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ANS pede: Operadoras, divulguem sua assistência!

Já que ultimamente tudo é divulgado na internet, por que não incluir as redes assistenciais das operadoras de planos de saúde também?

Essa é a Resolução Normativa n°285. Disponível para leitura, confira aqui.

Fazendo parte da “garantia de acesso à informação”, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), determinou que, a partir de junho de 2012, as operadoras de planos de saúde devem divulgar suas redes assistenciais em suas páginas na internet.

Por que?

A norma permitirá não só que o beneficiário da operadora localize, de forma mais fácil e ágil, todos os prestadores de saúde do plano contratado como também que qualquer cidadão pesquise informações sobre a rede credenciada de prestadores de qualquer operadora de saúde do país.

Isso ajudará na hora de escolher prestadores e serviços. Você saberá as operadoras e os planos com oferta de rede assistencial mais adequada às suas necessidades, em locais de sua preferência: perto do trabalho, próximo da sua casa ou quando estiver viajando, no local da viagem.

Algumas das informações que estarão disponíveis:

• As operadoras deverão manter atualizados em tempo real os dados de sua rede assistencial, sem prejuízo da garantia dos direitos contratuais dos beneficiários.
• A consulta a partir do portal corporativo da operadora na Internet deve permitir, de forma combinada e/ou isolada, a pesquisa de todos os dados dos prestadores de serviços de saúde pertencentes à sua rede assistencial.
• A visualização será em mapeamento gráfico ou mapeamento gráfico dinâmico.
• Os usuários poderão enviar avisos, alertas e comentários.
• O sistema terá os recursos típicos dos sistemas de georreferenciamento, como zoom, “traçar rotas”, traçado de círculos concêntricos, entre outros.

Vai ficar bem mais fácil encontrar o que precisamos.

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Antes que mais pessoas se perguntem: por que a Agência Nacional de Saúde Suplementar, que regula os reajustes dos contratos de planos individuais e familiares, não faz o mesmo com o valor repassado aos médicos pelas operadoras?

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) esclarece que não tem amparo legal para regular a remuneração médica.

O reajuste dos planos individuais está expresso na lei 9656/98. Não há previsão legal para a ANS determinar o percentual do reajuste de prestadores de serviço, inclusive de médicos.

Isto esclarecido, não há “ineficiência ou omissão” por parte da ANS e sim respeito à legalidade – informa a agência.

Os canais de atendimento da ANS estão à disposição dos beneficiários para denúncias, reclamações e esclarecimentos:

Disque ANS: 0800 701 9656 ou através dos Núcleos da ANS existentes em todas as regiões do país.

O parecer da ANS nas negociações médicos x operadoras

Antes que mais pessoas se perguntem: por que a Agência Nacional de Saúde Suplementar, que regula os reajustes dos contratos de planos individuais e familiares, não faz o mesmo com o valor repassado aos médicos pelas operadoras?

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) esclarece que não tem amparo legal para regular a remuneração médica.

O reajuste dos planos individuais está expresso na lei 9656/98. Não há previsão legal para a ANS determinar o percentual do reajuste de prestadores de serviço, inclusive de médicos.

Isto esclarecido, não há “ineficiência ou omissão” por parte da ANS e sim respeito à legalidade – informa a agência.

Os canais de atendimento da ANS estão à disposição dos beneficiários para denúncias, reclamações e esclarecimentos:

Disque ANS: 0800 701 9656 ou através dos Núcleos da ANS existentes em todas as regiões do país.

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Médicos de dezenove estados e do Distrito Federal terão o atendimento aos usuários suspenso por 24 horas amanhã, dia 21 de setembro.

O movimento visa chamar a atenção da sociedade para os excessos praticados pelas empresas da área de saúde suplementar.

Entre os problemas relacionados pelas entidades médicas está a falta de negociação com os médicos, já que as empresas se recusam a discutir a revisão dos honorários, bem como propostas de aumento com percentuais irrisórios ou a adoção de medidas que interferem no atendimento aos pacientes como a limitação do número de consultas, por exemplo, informa a FENAM.

Confira a lista de planos a terem o atendimento suspenso em cada estado.

Acre: No estado do Acre, os planos que serão paralisados serão a Assefaz, Casf, Cassi, Capesesp, Correios, Eletronorte, Embrapa, Unimed, Caixa Econômica Federal, Fassincra, Geap, Sesi/DR/ACPlabn -Assiste e Conab.

