anos; e 24% têm entre 50 e 59 anos.

Considerados jovens, os pacientes com menos de 50 anos somam 25% de todos os operados. A maior parte deles está concentrada na faixa etária de 40 a 49 anos (14%), seguida por aqueles que têm entre 30 e 39 anos (6%).

Pacientes com idade entre 20 e 29 anos correspondem a 4% dos que foram submetidos à cirurgia e os que têm até 19 anos representam 2% dos operados.

“Esse levantamento mostra claramente que a idéia de que o câncer afeta somente os pacientes mais velhos está errada. É um número expressivo e por isso é sempre muito importante que as pessoas, independente da idade, façam os exames de rotina regularmente e procurem o médico de sua confiança sempre que notarem alguma anormalidade com a saúde”, alerta o oncologista e diretor Geral do Icesp, Paulo Hoff.

Confira os 10 principais passos para prevenir o câncer, segundo o Icesp:

1. Não fume. Mesmo uma pequena quantidade de tabaco pode fazer um grande estrago.

2. Não abuse de bebidas alcoólicas, principalmente se estiver violando a regra número um.

3. Mantenha hábitos de sexo seguro. Use camisinha. O contato com alguns vírus transmitidos sexualmente, como o papiloma vírus humano (HPV), pode desencadear alguns tipos de câncer.

4. O sexo seguro é caminho, ainda, para evitar os vírus da hepatite B (para a qual há vacina) e da hepatite C, ambos com potencial para levar ao câncer de fígado.

5. Evite o consumo excessivo de açúcares, de gorduras, de carne vermelha, de porco e das processadas. Invista em uma dieta saudável, rica em verduras, legumes e frutas.

6. Na mesma linha da dieta saudável, vale reforçar a importância de evitar o consumo de alimentos com muito sódio e conservantes, como é o caso dos enlatados, embutidos e fast foods em geral.

7. Cuidado com o sol. Use filtro solar diariamente e evite a exposição entre 10h e 16h. Na praia ou na piscina, lance mão, também, de barreiras físicas, como chapéu, camiseta e guarda-sol.

8. Pratique atividades físicas todos os dias. Recomendação de que o exercício tenha duração mínima de 30 minutos.

9. Mantenha-se atento à saúde. Procure assistência especializada caso note qualquer anormalidade em seu corpo.

10. Faça um check-up anual e realize todos os exames de diagnóstico precoce (screening) indicados pelo seu médico. Esta também é uma atitude fundamental.

A pesquisa foi realizada pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP.

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Desde o começo do ano, os pacientes com sintomas de dengue recebem um cartão de identificação quando procuram postos médicos públicos e privados.

Assim, o governo federal pretende monitorar o estado de saúde e tratamento dos pacientes, ao mesmo tempo em que evita diagnóstico errado se a pessoa procurar mais de uma unidade médica.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou que já foram distribuídos 400 mil cartões em todo o Brasil. Os próximos cartões devem ser distribuídos principalmente em regiões em que foram identificados maior risco de epidemia.

Vale lembrar que foi divulgado dezesseis Estados sob risco muito alto de enfrentar uma epidemia de dengue. A maior parte deles está nas regiões Norte e Nordeste, mas inclui Rio de Janeiro, Espírito Santo e Mato Grosso.

Outras medidas

O governo federal começou a distribuir aos hospitais e unidades de saúde, um novo documento com atualizações sobre medidas de precaução, identificação e tratamento da doença.

Perguntado, o ministro garantiu que não há sinais de desabastecimento de medicamentos para tratamento da dengue e disse que o ministério está atento a focos da doença nas cidades da Zona Serrana do Rio Janeiro, castigadas pelas chuvas.

Padilha ressaltou que, mesmo com as fortes chuvas, os municípios não apresentam até o momento risco de epidemia da doença.

*Com informações da Agência Estado
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Um projeto de lei encaminhado à Assembleia Legislativa pelo governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB), prevê que até 25% dos atendimentos em hospitais e unidades de saúde administrados pelas OSs (Organizações Sociais) possam ser destinados a planos de saúde.

Para entender: As OSs são entidades privadas sem fins lucrativos, que administram recursos orçamentários em sistema de prestação de serviço ao poder público. Hoje, elas atendem pacientes do SUS e servidores públicos estaduais.

