As queixas contra os prazos de atendimento subiram 57% em 3 meses, de acordo com análise da Agência Nacional de Saúde.

A norma permitirá que o beneficiário da operadora e qualquer cidadão localize de forma mais fácil e ágil todos os prestadores de saúde do plano como também informações sobre qualquer operadora de saúde do país.

Antes que mais pessoas se perguntem: por que a Agência Nacional de Saúde Suplementar, que regula os reajustes dos contratos de planos individuais e familiares, não faz o mesmo com o valor repassado aos médicos pelas operadoras?

Médicos de dezenove estados e do Distrito Federal terão o atendimento aos usuários suspenso por 24 horas amanhã, dia 21 de setembro.

Médicos paulistas de 53 especialidades decidiram, em Assembleia Estadual realizada no dia 30 de junho, a suspender temporariamente o atendimento a usuários de dez operadoras de planos de saúde que ignoraram as propostas de negociação do reajuste dos valores pagos por consulta.

A Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp) está programando para a próxima terça-feira, 30 de novembro, uma paralisação no atendimento não emergencial a pacientes de planos de saúde, garantindo somente as urgências e emergências.

A ANS iniciou uma consulta pública sobre a proposta de ampliação das regras de portabilidade de carências nos planos de saúde. Nos próximos 30 dias, a população poderá contribuir enviando sugestões para a definição da nova norma.

O Ministério Público Federal em São Paulo entrou com ação judicial para que a ANS regulamente, dentro de um prazo a ser definido, uma regulamentação dos serviços obstétricos realizados por planos de saúde privados no País.

A Abramge, entidade que representa cerca de 260 operadoras de planos de saúde, se posicionou a favor da suspensão do tratamento para doentes terminais.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar vai inscrever na Dívida Ativa da União as operadoras de planos de saúde que acumularam dívidas de R$ 40 milhões com o SUS.

As operadoras de planos de saúde estudam adotar uma nova forma de remuneração de médicos e hospitais: o pagamento por desempenho.

A ANS quer colocar em prática, a partir de agosto, um novo mecanismo de mediação de conflitos entre operadoras de planos de saúde e consumidores que tiverem pedidos de cobertura negados.

Obstetras e ginecologistas lançam uma campanha para mostrar o valor pago pelas operadoras ao médico em um parto – cerca de 200 reais, e em consultas ginecológicas, R$25,00.

Como já falamos aqui, a nova lista de procedimentos obrigatórios para os planos de saúde está próxima de entrar em vigor.

Sufocados com as promoções e planos milagrosos nós, consumidores, não conseguimos em meio a tantos compromissos e responsabilidades parar para pensar e colocar na ponta do lápis quanto custa o não mais luxo mas necessidade da telefonia móvel no país.