Amapá: SulAmérica, Amil, grupo Unidas (Plan-Assiste, Geap, Fassincra, Eletronorte, Embrapa, Assefaz, Cassi, Capesaúde, Caixa Econômica, Correios e Embratel).

Espírito Santo: no estado do Espírito Santo, os médicos paralisarão por 24 horas o atendimento a todas as operadoras.

Maranhão: também serão paralisados os atendimentos de todas as operadoras.

Mato Grosso: paralisação do atendimento para as peradoras Cassi, Assefaz, Afemat, Embratel, Fassincra, Petrobrás, Eletronorte, Caixa Econômica Federal e Sam Bernat.

Paraíba: paralisação no atendimento aos planos Geap, Amil, Smile, Hap Vida e Norclínica.

Paraná: paralisação no atendimento de todas as operadoras.

Rio de Janeiro: paralisação no atendimento de todas as as operadoras.

Rio Grande do Sul: Afivesc, Assefaz, Bacen, Bradesco,, Cabergs, Caixa, Canoasprev/Fassem, Capesesp, Casembra, Casf, Cassi, Centro línico Gaúcho, Conab, Doctor Clin, ECT, Eletrosul/Elos, Embratel, Fassincra, Geap, Golden Cross, Infraero, IRB, Petrobras, Petrobras Distribuidora, Plan Assist, Proasa, Pró-Salute, Sameisa, Serpro, Sul-América, Sesef, Unafisco, Usiminas, Wal-Mart.

Tocantins: paralisação no atendimento de todas as aoperadoras.

Pernambuco: paralisação no atendimento aos planos Hapvida (Santa Clara, Santa Helena, OPS), Samaritano, Viva Saúde, Ideal Saúde, Real Saúde, América Saúde e Golden Cross. No dia do movimento também estão agendados um café da manhã com usuários, médicos e diretorias de sociedades de especialidades e coletiva de imprensa no Parque da Jaqueira. Depois uma atividade esportiva com a “Corrida pela CBHPM”: participação de usuários e médicos, com premiação para 1o, 2o e 3o colocados em cada categoria, entre outras atividades.

Bahia: os médicos baianos deixarão de atender usuários dos seguintes planos: Amil, Medial, Hapvida, Norclínicas/Intermédica, Life empresarial, Geap, Cassi, Petrobrás, Golden Cross e Promédica.

Distrito Federal: no Distrito Federal, a paralisação irá atingir Amil, Bradesco, Sul América e Golden Cross.

Goiás: em Goiás, a categoria não atenderá no dia 21 deste mês aos usuários de IMAS, Geap, Golden Cross, Itaú, Ipasgo, Medservice, Sul América

Pará:
a assembleia geral dos médicos está seguindo a orientação nacional de paralisação no atendimento aos usuários de planos de saúde que não negociaram ou não chegaram a um acordo com a Comissão Estadual de Honorários Médicos. No Pará, a categoria deixará de atender a todos os planos, uma vez que não houve acordo com nenhuma operadora do setor. A comissão também chama a atenção para os planos de saúde que têm causado mais problemas para a categoria médica. São eles Hapvida, Grupo Líder, Cassi (Unidas), Institutos Ipamb, Iasep e Geap e Hospitais Militares

Minas Gerais: em Minas Gerais, o movimento do dia 21 de setembro também atingirá todos os planos de saúde.

São Paulo: a paralisação no atendimento envolve os planos Ameplan, Golden Cross, Green Line, Intermédica, Notre Dame, Pró saúde, Blue Life, Dix Amico, Medial, Geap, Volkswagen.

Piauí: os médicos do Piauí deixarão de atender aos usuários dos planos CapeSaúde, Geap, Cassi, CorreioSaúde, SaúdeCaixa e Uniplam. A categoria se concentrará na sede do Sindicato dos Médicos (Simepi), às 7h do dia da mobilização.

