Açúcar na medida
agosto 18, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Você sabe qual é a quantidade de açúcar presente nos alimentos?
No dia-a-dia ingerimos comidas e bebidas sem saber ao certo a quantidade de açúcar que cada um deles contém.
O açúcar não está presente apenas no docinho da sobremesa, mas em muitos dos alimentos que comemos diariamente!
É importante ficar atento aos alimentos que escondem o ingrediente em sua fórmula!
Para se ter ideia, uma unidade pequena de pão de queijo tem 11 colheres de chá de açúcar, uma porção de lasanha, 19, um pãozinho francês, 8, e um copo de suco de laranja, 7!
O problema do açúcar, em especial o refinado, é que ele é 100% caloria, sem valor nutricional. Quando consumido regularmente e em grande quantidade pode levar à obesidade, hipertensão, problemas cardiovasculares, ao diabetes e até alguns tipos de câncer.
O nosso organismo precisa de açúcar como fonte de energia. No entanto, prefira as fontes naturais, como leite, frutas, cereais.
O importante é evitar exageros! A Organização Mundial da Saúde sugere, no máximo, 10% das calorias diárias de açúcar, ou seja, em uma dieta padrão de 2 mil calorias, o consumo deve ser de até 200 calorias, o que equivale a 50 gramas de açúcar.
Para evitar excessos, o aconselhável é cautela no uso do açucareiro e moderação com os alimentos que já carregam o ingrediente. Veja tabela comparativa abaixo com a quantidade de açúcar em doces, refrigerantes, pães, massas e sucos.
Diferentes tipos de açúcar:
Mascavo
De cor caramelo ou marrom, ele é obtido das primeiras extrações da cana e por isso costuma oferecer pitadas de minerais como o fósforo e o cálcio.
Demerara
Ele é extraído do melado e tem coloração marrom. É usado como açúcar de mesa, mas empedra com facilidade. Também conta com minerais na composição.
Cristal
Graças à sua granulação, é usado para a preparação de doces e até para adoçar cafés. No quesito minerais, perde feio para as versões escuras.
Refinado
O mais comum e mais branquinho dos açúcares. Ele passa por processos físicos e químicos que alteram sua textura e coloração.
Confeiteiro
Por ser finíssimo, é perfeito para bolos e outros doces. Como pode conter amido em sua composição, não serve para cafés e sucos.
Xarope de glicose
Costuma ser obtido do amido de milho e é muito utilizado para conferir mais cor aos alimentos.
Açúcar invertido
Trata-se da modificação da estrutura molecular da sacarose. O resultado é um açúcar mais solúvel, que faz sucesso na indústria no preparo de balas e doces.
* Este post contém informações da revista Saúde!
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agosto 5, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Com o assunto obesidade sempre em pauta, cientistas por todo mundo tentam responder a pergunta: o que nos faz sentir satisfeitos?
Como podemos nos sentir saciados com alimentos saudáveis? Em outras palavras, comer menos e sentir menos fome tornou-se a grande questão entre os especialistas.
Britânicos gastaram £ 45 milhões ano passado em produtos concebidos para encher o estômago e reduzir o apetite. A questão é que alimentos usados diariamente podem preencher o espaço muito bem, como mostrado em pesquisa da Universidade de San Diego, na Escola de Exercício e Ciências da Nutrição.
O estudo comparou a sensação de saciedade gerada comendo ameixas e biscoitos – e as ameixas, surpreendentemente, foram vitoriosas.
Duas horas após comerem, aqueles que consumiram as ameixas sentiam menos fome e tinham menos grelina no sangue – hormônio produzido pelo estômago quando está vazio, que causa a sensação de fome.
Quando os alimentos passam do estômago para os intestinos há a liberação do hormônio PYY, que também age no cérebro, ativando o centro da saciedade, diminuindo a fome.
O segredo da alimentação no controle da obesidade está em utilizar esses conhecimentos. Curiosamente, tomar inibidor de apetite pode não funcionar tão bem como acertar na escolha dos alimentos.
DESDE PEQUENOS
A ironia está no fato de que não deveríamos nos preocupar com saciedade, porque quando bebês, éramos super sensíveis aos sinais biológicos de saciedade.
