Ministério da Saúde, Anvisa e ANS, sobre as marcas PIP e ROFIL
janeiro 16, 2012 por Paula Sanches
Em: Últimas Notícias, Novidades ANS
Foi realizada na última sexta-feira, dia 13 de janeiro, uma reunião com o ministro da saúde, Alexandre Padilha, e os diretores-presidentes das agências reguladoras (Anvisa e ANS), em que foi decidido que:
• O Ministério da Saúde reforça a orientação para que as pessoas que fizeram implantes mamários das marcas PIP (francesa) e Rofil (holandesa) procurem os serviços de saúde na rede pública ou privada para avaliação e acompanhamento médico.
• O Sistema Único de Saúde (SUS) e os planos de saúde, nos termos das diretrizes do Ministério da Saúde, Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Sociedade Brasileira de Mastologia e ANS, darão cobertura integral a estas pacientes, inclusive realizando cirurgia e substituição da prótese quando indicada.
• A indicação de substituição não é universal, sendo restrita a indícios de ruptura, que serão caracterizados nas diretrizes.
• O Ministério da Saúde e a ANS irão publicar os atos normativos necessários para garantir o atendimento. A decisão do Ministério da Saúde e das agências reguladoras (Anvisa e ANS) visa assegurar a saúde das mulheres e garantir o seu atendimento.
• A Anvisa já instaurou os processos administrativos-sanitários para estabelecer a extensão das penalidade às empresas importadoras das próteses. A Anvisa também já iniciou os procedimentos de análise dos lotes importados e que não foram utilizados. A agência brasileira mantém contato com as principais autoridades sanitárias do mundo para troca de informações e trabalho conjunto de apuração.
Banco de dados sobre quem tiver próteses
Além destas medidas, mulheres que puserem ou retiraram próteses de silicone nos seios serão cadastradas pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). A ideia é que “se daqui 10 anos ocorrer problema similar ao das próteses PIP, saberemos qual modelo e lote teve defeito, e poderemos agir,” explica Wanda Elizabeth Correa, presidente da comissão de silicone da SBCP. O banco de dados terá informações sobre quem, onde, qual a marca e em qual situação o silicone foi colocado ou removido, com sigilo tanto do médico quanto da paciente.
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dezembro 14, 2011 por Paula Sanches
Em: Últimas Notícias
Em abril deste ano, o Ministério da Saúde e Associações que representam a indústria assinaram acordo para reduzir a quantidade de sódio em 16 categorias de produtos, começando por massas instantâneas, pães e bisnaguinhas.
Agora, chega a fase do acordo que dá atenção aos mais consumidos pelo público infanto-juvenil, incluindo sete categorias: batatas fritas e batata palha, pão francês, bolos prontos, misturas para bolos, salgadinhos de milho, maionese e biscoitos (doces ou salgados).
A redução do consumo de sódio no Brasil é uma das estratégias para o enfrentamento às doenças crônicas, como hipertensão arterial e doenças cardiovasculares.
Excesso
De acordo com dados do IBGE, o consumo individual de sal, apenas nos domicílios brasileiros, foi de 9,6 gramas, enquanto a recomendação de consumo máximo da Organização Mundial de Saúde (OMS) é de menos de 5 gramas de sal diários por pessoa.
Os adolescentes brasileiros apresentaram consumo muito mais elevado de alimentos como salgadinhos (sete vezes maior), biscoitos recheados (perto de quatro vezes maior), biscoitos doces (mais de 2,5 vezes maior) e biscoitos salgados (50% maior) em relação aos adultos.
Veja o que estabelece o acordo:
| TIPO DE ALIMENTO | TEOR ATUAL DE SÓDIO | META DE TEOR DE SÓDIO | REDUÇÃO |
| PÃO FRANCÊS | 648mg/100g | 586mg/ 100g | 2,5% ao ano até 2014 |
| BATATAS FRITAS E PALHA | 720mg/100g | 529mg/ 100g | 5% ao ano até 2016 |
| SALGADINHOS DE MILHO | 1.288mg/100g | 747mg/ 100g | 8,5% ao ano até 2016 |
| BOLOS PRONTOS | 463mg/100g | Entre 204mg/100g e 332g/100g (meta varia conforme o tipo de bolo) | 7,5% a 8% ao ano até 2014 |
| MISTURAS PARA BOLOS | 568mg/100g | 334mg/100g (aerados), 250mg/100g (cremosos) | 8% a 8,5% ao ano até 2016 |
| BISCOITOS | 1.220mg/100g (salgados), 490mg/100g (doces) e 600mg/100g (doces recheados) | 699mg/100g (salgados), 359mg/100g (doces) e 265mg/100g (doces recheados. | 7,5% a 19,5% ao ano até 2014 |
| MAIONESE | 1.567mg/100g | 1.052mg/100g | 9,5% ao ano até 2014 |
O documento define o teor máximo de sódio a cada 100 gramas em alimentos industrializados. As metas devem ser cumpridas pelo setor produtivo até 2014 e aprofundadas até 2016. As informações são do Ministério da Saúde.