Amazonas: em Manaus, o Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam) conseguiu negociar com algumas operadoras de saúde, mas os acordos aconteceram apenas verbalmente e com valores precários. De acordo com a entidade, as empresas não fizeram questão de assinar contrato entre gestores e o sindicato, evitando, assim, estabelecer uma relação formal com o Simeam, que representa legalmente os médicos, não se comprometendo em pactuar reajustes programados, direitos, obrigações e a não interferência na relação médico-paciente. No dia 21 de setembro, mesmo com a proposta nacional de paralisação, a Comissão de Honorários Médicos optou por somente manifestar sua indignação à sociedade e aos médicos, já que o Amazonas esteve entre os dias 01/07 e 08/08 com o atendimento à saúde suplementar suspenso.

Rondônia: o Sindicato dos Médicos informou que a categoria está sendo orientada a não atender aos usuários dos seguintes planos: Unimed/Rondônia, Ameron, IPAM, Bradesco e Sul América.

A lista foi divulgada pela Federação Nacional dos Médicos.

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Médicos paulistas de 53 especialidades decidiram, em Assembleia Estadual realizada no dia 30 de junho, a suspender temporariamente o atendimento a usuários de dez operadoras de planos de saúde que ignoraram as propostas de negociação do reajuste dos valores pagos por consulta.

São elas: Gama Saúde, Porto Seguro, Intermédica, Greenline, Notredame, Abet (funcionários das empresas de telecomunicações) e também os funcionários da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e Embratel.

Os médicos reivindicam recomposição do valor da consulta para R$ 80,00, além da inserção de cláusula de reajuste anual baseado no índice autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para os planos individuais.

A suspensão do atendimento se dará inicialmente por 72 horas de forma alternada, por especialidade, para não prejudicar o atendimento ao usuário.  São 53 especialidades médicas, o que significa que, se necessário for, não haverá atendimento aos dez planos escolhidos seguidamente por tempo indeterminado. Entretanto, os médicos permanecem abertos à negociação.

Uma comissão estadual permanente de organização do movimento fará o calendário completo do rodízio das paralisações, assim como definirá a data de início de tais interrupções. Todos esses detalhes serão divulgados dentro de aproximadamente 30 dias em coletiva à imprensa.

Haverá tempo hábil para que as consultas eletivas sejam remarcadas para outras datas, precaução que visa preservar os pacientes, razão maior da medicina. As urgências e emergências não sofrerão interrupção em qualquer momento.

Assembleia Estadual dos Médicos

A assembleia foi realizada dia 30 de junho, na sede da Associação Paulista dos Cirurgiões Dentistas em  São Paulo. O encontro reuniu cerca de 500 médicos, representantes das entidades médicas paulistas, das comissões regionais de negociação, da OAB, do Sindhosp, além de deputados e vereadores.

As informações foram divulgadas pela Associação Paulista de Medicina (APM) e Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP).

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A Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp) está programando para a próxima terça-feira,  30 de novembro, uma paralisação no atendimento não emergencial a pacientes de planos de saúde, garantindo somente as urgências e emergências.

Trata-se de mais um protesto da campanha iniciada em maio para pressionar os planos e seguros saúde a reajustar os valores pagos por suas consultas.

“Ginecologistas estão fechando consultórios, pois, descontados gastos com aluguel e funcionários, sobram cerca de R$ 5 reais por consulta. Estamos envergonhados de contar isso”, afirma o presidente da Sogesp, César Fernandes,

A associação informa que o valor pago pelos planos por consulta é de cerca de R$ 20 brutos. Em um parto, aproximadamente R$ 200.

- Um parto equivale a uma escova progressiva?

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS iniciou ontem, 21, uma consulta pública sobre a proposta de ampliação das regras de portabilidade de carências nos planos de saúde.

Nos próximos 30 dias, a população poderá contribuir enviando sugestões para a definição da nova norma.

Portabilidade

A possibilidade de mudar de empresa levando os períodos de carência já cumpridos está valendo desde abril de 2009, mas a ANS propõe nova regulamentação que pode facilitar a vida do beneficiário de planos de saúde.

Atualmente, as condições para a portabilidade de carências são:

- Ser beneficiário de plano individual ou familiar contratado após 1/01/1999 ou adaptado à Lei nº 9.656/98;

- Estar em dia com a mensalidade do plano de origem e apresentar cópia do comprovante de pagamento dos três últimos boletos vencidos;

- Estar há pelo menos 2 anos na operadora ou 3 anos, caso tenha cumprido a cobertura parcial temporária ou quando há doenças e lesões pré-existentes. No entanto, a partir da segunda portabilidade, o prazo de permanência é de 2 anos para todos os beneficiários;

- É preciso solicitar a portabilidade no período entre o mês de aniversário do contrato e o mês seguinte.

