Blog da Saúde
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Discrição, eficácia e proteção contínua contra a Aids

Para ajudar no combate à AIDS, a International Partnership for Microbicides (IPM) está lançando na África um estudo para testar um anel vaginal que libera antirretrovirais, medicamentos que impedem a multiplicação do vírus HIV no organismo em várias etapas de sua reprodução. 

O anel vaginal é um método anticoncepcional que consiste em inserir um anel flexível no fundo da vagina, que normalmente libera hormônios.

Para o teste, 280 mulheres saudáveis, sexualmente ativas e soronegativas vão utilizar um anel contendo 25 mg de dapivirine e um placebo – que devem ser substituídos mensalmente durante três meses. O dapivirine já é utilizado para evitar a transmissão da AIDS de mãe para filho.

As participantes do estudo receberão ainda preservativos e aconselhamentos para evitar a doença.

Primeiramente, a pesquisa medirá a capacidade de aceitação do uso do dispositivo. Se os testes de segurança e aceitabilidade forem conclusivos, os anéis passarão por uma fase de testes destinada a medir sua eficácia, podendo ser comercializados em 2015.

O IPM lançou seu estudo em centros de pesquisas do sul e do leste da África, regiões em que a AIDS castiga mais fortemente.

Mais iniciativas contra a doença no Continente Africano

Com a Copa do Mundo, a Organização das Nações Unidas (ONU) quer reforçar a campanha mundial de combate à infecção de bebês com o vírus HIV.

Embaixadores do Programa das Nações Unidas sobre HIV-Aids (Unaids) querem que os capitães das seleções de futebol que vão disputar o Mundial assinem um documento de apoio à prevenção da mortalidade materna e de bebês em decorrência da AIDS.

A iniciativa da ONU tem o apoio do ex-capitão da seleção da Alemanha, Michael Ballack, e do jogador do Togo Emmanuel Adebayor – ambos embaixadores do Unaids.

Jogadores das equipes de Camarões, do Paraguai, do Uruguai e da África do Sul já assinaram o documento.

Números da AIDS

- A AIDS é a principal causa de morte entre mulheres em idade reprodutiva (entre 15 e 44 anos).

- A cada 90 minutos quase 80 recém-nascidos são infectados com o vírus no mundo.

- Em 2008, 430 mil bebês foram infectados, sendo 90% na África Subsaariana.

*Informações das Nações Unidas no Brasil e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

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A Copa do Mundo é tema da campanha de vacinação contra paralisia infantil  (poliomielite) deste ano, que começa neste sábado, 12 de junho.

Com o slogan “Vacinou, é gol”, a campanha terá seu garoto-propaganda, o Zé Gotinha, vestido com a camisa da seleção brasileira.

Todas as crianças menores de cinco anos deverão se vacinadas em um dos 115 mil postos espalhados por todo o país. A vacina é oral, e mesmo quem já tomou antes deve participar.

Serão disponibilizadas cerca 24 milhões de doses para esta primeira fase, e mais 24 milhões para a segunda, que será realizada no dia 14 de agosto.

A meta é imunizar, na primeira etapa, 95% das crianças menores de cinco anos, ou 14,6 milhões.

A poliomielite é uma doença infecto-contagiosa grave!

Na maioria dos casos, a criança não morre quando é infectada, mas tem consequências  sérias: lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia, principalmente nos membros inferiores.

A doença é causada e transmitida por um vírus (o poliovírus) e a contaminação se dá principalmente por via oral.

Histórico

21 anos sem a paralisia infantil - O Brasil está livre do vírus causador da pólio desde 1989, quando o último caso da doença foi registrado, na Paraíba.

Em 1994, o país recebeu da Organização Mundial de Saúde (OMS) o certificado de eliminação da poliomielite.

No entanto, enquanto houver  registro de casos em qualquer lugar do mundo,  é necessário continuar com a vacinação para evitar o risco de  importação do vírus.

Países como Paquistão, Índia, Afeganistão e Nigéria ainda têm casos da doença.

* Com informações do Ministério da Saúde.

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Carros, businas, música alta, pessoas falando, celulares, eletrodomésticos, construções…

Em grandes capitais, como São Paulo, conseguir um pouquinho de silêncio, principalmente durante o dia, parece impossível, mas de grande importância.

Não  se trata apenas de incômodo, mas de qualidade de vida e saúde.

A constante exposição a altos ruídos podem gerar danos que vão além da perda auditiva e do zumbido.