A sensibilidade começa a diminuir a partir dos três anos, idade em que começa a pressão dos pais para os filhos comerem tudo e a comida é, muitas vezes, oferecida como recompensa entre as refeições.
Essa “programação” feita pelos pais justifica que bebês ainda na fase da mamadeira, ordenados pela mãe a não deixar nenhuma gota, podem ultrapassar os sinais de saciedade e ganhar peso rapidamente, segundo a Fundação Americana Child Growth.
Quanto mais gordo alguém se torna, menor será o nível do hormônio PYY (aquele que ativa o centro da saciedade e diminui a fome) – o que dificulta ainda mais perceber os sinais biológicos de satisfação.
Isso significa que mais açúcar e mais comida gordurosa será necessária para produzir a mesma sensação de prazer ao comer. Quanto pior for a escolha dos alimentos, maior será a produção de grelina, o hormônio da fome.
Alimentos de baixa caloria podem garantir a saciedade. Por isso, veja truques para seu corpo pensar que você está satisfeito.
PRIMEIRO, COMA UMA MAÇÃ
Frutas e vegetais contêm muita água e fibra, que produzem o sinal de saciedade no intestino e, consequentemente, no cérebro.
O ideal é ingerir uma maçã antes da refeição. Você irá ficar satisfeito antes e não compensará mais tarde comendo outra coisa.
No entanto, não pode achar que sempre terá a opção de ter uma maçã por perto – e nenhum restaurante irá oferecê-la – mas a segunda melhor opção é uma salada, por razões semelhantes.
AUMENTO DE PROTEÍNA
Dos grupos de alimentos, proteína é o que mais causa sensação de saciedade (comparado a carboidratos e gorduras), já que aciona a produção do hormônio PYY no cérebro.
ESCOLHA ALIMENTOS GLUTINOSOS
A textura dos alimentos e, em particular, o quão glutinoso ou viscoso é, pode fazer toda a diferença. Sopas são consideradas de alta saciedade.
Apresente os alimentos em um prato de comida e a pessoa deve estar com fome três horas depois. Coloque os mesmos ingredientes em uma sopa e o período aumenta, apesar da diminuição no volume de comida.
Pesquisadores da Universidade de Sidney, ao trabalhar no ‘índice de saciedade’ descobriram que por causa da viscosidade, o mingau preenche duas vezes mais do que o cereal.
Para comparação, petiscos antes do jantar, como frituras são uma má escolha. Por exemplo, se forem batatas fritas, além de muito calóricas, você precisaria consumir quatro vezes mais do que faria se a batata fosse assada ou amassada para se sentir igualmente cheio.
BEBIDAS NÃO SATISFAZEM
Sinais de saciedade com líquidos são bem mais fracos, então mesmo que a bebida seja muito calórica, a sensação de insaciedade permanece.
Isto porque não é necessário mastigá-los e também requerem menos tempo e energia para serem digeridos – independente das calorias que contêm, não irão mandar o mesmo sinal de satisfação ao cérebro que alimentos fazem.
COMA SOZINHO
As pessoas comem até 70% mais quando estão distraídas – se o fazem assistindo TV, por exemplo. Também comem mais quando estão entre a família e amigos.
Mastigue bem para dar tempo dos hormônios da saciedade serem produzidos. Aproxime-se dos bons hábitos!
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julho 2, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a dose máxima que um médico pode prescrever do remédio sibutramina: 15 miligramas diárias. O medicamento é utilizado como inibidor de apetite.
Desde março, a agência resolveu incluir o medicamento no rol das substâncias psicotrópicas anorexígenas.
Com a alteração, a tarja da sibutramina mudou de vermelha para preta e o remédio passou a ser vendido apenas com a apresentação do receituário azul, com numeração determinada e controlada pela vigilância sanitária. A receita branca não oferece o mesmo controle.
Além disso, o tempo máximo de tratamento, que antes era de 30 dias, foi ampliado para 60.
Entenda as restrições na venda de remédios para emagrecer.
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junho 30, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Mental
Adolescentes com peso ideal que acreditam estar obesas correm risco maior de entrar em depressão do que obesas que têm consciência de sua condição.