Propostas de mudanças

Uma das sugestões da ANS é a redução do período mínimo de permanência no plano de origem para um ano, a partir da segunda portabilidade.

A ANS ainda propõe ampliar o prazo para o beneficiário solicitar a transferência sem carência. Ele passaria de dois para quatro meses, contados a partir do aniversário do contrato com o plano.

De acordo com as novas propostas, a portabilidade também valeria para beneficiários de planos coletivos que queiram passar para planos individuais.

Além disso, a agência sugere a criação da portabilidade especial, válida para beneficiários de operadoras que não conseguiram encontrar empresas interessadas em absorver os benecifiários quando tiveram a transferência de carteira compulsória decretada pela ANS.

Quem quiser participar da audiência pública, poderá encaminhar suas propostas e sugestões para ANS até 20/11/2010 no site da agência ou por meio de carta para o endereço R. Augusto Severo, nº 84, 12º andar, Glória, Rio de Janeiro (RJ), com indicação do assunto Consulta Pública n° 341 – Extensão da Portabilidade.

Dados do setor de saúde suplementar

Hoje, o setor conta com 44.012.558 beneficiários em planos de assistência médica. Entre eles 7.569.465 pessoas em planos individuais novos (contratados após a regulação do setor) e 5.190.025 em planos coletivos por adesão novos (contratados após a regulação do setor).

- Planos de saúde – ANS define prazos máximos para atendimento

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O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo entrou com ação judicial para que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) regulamente, dentro de um prazo a ser definido, uma regulamentação dos serviços obstétricos realizados por planos de saúde privados no País.

O objetivo: diminuir ou evitar a realização de cirurgias cesarianas desnecessárias.

Regras

O MPF quer que a regulamentação obrigue as operadoras de planos privados de saúde e hospitais a credenciar e possibilitar a atuação dos enfermeiros obstétricos no acompanhamento de trabalho de parto e do parto em si.

A regulamentação deve ainda:

- Criar indicadores e notas de qualificação para operadoras e hospitais específicos, visando à redução do número de cesarianas;

- Estabelecer que a remuneração dos honorários médicos a serem pagos pelas operadoras seja proporcional e significativamente superior para o parto normal em relação à cesariana, em valor a ser definido pela ANS.

De acordo com o MPF, todos os estudos desenvolvidos sobre o tema levam a conclusão de que a realização de uma cirurgia cesariana implica em maiores riscos de morte materna e fetal, em comparação ao parto normal, além de outras complicações.

A opção pela realização da cirurgia se justifica unicamente se existirem outros riscos para o nascimento por parto normal, que sejam maiores e mais graves que os causados pela cesárea.

Financeiramente interessante

O MPF apurou também que o problema do excesso do número de cesáreas é reconhecido pelo poder público e por todos os demais setores envolvidos.

No entanto, informou que nenhum órgão ou entidade compareceu aos autos, eventos e reuniões, nem sequer apresentou documentos para defender a legitimidade e o benefício em se manter a taxa de cesárea do setor suplementar de saúde em 80% dos nascimentos.

Também foi constatado que as altas taxas de cesáreas existentes no setor privado de saúde se devem ao fato de que a maioria dos médicos que realiza partos é remunerada pelo plano de saúde e não pratica partos normais por causa da demora do procedimento cirúrgico e ao fato de a remuneração para ambos os procedimentos ser a mesma, tornando-se financeiramente interessante optar pela cesárea.

Números

Dados do Ministério da Saúde de 2008 mostram que 43% dos partos realizados no País são cesáreas. Na rede pública de saúde, o percentual cai para 34%, conforme levantamento do Sistema Único de Saúde (SUS), feito no ano passado.

Em contrapartida, as cesarianas representam 80% dos partos feitos em instituições privadas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que as cesáreas não ultrapassem 15% da totalidade de partos.

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A Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo), entidade que representa cerca de 260 operadoras de planos de saúde, se posicionou a favor da suspensão do tratamento para doentes terminais.

A medida é uma forma de diminuir os reajustes nos valores dos planos de saúde, que atualmente estão acima da inflação.

