A ideia da Anvisa é flexibilizar a cobrança e liberar produtos que comprovem a segurança pelo uso tradicional registrado em artigos e livros

“Publicidade médica. Siga a prescrição para não errar na dose” é o tema do Conselho Federal de Medicina para anunciar as regras previstas na nova resolução.

Foi publicada no Diário Oficial da União ontem (10) a resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária que proíbe a venda de medicamentos a base de anfepramona, femproporex e mazindol no Brasil.

Uma decisão da Justiça Federal suspendeu a resolução da Anvisa que restringia a publicidade em alimentos e bebidas com altos teores de açúcar, sódio e gorduras trans e saturadas.

A Advocacia-Geral da União (AGU) recomendou que a Anvisa suspenda a resolução que obriga fabricantes de alimentos e bebidas a colocar avisos nas propagandas sobre os riscos à saúde com o consumo excessivo de produtos com alta quantidade de açúcar, gordura trans, saturada e sódio.

A Abia – Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação não gostou da nova resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e irá recorrer na Justiça.

Nos últimos 11 anos, os planos de saúde aumentaram suas mensalidades em 15,3% acima da inflação. A conclusão é de um estudo realizado pelo IDEC, que comparou o índice de reajuste dos planos autorizado pela ANS com o IPCA, índice usado pelo governo para medir a inflação.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fixou em 6,73% o índice máximo de reajuste para os planos de saúde médico-hospitalares individuais e familiares contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98.

Novas regras estabelecidas pela ANS para planos de saúde entram em vigor a partir de hoje e devem beneficiar 44 milhões de usuários.

Nos últimos tempos ouvimos mais de uma vez a notícia de jovens jogadores falecerem repentinamente no campo – o último aconteceu ainda este mês.