A Secretaria Estadual da Saúde diz que o que mudará, na prática, é que as unidades poderão cobrar do plano de saúde os atendimentos. Os pacientes atendidos serão questionados se têm plano. Em caso afirmativo, a “conta” será enviada à operadora. Não haverá um espaço separado para eles, afirmou o órgão.

“Tendo em vista que cerca de 40% da população do Estado possui planos e convênios privados de saúde e que essa parcela se utiliza rotineiramente do atendimento das unidades estaduais especializadas, não é adequado que as unidades não possam realizar a devida cobrança do plano ou do seguro privado que esses pacientes detêm”, diz o texto do projeto publicado ontem no Diário Oficial.

Histórico

No ano passado, a Assembleia aprovou projeto semelhante, mas ele foi vetado pelo então governador, José Serra (PSDB). Na época, o Ministério Público do Estado afirmou que, se a norma entrasse em vigor, ajuizaria ações contra a sua execução.

Na visão dos promotores, uma lei nesse sentido fere os princípios de igualdade e universalidade do SUS, pois criará um tratamento diferenciado para os pagantes.

Prioridade de atendimento

Especialistas em saúde pública defendem que, se aprovado, o projeto vai instituir um “apartheid hospitalar” na saúde pública paulista.

De acordo com Mario Scheffer, pós-doutorando do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP, o temor é que as pessoas com planos ganhem prioridade de atendimento nas unidades do SUS. Para ele, as pessoas devem ser atendidas segundo a necessidade de saúde e não pela capacidade de pagamento.

* Com informações da FSP.
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Quando nos deparamos com a necessidade da realização de cirurgias e determinados procedimentos médicos, buscamos segurança e qualidade no serviço de saúde, certo?

Para os clientes de planos de saúde, a escolha é feita entre as opções contidas na lista da rede credenciada ao convênio médico. No entanto, muitas vezes, a falta de informações e a dúvida sobre qual hospital escolher, faz o paciente optar pelo mais perto, de fácil acesso ou indicado por alguém.

Para ajudar nessa decisão, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizará em seu site, a partir do ano que vem, uma lista de classificação dos hospitais credenciados mais eficientes e seguros.

A nova ferramenta contará com informações, como índices de infecção hospitalar, mortalidade em operações, complicação cirúrgica, entre outros. Desta forma, os clientes de planos de saúde terão dados objetivos para decidir em qual hospital preferem ser operados, por exemplo.

Segundo Leandro Reis Tavares, da ANS, hoje, para cirurgia eletiva agendada, o paciente escolhe o hospital pela indicação do médico ou pela localização. “O sistema dará maior poder de escolha”, ressalta.

Aberto ao público

Os índices já existem, mas hoje são apenas para uso interno dos hospitais. A proposta da ANS é que eles passem a fornecer, voluntariamente, essas informações também para o novo banco de dados. A partir daí, auditores da agência atestariam a veracidade.

A ANS ainda estuda o formato e a data de estreia.

“Os hospitais terão todo o interesse em participar. Essa comparação vai até estimular a melhoria das práticas assistenciais”, afirma o presidente da Anahp (Associação Nacional de Hospitais Privados), Henrique Salvador.

Nova consulta pública: adaptação e migração de contratos

A ANS iniciou ontem, 22, a Consulta Pública nº 35, sobre adaptação e migração de contratos de planos de saúde. A agência receberá contribuições sobre a proposta de Resolução Normativa nos próximos 45 dias, ou seja, até 5 de janeiro de 2011.

A adaptação ou migração são destinadas aos beneficiários de planos antigos, ou seja, planos individuais/familiares e às pessoas jurídicas contratantes de planos coletivos que firmaram contratos antes de 2 de janeiro de 1999 (data da promulgação da Lei nº 9.656/98, que regulamenta o setor).

As sugestões e comentários podem ser encaminhados por meio do formulário eletrônico disponível no site da ANS (Transparência – Consulta Pública) ou pelo correio (sede da Agência Nacional de Saúde Suplementar, na Avenida Augusto Severo, nº 84, 12º andar, Glória, CEP 20021-040, com indicação do assunto “Consulta Pública nº 35 – Regulamentação da Adaptação de Contratos”).

