E. coli: 48 mortes na Europa e 2 casos suspeitos no Brasil
junho 29, 2011 por Paula Sanches
Em: Últimas Notícias
O número de mortes por causa do surto da bactéria Escherichia coli (E. coli) na Europa chega a 48. Apenas uma das mortes ocorreu na Suécia e todas as outras foram na Alemanha, segundo a Agência Estado.
Até 24 de junho, haviam sido registrados 3.836 casos, de acordo com o escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) na Europa. A Alemanha, até essa data, contabilizava 43 óbitos e concentrava 97% das infecções, com 3.717 casos.
Brasil
Por aqui, dois casos suspeitos de E.coli em Campinas (SP) estão em investigação. Os pacientes passam bem e não há risco de surto no Brasil a partir destes casos. As autoridades de saúde aguardam o resultado do exame laboratorial para confirmar ou descartar a notificação.
A Secretaria Municipal de Saúde de Campinas informou que os dois pacientes voltaram da Europa no dia 11 de junho e apresentaram os primeiros sintomas no último dia 14. Eles passam bem e não estão internados.
A doença causa cólicas abdominais severas e forte diarreia, muitas vezes com sangue. A transmissão ocorre pelo consumo de alimentos contaminados crus ou mal cozidos.
Outra possibilidade é o contágio por via fecal-oral (quando alguém ingere água ou alimentos contaminados por micropartículas de fezes de pessoas infectadas ou quando uma pessoa leva à boca objetos contaminados).
É fundamental manter hábitos diários de higiene, como lavar as mãos antes das refeições; depois de usar o banheiro e do contato com animais; e antes de preparar, servir ou tocar os alimentos. As pessoas que apresentarem esses sintomas depois de uma viagem internacional devem procurar assistência médica.
O Ministério da Saúde recomenda que pessoas em viagem internacional, principalmente aos países da Europa e aos Estados Unidos, não devem comer alimentos crus, sobretudo vegetais e produtos de origem animal. Não há nenhuma recomendação de restrição de viagem e é importante seguir as orientações das autoridades de saúde do país visitado.
Para saber mais:
- Surto causado por E. Coli na Alemanha e em outros países
- Conclusão do surto de E. coli: origem está nos brotos crus
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janeiro 31, 2011 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
No mapa de risco para a dengue no Brasil, são 16 estados com risco muito alto de enfrentar epidemia.
O que se viu, até o fim deste mês, foram dois estados confirmando mortes causadas pela doença nas primeiras semanas de janeiro – Amazonas e Mato Grosso – e sete investigando nove óbitos suspeitos.
Para chegar a tais dados, a Agência Brasil fez um levantamento em conjunto com as informações das secretarias de Saúde.
No Amazonas, além do caso confirmado de morte, há outro sob suspeita e 234 pessoas infectadas.
A Secretaria de Saúde de Mato Grosso confirmou a primeira morte por dengue e investiga mais um caso suspeito. De 1º de janeiro até o dia 27, foram 1.084 notificações, sendo cinco consideradas graves.
Mais investigações
As outras mortes sob investigação foram registradas no Maranhão (1), Rio Grande do Norte (2), Espírito Santo (2), em Alagoas (1) e Pernambuco (1). As secretarias da Paraíba, de Sergipe, do Ceará, Tocantins e Rio de Janeiro não registraram óbitos até o momento.
Os estados citados estão na lista dos 16 considerados com alto risco de epidemia de dengue neste verão, que inclui também o Acre, Pará, Piauí e a Bahia. Em 2010, o Brasil teve 550 mortes por dengue e 1 milhão de casos.
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dezembro 13, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
O alerta global da gripe A H1N1 foi suspenso no meio de 2010 pela Organização Mundial da Saúde, um ano após ter sido declarado. Com um balanço final de 19 mil mortos, foi muito menos mortal do que a gripe comum.
Em pouco mais de um ano, o vírus se propagou em grande velocidade, atingindo 214 países. O alerta mundial gerou muito pânico e os governos gastaram grandes quantias para obter os remédios (dois antivirais) e vacinas contra a proliferação da doença.
No entanto, o impacto real do vírus foi muito mais leve que o registrado anualmente pela gripe sazonal comum: por ano, mata cerca de 500 mil pessoas no mundo.
