Blog da Saúde
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Onde estamos na lista de obesidade

Os estudos publicados na revista médica The Lancet dão um panorama geral da obesidade no mundo.

Os dados foram coletados com base no IMC (Índice de Massa Corporal), que é calculado ao se dividir o peso (em kg) pelo quadrado da altura (em metros).

Se o resultado for menor que 20, a pessoa está abaixo do peso ideal. Entre 20 e 25, o peso é o ideal. Acima de 25, o indivíduo sofre com sobrepeso. O IMC a partir de 30 indica obesidade e maior que 35, obesidade mórbida.

Você pode fazer o cálculo com o seu próprio peso e descobrir em que grupo se encaixa; os dados a seguir são referentes a todo o Brasil.

De 28 países, as brasileiras estão em 15º na lista, enquanto os brasileiros ficaram em 19º do mesmo ranking, com IMC de 26 entre as mulheres e de 25,8 entre os homens – o que indica sobrepeso em ambos os casos.

Veja abaixo a lista dos países com maior média de IMC. A população da ilha de Nauru, no Pacífico Sul, é a mais afetada pela obesidade, seguida pelos Estados Unidos, enquanto os homens da República Democrática do Congo são os mais magros e o maior número de mulheres abaixo do peso ideal está em Bangladesh:

HOMENS:

- Nauru : 33,9
- Estados Unidos : 28,5
- Arábia Saudita : 27,9
- Austrália : 27,6
- Canadá : 27,5
- Espanha : 27,5
- Argentina : 27,5
- Reino Unido : 27,4
- México : 27,4
- Alemanha : 27,2
- África do Sul: 26,9
- Bélgica : 26,8
- Polônia : 26,7
- Egito : 26,7
- Itália : 26,5
- Suíça: 26,2
- Rússia: 26
- França: 25,9
- Brasil : 25,8
- Cuba: 25,1
- Argélia: 24,6
- Japão: 23,5
- Tailândia: 23
- Nigéria: 23
- China: 22,9
- Índia: 21
- Bangladesh: 20,4
- RD Congo: 19,9

MULHERES:

- Nauru: 35
- Egito: 30,1
- Arábia Saudita: 29,6
- África do Sul: 29,5
- México: 28,7
- Estados Unidos: 28,3
- Argentina : 27,5
- Rússia: 27,2
- Austrália: 26,9
- Reino Unido: 26,9
- Canadá: 26,7
- Cuba: 26,6
- Espanha: 26,3
- Argélia: 26,4
- Brasil : 26
- Polônia: 25,9
- Alemanha: 25,7
- Bélgica: 25,1
- França: 24,8
- Itália: 24,8
- Tailândia: 24,4
- Suíça: 24,1
- Nigéria : 23,7
- China: 22,9
- Japão: 21,9
- RD Congo: 21,7
- Índia: 21,3
- Bangladesh: 20,5

Mundo

Em 2008, mais de 500 milhões de pessoas no mundo todo eram clinicamente obesas, ou seja, tinham um IMC superior a 30. A incidência era maior entre o sexo feminino, com 297 milhões de casos de mulheres obesas, contra 205 milhões de homens obesos.

Este número representa mais de 10% da população mundial, o dobro do registrado em 1980.

O estudo recorda que o sobrepeso, que é produto da má alimentação e da falta de atividade física, aumenta o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão arterial e algumas formas de câncer. O problema seria a origem de 3 milhões de mortes por ano.

Hipertensão

O estudo mostra que, em contraste com o aumento da obesidade, a proporção da população mundial que tem problemas de hipertensão diminuiu entre 1980 e 2008.

Os países ricos foram os que alcançaram os maiores avanços no controle da pressão alta. No entanto, houve a constatação que há países emergentes e pobres que enfrentam problemas que não tinham sido detectados antes.

*Via R7, France Presse

Os estudos publicados na revista médica The Lancet dão um panorama geral da obesidade no mundo.

Os dados foram coletados com base no IMC (Índice de Massa Corporal), que é calculado ao se dividir o peso (em kg) pelo quadrado da altura (em metros).

Se o resultado for menor que 20, a pessoa está abaixo do peso ideal. Entre 20 e 25, o peso é o ideal. Acima de 25, o indivíduo sofre com sobrepeso. O IMC a partir de 30 indica obesidade e maior que 35, obesidade mórbida.

Você pode fazer o cálculo com o seu próprio peso e descobrir em que grupo se encaixa; os dados a seguir são referentes a todo o Brasil.

De 28 países, as brasileiras estão em 15º na lista, enquanto os brasileiros ficaram em 19º do mesmo ranking, com IMC de 26 entre as mulheres e de 25,8 entre os homens – o que indica sobrepeso em ambos os casos.

Veja a lista dos países com maior média de IMC. A população da ilha de Nauru, no Pacífico Sul, é a mais afetada pela obesidade, seguida pelos Estados Unidos, enquanto os homens da República Democrática do Congo são os mais magros e o maior número de mulheres abaixo do peso ideal se encontram em Bangladesh:

HOMENS:

- Nauru : 33,9

- Estados Unidos : 28,5

- Arábia Saudita : 27,9

- Austrália : 27,6

- Canadá : 27,5

- Espanha : 27,5

- Argentina : 27,5

- Reino Unido : 27,4

- México : 27,4

- Alemanha : 27,2

- África do Sul: 26,9

- Bélgica : 26,8

- Polônia : 26,7

- Egito : 26,7

- Itália : 26,5

- Suíça: 26,2

- Rússia: 26

- França: 25,9

- Brasil : 25,8

- Cuba: 25,1

- Argélia: 24,6

- Japão: 23,5

- Tailândia: 23

- Nigéria: 23

- China: 22,9

- Índia: 21

- Bangladesh: 20,4

- RD Congo: 19,9

MULHERES:

- Nauru: 35

- Egito: 30,1

- Arábia Saudita: 29,6

- África do Sul: 29,5

- México: 28,7

- Estados Unidos: 28,3

- Argentina : 27,5

- Rússia: 27,2

- Austrália: 26,9

- Reino Unido: 26,9

- Canadá: 26,7

- Cuba: 26,6

- Espanha: 26,3

- Argélia: 26,4

- Brasil : 26

- Polônia: 25,9

- Alemanha: 25,7

- Bélgica: 25,1

- França: 24,8

- Itália: 24,8

- Tailândia: 24,4

- Suíça: 24,1

- Nigéria : 23,7

- China: 22,9

- Japão: 21,9

- RD Congo: 21,7

- Índia: 21,3

- Bangladesh: 20,5

Mundo

Em 2008, mais de 500 milhões de pessoas no mundo todo eram clinicamente obesas, ou seja, tinham um IMC superior a 30. A incidência era maior entre o sexo feminino, com 297 milhões de casos de mulheres obesas, contra 205 milhões de homens obesos.

Este número representa mais de 10% da população mundial, o dobro do registrado em 1980.

O estudo recorda que o sobrepeso, que é produto da má alimentação e da falta de atividade física, aumenta o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão arterial e algumas formas de câncer. O problema seria a origem de 3 milhões de mortes por ano.

Outra conclusão destacada pelos estudos é que, em contraste com o aumento da obesidade, a proporção da população mundial que tem problemas de hipertensão (hipertensão) diminuiu entre 1980 e 2008.

Os países ricos foram os que alcançaram os maiores avanços no controle da pressão alta. No entanto, a boa notícia esteve acompanhada pela constatação que há países emergentes e pobres que enfrentam problemas que não tinham sido detectados antes.

É o caso das nações do Báltico e dos países do leste e do oeste do continente africano, que registram os níveis de pressão sanguínea mais altos do mundo, igualando os existentes em algumas partes da Europa há três décadas.

O professor Majid Ezzati, da Escola de Saúde Pública do Imperial College de Londres, explicou que esses resultados “demonstram que o sobrepeso, a obesidade, a hipertensão e o colesterol alto já não são problemas ocidentais e problemas exclusivos das nações ricas”.

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A preocupação exagerada com obesidade infantil tem estimulado algumas mulheres a obrigarem seus filhos pequenos a restrições alimentares prejudiciais, de nutrientes e calorias, por exemplo. Uma dieta inadequada, no entanto, pode levar a deficiência de ferro, desequilíbrio hormonal e baixo crescimento.

O fenômeno ainda é raro, mas está crescendo, de acordo com especialistas.

Pais de dieta = bebês de dieta

Segundo o pediatra, Mauro Fisberg, especialista em nutrição infantil, há dois perfis de pais que submetem os bebês a dietas por conta própria:

- O primeiro é aquele que é obeso e sofre de culpa. Assim, teme que o filho seja gordo também;

- O segundo é o ortoréxico, ou seja, que tem mania de alimentação saudável, e veta carne e doces em favor de produtos light ou naturais.

Problemas: As restrições podem levar a deficiência de ferro, por falta de carne, desequilíbrio hormonal, por falta de gorduras, e a baixo crescimento, hipoglicemia e alterações no metabolismo, por falta de carboidratos.

Obesidade precisa de atenção

A obesidade infantil está crescendo mundialmente, inclusive no Brasil. Dados do IBGE mostram que um terço das crianças brasileiras de até cinco anos está acima do peso. Essa proporção triplicou desde a década de 70.

Além de danos psicológicos envolvidos, a obesidade pode desencadear doenças como diabetes, doenças cardiovascular, lesões ortopédicas e musculares e problemas de pele. É de fato um problema e precisa de tratamento. Porém, isso não significa que o bebê deva ser colocado de dieta, como se fosse um adulto!

É preciso atender as necessidades da criança e fornecer uma alimentação saudável, fundamental para seu desenvolvimento. Por isso, antes de qualquer decisão, os pais devem procurar ajuda e orientação de um profissional!

Quando é diagnosticado excesso de peso ou obesidade, é necessário iniciar um programa alimentar, sempre com o acompanhamento de um especialista. Primeiro, é preciso cuidado ao diagnosticar a obesidade infantil. Depois, a preocupação deve ser como abordar o assunto com a própria criança e sua família.

Vale lembrar que a criança é um ser em formação, tanto em relação ao seu crescimento e desenvolvimento, quanto ao seu lado emocional.

Fatores de risco

Alguns fatores podem influenciar o ganho de peso e o desenvolvimento de um quadro de obesidade infantil. Eles estão relacionados com a alimentação e o estilo de vida da criança.

A interrupção precoce do aleitamento materno é um deles, aliado à introdução de alimentos inadequados, como leite com açúcar ou achocolatado e sucos artificiais. Outro fator é a convivência com os hábitos de pais gordinhos, que acabam influenciando também na alimentação dos pequenos.

Segundo especialistas, o excesso de peso entre os 8 e 18 meses também pode ajudar. Esse é um período-chave na formação dos hábitos alimentares. Crescimento muito acima do normal até os 2 anos, mesmo quando não acompanhado de obesidade, pode ser um fator de risco.

Dicas para prevenir a obesidade

- Estenda o período de aleitamento materno ao máximo. Isso reduz o risco de obesidade por vários anos consecutivos. O sabor do leite materno se modifica de acordo com a alimentação da mãe e, por isso, a criança aprende a aceitar diferentes gostos, inclusive de frutas, legumes e verduras;

- Não force a criança a comer mais do que gostaria. Comer é um ato instintivo. A criança sabe seu limite e não vai sentir fome;

- Não ofereça doces como prêmio por um bom comportamento ou como um presente para compensar sua ausência;

- Incentive o hábito de comer frutas, legumes e verduras e a prática de exercícios. A criança pode rolar, engatinhar e, depois, andar, correr e pular;

- Dê o bom exemplo. Não adianta beber um copo de refrigerante e proibir a bebida para a criança;

- Acostume a criança a comer nas horas certas – seis refeições por dia – e mantenha a rotina;

- Ensine a noção de porções. Em vez de entregar um pacote inteiro de biscoitos à criança, ofereça três unidades. Ela precisa perceber os limites.

