Mães marcham nas principais cidades do Brasil em defesa do parto em casa. Mas afinal, esse procedimento é seguro ou apresenta riscos maiores do que os partos hospitalares?

A Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp) está programando para a próxima terça-feira, 30 de novembro, uma paralisação no atendimento não emergencial a pacientes de planos de saúde, garantindo somente as urgências e emergências.

O Ministério Público Federal em São Paulo entrou com ação judicial para que a ANS regulamente, dentro de um prazo a ser definido, uma regulamentação dos serviços obstétricos realizados por planos de saúde privados no País.

Obstetras e ginecologistas lançam uma campanha para mostrar o valor pago pelas operadoras ao médico em um parto – cerca de 200 reais, e em consultas ginecológicas, R$25,00.