Estudos científicos associam a exposição a sons altos com a insônia, aumento de pressão arterial, estresse, alteração no funcionamento do estômago, dores de cabeça crônica e até alterações hormonais.

Qualquer ruído que ultrapasse os 65 decibéis, dependendo do tempo de exposição da pessoa ao som, já pode ser considerado nocivo para a saúde, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Ainda de acordo com a OMS, decibéis muito acima do tolerável ocupam atualmente o terceiro lugar no ranking de problemas ambientais que mais afetam as pessoas no mundo, atrás apenas da poluição do ar e a da água.

Em São Paulo, encontrar lugares para fugir do barulho não é tarefa fácil.

Pesquisa da Folha de São Paulo lista alguns pontos da cidade onde é possível encontrar silêncio, como Parque Trianon, área de esculturas do Parque da Luz e o roseiral da Casa das Rosas, em plena avenida Paulista.

Se por um lado esses são locais onde é possível relaxar, fuja dos campeões em barulho!

Dados da Prefeitura de São Paulo informam que bairros como Sé, Pinheiros, Vila Mariana, Mooca e Lapa enfrentam constantemente problemas de poluição sonora causados por bares, restaurantes e estabelecimentos comerciais.

Esses bairros foram os campeões de reclamação feitas em 2009 para o Programa de Silêncio Urbano (Psiu), que combate a poluição sonora gerada por estabelecimentos, indústrias, templos religiosos e obras, com base em duas leis: a da 1 hora e a do ruído.

Prepare-se! Com a Copa do Mundo surgem as cornetas, gritos, fogos de artifício…vem mais barulho por aí!

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Estudo realizado pelo Institute for Health Metrics and Evaluation e divulgado recentemente pela revista médica britânica ‘The Lancet’ aponta que a taxa de mortalidade infantil no Brasil caiu 61,7%.

Em 1990 eram 52,04 mortes por mil nascimentos, hoje são 19,88 mortes por mil. Com isso, o país está perto de atingir a meta estipulada para o milênio, que é chegar em 2015 com uma taxa de 15 mortes a cada mil nascidos.

Apesar dos números positivos, o Brasil ainda está longe dos índices registrados em países como Islândia, Suécia e Chipre, com três mortes por mil nascimentos

O Brasil também fica atrás de países da América do Sul, como o Chile (6,48 mortes por mil), Colômbia (15,31) e Argentina (12,88).

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Para antecipar o Dia Mundial sem Tabaco, comemorado em 31 de maio (segunda-feira), os cientistas americanos trazem boas notícias: aproximam-se da primeira vacina para ajudar a parar de fumar e evitar que as pessoas voltem ao vício.

Diferente dos chicletes de nicotina, adesivos ou qualquer outro método visto até hoje, a vacina bloqueia a sensação de prazer que a nicotina gera no fumante quando provoca a liberação da dopamina, um estimulante.

Por isso, além de parar de fumar, a pessoa estará ‘imune’ à sensação de prazer causada pelo cigarro por um determinado tempo, assim como as vacinas que protegem das doenças.

Os métodos convencionais são feitos para o fumante “parar aos poucos” e mesmo assim, estudos comprovam que mesmo entre aqueles que largam o vício, as chances de retomada são muito grandes – chegam a 90%.

A Organização Mundial da Saúde lembra que o tabagismo é a segunda causa de morte em todo o mundo, só perde para hipertensão.

A NicVax, nome dado à nova vacina, terá sua fase de testes e eficácia comprovada em 2012. Se tudo ocorrer como os cientistas esperam, neste mesmo ano citado estará no mercado.

O Dia Mundial sem Tabaco vem aí para alertar os males causados pelo cigarro. Pare de fumar ou ajude a quem precisa!

* Este post conta com informações do O Globo
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Como garantir que o procedimento cirúrgico seja cada vez mais seguro em todo o mundo?

Ao definir padrões de seguranças, muitas falhas podem ser evitadas, e para isso foi criada uma lista de verificações focada no objetivo do 2° Desafio Mundial para a Segurança do Paciente.

Na lista padronizada, o médico responsável pode fazer uma avaliação do paciente antes e depois do procedimento cirúrgico, além de checar se toda a equipe médica está presente, assim como os instrumentos necessários para a cirurgia.

A iniciativa deve ser aplicada em todos os países membros da Organização Mundial da Saúde. O projeto é fruto de uma parceria entre a Anvisa, a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas)/OMS, o Ministério da Saúde e o Colégio Brasileiro de Cirurgiões.