Segundo o Diretor de Normas e Habilitação de Produtos, Maurício Ceschin, a grande vantagem da adaptação é trazer o beneficiário do plano antigo para o guarda-chuva da regulamentação, garantindo que ele tenha coberturas previstas no Rol de Procedimentos.

“A adaptação e a migração de contrato para quem tem plano individual ou familiar possibilita a mudança de operadora sem o cumprimento de novo período de carência. E o reajuste anual será baseado na variação de custo para os planos individuais, cujo percentual é autorizado pela ANS”, explica Ceschin.

Para os planos coletivos, os contratos que sofreram renovação a partir de 1999 já são considerados adaptados à Lei nº 9.656/98, possuindo todas as suas garantias.

No entanto, os contratos coletivos vigentes por prazo indeterminado ou que previam renovação automática de forma periódica e sucessiva, e que permaneçam incompatíveis com os parâmetros da nova lei do setor, não poderão receber novos beneficiários, a não ser cônjuge e filhos de titular.

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Um dos possíveis efeitos colaterais em pacientes que fazem tratamento quimioterápico é a alteração no paladar, o que acaba por prejudicar a alimentação.

A quimioterapia utiliza compostos que impedem a multiplicação das células malignas. As alterações no paladar podem ser leves (hipogeusia, quando a sensibilidade aos sabores fica reduzida) ou agudas (digeusia, quando há ausência da sensibilidade ao gosto).

A duração desses efeitos é incerta. Geralmente, desaparecem após algumas semanas, mas são os grandes responsáveis pela ingestão alimentar insuficiente e, consequentemente, pela perda de peso durante o tratamento.

Os sintomas desagradáveis podem ser minimizados. Por isso, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde, mostra algumas dicas eficazes para aliviar esse incômodo:

- evitar alimentos muito quentes ou muito gelados
- substituir talheres de metal pelos de plásticos, caso o paciente sinta sabor residual metálico
- utilizar como temperos as ervas aromáticas, como o manjericão, orégano, salsinha, hortelã e alecrim
- manter uma boa higiene oral
- enxaguar a boca antes das refeições
- comer bala de hortelã ou menta
- pingar gotas de limão sobre a língua
- consumir alimentos de diferentes texturas
- beber suco de laranja ou água com gotas de limão

*Os pacientes do Instituto do Câncer recebem aulas de culinária gratuitas para que tenham dieta mais saborosa e balanceada em casa, além de conhecerem a maneira correta de preparar os alimentos. O projeto oferece todo o suporte nutricional para os participantes. Uma vez por mês, tanto os pacientes quanto seus acompanhantes aprendem a cozinhar pratos diferenciados.

Cardápio para driblar os efeitos da quimioterapia

Um dos possíveis efeitos colaterais em pacientes que fazem tratamento quimioterápico é a alteração no paladar, o que acaba por prejudicar a alimentação.

A quimioterapia utiliza compostos que impedem a multiplicação das células malignas. As alterações no paladar podem ser leves (hipogeusia, quando a sensibilidade aos sabores fica reduzida) ou agudas (digeusia, quando há ausência da sensibilidade ao gosto).

A duração desses efeitos é incerta. Geralmente, desaparecem após algumas semanas, mas são os grandes responsáveis pela ingestão alimentar insuficiente e, consequentemente, pela perda de peso durante o tratamento.

Os sintomas desagradáveis podem minimizados. Por isso, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde, mostra algumas dicas eficazes para aliviar esse incômodo:

- evitar alimentos muito quentes ou muito gelados;

- substituir talheres de metal pelos de plásticos, caso o paciente sinta sabor residual metálico;

- utilizar como temperos as ervas aromáticas, como o manjericão, orégano, salsinha, hortelã e alecrim;

- manter uma boa higiene oral;

- enxaguar a boca antes das refeições;

- comer bala de hortelã ou menta;

- pingar gotas de limão sobre a língua;

- consumir alimentos de diferentes texturas;

- beber suco de laranja ou água com gotas de limão.

*Os pacientes do Instituto do Câncer recebem aulas de culinária gratuitas para que tenham dieta mais saborosa e balanceada em casa, além de conhecerem a maneira correta de preparar os alimentos.