* Com informações da FSP e Revista Crescer.
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De acordo com dados da Associação Brasileira das Indústrias de Bebidas Não Alcoólicas (ABIR), em 2008, o consumo de refrigerantes apresentou crescimento superior a 4%, atingindo 14,1 milhões de litros consumidos, contra pouco mais de 13,6 milhões de litros em 2007.

Já em 2009, o consumo nacional passou para 14,3 milhões de litros, o que coloca o Brasil em 12º lugar no ranking mundial de consumo da bebida!

O refrigerante é classificado como uma bebida gaseificada não-alcoólica e não fermentada, que apresenta em sua composição: água mineral misturada com açúcar ou edulcorante, extratos ou aroma sintetizado de frutas ou outros vegetais, corantes e gás carbônico.

Mas será que essa combinação de ingredientes faz bem à saúde?

Muito se discute sobre os refrigerantes, mas nem tudo o que se fala está comprovado cientificamente. As consequências da ingestão do refrigerante no organismo varia de acordo com a genética, a predisposição e também a periodicidade e quantidade ingerida por cada pessoa.

No caso dos refrigerantes convencionais, existe uma grande quantidade de açúcar em cada porção. Como já falamos no Blog da Saúde, o açúcar, se consumido em excesso, pode ajudar no desenvolvimento do diabetes e o acúmulo de gordura, sobrepeso e obesidade e até o aparecimento de cáries dentárias.

Diabete tipo 2

Uma pesquisa da Universidade de Harvard (EUA), publicada na revista científica Diabetes Care, aponta que o consumo excessivo de refrigerantes e outras bebidas adoçadas com açúcar, aliado ao ganho de peso, pode contribuir para o desenvolvimento de diabetes tipo 2.

Os pesquisadores avaliaram dados de diversos estudos sobre o assunto realizados até maio deste ano, incluindo 310 mil participantes e 15 mil casos de diabetes, e concluíram: as pessoas que ingeriam mais bebidas açucaradas – uma ou duas porções por dia (cerca de 340g) – tinham 26% mais chances de desenvolver o diabetes do que aqueles que consumiam essas bebidas em menor quantidade – menos de uma porção por mês.

Além disso, o consumo excessivo de bebidas açucaradas foi associado a 20% maior risco de síndrome metabólica (conjunto de fatores de risco para doença cardíaca).

Estética

Os refrigerantes também são condenados por provocar o aparecimento da celulite. No entanto, não há estudos que relacionem seu consumo a esta condição. A única comprovação é a de que o acúmulo de gordura agrava o quadro: se o consumo de refrigerante convencional for exagerado, poderá ocasionar um ganho de peso que, consequentemente, contribui de forma indireta para o aparecimento da celulite.

Composição

No Brasil, os refrigerantes mais consumidos são a base de cola e guaraná, que por sua vez apresentam cafeína em sua composição. Em diferentes graus, a cafeína tem ação diurética, vasodilatadora e excitante do sistema nervoso central. Em doses muito elevadas podem desencadear pequenos tremores involuntários, aumento da pressão arterial, da frequência cardíaca e certa dependência.

E tem o sódio…

A grande quantidade de sódio presente nos refrigerantes, tanto nas versões convencionais quanto nas versões sem açúcar (light, diet e zero), ajudam na retenção hídrica e a longo prazo podem desencadear o desenvolvimento da hipertensão arterial. Outros malefícios da ingestão em excesso deste mineral são dores de cabeça, distúrbios fisiológicos, delírio e parada respiratória.

O gás também?

Os especialistas observam também que o gás acrescentado nos refrigerantes produz certa distensão gástrica, tanto como efeito imediato, como nos casos de consumo contínuo. Quando o consumo é constante, a distensão provocada pode aumentar a ingestão de alimentos, a fim de se alcançar a sensação de saciedade.

Não esqueça do leite, sucos naturais, iogurtes…

A grande preocupação dos especialistas, no entanto, é que os refrigerantes substituam na alimentação do dia a dia as bebidas saudáveis, fontes de vitaminas, minerais e fibras, como leite, sucos naturais e iogurtes.

Na busca pelo corpo perfeito, muitos optam por essa troca quando querem perder peso, já que os refrigerantes sem açúcar não contêm calorias. Porém, se esquecem que, além de calorias, eles também não fornecem os nutrientes necessários para uma alimentação saudável.

Vale ressaltar que a ingestão de sucos e refrigerantes não exclue a necessidade do cosumo de água mineral diariamente! Especialistas ressaltam ainda que, a ingestão dessas bebidas, assim como outros alimentos açucarados, deve ser limitada para reduzir a obesidade e as doenças associadas ao excesso de peso.

A melhor maneira de manter a qualidade de vida e não sofrer com os possíveis prejuízos no consumo de refrigerante é ingerí-los com moderação e não esquecer de manter uma alimentação adequada e hábitos de vida saudáveis.

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O círculo azul é o símbolo do Dia Mundial do Diabetes

Comemorado no dia 14 de novembro, o Dia Mundial do Diabetes tem o objetivo conscientizar a população, além de alertar para a criação de estratégias de combate e controle mais eficiente da doença.