Saiba como funciona:
- Lista de verificações
- Manual
- Guia

Com a checklist, falhas por distração tendem a desaparecer!

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Reduzir em dois terços a taxa mortalidade infantil é uma das metas do milênio da Organização Mundial da Saúde, assim como melhorar a saúde das gestantes. O prazo é até 2015.

Para isso, junto à UNICEF, a OMS produziu um relatório para saber quais são as doenças que mais matam crianças de até 5 anos de idade, em uma pesquisa que inclui 193 países.

Pneumonia, diarreia e malária, são as que mais ameaçam a saúde dos pequenos, nessa ordem. Sem contar que metade das mortes ocorrem em cinco países: Índia, Nigéria, República Democrática do Congo, Paquistão e China.

Os óbitos, em sua maioria (41%), acontecem quando os bebês ainda são considerados recém-nascidos – com até 27 dias. E a principal causa é alguma complicação do parto prematuro. Em seguida vem asfixia no parto, infecção generalizada e pneumonia.

Muitas dessas vidas poderiam ter sido salvas apenas com o uso de antibióticos, reidratação ou vacinação.

China

A cada hora, um bebê nasce com sífilis na China. A infecção bacteriana sexualmente transmissível tornou-se mais comum em Xangai, maior cidade do país, segundo artigo publicado no New England Journal of Medicine.

Os bebês infectados podem nascer com baixo peso e infecções. A sífilis também pode causar surdez, problemas neurológicos e deformidade nos recém-nascidos.

Brasil

As complicações do parto antes de hora ainda são responsáveis pela maior parte dos óbitos. As mortes por diarreia já diminuíram muito no país.

O desenvolvimento socioeconômico é responsável por boa parte da diminuição das taxas! Que medidas poderiam ser tomadas? Comente.

objetivosdomilenio.org.br

Para saber mais, clique aqui.

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Mortes continuam acontecendo devido à nova gripe. Mesmo assim, a OMS – Organização Mundial da Saúde garante que a pandemia está sob controle.

O boletim, divulgado pela agência nessa terça-feira, 6, afirma que o vírus, que vitimou mais de 17 mil pessoas desde o ano passado segue em níveis baixos.

A população precisa ficar atenta aos prazos para vacinação. E como lembrar nunca é demais, segue abaixo a tabela de vacinação para que você não perca seu prazo e imunize-se contra a nova gripe.

Divulgação - O Estado de São Paulo. Clique para ampliar

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A gripe A (H1N1) começou a se espalhar pelo mundo no primeiro semestre do ano passado. Ainda não é possível dizer com precisão quantas pessoas morreram, mas segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a nova gripe matou 16 mil pessoas.

Para evitar que a gripe suína mate mais pessoas, vacinas para prevenir a doença foram distribuídas para o mundo todo. O Brasil recebeu mais de 83 milhões de doses da vacina, que serão aplicadas a partir de 8 de março nos grupos considerados de risco.

Para quem não faz parte desse grupo e pegar a doença daqui para frente terá que tomar o Tamiflu, remédio utilizado no tratamento da gripe A. Quando a pandemia teve o seu primeiro caso no México, o remédio custava R$ 150 a caixa aqui no Brasil.

Agora o Ministério da Saúde vai incluir o remédio no programa Farmácia Popular a partir do dia 15 de abril. Com isso farmácias serão subsidiadas pelo governo e poderão abaixar o preço do medicamento. Além disso, mais de 21 milhões de caixas do remédio serão distribuídas gratuitamente em postos, hospitais e nas unidades da Farmácia Popular.

Segundo a OMS, é muito cedo para afirmar que todas as partes do mundo sentiram a força total da transmissão da pandemia. Um relatório sobre essa questão será divulgado hoje em Genebra.

“O Blog da Saúde apóia a decisão do Ministério da Saúde e espera que cada vez mais
medicamentos importantes estejam ao alcance da população.”

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É, o título é polêmico e circula mundo afora. Muito se especulou sobre o lucro dos laboratórios farmacêuticos diante do alarme exacerbado de Pandemia da Nova Gripe. Ontem, 25, a OMS se defendeu novamente, em menos de uma semana sobre as acusações de “exagero”.

Os dois lados da moeda

De um lado a OMS admite que trabalha de fato com membros da indústria farmacêutica e que esses, por sua vez são obrigados a assinar uma declaração onde constam fonte de renda de maneira detalhada.