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dezembro 6, 2011 por Paula Sanches
Em: Últimas Notícias
O Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) revela que 48 municípios brasileiros estão em situação de risco para ocorrência de surto da dengue, sendo que 23 deles estão no nordeste.
Os cuidados para a não proliferação do mosquito devem começar desde já, uma vez que em dezembro ainda há tempo para eliminar os criadouros. De janeiro a maio é considerado o período epidêmico, no qual os cuidados devem continuar e somado a eles a atenção para a possível necessidade de acompanhamento médico, caso apareçam os sintomas.
O Ministério da Saúde acompanhará de perto a evolução da dengue nos estados e municípios e contará com mais uma ferramenta para monitoramento da doença por meio das redes sociais, chamada de Observatório da Dengue. O mapa revelou que 4,6 milhões de pessoas vivem em áreas de risco para epidemia de dengue, mas este cenário pode ser revertido se as pessoas adotarem bons hábitos e agirem como fiscais dos focos do mosquito.
Criadouros por região
Norte: Abastecimento de água 34,8%; Depósitos domiciliares 20,8%; Lixo 44,4%
Nordeste: Abastecimento de água 72,1%; Depósitos domiciliares 18,6%; Lixo 9,3%
Sudeste: Abastecimento de água 29,7%; Depósitos domiciliares 46,9%; Lixo 23,4%
Centro Oeste: Abastecimento de água 42,3%; Depósitos domiciliares 27,9%; Lixo 29,8%
Sul: Abastecimento de água 20%; Depósitos domiciliares 34,5%; Lixo 45,5%
Foram 561 municípios pesquisados. O relatório aponta, ainda, que 236 cidades estão em alerta e 277 possuem índice satisfatório. Até o final de novembro, foram notificados 742.364 casos suspeitos de dengue em todo o país. Em comparação com o mesmo período do ano passado, houve uma redução de 25%.
Tipos do vírus
A Dengue possui quatro sorotipos de vírus (DENV 1, DENV 2, DENV 3 E DENV 4). As atividades de vigilância virológica em 2011, destacam o predomínio da circulação do sorotipo DENV 1 no país.
Foram constatadas, porém, uma circulação importante dos tipos DENV 2 e DENV 4. Esse cenário, associado às condições ambientais, que permitem a manutenção do mosquito Aedes aegypti, alerta para a possibilidade de persistência da transmissão em níveis elevados do vírus no verão de 2012.
Informações detalhadas sobre a incidência de criadouros do mosquito Aedes aegypti e o percentual de notificações dos casos, por região, podem ser obtidas aqui.
Para saber mais:
- Inseticidas combatem o mosquito da dengue?
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novembro 24, 2011 por Paula Sanches
Em: Aplicativo da vez, Saúde Social
Até o momento, já são 411 doadores virtuais. Mas a ideia é criar um enorme banco de dados com os grupos sanguíneos para facilitar a vida de quem quer doar ou de quem busca doadores.
A iniciativa do Ministério da Saúde ganhará força no dia 25 de novembro, quando comemoramos o Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue. Na página www.facebook.com/DoeSangueMS, basta preencher o cadastro e pronto: você já pode ser um doador virtual.
Para saber mais detalhes sobre como funciona, assista ao vídeo abaixo.
#doesangue #sanguebom
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outubro 18, 2011 por Paula Sanches
Em: Últimas Notícias
Até o fim deste ano, o Ministério da Saúde vai adquirir 392 mil kits para implementar o teste para o diagnóstico rápido de sífilis na rede pública.
Em 2010, falamos sobre este plano do Ministério da Saúde, cujo alvo principal é o diagnóstico precoce da doença em grávidas que podem passar a doença para o feto. A estimativa é de 12 mil novos casos de sífilis congênita por ano.
Por enquanto, foram capacitados 350 multiplicadores para treinar profissionais de saúde para a testagem rápida. Até o final do ano, serão 680 técnicos. Estas ações englobam a Rede Cegonha, criada para dar mais assistência à mãe e ao bebê, desde o planejamento familiar aos primeiros dias após o parto.
No Brasil, dados do Ministério da Saúde mostram que a prevalência de sífilis em gestantes encontra-se em 1,6%, cerca de quatro vezes maior que a prevalência da infecção pelo HIV.