Hoje, o diabetes mellitus (nome completo da doença) acomete cerca de 285 milhões de pessoas em todo mundo. Até 2025, esse número deve chegar a 380 milhões. Para se ter ideia, de acordo com o Ministério da Saúde, só no Brasil aproximadamente 11 milhões de habitantes são diabéticos e as projeções indicam crescimento de mais de 67% nos próximos 20 anos.

Mas o que é o diabetes, você sabe?

O diabetes é uma doença crônica caracterizada pela hiperglicemia, ou seja, a elevação da glicose no sangue. O problema ocorre quando o organismo não produz insulina (hormônio gerado no pâncreas que transporta a glicose para as células), suficiente ou resiste à sua ação, resultando em taxas de glicose excessivamente altas.

A doença está relacionada com hereditariedade, obesidade, sedentarismo e alimentação inadequada.

Por isso, quem sofre de diabetes deve manter rígido controle sobre suas taxas de glicose no sangue. Além disso, é importante evitar o sedentarismo e a alimentação também precisa de atenção especial. Caso isso não ocorra, o portador da doença pode sofrer com graves consequências.

Entre suas principais complicações, estão: coma ceto-acidótico ou hiperosmolar, hipoglicemia, lesões nos nervos (neuropatia periférica ou autônoma), lesão renal (nefropatia), lesões na retina (retinopatia), necrose de extremidades e infecções.

Tipos de diabetes

- Tipo 1, o mais raro, ocorre em apenas 5% a 10% dos diabéticos: As células que produzem a insulina no pâncreas são destruídas pelo organismo, comprometendo sua produção. O tipo 1 acomete, principalmente, crianças e adolescentes;

- Tipo 2, o mais comum, atinge de 90% a 95% dos casos: O organismo produz a quantidade necessária de insulina, no entanto, desenvolve certa resistência ao hormônio, impedindo o controle das taxas de glicose. A prevalência do tipo 2 é em maiores de 40 anos;

- Há ainda o diabetes gestacional, que atinge de 1% a 14% das grávidas: Trata-se da alteração das taxas de açúcar no sangue detectada pela primeira vez durante a gravidez. Pode persistir ou desaparecer após o parto. Os casos registrados são, em geral, em pacientes obesas ou que ganharam peso excessivo na gestação, mulheres que fazem tratamento para pressão alta, são sedentárias e têm alimentação inadequada.

Sintomas

Entre os sintomas mais comuns que atingem os diferentes tipos da doença, podemos citar a vontade de urinar diversas vezes, fome frequente, sede constante, fraqueza e fadiga.

Os diabéticos do tipo 1 ainda podem apresentar perda de peso, nervosismo, mudanças de humor, náusea e vômito. Já no tipo 2, há possibilidade de infecções frequentes, visão embaçada, dificuldade na cicatrização de feridas e formigamento nos pés.

O alto nível de colesterol é outro problema enfrentado pelos diabéticos, que devem evitar a ingestão de gorduras saturadas.

Como tratar

Como já dissemos, o mais importante é manter um rigoroso controle nas taxas de glicose no sangue desde o momento em que a doença é diagnosticada. Além disso, é essencial ter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos regularmente e manter o peso saudável.

Vale ressaltar a importância de evitar a ingestão de doces e não ficar mais de 3 horas em jejum. Uma dieta equilibrada é imprescindível para que não ocorram problemas como hipoglicemia (falta de glicose no sangue) ou carência de outros nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo.

Pode ser necessário ainda o uso de medicamentos e, em alguns casos, a combinação com a aplicação de insulina.

Você sabe se tem ou não diabetes?

Aproveite e informa-se. Algumas palestras, eventos e mutirões de exames gratuitos estão programados para os próximos dias:

São Paulo/SP

- O SESC Pompeia realizará, de 11 a 13 de novembro, uma ação social preventiva em parceria com a Associação de Diabetes Juvenil (ADJ) para diagnósticos precoces e redução de riscos aos portadores. O evento acontece das 10h às 16h, no Conjunto Esportivo e Área de Convivência da unidade. Na programação, orientações sobre diabetes, campanha com testes de glicemia, avaliação do estado nutricional e atividades físico-esportivas;

- O Hospital Sírio-Libanês promove até domingo, 14 de novembro, uma série de ações destinadas a difundir informações sobre a doença. A programação inclui palestras, medição de glicose, distribuição de informativos de prevenção. A ação é voltada para diferentes públicos, entre os próprios profissionais e pacientes, além das pessoas que circulam pelas proximidades da Rua Adma Jafet, no bairro Bela Vista. No domingo, 14, os profissionais do Sírio Libanês farão a medição da taxa de glicose no sangue durante o Circuito Athenas de Corrida, que acontecerá no Transamérica Expo Center, a partir das 7h.

- Mutirão do Diabético, dia 27 de novembro, às 8h, na rua Botucatu, 820 – Vila Clementino. Para participar é necessário levar documento de identidade (RG), CPF, comprovante de endereço e o “Cartão Nacional da Saúde”, que pode ser obtido em todos os Postos de Saúde da cidade. O paciente não deve ir em jejum. Além disso, é recomendado ir com acompanhante.

Rio de Janeiro/RJ

O Rio será palco de eventos, incluindo a iluminação do Cristo Redentor e dos bondinhos do Pão de Açúcar na cor azul para participar das comemorações do Dia Mundial do Diabetes e conscientizar a população.

- Aterro: No domingo, 14, acontece a IV Caminhada pelo Diabetes do Rio de Janeiro, o V Congresso de Diabéticos do Rio de Janeiro e a IV Campanha de Detecção do Diabetes. Serão oferecidos testes gratuitos de glicose, pressão arterial, acuidade visual, e avaliação de pés diabéticos.

- Maracanã: No domingo, 14, a partir das 8h, vários profissionais de saúde estarão no entorno do Maracanã para orientar a população em geral (diabéticos ou não). O ponto de encontro será na estátua do Bellini, e a partir de 8h30 haverá caminhada e corrida. As inscrições podem ser feitas com antecedência pelo telefone (21) 2579-3138.