O projeto oferece todo o suporte nutricional para os participantes. Uma vez por mês, tanto os pacientes quanto seus acompanhantes aprendem a cozinhar pratos diferenciados.

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Amanhã, dia 30 de julho, a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale) promoverá um encontro gratuito, em São Paulo, sobre ‘Tipos de Transplantes de Medula Óssea e Possíveis Complicações’.

Quem tiver interesse deve fazer a inscrição pelo site, até as 12 horas do dia 30 de julho. Poderão participar pacientes, familiares, profissionais de saúde e demais interessados.

A palestra será ministrada pela drª Yana Novis, coordenadora da área de onco-hematologia e transplante de medula óssea do hospital Sírio Libanês e membro do Comitê Científico Médico da Abrale.

O quê: Palestra sobre Tipos de Transplantes de Medula Óssea e Possíveis Complicações
Quando: 30 de julho às 14h30
Onde: Auditório do COREN (Conselho Regional de Enfermagem), localizado na Rua Ribeirão Preto, 82 – 8º andar

Tem interesse, mas não conseguirá comparecer?

Acesse o site http://www.abrale.org.br com 15 minutos de antecedência e acompanhe a palestra pela internet em tempo real.

O objetivo do encontro é a troca de experiências e dúvidas sobre linfoma e leucemia. Participe!

Fique por dentro

Tecnologia a favor da saúde a gente adora, né?

Um software desenvolvido na Universidade Federal do Rio de Janeiro ajuda médicos a decidir qual tratamento adotar contra a leucemia.

Após a quimioterapia, mesmo que o tumor não esteja mais detectável, algumas células doentes ainda persistem e precisam ser tratadas. O programa detecta essas células.

A pesquisa gerou três patentes internacionais e um grupo europeu que estuda o diagnóstico da leucemia já incorporou os resultados. Há versões do software em hospitais de São Paulo, Rio e Florianópolis.

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Levantamento realizado pela Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo aponta que um em cada cinco pacientes transplantados em hospitais paulistas são residentes de outros Estados brasileiros.

O estudo foi baseado nos dados de 7.580 procedimentos feitos em São Paulo no ano passado, incluindo órgãos e córneas. Entre todos os transplantes  realizados, 1.632 (21.5%) beneficiaram pacientes que moram em outros Estados.

A legislação brasileira permite que residentes de um Estado possam ser inscritos na lista de espera de outras regiões.

O Rio de Janeiro aparece no topo da lista, com 619 pessoas, seguido por Minas Gerais (315 pessoas), Bahia (101 pessoas) e Goiás (55 pessoas).

Segundo a secretaria, todos os Estados e o Distrito Federal tiveram pacientes beneficiados por transplantes realizados em hospitais paulistas.

Mais beneficiados em 2010

Ainda de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, o Estado de São Paulo registrou um crescimento de cerca de 30% no número de doadores de órgãos e de transplantes realizados nos primeiros cinco meses do ano.

Entre janeiro e maio deste ano, foram feitos 1.044 transplantes. No mesmo período de 2009, esse número chegava a 793.

A quantidade de doadores cresceu 34,5%, saltando de 284 nos primeiros meses de 2009 para 382 este ano.

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De acordo com a legislação atual, 100% dos pacientes de hospitais públicos terceirizados devem ser do Sistema Único de Saúde – SUS, e quem paga é o governo. Atualmente, a Assembléia Legislativa da capital estuda projeto de lei que, se aprovado permitirá que os hospitais estaduais dirigidos por Organizações Sociais cobrem pacientes particulares e de planos de saúde pelo atendimento.

A votação deve ocorrer hoje, 02. A mudança no projeto de lei oficial apresentado pelo governador José Serra foi modificada pela deputada Maria Lúcia Amary, que justifica em sua redação que o valor extra a ser pago por planos de saúde e pacientes auxiliará no financiamento de parte dos hospitais votada ao Sistema Único de Saúde – SUS.

Assunto polêmico e que divide opiniões, para o médico e ex-secretário nacional de atenção à saúde, Gilson Carvalho, afirma que “o cidadão dependente do SUS perde”. A previsão é que cerca de 25% dos atendimentos poderão ser de pacientes particulares ou de planos de saúde.

“E você, o que pensa sobre o assunto? Acha que o atendimento médico irá melhorar? Comente”

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