A intenção é eliminar a forma congênita da doença (a que é passada da mãe para o feto) até 2015. Os números relevam a dificuldade do diagnóstico e tratamento até então encontrada pelas gestantes:
De 2005 a 2010, foram notificados 29,5 mil casos de sífilis em gestantes, no país. A maioria dos casos no período ocorreu nas Regiões Sudeste e Nordeste, com 9.340 (31,6%) e 8.054 (27,3%) de casos, respectivamente. No ano de 2009, a taxa de detecção para o país foi de três casos por 1.000 nascidos vivos, sendo que as maiores taxas estão nas regiões Centro-Oeste, com 5,2 e Norte, com 4,5.
O que é a sífilis?
A sífilis é uma doença infecciosa causada pela bactéria Treponema pallidum (veja abaixo) transmitida através da relação sexual desprotegida, ou no caso de sífilis congênita, de mãe para filho, e pode se manifestar de forma temporária, em três estágios.
Os principais sintomas ocorrem nas duas primeiras fases, período em que a doença é mais contagiosa. A sífilis atinge os órgãos sexuais provocando feridas e caroços na virilha, elas não coçam, doem, ardem ou liberam pus. Esses sintomas aparecem na primeira fase da doença e depois desaparecem, por conta disso o paciente acha que já está curado.
Esse é o cenário que dificulta a realização de um diagnóstico precoce, pois mesmo que os sintomas desapareçam, a sífilis continua se espalhando pelo organismo, provocando manchas no corpo, cegueira, paralisia, danos no cérebro e no sistema cardiovascular. Se o paciente não se tratar, a doença pode levar a morte.
Além da transmissão vertical (de mãe para filho), a doença pode ser transmitida de uma pessoa para outra durante o sexo sem camisinha com alguém infectado e por transfusão de sangue contaminado. O uso da camisinha em todas as relações sexuais e o correto acompanhamento durante a gravidez são meios simples, confiáveis e baratos de prevenção.
Estimativa OMS
Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada ano no mundo ocorrem aproximadamente 12 milhões de novos casos da doença. No Brasil, as estimativas da OMS de infecções de sífilis por transmissão sexual, na população sexualmente ativa, a cada ano, são de 937 mil casos.
A ação fará parte da celebração do Dia Nacional de Combate à Sífilis, realizado todo terceiro sábado de outubro.
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setembro 9, 2011 por Paula Sanches
Em: Últimas Notícias
O Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério da Educação, lançou mais uma ação estratégica para atrair médicos para atuarem em Unidades Básicas de Saúde (UBS) em municípios onde há carência desses profissionais.
O Programa de Valorização dos Profissionais na Atenção Básica vai conceder até 20% de pontuação adicional na nota final das provas de residência aos egressos do curso de Medicina que optarem por atuar nos municípios de extrema pobreza e em periferias das grandes metrópoles. A bonificação já poderá ser utilizada nos exames que serão realizados em novembro de 2012.
Como funciona
Pelo programa, serão abertas duas mil vagas, que poderão ser preenchidas a partir de fevereiro de 2012.
Segundo o Ministério da Saúde, o benefício da pontuação na residência trará vantagem aos estudantes, já que atualmente há uma concorrência exacerbada por vaga (são, em média, 10 mil vagas para 13.800 formandos ao ano). A intenção também é valorizar na prova de residência o profissional que ganha experiência prática atuando na Atenção Básica, área estratégica na atenção à saúde pública.
Critérios
Os municípios serão definidos até o final do ano e listados em edital específico. Os profissionais de saúde deverão atuar nas regiões estabelecidas pelo período de um a dois anos para ganhar a pontuação. O Conselho Nacional de Residência Médica divulgará nos próximos dias, por meio de resolução, os índices de pontuação. Quem atuar durante um ano terá 10% de pontuação adicional na nota final. Já aqueles que participarem do programa durante dois anos receberão 20%.
Pelo programa, os profissionais serão tutoriados por instituições de ensino, que darão suporte semipresencial e a distância por meio do programa Telessaúde, que oferece assistência e educação na área de saúde por comunicação a distância.
Aos profissionais que participarem durante dois anos do programa será oferecido curso de especialização em saúde da família, sob a responsabilidade das universidades públicas que integram o Sistema Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS).
O governo federal financiará a operação dos núcleos de Telessaúde, além de custear os cursos de especialização em saúde da família e as atividades dos tutores. Aos municípios caberá a contratação dos profissionais, o pagamento dos salários e o custeio de moradias, quando houver necessidade.
Ações
O incentivo à atuação de profissionais na Atenção Básica também foi alvo de outra estratégia lançada no mês de agosto. O programa de abatimento da dívida do FIES contempla 2.282 municípios com carência de profissionais na Atenção Básica e dá aos médicos que ali atuam abatimento de até 100% da dívida caso fiquem um ano e 100 meses no local (o equivalente a pouco mais de nove anos). Após o primeiro ano nos municípios, cada mês de trabalho dá aos profissionais 1% de abatimento na dívida do FIES.