Do outro lado, os números divulgados por uma agência de notícias européia dá conta de que a indústria farmacêutica faturou cerca de US$ 7 bilhões com a Pandemia da Nova Gripe.

No Brasil

Por aqui o número de casos diminuiu e o lote de vacinas encomendadas não sofreu nenhuma alteração. Teremos ao todo mais de 80 milhões de doses, que serão distribuídas obedecendo a um critério estabelecido pelas autoridades.

A vacina será gratuita e distribuída primeiramente a funcionários da área da saúde envolvidos diretamente com pacientes infectados, gestantes, crianças entre seis meses e dois anos de idade, comunidades indígenas e pessoas com doenças crônicas preexistentes.

A bandeira do Blog da Saúde defende em primeiro lugar a assistência e benefício à saúde da população. Questões políticas e de interesse financeiro existem em todos os setores, mas acreditamos que existam questões mais urgentes a serem tratadas.


Qual a sua opinião sobre o assunto? Comente.

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Se a exatos dois meses os governos de degladeavam em conseguir um acordo para a compra da vacina, nos dias de hoje o produto esta parado em muitos países da Europa, e os mesmos goverantes ameaçam devolver os lotes do medicamento às multinacionais.

Ainda que o clima esteja mais ameno quanto à pandemia, a OMS – Organização Mundial da Saúde  não declarou o fim da contaminação pelo vírus da Nova Gripe e ainda alertou para infecções que podem vir a acontecer no final do inverno do hemisfério norte, entre os meses de março e abril do próximo.

*Com informações do Estado de São Paulo.

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Um estudo recente, publicado no British Medical Journal  demonstrou que o Tamiflu, remédio indicado para combater a Nova Gripe não seria suficiente para prevenir as complicações derivadas da doença sazonal.

A pesquisa causou polêmica entre os pesquisadores, que sugeriram menos investimento por parte dos governos no medicamento, uma vez que sua eficácia não contém eficácia científica suficiente.

Profissionais de infectologia lembram que a resistência do vírus aos medicamentos é maior diante do uso contínuo durante anos. Quanto à sua utilização nos casos da Nova Gripe, a Organização Mundial da Saúde recomenda o uso de Tamiflu, que segundo Juvêncio Furtado, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia “quando ministrado nas primeiras 48 horas de contágio, os riscos de complicação por causa da doença são mínimos.”

*Com informações da FSP.

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Mais da metade dos pacientes internados em UTIs no mundo todo têm infecções, seja adquirida antes da internação como no próprio hospital. O número é preocupante já que pacientes infectados têm mais que o dobro de risco de mortalidade.

Uma das hipóteses para explicar o fato é a falta de investimento em saúde para montar estrutura adequada que possa atender aos pacientes. Mas, alternativas apontam que a solução do problema está mais ligada ao tratamento adequado e treinamento pessoal.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que as instituições implantem na rotina diária de serviços de saúde um “check list”. Os itens são simples, entre eles estão: perguntar o nome do paciente, lavar as mãos, verificar se nenhum objeto foi esquecido dentro do paciente durante a cirurgia e adequação da dose e tempo do uso de antibiótico.

As medidas preventivas parecem banais, mas são comumente esquecidas e resultam em sérias complicações, além de prolongar o prazo de internação.

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Se já não bastasse o estresse e a ansiedade que passamos quando temos um parente ou amigo prestes a passar por um procedimento cirúrgico ainda há a preocupação com as temidas infecções hospitalares.

Um procedimento simples e que pode salvar muitas vidas é a checagem cirúrgica. Funciona como se fosse um check-list para o antes e o depois da cirurgia. As regras para a checagem foram estabelecidas pela OMS – Organização Mundial da Saúde e adotadas pela JCI – Joint Comission International – a fim de que sejam cumpridas à risca pelas instituições de saúde.

Números
Mundialmente são realizados mais 200 milhões de procedimentos cirúrgicos, sendo que o percentual de complicações varia de 3 a 16% e o de mortalidade de 0,4 a 0,8%. Esse número aumenta em países que estão em desenvolvimento. Segundo a OMS esses números poderiam ser reduzidos consideravelmente se houvesse a checagem cirúrgica.

 

*Com informações da FSP.