- Na terça-feira (16), a Sociedade Brasileira de Diabetes vai promover uma oficina para pacientes e familiares no auditório 1 do Hospital dos Servidores do Estado, que fica na Rua Sacadura Cabral. Haverá palestras com médicos, nutricionistas e enfermeiras. A entrada é gratuita e não é necessário se inscrever.

Itabuna/Ba

No dia 13 de novembro acontece o 6º Mutirão do Diabético de Itabuna, no Hospital de Olhos Beira Rio e na Praça Rio Cachoeira, das 8 às 14hs. Alguns dos principais pontos e monumentos da cidade serão iluminados de azul.

O Dia Mundial do Diabetes foi criado pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1991. Celebrado todo ano, no dia 14 de novembro, a campanha conta com a participação de mais de 160 países. O tema para o período de 2009-2013 é “Diabetes: Educar para Prevenir”.


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Já é difícil de achar pretendente entre os 100% disponíveis. Se você for obeso, suas chances podem cair pela metade.

Pelo menos é o que afirmaram 54% dos homens entrevistados e 46% das mulheres. A pesquisa foi realizada pelo Hospital do Coração (Hcor) nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro com 600 pessoas entre 18 e 60 anos.

As classes sociais também diferem na opinião. Do total, 66% da classe A não assumiriam a união, contra 44% da B e 51% da C.

Não é só nas relações pessoais que as pessoas acreditam que os quilos a mais interferem: 81% dos entrevistados acreditam que a obesidade é levada em conta na ascensão profissional.

Entre os que acham que prejudica, predomina a classe C (83%), seguida das classes B (80%) e A (60%).

Fatores que interferem

O excesso de peso influencia na saúde como um todo, na mobilidade e locomoção, que devem ser levadas em conta na escolha do transporte público ou roteiro de viagens, por exemplo.

Como melhor forma de conhecer e buscar tratamento para obesidade, 40% dos entrevistados afirmaram buscar um nutricionista. Médicos somaram 31% e veículos de comunicação, 24%.

Para perder peso, a opinião mais citada foi a pratica de exercícios físicos, com 58%, contra 41% de tratamentos à base de dietas, medicação e cirurgias.

Os alimentos vilões para ganhar quilos a mais, segundo os entrevistados, são frituras (33%), massas, pães e bolos (27%) e açúcar (23%).

O levantamento foi desenvolvido em parceria com o Instituto de Metabolismo e Nutrição (IMeN) sobre o perfil do obeso no Brasil. Foram analisados quesitos como classe social, estado civil, nível de instrução, sexo e faixa etária dos participantes.

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Você sabe qual é a quantidade de açúcar presente nos alimentos?

No dia-a-dia ingerimos comidas e bebidas sem saber ao certo a quantidade de açúcar que cada um deles contém.

O açúcar não está presente apenas no docinho da sobremesa, mas em muitos dos alimentos que comemos diariamente!

É importante ficar atento aos alimentos que escondem o ingrediente em sua fórmula!

Para se ter ideia, uma unidade pequena de pão de queijo tem 11 colheres de chá de açúcar, uma porção de lasanha, 19, um pãozinho francês, 8, e um copo de suco de laranja, 7!

O problema do açúcar, em especial o refinado, é que ele é 100% caloria, sem valor nutricional. Quando consumido regularmente e em grande quantidade pode levar à obesidade, hipertensão, problemas cardiovasculares, ao diabetes e até alguns tipos de câncer.

O nosso organismo precisa de açúcar como fonte de energia. No entanto, prefira as fontes naturais, como leite, frutas, cereais.

O importante é evitar exageros! A Organização Mundial da Saúde sugere, no máximo, 10% das calorias diárias de açúcar, ou seja, em uma dieta padrão de 2 mil calorias, o consumo deve ser de até 200 calorias, o que equivale a 50 gramas de açúcar.

Para evitar excessos, o aconselhável é cautela no uso do açucareiro e moderação com os alimentos que já carregam o ingrediente. Veja tabela comparativa abaixo com a quantidade de açúcar em doces, refrigerantes, pães, massas e sucos.

Diferentes tipos de açúcar:
Mascavo
De cor caramelo ou marrom, ele é obtido das primeiras extrações da cana e por isso costuma oferecer pitadas de minerais como o fósforo e o cálcio.
Demerara
Ele é extraído do melado e tem coloração marrom. É usado como açúcar de mesa, mas empedra com facilidade. Também conta com minerais na composição.
Cristal
Graças à sua granulação, é usado para a preparação de doces e até para adoçar cafés. No quesito minerais, perde feio para as versões escuras.
Refinado
O mais comum e mais branquinho dos açúcares. Ele passa por processos físicos e químicos que alteram sua textura e coloração.
Confeiteiro
Por ser finíssimo, é perfeito para bolos e outros doces. Como pode conter amido em sua composição, não serve para cafés e sucos.
Xarope de glicose
Costuma ser obtido do amido de milho e é muito utilizado para conferir mais cor aos alimentos.
Açúcar invertido
Trata-se da modificação da estrutura molecular da sacarose. O resultado é um açúcar mais solúvel, que faz sucesso na indústria no preparo de balas e doces.

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Com o assunto obesidade sempre em pauta, cientistas por todo mundo tentam responder a pergunta: o que nos faz sentir satisfeitos?

Como podemos nos sentir saciados com alimentos saudáveis? Em outras palavras, comer menos e sentir menos fome tornou-se a grande questão entre os especialistas.

Britânicos gastaram £ 45 milhões ano passado em produtos concebidos para encher o estômago e reduzir o apetite. A questão é que alimentos usados diariamente podem preencher o espaço muito bem, como mostrado em pesquisa da Universidade de San Diego, na Escola de Exercício e Ciências da Nutrição.