A conclusão é de sociólogos da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, que verificaram dados de 6.557 garotos e 6.126 garotas.
Os cientistas constataram ainda que, enquanto a comunidade médica, evidentemente, sabe o que significa obesidade, o público em geral, na realidade, pode não saber: 20% das meninas e 40% dos meninos com sobrepeso “não sabem” que têm ou não o peso ideal.
Você está satisfeita com seu corpo?
No Brasil, 64% das universitárias brasileiras estão insatisfeitas com o corpo e quase metade das alunas com peso adequado querem ser mais magras.
A avaliação da satisfação corporal foi feita por meio da escala de silhuetas de Stunkard, uma ferramenta consagrada em pesquisas da área que traz nove figuras retratando formas corporais diferentes.
47,8% das entrevistadas escolheram figuras menores do que a figura que, em sua opinião, melhor representava seu corpo atual!
A pesquisa avaliou 2.402 alunas, de diversos cursos da área da saúde, em de 37 instituições das cinco regiões do país. O estudo foi realizado por especialistas da USP (Instituto de Psiquiatria e Faculdade de Saúde Pública) e da UNIFESP (Departamento de Ciências da Saúde, campus Baixada Santista).
Confusão
A obesidade, principalmente quando falamos de jovens e adolescentes, merece atenção! Padrões estipulados pela sociedade, mídia, amigos e ambiente de convivência podem confundir as pessoas quanto ao peso ideal.
A adolescência, fase de transição e indecisão devido à grande quantidade de informações recebidas, é um período fundamental para o desenvolvimento do ser humano, tanto físico como emocional.
O corpo passa por várias mudanças físicas e psicológicas . É uma fase de auto-afirmação. Por isso, a questão do peso pode ser complicada, tanto por pré-conceito , aceitação e para saúde.
Problemas como depressão, bulimia, anorexia e até obesidade em graus elevados podem gerar consequências sérias para o resto da vida.
Procure orientação médica caso você ou alguém ao seu redor está enfrentando problemas com a balança. Informação e acompanhamento profissional são importantes para evitar problemas e consequências mais sérias.
Emagrecer a qualquer custo? Atenção aos vilões da balança
* Com informações do G1.
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junho 22, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Quem se dispõe a fazer a redução de estômago, provavelmente não obteve sucesso em procedimentos não cirúrgicos e vê a cirurgia como última opção. Até então.
Isto porque uma nova técnica para tratar a obesidade sem cirurgia tem sido bastante eficaz e menos invasiva. Foi testada em obesos mórbidos, classificação àqueles que têm índice de massa corporal acima de 35, com diabetes e outras doenças características do peso elevado.
O curioso é que a nova técnica havia sido indicada para pacientes que precisavam perder peso antes da realização da cirurgia, e alguns deles dispensaram o procedimento após os resultados.
Os 78 pacientes perderam, em média, 30% do peso, sendo que uma redução de 10% já é considerada significativa.
Boas notícias
O diabetes de 90% deles ficou sob controle, além da diminuição no uso de remédios pelos pacientes, sendo que 20% parou de usar os remédios antidiabéticos. Colesterol e triglicérides também se normalizaram.
Como é feita a nova técnica
É um procedimento endoscópico que evita absorção de parte dos alimentos. O médico insere via oral um revestimento de 62 centímetros no início do intestino delgado da pessoa.
O paciente toma anestesia geral e o procedimento dura de 15 a 20 minutos, sem maiores riscos de complicações. A prótese é de um material maleável e deve ficar no organismo por volta de um ano, tempo em que o paciente deve reeducar a alimentação, mudar os hábitos e praticar exercícios.
Quando estará disponível
A técnica vem sendo testada com sucesso há mais de um ano no Hospital das Clínicas de São Paulo. Profissionais do Hospital acreditam que em dois anos o procedimento estará disponível a todos. Basta avaliar os resultados a longo prazo.
Novas técnicas são sempre bem-vindas! Sinal de que a medicina não para de se desenvolver.
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maio 5, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Colesterol alto é uma das principais causas de doença no coração, e não causa males apenas cardíacos. A gordura pode ficar acumulada em qualquer ponto do sistema circulatório.