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Até agora já foram administradas cerca de 65 milhões de doses da vacina contra a Nova Gripe em mais de 16 países. Após a vacinação, 40 pessoas morreram, mas segundo informações da OMS – Organização Mundial da Saúde as investigações feitas até agora não foram causadas pela vacina. Os efeitos colaterais mais comuns à vacina são inchaço, vermelhidão ou dor no lugar onde foi aplicada a injeção. Pode haver ainda ocorrência de dor de cabeça, mas na maioria dos casos os sintomas desaparecem em 48 horas.

*Com informações da Folha On Line.

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Na última segunda-feira, 12, a Organização Mundial da Saúde – OMS – divulgou que doses da vacina contra a Nova Gripe serão distribuídas nos próximos quatro meses a países em desenvolvimento, no intuito de imunizar cerca de 2% da população de cerca de cem países. Terão prioridade os trabalhadores da área de saúde. Além dos profissionais da saúde serão imunizados, numa segunda etapa outros grupos de risco como doentes crônicos e gestantes. O envio das doses terá início em novembro.

*Com informações da Folha On Line.

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A violência em suas diversas formas não é preconceituosa, ela atinge desde crianças até idosos de todas as idades e pode interferir, direta ou indiretamente, na sua saúde. Muitas pessoas se privam de ter hábitos saudáveis, como andar a pé, com medo do ambiente promíscuo em que vivemos. Para que atitudes como esta deixem de ocorrer e prejudicar a qualidade de nossas vidas, algumas ações para redução da violência e agressividade já são tomadas.

Uma dessas iniciativas vem do Sindicato dos Psicanalistas do Estado de São Paulo, SINPESP, que no mês de outubro realizará um encontro para difundir o poder da ajuda psicanalítica no combate à violência e posturas comportamentais relacionadas a ela. “A psicanálise é capaz de promover uma mudança nesse quadro, pois provoca uma transformação no íntimo do ser humano”, explica a psicanalista presidente do Sinpesp, Araceli Albino.

Estudos apontam que, na realidade brasileira, a cada 13 minutos ocorre um assassinato no país, em decorrência do trânsito e armas de fogo. Para redirecionar esse caminho é necessária a mobilização da sociedade individualmente e da pressão aos órgãos públicos.

A cidade de Diadema é um exemplo na implementação de políticas de prevenção. O município de São Paulo conseguiu diminuir em 78% o número de homicídios na região, entre 1999 e 2008. Para obter resultados tão positivos a rede pública promoveu programas estratégicos envolvendo a polícia e segmentos sociais, focados na redução do consumo e uso indevido do álcool, grande “responsável” pela criminalidade, através da lei do Fechamento de Bares.

O secretário de Defesa Social do município, José Francisco Alves, irá apresentar essas ações já reconhecidas pela ONU, frente a representantes de 150 países no “Quarto Marco da Campanha para Prevenção da Violência”, organizado pela OMS, em Genebra, Suíça, hoje, 17. O evento reunirá também especialistas a fim de disseminar, em plano internacional, iniciativas eficazes no combate à violência e seu impacto na saúde.

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Ao mesmo tempo em que a chefe de pesquisa de vacinas da OMS, Marie-Paule Kieny, anunciou que o custo de cada dose da vacina para combater a Nova Gripe terá variação de acordo com a renda dos países, o governo chinês aprovou a venda de vacina de apenas uma dose.

A vacina de dose única poderá trazer maior acessibilidade ao produto, já que a OMS prevê que a produção de vacinas não será suficiente para atender toda população mundial. Cada dose será vendida pelas indústrias aos governos pelo preço de UU$ 10 a US$ 20 aos países mais ricos, cerca da metade aos países de renda média e aproximadamente a US$ 2,50 aos de baixa renda.

A Autoridade de Alimentação e Medicamentos chinesa, organização equivalente à Anvisa no Brasil, anunciou a aprovação do produto de dose única desenvolvido pelo laboratório Sinovac. O presidente do laboratório, Yin Weidong, garantiu que a vacina é saudável e segura.

O laboratório suíço, Novartis, também afirmou que desenvolve uma vacina eficaz com apenas uma dose. A francesa Sanofi-Pasteur, a britânica GlaxoSmithKline e a americana Baxter também trabalham na elaboração de vacinas antes da chegada do inverno no hemisfério Norte. Porém, ainda não foram aprovadas.

Apesar de efeitos negativos da vacina não terem sido detectados, Marie-Paule Kieny, realça a importância de continuar tomando medidas preventivas contra a doença.

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