O governo federal também definiu as 16 especialidades prioritárias que darão aos médicos extensão do prazo de carência do FIES.
Atenção básica
O programa de Atenção Básica do Ministério da Saúde se baseia em um modelo de atendimento proativo, que investe em ações de promoção e prevenção. As equipes – compostas por médicos, dentistas, auxiliares de enfermagem e agentes comunitários – são responsáveis por uma comunidade específica e monitoram a saúde daquela população. Munindo as famílias de informação em saúde e prevenção de doenças, a ESF reduz a ida delas aos hospitais e evita internações. Estudos mostram que a atenção básica pode resolver mais de 80% dos problemas de saúde das pessoas.
As medidas foram publicadas na portaria 2.087 no Diário Oficial da União e estão acordadas entre o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Residência Médica, o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS), o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS), e outras entidades de classe.
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agosto 29, 2011 por Paula Sanches
Em: Estética, Saúde Física
Hoje, dia 29 de agosto, é o Dia Nacional de Combate ao Fumo e você deve estar se perguntando: mas a data internacional voltada ao combate já não é suficiente? Não, enquanto 15% da população brasileira continuar sendo usuária do tabaco.
O dado, divulgado pela pesquisa Vigitel do Ministério da Saúde, mostra que houve uma queda no número de brasileiros fumantes entre 2006 e 2010, de 16,2% para 15,1%. Ainda há muito esforço a ser feito. Entre os males causados, está o comprometimento da circulação sanguínea que, visualmente, resultará na pele opaca e sem brilho, podendo ficar até acinzentada.
“São diversos prejuízos tanto para a saúde quanto para a beleza da pele. Do ponto de vista do envelhecimento, o fumo é mais nocivo do que os raios solares. Ou seja, pode trazer danos irreversíveis”, explica a dermatologista Annia Cordeiro Lourenço.
Envelhecimento precoce – O fumo envelhece a pele mais do que os raios solares, isso porque suas toxinas promovem o aumento de radicais livres, destroem fibras de elastina e de colágeno e prejudicam a produção de novas fibras. “Com a perda significativa do colágeno e da elastina, a pele perde sua elasticidade natural e isso resulta no envelhecimento precoce e aparecimento acentuado de rugas. Ou seja, o fumante, em geral, parece ser muito mais velho do que realmente é”. Uma das áreas mais afetadas é a região ao redor da boca, pois o movimento de franzir os lábios para fumar, associado à perda do colágeno, leva ao aparecimento de rugas finas.
Perda da capacidade de cicatrização – O hábito de fumar promove a vasoconstrição, que é a diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos. Na pele, o resultado é a diminuição significativa da irrigação sanguínea e, consequentemente, a baixa oxigenação. “Com a circulação comprometida, menos sangue chega à pele e isso faz com que ela perca a capacidade de cicatrização. Sendo assim, pequenas feridas e até mesmo a acne podem demorar muito mais para desaparecerem nos fumantes”.
Pele opaca e sem brilho – O comprometimento na circulação sanguínea também é responsável por deixar a pele do fumante opaca e sem brilho, em alguns casos, até mesmo acinzentada. “A circulação ruim, a baixa oxigenação e a perda do colágeno faz com que a pele do fumante fique mais fina e com menor quantidade de células vivas, levando a esse aspecto envelhecido”.
Para diminuir os sinais - Dra. Annia explica que dependendo dos danos que a pele sofreu, mesmo que a pessoa pare de fumar, há sinais que são irreversíveis. “Em alguns casos, é possível realizar alguns tratamentos, como laser, preenchimentos, uso de ácido retinóico e antioxidantes.”
Mas, se para você, uma imagem vale mais que mil palavras, veja o que a combinação de fumo mais sol pode causar à sua pele. Passe adiante.
*Annia Cordeiro Lourenço graduou-se em Medicina pela UFPR em 1995, fez residência em Dermatologia na Santa Casa de Curitiba e especialização na mesma área na Sociedade Brasileira de Dermatologia. Além disso, fez estágios em hospitais de Miami e Barcelona. Hoje atende em consultório.
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julho 29, 2011 por Paula Sanches
Em: Últimas Notícias
Comentários desativados
Estamos perto da segunda etapa da campanha, que acontece em 13 de agosto.
Lembrem-se que todas as crianças menores de 5 anos vacinadas na primeira fase, devem retornar ao posto de vacinação para receber a segunda dose de gotinhas contra a pólio.
E tem mais: de 13 de agosto a 16 de setembro, será realizada a vacinação contra o sarampo. Neste período, todos os pimpolhos de 1 ano a menores de 7 anos devem se imunizar, mesmo os que já tomaram a vacina.