Em alguns casos, medicamentos para regular o colesterol são indicados, e devem estar aliados à boa alimentação e prática de exercícios. Assim, os efeitos a longo prazo são garantidos.
Um novo medicamento com este próposito vem aí. A Daiichi-Sankyo Brasil, anuncia aliança com a farmacêutica israelense Enzymotec para o lançamento de um produto que ajuda a manter níveis saudáveis de triglicerídeos e a reduzir a absorção de colesterol. O lançamento está previsto para o começo de 2011 no país.
A aliança feita com a Enzymotec, segundo o Valor Econômico, mostra inovação, já que são especializados em biotecnologia. A Daiichi-Sankyo é a única companhia farmacêutica do Japão com fábrica no Brasil.
Apoiamos iniciativas e evoluções tecnólogicas que visam nosso bem-estar!
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abril 26, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Hoje, dia 26 de abril é lembrado como o Dia Nacional de Combate a Hipertensão Arterial. Um índice que pode ser controlado com hábitos e alimentação saudável e vitima milhares de pessoas mundo afora.
O InCor (Instituto do Coração) e a Sociedade Brasileira de Hipertensão promovem hoje uma campanha para prevenção da pressão alta, doença responsável por 40% dos infartos e 80% dos derrames. Um evento aberto ao público vai avaliar fatores de risco como pressão e circunferência abdominal e dar orientações à população. O evento será no InCor (r. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 44, São Paulo), entre 8h30 e 17h. Serão distribuídas 500 senhas.
Como funciona nosso sistema cardíaco e o que é a Hipertensão Arterial?
O coração é uma bomba eficiente que bate de 60 a 80 vezes por minuto durante toda a nossa vida e impulsiona de cinco a seis litros de sangue por minuto para todo o corpo. Pressão arterial é a força com a qual o coração bombeia o sangue através dos vasos. É determinada pelo volume de sangue que sai do coração e a resistência que ele encontra para circular no corpo.
Pressão arterial é sempre medida por dois números: as pressões sistólica e diastólica. Ambas são importantes. Geralmente o primeiro número é a pressão sistólica e o último a diastólica, como por exemplo 120/ 80 mmHg.
Hipertensão arterial ou pressão alta é quando a pressão que o sangue exerce nas paredes das artérias para se movimentar é muito forte, ficando acima dos valores considerados normais. Ela pode ser encarada como uma doença ou como um fator de risco para o desenvolvimento de doenças do coração pois, muitas vezes, não provoca sintomas ou estes são gerais, como dores de cabeça, tonturas, mal estar etc.
A pessoa é considerada hipertensa quando a sua pressão arterial estiver maior ou igual a 140/90 mmHg (ou 14 por 9). Para essa consideração, os dados devem ser medidos várias vezes, de forma correta, com aparelhos calibrados e por profissional capacitado.
As pessoas com maior risco de se tornarem hipertensas são aquelas com excesso de peso, que não têm uma alimentação saudável, ingerem muito sal, não fazem exercícios físicos, consomem muita bebida alcoólica, são diabéticos ou têm familiares hipertensos. O risco aumenta com a idade. Após 55 anos, mesmo as pessoas com pressão arterial normal têm 90% de chances de desenvolver hipertensão.
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abril 20, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Mental
Presente em metade dos europeus ocidentais, uma variante do gene de obesidade FTO, aumenta a sua circunferência abdominal em 1 polegada.
O valor equivale a 2,54 centímetros, o que faz parecer que esse alelo “ruim” do gene não incomoda tanto, se não fosse a descoberta de cientistas da Universidade da Califórnia: a variante genética também diminui o volume do cérebro.
O volume cerebral diminui normalmente com a idade, mas o gene faz seu cérebro parecer 16 anos mais velho. O estudo, ao comparar imagens, verificou que havia até 12% menos de tecido em algumas partes do cérebro de quem portava a variante.
Os pesquisadores afirmam que essa redução pode elevar o risco de demência, já que diminui a quantidade de reserva de tecido que uma pessoa tem para compensar qualquer perda.
Atenção redobrada na dieta e nos exercícios, essenciais para quem tiver a variante!