Reação mundial
Após manter o nível de alerta pandêmico durante 14 meses, a OMS declarou em agosto que a situação já estava fora de perigo. Mas alguns países acabaram estocando grande quantidade de medicamentos e vacinas.
Foram destruídas milhões de doses por terem passado da data de validade.
O custo da campanha de vacinação nos EUA foi de pelo menos US$ 260 milhões. No México, as informações oficiais cifram em US$ 354 milhões , na França foramdestinados para este fim 870 milhões de euros, o que a permitiu adquirir 94 milhões de doses, das quais somente 5 milhões foram utilizadas.
Em 2011 sairá o relatório dos especialistas da OMS para esclarecer como a organização lidou com a crise da gripe A e, sobretudo, se houve equívocos ao lidar com a doença.
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novembro 26, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Você tem uma alimentação saudável, pratica exercícios, planta árvores, faz trabalho voluntário e respira a fumaça dos outros.
O fumo passivo mata mais de 600 mil pessoas por ano, segundo um estudo com informações de 192 países colhidas em 2004. Sendo que 40% das crianças e mais de 30% dos adultos não fumantes estão expostos ao cigarro regularmente.
A estimativa é que o fumo passivo mate 379 mil pessoas por doenças cardíacas, 165 mil por doenças respiratórias, 36,9 mil por asma e 21,4 mil por câncer de pulmão, a cada ano. Isso totaliza 1% das mortes do mundo todo.
A OMS está preocupada com as 165 mil crianças que morrem por infecções respiratórias causadas pelo cigarro a cada ano, a maioria no sudeste asiático e na África. Filhos de fumantes têm maior risco de morte súbita, infecções de ouvido, pneumonia, bronquite e asma.
Impacto
O fumo passivo tem o maior impacto nas mulheres, causando 281 mil mortes no ano.
Entre crianças, as mortes pelo fumo passivo se concentram nos países de baixa e média renda. Entre adultos, elas se distribuem de forma mais homogênea.
No Reino Unido, a Fundação Britânica do Pulmão está pedindo que o governo proíba o fumo dentro dos carros. O argumento é de que os pais subestimam o perigo do fumo para seus filhos: eles não fariam algo perigoso como deixar as crianças no meio da rua, mas fumar na frente delas é aceitável.
O estudo da Organização Mundial da Saúde foi publicado no jornal Lancet. As 600 mil mortes por fumo passivo devem ser somadas aos 5,1 milhões de mortes de fumantes ao ano.
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julho 27, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A incidência da doença no Estado é consequência das chuvas que alastraram o nordeste neste ano.
Até agora, são 9 mortes e 18.314 casos de dengue em 2010, dados confirmados pela Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas.
Sem contar que outros 12 óbitos e quase 10 mil casos estão sob investigação. Maceió tem o maior número de casos confirmados – já são 160. Em 2009, foram registradas 1.871 ocorrências.
Diarreia, Leptospirose e Hepatite também são doenças que surgem com frequência após inundações.
O cuidado com a água parada tem que ser constante. Faça sua parte.
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junho 23, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
O Estado de Alagoas volta a sofrer com a chuva. São 29 mortes confirmadas pela Defesa Civil e mais de 600 estão desaparecidos.
A força e volume da água atingiram o interior de Alagoas, Rio Largo, mas a maioria das vítimas morava em União dos Palmares, Branquinha e em Murici.
O Rio Mundaú transbordou e foi responsável pelo prejuízo nas duas principais usinas de produção de álcool – Santa Clotilde e Lajinha. Muitas escolas também foram destruídas e as que restaram servem de abrigo para a população.
São mais de 73.828 desabrigados e 26 municípios alagoanos foram atingidos, sendo que 15 deles estão em estado de calamidade pública. Por volta de 19 mil casas foram destruídas.
Pernambuco também está em estado de emergência. O número de cidades afetadas pela chuva chega a 54. O Estado tem, até agora, 15 mortos e o número de pessoas que tiveram que abandonar suas casas passa 40.000.
#SOSALAGOAS, #SOSPERNAMBUCO
Para ajudar as vítimas das enchentes, veja os postos de arrecadação dos dois Estados aqui. Alimentos não perecíveis, água, produtos de higiene pessoal, colchões, lençóis, roupas e sapatos infantis são itens importantes.
Se tiver ao alcance, faça sua parte!
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