A vacinação contra o sarampo acontecerá apenas nos seguintes estados: AC, AM, AP, DF, ES, GO, MA, MS, MT, PA, PB, PI, PR, RN, RO, RR, SE, SC e TO.
Fiquem atentos e levem seus filhos!
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junho 8, 2011 por Paula Sanches
Em: Últimas Notícias
A campanha contra pólio será realizada em duas etapas, dias 18 de junho e 13 de agosto de 2011.
Quem deve tomar as duas gotinhas?
Todas as crianças menores de cinco anos (4 anos, 11 meses e 29 dias) devem tomar as duas gotinhas para prevenir a paralisia infantil.
A segunda fase começa no dia 13 de agosto. Nesta data, os pais ou responsáveis devem levar as crianças novamente aos postos de vacinação, para que elas recebam mais duas gotinhas contra a pólio.
É importante levar a carteira de vacinação das crianças, para atualização das doses aplicadas.
Histórico
O último caso de poliomielite no Brasil foi registrado em 1989, na Paraíba. Em 1994, o país recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) o certificado de eliminação da doença. Porém, é importante continuar vacinando as crianças porque o vírus da paralisia infantil ainda circula em outros países. De acordo com a OMS, 26 países ainda registram casos da doença e quatro deles são endêmicos, ou seja, possuem transmissão constante: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão.
A pólio é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria das vezes, a criança não morre quando é infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada e transmitida por um vírus (o poliovírus) e a infecção se dá principalmente por via oral.
Vacinação contra o Sarampo
Em 2011, a campanha de vacinação contra a poliomielite terá uma novidade. No início da primeira etapa, em 18 de junho, além das duas gotinhas contra a paralisia infantil, municípios de oitos estados também vão vacinar crianças contra sarampo: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Bahia, Ceará e Alagoas.
Quem deve se vacinar contra o sarampo?
Nos municípios desses estados, todas as crianças entre um ano e menores de sete anos (6 anos, 11 meses e 29 dias) devem se vacinar contra o sarampo – mesmo que já tenham sido vacinadas antes.
Municípios das demais unidades da federação vão vacinar as crianças dessa faixa etária contra o sarampo no dia 13 de agosto (começo da segunda etapa de vacinação contra a pólio).
Esta vacinação contra o sarampo é chamada “campanha de seguimento” e costuma ocorrer em intervalos de três a cinco anos, para reforçar a proteção das crianças contra a doença e manter o Brasil sem transmissão disseminada do vírus do sarampo.
Histórico
A última “campanha de seguimento” ocorreu em 2004 e outra estava prevista para 2009, mas não aconteceu por conta da pandemia de gripe H1N1; nem ocorreu em 2010 por conta da vacinação contra a influenza pandêmica.
Planejada para 2011, a “campanha de seguimento” do sarampo aconteceria, em todo o país, na segunda etapa da vacinação contra a paralisia infantil, dia 13 de agosto. Porém, um surto de sarampo na Europa, que desde o início do ano já tem mais de 6,5 mil casos suspeitos notificados, sendo 5 mil somente na França, fez com o que o Ministério da Saúde, juntamente com estados e municípios, antecipasse a ação em áreas prioritárias.
Com a proximidade das férias de meio de ano, foram levados em conta três critérios para identificar os estados onde a “campanha de seguimento” contra o sarampo será antecipada nos estados com: maior fluxo turístico; densidade populacional, dificultando operações efetivas de bloqueio vacinal, em caso de surtos; e em localidades com menores coberturas da vacina tríplice viral nos últimos anos.
Assim foram identificados os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Bahia, Ceará e Alagoas.
Veja no quadro abaixo as vacinas que as crianças devem tomar, de acordo com a idade, a data da campanha de vacinação e o estado onde vivem:
| Campanhas Nacionais | Datas | Público | UF |
| 1ª etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite | 18 de junho (Dia de Mobilização) a 22 de julho | Crianças de 0 a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias) | Todos os estados e municípios |
| 1ª fase da Campanha de Seguimento contra o Sarampo | Crianças de 1 ano a menores de 7 anos (6 anos, 11 meses e 29 dias) | Todos os municípios de: AL, BA, CE, MG, PE, RJ, RS, SP | |
| 2ª etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite | 13 de agosto (Dia de Mobilização) a 16 de setembro | Crianças de 0 a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias) | Todos os estados e municípios |
| 2ª fase da Campanha de Seguimento contra o Sarampo | Crianças de 1 ano a menores de 7 anos (6 anos, 11 meses e 29 dias) | Todos os municípios de: AC, AM, AP, ES, GO, MA, MS, MT, PA, PB, PI, PR, RN, RO, RR, SE, SC, TO e DF |
1. Há risco para as crianças que vão tomar duas vacinas?
Não. As vacinas são seguras e podem ser dadas às crianças no mesmo dia, sem prejudicar a saúde delas.