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abril 14, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Se você é adepto ao ‘dormir é para os fracos’, saiba que pode estar ganhando peso. Isso porque dormir mal aumenta o apetite no dia seguinte.
Estudo realizado por franceses, publicado no “American Journal of Clinical Nutrition”, investigou o que acontece com a alimentação de pessoas que passam a dormir menos. Depois de dormir somente por quatro horas, essas pessoas consumiram 560 calorias a mais no dia seguinte, do que quando dormiram normalmente. No prazo de uma semana, poderiam ganhar meio quilo.
Uma possível explicação se relaciona aos mecanismos de sobrevivência. Tendemos a comer mais depois da noite mal dormida, porque mamíferos aprenderam a estocar calorias no verão, quando as noites são mais curtas.
Também há redução do hormônio leptina, relacionado à saciedade, facilita o gasto de energia pelo organismo. Além disso, quando se dorme menos, aumenta a secreção de grelina, substância que estimula o apetite.
Especialistas recomendam que as pessoas tenham de 7 a 8 horas de sono por dia. Quanto tempo você dorme por noite? Comente.
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março 24, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Pessoas acima do peso têm mais chance de desenvolver câncer de intestino.
Agora, uma pesquisa realizada nos EUA pela Clínica Mayo e publicada no Clinical Câncer Research revela que além disso, obesos têm menos chance de sobreviver mesmo quando a doença é diagnosticada rapidamente.
Por isso, manter o equilíbrio é essencial para o alcance da longevidade. Esforce-se para a mudança da rotina e comece a moderar a alimentação e praticar atividades físicas.
Evite o sofrimento e garanta uma vida longa e saudável.
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março 17, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
A resistência à insulina é um estágio de pré-diabetes e deve ser vigiado pelos pais de adolescentes que estão acima do peso. Geralmente as vítimas são jovens com IMC – Índice de Massa Corporal maior ou igual a 30.
Se este é o seu caso ou o caso do seu filho nós trazemos uma boa notícia. Um tratamento multidisciplinar oferecido pela Unifesp – Universidade Federal de São Paulo foi feito com 29 jovens e conseguiu diminuir em 17% o índice de resistência à insulina após um ano de tratamento.
Aos jovens que seguiram com o tratamento até o fim a perda de peso chegou a 35 quilos. Itens como hipertensão, colesterol e triglicérides no sangue também caiu consideravelmente.
Como obter resultados positivos?
Sabemos que tudo é mais difícil na adolescência, inclusive a mudança de hábitos. O sucesso do programa, segundo Priscila Sanches – responsável pela pesquisa - é que
“O foco é na reeducação alimentar e nos exercícios, porque o objetivo do programa é que eles mudem seu estilo de vida.”
O programa oferecido pela Unifesp contempla exercícios físicos, acompanhamento médico, nutricional e psicológico e é realizado durante uma hora, três vezes na semana.
Interessou? Então não perca tempo e aja agora em benefício à sua saúde. O projeto aceita adolescentes obesos na faixa etária de 15 a 19 anos de idade. As inscrições para o próximo grupo podem ser feitas através do telefone (11) 5572-0177. **Por enquanto há lista de espera.
*Com informações da FSP.
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março 12, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Para os amantes do vinho uma notícia deliciosa e saudável. Pesquisadores americanos descobriram que a bebida ajuda a evitar o ganho de peso.
No hall das pesquisas já feitas sobre a bebida, na Grã-Bretanha foi descoberto que a ingestão de vinho tinto potencializa um mecanismo biológico capaz de evitar o entupimento das artérias.
Uma taça de vinho também pode aumentar em até 16% a taxa do bom colesterol. Bem, agora você já sabe, uma taça de vinho ao dia não mata ninguém e ainda auxilia na manutenção do peso e na saúde do coração.
Mas atenção, qualquer bebida alcoólica deve ser consumida com moderação.
Lembre-se sempre que sua saúde deve estar em primeiro lugar.
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março 4, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
O Centro Brasileiro de Psoríase convida pacientes de cinco a 17 anos para participar de uma pesquisa sobre a relação da psoríase entre grau de psoríase e risco de obesidade. Agendamento pode ser feito pelo telefone (11) 3284-6662.
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