O estudo comparou a sensação de saciedade gerada comendo ameixas e biscoitos – e as ameixas, surpreendentemente, foram vitoriosas.

Duas horas após comerem, aqueles que consumiram as ameixas sentiam menos fome e tinham menos grelina no sangue – hormônio produzido pelo estômago quando está vazio, que causa a sensação de fome.

Quando os alimentos passam do estômago para os intestinos há a liberação do hormônio PYY, que também age no cérebro, ativando o centro da saciedade, diminuindo a fome.

O segredo da alimentação no controle da obesidade está em utilizar esses conhecimentos. Curiosamente, tomar inibidor de apetite pode não funcionar tão bem como acertar na escolha dos alimentos.

DESDE PEQUENOS

A ironia está no fato de que não deveríamos nos preocupar com saciedade, porque quando bebês, éramos super sensíveis aos sinais biológicos de saciedade.

A sensibilidade começa a diminuir a partir dos três anos, idade em que começa a pressão dos pais para os filhos comerem tudo e a comida é, muitas vezes, oferecida como recompensa entre as refeições.

Essa “programação” feita pelos pais justifica que bebês ainda na fase da mamadeira, ordenados pela mãe a não deixar nenhuma gota, podem ultrapassar os sinais de saciedade e ganhar peso rapidamente, segundo a Fundação Americana Child Growth.

Quanto mais gordo alguém se torna, menor será o nível do hormônio PYY (aquele que ativa o centro da saciedade e diminui a fome) – o que dificulta ainda mais perceber os sinais biológicos de satisfação.

Isso significa que mais açúcar e mais comida gordurosa será necessária para produzir a mesma sensação de prazer ao comer. Quanto pior for a escolha dos alimentos, maior será a produção de grelina, o hormônio da fome.

Alimentos de baixa caloria podem garantir a saciedade. Por isso, veja truques para seu corpo pensar que você está satisfeito.

PRIMEIRO, COMA UMA MAÇÃ

Frutas e vegetais contêm muita água e fibra, que produzem o sinal de saciedade no intestino e, consequentemente, no cérebro.

O ideal é ingerir uma maçã antes da refeição. Você irá ficar satisfeito antes e não compensará mais tarde comendo outra coisa.

No entanto, não pode achar que sempre terá a opção de ter uma maçã por perto – e nenhum restaurante irá oferecê-la – mas a segunda melhor opção é uma salada, por razões semelhantes.

AUMENTO DE PROTEÍNA

Dos grupos de alimentos, proteína é o que mais causa sensação de saciedade (comparado a carboidratos e gorduras), já que aciona a produção do hormônio PYY no cérebro.

ESCOLHA ALIMENTOS GLUTINOSOS

A textura dos alimentos e, em particular, o quão glutinoso ou viscoso é, pode fazer toda a diferença. Sopas são consideradas de alta saciedade.

Apresente os alimentos em um prato de comida e a pessoa deve estar com fome três horas depois. Coloque os mesmos ingredientes em uma sopa e o período aumenta, apesar da diminuição no volume de comida.

Pesquisadores da Universidade de Sidney, ao trabalhar no ‘índice de saciedade’ descobriram que por causa da viscosidade, o mingau preenche duas vezes mais do que o cereal.

Para comparação, petiscos antes do jantar, como frituras são uma má escolha. Por exemplo, se forem batatas fritas, além de muito calóricas, você precisaria consumir quatro vezes mais do que faria se a batata fosse assada ou amassada para se sentir igualmente cheio.

BEBIDAS NÃO SATISFAZEM

Sinais de saciedade com líquidos são bem mais fracos, então mesmo que a bebida seja muito calórica, a sensação de insaciedade permanece.

Isto porque não é necessário mastigá-los e também requerem menos tempo e energia para serem digeridos – independente das calorias que contêm, não irão mandar o mesmo sinal de satisfação ao cérebro que alimentos fazem.

COMA SOZINHO

As pessoas comem até 70% mais quando estão distraídas – se o fazem assistindo TV, por exemplo. Também comem mais quando estão entre a família e amigos.

Mastigue bem para dar tempo dos hormônios da saciedade serem produzidos. Aproxime-se dos bons hábitos!

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a dose máxima que um médico pode prescrever do remédio sibutramina: 15 miligramas diárias. O medicamento é utilizado como inibidor de apetite.

Desde março, a agência resolveu incluir o medicamento no rol das substâncias psicotrópicas anorexígenas.

Com a alteração, a tarja da sibutramina mudou de vermelha para preta e o remédio passou a ser vendido apenas com a apresentação do receituário azul, com numeração determinada e controlada pela vigilância sanitária. A receita branca não oferece o mesmo controle.

Além disso, o tempo máximo de tratamento, que antes era de 30 dias, foi ampliado para 60.

Entenda as restrições na venda de remédios para emagrecer.

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Adolescentes com peso ideal que acreditam estar obesas correm risco maior de entrar em depressão do que obesas que têm consciência de sua condição.

A conclusão é de sociólogos da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, que verificaram dados de 6.557 garotos e 6.126 garotas.

Os cientistas constataram ainda que, enquanto a comunidade médica, evidentemente, sabe o que significa obesidade, o público em geral, na realidade, pode não saber: 20% das meninas e 40% dos meninos com sobrepeso “não sabem” que têm ou não o peso ideal.

Você está satisfeita com seu corpo?

No Brasil, 64% das universitárias brasileiras estão insatisfeitas com o corpo e quase metade das alunas com peso adequado querem ser mais magras.

A avaliação da satisfação corporal foi feita por meio da escala de silhuetas de Stunkard, uma ferramenta consagrada em pesquisas da área que traz nove figuras retratando formas corporais diferentes.