Para a entidade representante dos planos, a discussão precisa ser ampla e pode envolver ideias polêmicas que contribuam com a redução de custos, como a cobrança de franquias, usadas em seguro de carros, e a suspensão de tratamento para doentes terminais ou sem chance de cura, a chamada ortotanásia.

“Nós temos que fazer uma racionalização dos custos da na área de saúde. A ortotanasia é possível, quer dizer, você não aplicar métodos que não melhorem, que não deem qualidade de vida. Enfim, é uma discussão filosófica e econômica associada”, diz o presidente da Abramge, Arlindo de Almeida.

Defesa do consumidor

Os órgãos de defesa do consumidor fizeram simulações e constataram que no futuro pode ficar impossível pagar os planos de saúde, caso os preços continuem subindo como nos últimos dez anos.

Por exemplo: Um consumidor de 30 anos que ganha R$3.000 paga hoje R$ 180,74 por um plano, e compromete 6% da renda. Se a inflação e os reajustes atuais forem mantidos, em 30 anos ele gastaria quase R$ 6.100 com o plano e comprometeria 54% da renda.

Reunião

Procon e Idec participam das discussões que a Agência Nacional de Saúde (ANS) está fazendo para mudar os cálculos de reajuste, mas temem o futuro. “É um consenso que o método de reajuste tem que mudar, mas ainda falta muita transparência na forma como mudanças vêm sendo conduzidas”, afirma o diretor do Procon/SP, Roberto Pfeiffer.

Resposta

Após a divulgação da informação na mídia, a assessoria da Abramge esclareceu que a associação não estuda e não defende a ortotanásia. Apenas considera necessário discutir formas de racionalizar os custos na área da saúde.

Planos de saúde antigos – Reajustes atingem quase o dobro da inflação

Você acha que o reajuste dos planos de saúde supera a inflação?

*Com informações do G1.
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A  ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar vai inscrever na Dívida Ativa da União as operadoras de planos de saúde que acumularam dívidas de R$ 40 milhões com o Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com a legislação brasileira, os planos de saúde são obrigados a ressarcir o SUS quando um segurado recorre ao sistema público, em vez de ser atendido pela rede particular conveniada.

A ANS não divulgou, no entanto, quantas das 1.480 operadoras que atuam no mercado brasileiro serão incluídas na Dívida Ativa.

Segundo a ANS, a dívida total dos planos de saúde com o SUS pode chegar a R$ 370 milhões. Uma das prioridades da agência é agilizar a cobrança dessa dívida.

Atualmente, o tempo médio entre o uso do serviço do SUS e a cobrança da dívida é de quatro anos. Isso porque é necessária uma investigação para saber, por exemplo, se o cliente não estava em um período de carência do plano quando usou o serviço público.

A proposta é reduzir esse tempo para, no máximo, um ano.

Nos últimos seis anos, apenas R$ 115 milhões foram pagos pelos planos de saúde ao SUS.

Prioridades

Como já publicou o Blog da Saúde, outra prioridade da ANS são planos de saúde para os idosos.

De acordo com o novo diretor-presidente da agência, Maurício Ceschin, os idosos que, em geral, recebem menos do que os trabalhadores na ativa, pagam as mensalidades mais caras nos planos de saúde.

Ceschin afirmou que a ANS está estudando uma forma de financiar os idosos, por meio da criação de uma espécie de “fundo de saúde”, que será formado por um percentual da mensalidade paga às operadoras privadas.

Quando envelhecer, o cliente teria dinheiro suficiente para evitar o pagamento de mensalidades mais caras.

Estima-se que o número de idosos no país triplicará nos próximos 40 anos.

Mais informações

A ANS também está estudando a criação de um sistema de informações de saúde em tempo real pela internet, que reunirá dados sobre o histórico de saúde dos clientes de planos de saúde.

Com o sistema, o cliente terá mais liberdade pois poderá acessar dados que hoje ficam sob controle dos médicos.

*Com informações da Agência Brasil.
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As operadoras de planos de saúde estudam adotar uma nova forma de remuneração de médicos e hospitais: o pagamento por desempenho.

A proposta é que bons médicos e hospitais tenham uma remuneração extra, que poderá vir por meio de bônus. No entanto, ainda não estão definidos quais os indicadores para esse pagamento.