2. As vacinas têm contraindicações?
Em geral, não. Porém, recomenda-se que as crianças que estejam com febre acima de 38º ou com alguma infecção sejam avaliadas por um médico antes de se vacinarem. Também não é recomendado vacinar crianças que tenham problemas de imunodepressão (como pacientes de câncer e AIDS ou de outras doenças e/ou tratamentos que afetem o sistema imunológico) e anafilaxia (reação alérgica severa) a dose anterior das vacinas.
3. Onde vacinar as crianças?
Os pais ou responsáveis devem procurar a Secretaria de Saúde do seu município ou estado para se informar sobre a lista de postos, bem como os endereços e os horários de funcionamento.
4. Só será possível vacinar as crianças nessas datas?
Não. As vacinas contra pólio e sarampo são oferecidas gratuitamente pelo SUS e estão disponíveis durante todo o ano, nos postos de saúde, para a imunização de rotina. Mas é fundamental levar as crianças às campanhas de vacinação, porque elas reforçam a proteção da saúde delas.
5. Como funciona o calendário básico de vacinação, fora das campanhas?
Vacina poliomielite oral – Os bebês devem receber a vacina aos dois, quatro e seis meses. Aos 15 meses, recebem o primeiro reforço. Porém, todas as crianças menores de cinco anos (de 0 a 4 anos 11 meses e 29 dias) devem tomar as duas doses durante a Campanha Nacional, mesmo que já tenham sido vacinadas anteriormente.
Vacina tríplice viral – As crianças devem tomar uma dose da vacina tríplice viral (que protege contra sarampo, rubéola e caxumba) aos 12 meses e um reforço aos quatro anos. Porém, todas as crianças devem se vacinar nas “campanhas de seguimento”, mesmo que já tenham sido vacinadas anteriormente.
Restou alguma dúvida? Não deixe de perguntar!
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junho 6, 2011 por Paula Sanches
Em: Últimas Notícias
O Ministério da Saúde e a Anvisa divulgaram uma nota técnica para passar as informações à população sobre o surto causado pela bactéria.
De forma bem didática é possível entender a situação atual. De acordo com as primeiras orientações, se trata de um cepa rara da bactéria e as informações estão sendo acompanhadas em tempo real pelas autoridades brasileiras. Até o momento não serão adotadas medidas restritivas pela Anvisa.
Veja as principais informações da nota de esclarecimento:
A bactéria
A Escherichia coli (E. coli) é uma bactéria encontrada naturalmente no intestino de humanos e de animais. A maioria das cepas de E. coli são inofensivas, todavia, algumas podem causar graves doenças transmitidas por alimentos, como é o caso da E. coli enterohemorrágica (EHEC), que produz uma toxina denominada verotoxina ou do tipo Shiga, sendo por isso também chamada de E. coli produtora de verotoxina (VTEC) ou E. coli produtora de toxina Shiga (STEC).
Sintomas
Os principais sintomas da doença provocada pela EHEC são cólicas abdominais severas e diarreia, podendo evoluir para diarreia sanguinolenta. Vômitos e febre também podem ocorrer. O período de incubação, isto é, o tempo entre a transmissão e o início do aparecimento dos sintomas varia de 3 a 8 dias, com média de 3 a 4 dias.
A maioria da população se recupera em 10 dias, mas em pessoas mais vulneráveis, a infecção pode agravar-se, levando à Síndrome Hemolítica Urêmica (SHU). A SHU é causada por falência renal aguda, anemia hemolítica e trombocitopenia.
Alerta
Em 22 de maio de 2011, a Alemanha notificou o Sistema de Alerta Antecipado e Resposta da Comunidade Europeia (EWRS) relatando um aumento significativo no número de pacientes com diarreia sanguinolenta causada por STEC e SHU.
A investigação teve início naquele país em 24 de maio e no dia 27 de maio foi emitido o primeiro alerta. Em 3 de junho, a OMS atualizou os dados informando um total de 1823 casos notificados na Europa, sendo 552 de SHU (12 casos fatais) e 1115 de EHEC (6 casos fatais).
Na Alemanha, há 520 casos de SHU e 1213 de EHEC. Os demais casos foram notificados na Áustria, Dinamarca, França, Holanda, Noruega, Espanha, Suíça, Reino Unido, República Tcheca e Estados Unidos – mas em quantidades muito menores.
A maioria dos casos ocorridos fora da Alemanha, incluindo os dois casos ocorridos nos EUA, está vinculado a pessoas que estiveram nesse país, especialmente na região norte.
Transmissão
A EHEC é transmitida ao homem pelo consumo de alimentos contaminados, principalmente carne ou leite crus ou mal cozidos. O consumo de vegetais contaminados crus também pode ser uma rota de transmissão. Outra possibilidade é a transmissão de pessoa a pessoa, pela via fecal-oral.