Reprodução da escala de silhuetas de Stunkard

47,8% das entrevistadas escolheram figuras menores do que a figura que, em sua opinião, melhor representava seu corpo atual!

A pesquisa avaliou 2.402 alunas, de diversos cursos da área da saúde, em de 37 instituições das cinco regiões do país. O estudo foi realizado por especialistas da USP (Instituto de Psiquiatria e Faculdade de Saúde Pública) e da UNIFESP (Departamento de Ciências da Saúde, campus Baixada Santista).

Confusão

A obesidade, principalmente quando falamos de jovens e adolescentes, merece atenção! Padrões estipulados pela sociedade, mídia, amigos e ambiente de convivência podem confundir as pessoas quanto ao peso ideal.

A adolescência, fase de transição e indecisão devido à grande quantidade de informações recebidas, é um período fundamental para o desenvolvimento do ser humano, tanto físico como emocional.

O corpo passa por várias mudanças físicas e psicológicas . É uma fase de auto-afirmação.  Por isso, a questão do peso pode ser complicada, tanto por pré-conceito , aceitação e para saúde.

Problemas como depressão, bulimia, anorexia e até obesidade em graus elevados podem gerar consequências sérias para o resto da vida.

Procure orientação médica caso você ou alguém ao seu redor está enfrentando problemas com a balança. Informação e acompanhamento profissional são importantes para evitar problemas e consequências mais sérias.

Emagrecer a qualquer custo? Atenção aos vilões da balança

* Com informações do G1.
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Quem se dispõe a fazer a redução de estômago, provavelmente não obteve sucesso em procedimentos não cirúrgicos e vê a cirurgia como última opção. Até então.

Isto porque uma nova técnica para tratar a obesidade sem cirurgia tem sido bastante eficaz e menos invasiva. Foi testada em obesos mórbidos, classificação àqueles que têm índice de massa corporal acima de 35, com diabetes e outras doenças características do peso elevado.

O curioso é que a nova técnica havia sido indicada para pacientes que precisavam perder peso antes da realização da cirurgia, e alguns deles dispensaram o procedimento após os resultados.
Os 78 pacientes perderam, em média, 30% do peso, sendo que uma redução de 10% já é considerada significativa.

Boas notícias

O diabetes de 90% deles ficou sob controle, além da diminuição no uso de remédios pelos pacientes, sendo que 20% parou de usar os remédios antidiabéticos. Colesterol e triglicérides também se normalizaram.

Como é feita a nova técnica

É um procedimento endoscópico que evita absorção de parte dos alimentos. O médico insere via oral um revestimento de 62 centímetros no início do intestino delgado da pessoa.

O paciente toma anestesia geral e o procedimento dura de 15 a 20 minutos, sem maiores riscos de complicações. A prótese é de um material maleável e deve ficar no organismo por volta de um ano, tempo em que o paciente deve reeducar a alimentação, mudar os hábitos e praticar exercícios.

Quando estará disponível

A técnica vem sendo testada com sucesso há mais de um ano no Hospital das Clínicas de São Paulo. Profissionais do Hospital acreditam que em dois anos o procedimento estará disponível a todos. Basta avaliar os resultados a longo prazo.

Novas técnicas são sempre bem-vindas! Sinal de que a medicina não para de se desenvolver.

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Colesterol alto é uma das principais causas de doença no coração, e não causa males apenas cardíacos. A gordura pode ficar acumulada em qualquer ponto do sistema circulatório.

Em alguns casos, medicamentos para regular o colesterol são indicados, e devem estar aliados à boa alimentação e prática de exercícios. Assim, os efeitos a longo prazo são garantidos.

Um novo medicamento com este próposito vem aí. A Daiichi-Sankyo Brasil, anuncia aliança  com a farmacêutica israelense Enzymotec para o lançamento de um produto que ajuda a manter níveis saudáveis de triglicerídeos e a reduzir a absorção de colesterol. O lançamento está previsto para o começo de 2011 no país.

A aliança feita com a Enzymotec, segundo o Valor Econômico, mostra  inovação, já que são especializados em biotecnologia. A Daiichi-Sankyo é a única companhia farmacêutica do Japão com fábrica no Brasil.

Apoiamos iniciativas e evoluções tecnólogicas que visam nosso bem-estar!

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Hoje, dia 26 de abril é lembrado como o Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial. Um índice que pode ser controlado com hábitos e alimentação saudável e vitima milhares de pessoas mundo afora.

O InCor (Instituto do Coração) e a Sociedade Brasileira de Hipertensão promovem hoje uma campanha para prevenção da pressão alta, doença responsável por 40% dos infartos e 80% dos derrames. Um evento aberto ao público vai avaliar fatores de risco como pressão e circunferência abdominal e dar orientações à população. O evento será no InCor (r. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 44, São Paulo), entre 8h30 e 17h. Serão distribuídas 500 senhas.

Como funciona nosso sistema cardíaco e o que é a Hipertensão Arterial?

O coração é uma bomba eficiente que bate de 60 a 80 vezes por minuto durante toda a nossa vida e impulsiona de cinco a seis litros de sangue por minuto para todo o corpo. Pressão arterial é a força com a qual o coração bombeia o sangue através dos vasos. É determinada pelo volume de sangue que sai do coração e a resistência que ele encontra para circular no corpo.

Pressão arterial é sempre medida por dois números: as pressões sistólica e diastólica. Ambas são importantes. Geralmente o primeiro número é a pressão sistólica e o último a diastólica, como por exemplo 120/ 80 mmHg.

Hipertensão arterial ou pressão alta é quando a pressão que o sangue exerce nas paredes das artérias para se movimentar é muito forte, ficando acima dos valores considerados normais. Ela pode ser encarada como uma doença ou como um fator de risco para o desenvolvimento de doenças do coração pois, muitas vezes, não provoca sintomas ou estes são gerais, como dores de cabeça, tonturas, mal estar etc.