A ANS (Agência Nacional de Saúde Complementar) está coordenando um grupo de estudos sobre o assunto, que reúne operadoras e hospitais.

Polêmica

Atualmente, as operadoras pagam os médicos por procedimentos (como consultas) e os hospitais por pacotes (todos os procedimentos envolvidos em uma cirurgia, por exemplo).

Para os médicos, com bônus por desempenho, as operadoras querem apenas reduzir custos, reeditando a consulta bonificada, iniciativa adotada há cinco anos por alguns planos de saúde que premia os profissionais que cumprem metas, como a redução do pedido de exames.

A iniciativa, considerada antiética, foi vetada pelo Conselho Federal de Medicina, mas algumas operadoras continuam a praticá-la.

As empresas de planos de saúde e hospitais privados afirmam que o modelo atual de remuneração está ultrapassado e se baseia apenas em quantidade e não em qualidade.

Fonte: FSP

Você acha que a bonificação extra para médicos e hospitais por desempenho pode prejudicar ou beneficiar os pacientes? De a sua opinião!

* Com informações da FSP.
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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) quer colocar em prática, a partir de agosto, um novo mecanismo de mediação de conflitos entre operadoras de planos de saúde e consumidores que tiverem pedidos de cobertura negados.

Com o uso da Notificação de Investigação Preliminar (NIP), a agência pretende apurar denúncias dos pacientes com mais rapidez, permitindo que as administradoras revertam suas decisões e autorizem procedimentos médicos.

 A idéia é evitar punições e criar uma alternativa às ações judiciais que garantem atendimentos por meio de liminares.

Pelo novo modelo, as operadoras denunciadas à ANS por negar pedidos de cobertura de exames, tratamentos e cirurgias que deveriam atender serão notificadas e terão até cinco dias para decidir se revertem a decisão ou mantêm a negativa.

Os processos administrativos, então, passam a ser abertos apenas se não houver acordo e a agência confirmar a irregularidade.

Testes

No projeto-piloto realizado pela agência desde outubro 2008, 56% das reclamações de pacientes foram resolvidas e as denúncias, arquivadas.

O novo modelo passa por consulta pública até o fim do mês no site da ANS para receber sugestões e contribuições da sociedade.

Atualmente, as multas aplicadas pela ANS são consideradas uma forma de evitar que casos semelhantes se repitam, mas não beneficiam o cliente lesado.

O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) crê que a NIP pode contribuir para reduzir o número de ações judiciais por negativas de cobertura, mas estima que apenas casos mais simples sejam revertidos.

O que você acha sobre a Notificação de Investigação Preliminar (NIP)? Comente!

* Com informações do ESP.

Leia as últimas resoluções e propostas da ANS:

- ANS – Proposta de novo modelo para plano de saúde de idosos

- Você acha que o reajuste dos planos de saúde superam a inflação?

- Planos de saúde terão reajuste de até 6,73%

 

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Que a pergunta acima é estranha ninguém discorda, mas ao ler o artigo será possível entender do que se trata.

Obstetras e ginecologistas lançam uma campanha para mostrar o valor pago pelas operadoras ao médico em um parto – cerca de 200 reais, e em consultas ginecológicas, R$25,00.

Insatisfeitos com o valor que recebem dos planos de saúde em partos e consultas, um dos argumentos defendidos por eles é de que um cinegrafista contratado para filmar o nascimento ganha mais do que quem tem a responsabilidade de zelar por duas vidas, a da mãe e a do bebê.

Em outra comparação curiosa, divulgada pela Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo, responsável pela campanha, lembra que R$200,00 é o valor pago por uma boa escova progressiva no Estado.

O valor médio pago por uma paciente particular para o médico, sem ser vinculada a um plano de saúde, chega a R$2.000 pelo parto e R$100 pela consulta. Alguns planos executivos pagam os médicos um valor considerado ‘justo’ por eles, mas são poucos.

Se não houver um reajuste, eles irão ficar paralisados em 18 de outubro, dia em que a profissão é homenageada. O Conselho Regional de Medicina e do Sindicato dos Médicos de São Paulo apoia a reação.

Cesariana e parto normal

O valor pago é o mesmo independente do procedimento. Por isso, há especulações de que esse fator faz com que o número de cesáreas aumente: com data marcada, dura pouco, enquanto o parto normal pode levar horas.