No caso do surto da Alemanha, ainda não foi definida a fonte de contaminação. Estudos preliminares realizados pelas autoridades de saúde apontam três alimentos in natura como mais prováveis fontes: pepino, tomate e alface.
Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), autoridade que fiscaliza a importação de produtos hortícolas, o Brasil não importa os três alimentos atualmente indicados como mais prováveis fontes da contaminação.
Quantos aos alimentos em conserva importados da Europa, não estão comumente associados a surtos dessa natureza. Isso pode ser explicado porque a produção de hortaliças em conserva, combina duas medidas destinadas ao controle de bactérias e outros microrganismos: a acidificação – por meio da adição de substância ácida ou fermentação – com pasteurização, refrigeração ou adição de conservantes.
De toda forma, vários estudos estão sendo realizados na Europa para a fonte de contaminação, levando-se em consideração que esse tipo de bactéria é raro.
O que a Anvisa recomenda
No momento, não serão adotadas medidas restritivas pela Anvisa e não há motivo de maior preocupação pela população brasileira. A Anvisa avalia atentamente a evolução do surto na Alemanha e em outros países da Europa a fim de garantir uma rápida resposta caso seja necessário.
Recomendamos aos viajantes que estejam se dirigindo à Alemanha, que evitem consumir vegetais crus, em especial, pepinos, tomates e alfaces, até que a origem do surto seja confirmada, e estejam atentos a outras recomendações das autoridades alemãs.
Higiene
Outras medidas de prevenção envolvem procedimentos de higiene e de boas práticas de manipulação de alimentos como: lavagem adequada das mãos antes de preparar, servir ou tocar os alimentos, após o uso do banheiro, após manipular alimentos crus e após contato com animais.
Além disso, pessoas que apresentarem sintomas da doença como diarreia ou vômito não devem manipular alimentos. As frutas e vegetais devem ser lavados adequadamente, especialmente aqueles que forem consumidos crus. Por fim, os alimentos devem ser cozidos a 70°C, pois este é o único método efetivo para eliminar a EHEC de alimentos contaminados.
- Para ver a nota na íntegra, clique aqui.
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abril 13, 2011 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
O atual número 0800 61 1997 será substituído por apenas três dígitos: 136. Assim, a população terá fácil acesso à Ouvidoria do Sistema Único de Saúde (SUS) e aos serviços de orientação.
O número, gratuito para a população, deverá entrar em vigor entre 30 e 90 dias, conforme determinação da norma 410 da Anatel.
Outros órgãos já utilizam atendimento direto com três dígitos. Aos poucos, esses números começam a ser facilmente lembrados pela população como, por exemplo, o 192, usado para acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
Em 2010, o serviço da Ouvidoria recebeu 4,6 milhões de ligações. Atualmente o Sistema Nacional de Ouvidorias está presente em 26 estados – Rio Grande do Sul está em fase de estruturação.
Como usar a Ouvidoria do SUS
Por telefone
Pelo número 136, o cidadão terá em até 90 dias acesso gratuito à Ouvidoria do SUS, 24 horas por dia. São oferecidas diversas opções, tais como: fazer solicitações, sugestões, reclamações ou elogios; solicitar informações sobre saúde, doenças, medicamentos ou sobre campanhas do Ministério da Saúde. É possível, também, optar por falar diretamente com um atendente.
Pela internet
Por meio da página (clique aqui para abrir) , é possível registrar e acompanhar o andamento da crítica ou sugestão feita por escrito.
Por carta
Deve-se enviar a carta com nome e endereço completos para o seguinte destinatário:
Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde
Departamento de Ouvidoria-Geral do SUS
Setor da Administração Federal (SAF) Sul
Quadra 2, Lotes 05/06, Ed. Premium, Torre I
3º andar, sala 305
CEP: 70.070-600. Brasília-DF
Atendimento presencial
É necessário ir ao Departamento de Ouvidoria Geral do SUS, que fica no endereço citado acima. Este canal possibilita ao cidadão detalhar suas opiniões, sugestões e reivindicações.
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abril 4, 2011 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Será produzido no país o medicamento Micofenolato de Mofetila, indicado contra a rejeição de órgãos transplantados, principalmente rins.
A iniciativa de deu através de um acordo entre a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz, do Ministério da Saúde) com a multinacional Roche.
A parceria futuramente trará outros benefícios, já que prevê o intercâmbio científico para o desenvolvimento de novos tratamentos e a produção de medicamentos contra câncer, doenças neurológicas e virais.