A pessoa é considerada hipertensa quando a sua pressão arterial estiver maior ou igual a 140/90 mmHg (ou 14 por 9). Para essa consideração, os dados devem ser medidos várias vezes, de forma correta, com aparelhos calibrados e por profissional capacitado.

As pessoas com maior risco de se tornarem hipertensas são aquelas com excesso de peso, que não têm uma alimentação saudável, ingerem muito sal, não fazem exercícios físicos, consomem muita bebida alcoólica, são diabéticos ou têm familiares hipertensos. O risco aumenta com a idade. Após 55 anos, mesmo as pessoas com pressão arterial normal têm 90% de chances de desenvolver hipertensão.

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Presente em metade dos europeus ocidentais, uma variante do gene de obesidade FTO, aumenta a sua circunferência abdominal em 1 polegada.

O valor equivale a 2,54 centímetros, o que faz parecer que esse alelo “ruim” do gene não incomoda tanto, se não fosse a descoberta de cientistas da Universidade da Califórnia: a variante genética também diminui o volume do cérebro.

O volume cerebral diminui normalmente com a idade, mas o gene faz seu cérebro parecer 16 anos mais velho. O estudo, ao comparar imagens, verificou que havia até 12% menos de tecido em algumas partes do cérebro de quem portava a variante.

Os pesquisadores afirmam que essa redução pode elevar o risco de demência, já que diminui a quantidade de reserva de tecido que uma pessoa tem para compensar qualquer perda.

Atenção redobrada na dieta e nos exercícios, essenciais para quem tiver a variante!

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Se você é adepto ao ‘dormir é para os fracos’, saiba que pode estar ganhando peso. Isso porque dormir mal aumenta o apetite no dia seguinte.

Estudo realizado por franceses, publicado no “American Journal of Clinical Nutrition”, investigou o que acontece com a alimentação de pessoas que passam a dormir menos. Depois de dormir somente por quatro horas, essas pessoas consumiram 560 calorias a mais no dia seguinte, do que quando dormiram normalmente. No prazo de uma semana, poderiam ganhar meio quilo.

Uma possível explicação se relaciona aos mecanismos de sobrevivência. Tendemos a comer mais depois da noite mal dormida, porque mamíferos aprenderam a estocar calorias no verão, quando as noites são mais curtas.

Também há redução do hormônio leptina, relacionado à saciedade, facilita o gasto de energia pelo organismo. Além disso, quando se dorme menos, aumenta a secreção de grelina, substância que estimula o apetite.

Especialistas recomendam que as pessoas tenham de 7 a 8 horas de sono por dia. Quanto tempo você dorme por noite? Comente.

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Pessoas acima do peso têm mais chance de desenvolver câncer de intestino.

Agora, uma pesquisa realizada nos EUA pela Clínica Mayo e publicada no Clinical Câncer Research revela que além disso, obesos têm menos chance de sobreviver mesmo quando a doença é diagnosticada rapidamente.

Por isso, manter o equilíbrio é essencial para o alcance da longevidade. Esforce-se para a mudança da rotina e comece a moderar a alimentação e praticar atividades físicas.

Evite o sofrimento e garanta uma vida longa e saudável.

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A resistência à insulina é um estágio de pré-diabetes e deve ser vigiado pelos pais de adolescentes que estão acima do peso. Geralmente as vítimas são jovens com IMC – Índice de Massa Corporal maior ou igual a 30.

Se este é o seu caso ou o caso do seu filho nós trazemos uma boa notícia. Um tratamento multidisciplinar oferecido pela Unifesp – Universidade Federal de São Paulo foi feito com 29 jovens e conseguiu diminuir em 17% o índice de resistência à insulina após um ano de tratamento.

Aos jovens que seguiram com o tratamento até o fim a perda de peso chegou a 35 quilos. Itens como hipertensão, colesterol e triglicérides no sangue também caiu consideravelmente.

Como obter resultados positivos?

Sabemos que tudo é mais difícil na adolescência, inclusive a mudança de hábitos. O sucesso do programa, segundo Priscila Sanches – responsável pela pesquisa -  é que

“O foco é na reeducação alimentar e nos exercícios, porque o objetivo do programa é que eles mudem seu estilo de vida.”

O programa oferecido pela Unifesp contempla exercícios físicos, acompanhamento médico, nutricional e psicológico e é realizado durante uma hora, três vezes na semana.

Interessou? Então não perca tempo e aja agora em benefício à sua saúde. O projeto aceita adolescentes obesos na faixa etária de 15 a 19 anos de idade. As inscrições para o próximo grupo podem ser feitas através do telefone (11) 5572-0177. **Por enquanto há lista de espera.

*Com informações da FSP.
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Para os amantes do vinho uma notícia deliciosa e saudável. Pesquisadores americanos descobriram que a bebida ajuda a evitar o ganho de peso.

No hall das pesquisas já feitas sobre a bebida, na Grã-Bretanha foi descoberto que a ingestão de vinho tinto potencializa um mecanismo biológico capaz de evitar o entupimento das artérias.

Uma taça de vinho também pode aumentar em até 16% a taxa do bom colesterol. Bem, agora você já sabe, uma taça de vinho ao dia não mata ninguém e ainda auxilia na manutenção do peso e na saúde do coração.

Mas atenção, qualquer bebida alcoólica deve ser consumida com moderação.
Lembre-se sempre que sua saúde deve estar em primeiro lugar.

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O Centro Brasileiro de Psoríase convida pacientes de cinco a 17 anos para participar de uma pesquisa sobre a relação da psoríase entre grau de psoríase e risco de obesidade. Agendamento pode ser feito pelo telefone (11) 3284-6662.

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