A Organização Mundial da Saúde recomenda que apenas 15% dos partos sejam através da cesariana. Na realidade, o número chega a 80% e isso pode trazer implicações para o bebê.

Divulgação SOGESP

O que acha sobre a campanha? Comente.

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Como já falamos aqui, a nova lista de procedimentos obrigatórios para os planos de saúde está próxima de entrar em vigor.

São 70 novos procedimentos que se juntam aos mais de 3.000 itens do rol já existente. Entre as novidades, o transplante de medula óssea terá cobertura dos planos de saúde; haverá aumento do limite de consultas por ano em especialidades como psicólogos, nutricionistas e fonoaudiólogo.

Também será possível entrar em acordo com o médico e com sua operadora para poder fazer internação domiciliar, ao invés de hospitalar.
Planos conjuntos terão a cobertura para acidentes de trabalho, o que antes não era obrigatório.

Apesar de prever impacto de até 1,1% nos custos, a ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar afirma que só irá avaliá-los um ano depois, o que gera especulações acerca do aumento de mensalidade.

Os planos de saúde são obrigados a cobrir os 70 novos procedimentos, sem qualquer pagamento ou retribuição financeira dos planos individuais por esses novos produtos e serviços até 2011.

Veja as principais novidades:

Divulgação ANS - Clique para ampliar

Divulgação ANS - Clique para ampliar

ANS – RN 211 Vale a partir de 7 de Junho

Como já falamos aqui, a nova lista de procedimentos obrigatórios para os planos de saúde está próxima de entrar em vigor.

São 70 novos procedimentos que se juntam aos mais de 3.000 itens do rol já existente. Entre as novidades, o transplante de medula óssea terá cobertura dos planos de saúde; haverá aumento do limite de consultas por ano em especialidades como psicólogos, nutricionistas e fonoaudiólogo.

Também será possível entrar em acordo com o médico e com sua operadora para poder fazer internação domiciliar, ao invés de hospitalar.

Planos conjuntos terão a cobertura para acidentes de trabalho, o que antes não era obrigatório.

Apesar de prever impacto de até 1,1% nos custos, a ANS afirma que só irá avaliá-los um ano depois.

Os planos de saúde são obrigados a cobrir os 70 novos procedimentos, sem qualquer pagamento ou retribuição financeira dos planos individuais por esses novos produtos e serviços até 2011.

Veja as principais novidades:

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Sufocados com as promoções e planos milagrosos nós, consumidores, não conseguimos em meio a tantos compromissos e responsabilidades parar para pensar e colocar na ponta do lápis quanto custa o não mais luxo mas necessidade da telefonia móvel no país.

Um simples olá ao telefone no Brasil custa R$ 0,45 o minuto! Estamos atrás apenas da África do Sul.

Os dados foram levantados por uma pesquisa feita pela consultoria européia chamada Bernstein Ressearch.

Não entende o motivo das tarifas serem tão elevadas? Pois é, isso a pesquisa não revelou.

No Brasil temos esse custo alarmante simplesmente porque o governo não abre mão dos impostos. Além disso, há o combate entre as operadoras, que como todos já devem saber cobram um valor extra caso seu melhor amigo, mãe ou namorado(a) seja cliente do concorrente.

Comparativo

O minuto entre a mesma operadora pode ter custo free em caso de promoção ou custará R$ 0,45. Cerca de 42% corresponde aos tributos (ICMS, PIS, e COFINS, Fistel, Fust e Funttel) de que o governo não abre mão.

Agora se você for ligar para a operadora concorrente o minuto passa a custar mais de R$ 1,00 + os impostos + 40% de taxa de interconexão, que corresponde ao valor que uma operadora paga a outra quando seu cliente chama um número da concorrente.

Mundo Afora

Inacreditável não? Especialistas afirmam que os valores praticados por aqui são cerca de 150% maiores aos da Europa e EUA. Nesse último o minuto de chamada custa em reais R$ 0,10 – Na China R$ 0,06 e na Índia – pasmem! – R$ 0,02.

“Até quando pagar a conta? Será que no Brasil ainda não perceberam
que a telefonia móvel, há muito tempo, já passou de luxo para necessidade? Comente.”

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