Em poucos anos, os diabéticos poderão ter tatuagens digitais que servirão para monitorar a saúde, mas em vez da tinta convencional, serão nanosensores subdérmicos que lêem os níveis de glicose, sódio e álcool no sangue com a ajuda de uma câmera de iPhone.

As câmeras já fazem parte do cotidiano das pessoas. Elas estão instaladas em quase todos os lugares, como ruas, shoppings, supermercados e bancos. Muitas empresas também aderiram à moda e algumas instalaram até mesmo dentro dos escritórios.

Do total de 42,9 milhões de pessoas que pagam por convênio médico no país, cinco milhões podem ser afetados por insuficiência em laboratórios, consultórios e hospitais o que pode trazer dificuldade em consultas, internações e exames garantidos.

No editorial assinado hoje, 4 de dezembro, por Ruy Castro na Folha de São Paulo, ele comenta o poder que as imagens têm sobre nós, principalmente, nos dias atuais.