Contra a poluição: biocombustÃvel à base de soja
agosto 2, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
Um ano após sua implantação na cidade de Curitiba, os seis ônibus da Linha Verde movidos a biodiesel parecem uma boa alternativa para reduzir a poluição.
Os testes com os veÃculos movidos 100% a biocombustÃvel à base de soja, o B 100, mostraram que houve redução de 30% no Ãndice médio de monóxido de carbono e queda de 25% de fumaça expelida no ar.
Os testes compararam ônibus abastecidos com óleo diesel comum, com os veÃculos que utilizam o biocombustÃvel.
Próxima fase
A segunda etapa do projeto começou este mês e terá um ano de duração.
Em quase um ano de testes cada um dos seis ônibus rodavam cerca de 2.500 quilômetros por mês. Agora, a quilometragem passou para 10 mil, aproximadamente a mesma distância cumprida pelos ônibus convencionais que circulam na cidade.
O aumento da quilometragem foi autorizado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e é necessário para validar testes de combustÃveis alternativos. A Agência também autorizou a Urbs – Urbanização de Curitiba a aumentar a quantidade de biocombustÃvel.
Agora, cada empresa parceira do programa tem direito a 50 mil litros de biocombustÃvel por mês para usar nos ônibus. Antes, a autorização da agência era de 10 mil litros por empresa.
Expansão
Hoje, dos 12 ônibus que percorrem a Linha Verde, seis são movidos biocombustÃvel à base de soja. Mas com os resultados positivos, a frota será expandida para 150 ônibus até 2012. Número que representa 10% dos veÃculos de Curitiba.
Os ônibus da Linha Verde são biarticulados, com capacidade para até 180 passageiros. Os veÃculos atendem duas áreas de grande movimentação, as regiões sul e central.
Pioneirismo
Curitiba é pioneira no Brasil no uso do biocombustÃvel em ônibus de transporte público. O projeto envolve um termo de cooperação técnica assinado por empresas e instituições públicas reunidas para a experiência.
Mensalmente, o Instituto de Tecnologia do Paraná – Tecpar faz medições nos escapamentos dos ônibus para as avaliações.
A iniciativa envolve a Urbs e a Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Curitiba; Instituto de Tecnologia do Paraná – Tecpar; Volvo e Scania (que projetaram os ônibus); Viação Cidade Sorriso e Auto Viação Redentor (responsáveis pela compra dos veÃculos); Programa Brasileiro de Desenvolvimento Tecnológico de CombustÃveis Alternativos (Probiodiesel), Bs Bios – Indústria e Comércio de Biodiesel Sul Brasil S/A e RDP (empresas que produzem e distribuem o biocombustÃvel).
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outubro 13, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde FÃsica
Um levantamento feito por pesquisadores da Universidade da Califórnia demonstrou que houve uma queda de 17% no número de internações por infarto desde a entrada em vigor de leis restritivas ao cigarro, como a da capital paulista. O resultado foi baseado em estudo feito em cinco paÃses.
Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, Jaqueline Scholz, cardiologista e diretora do programa de tratamento de tabagismo do Incor – Hospital das ClÃnicas nos lembra que há dois movimentos quando se veta o cigarro em ambientes fechados: Os não fumantes deixam de inalar a fumaça e os dependentes do cigarro por consequência natural diminuem o consumo.
A redução brutal de monóxido de carbono, que afeta a chamada função endotelial (responsável pela preservação da saúde dos vasos sanguÃneos) contribui significamente para que ao longo do tempo o número de internações por infarto diminua.
Se fizéssemos uma comparação dos números americanos aplicados para São Paulo o resultado seria 3147 mortes a menos entre agosto deste ano (quando a lei passou a vigorar) até agosto de 2010. Em três anos a projeção prevê que o número a menos de morte chegaria a 5554.
*Com informações da FSP.
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