Ainda em 2011, a Fundação fornecerá 9 milhões de comprimidos do Micofenolato de Mofetila ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Assim que o país passar a adquirir todo o processo de produção do medicamento, a estimativa é que o gasto anual do governo diminua nos próximos anos. A partir de 2012, a produção da Fiocruz atingirá 20 milhões de unidades por ano.
Transplantes
O número de transplantes realizados no país tem crescido nos últimos anos. Para se ter uma ideia, enquanto em 2003 foram realizados 12.722 procedimentos, em 2009 o Brasil contabilizou 20.253 cirurgias desse tipo – um aumento de 59,2%.
*Informações da Agência Saúde – Ascom/Fiocruz
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março 28, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Lançada hoje pela presidente Dilma Roussef e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a Rede Cegonha é composta por um conjunto de medidas para trazer uma garantia às brasileiras: segurança desde o momento que sabe que espera um filho.
O plano é garantir pelo SUS (Sistema Único de Saúde) atendimento seguro e humanizado desde a confirmação da gravidez até os dois primeiros anos de vida do bebê. Isso significa que a medida abrange a assistência obstétrica (às mulheres) – com foco na gravidez, no parto e pós-parto como também a assistência infantil (às crianças).
Para tornar o projeto realidade, a Rede Cegonha contará com R$ 9,397 bilhões do orçamento do Ministério da Saúde para investimentos até 2014. Estes recursos serão aplicados na construção de uma rede de cuidados primários à mulher e à criança.
Estimativas divulgadas pelo Ministério da Saúde apontam que o Brasil tem cerca de três milhões de gestantes, sendo que mais de dois milhões são assistidas exclusivamente pelo SUS.
Metas da Rede Cegonha
O objetivo é que ações sejam aplicadas em todo o Brasil. Porém, a prioridade do cronograma está sobre as regiões da Amazônia Legal e Nordeste – que têm os mais altos índices de mortalidade materna e infantil – e as regiões metropolitanas, envolvendo a maior concentração de gestantes.
Porém, conforme explicou o ministro Alexandre Padilha, qualquer município pode aderir à Rede.
Gestantes e atenção hospitalar
A Rede Cegonha terá atuação integrada com as demais iniciativas para a saúde da mulher no SUS, com foco nas cerca de 61 milhões de brasileiras em idade fértil. Nos postos de saúde, será introduzido o teste rápido de gravidez.
Confirmado o resultado positivo, será garantido um mínimo de seis consultas durante o pré-natal, além de uma série de exames clínicos e laboratoriais. A introdução do teste rápido, inclusive para detectar HIV e sífilis, também será novidade para reforçar o diagnóstico precoce e a adesão ao tratamento.
Desde a descoberta da gravidez até o parto, as gestantes terão acompanhamento e saberão, com antecedência, onde darão a luz. As grávidas receberão auxílio para se deslocarem até os postos de saúde para realizar o pré-natal e à maternidade na hora do parto, com vale-transporte e vale-táxi.
Nas unidades hospitalares haverá a criação de novas estruturas a fim de proporcionar a garantia de sempre haver vaga para gestantes e recém-nascidos nas unidades de saúde.
A Rede Cegonha também prevê a qualificação dos profissionais de saúde que darão a assistência adequada às gestantes e aos bebês.
Entre as novas estruturas estarão as Casas da Gestante e do Bebê, que dará acolhimento e assistência às gestantes de risco, e os Centros de Parto Normal, que funcionarão em conjunto com a maternidade para humanizar o nascimento.
Bebês
Nos primeiros dois anos de vida da criança, a Rede Cegonha compreenderá a atenção integral à saúde da criança, desde a promoção do aleitamento materno até a oferta de atendimento médico especializado para eventuais necessidades.
Outra ação prevista na Rede Cegonha direcionada às crianças será equipar as unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu Cegonha) para o transporte seguro do recém-nascido.
Educação e Planejamento Reprodutivo e Aleitamento Materno
Dentre as ações estão as campanhas públicas nas escolas (de nível médio e superior) e também com ações de mobilização da sociedade sobre a importância da educação sexual e reprodutiva, bem como do aleitamento materno. A alta taxa de gravidez entre adolescentes também contribui para risco para mãe e o bebê.
Arte na Rede
O artista plástico Romero Brito, além de criar a logomarca para o programa, produziu obras que serão instaladas nas unidades de saúde inseridas na Rede.
São ao todo 10 quadros que, juntos, contam uma história que vai da concepção ao crescimento do bebê: o amor; o encontro do pai e da mãe; a responsabilidade do ato sexual; a felicidade da gravidez; a parteira; o cuidado na hora do parto; a família junta apoiando o crescimento da criança; o bebê como centro do universo e a criança no meio da bandeira do Brasil representando o cidadão do futuro.
A cerimônia oficial de lançamento aconteceu hoje (28), em Belo Horizonte (MG).
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março 18, 2011 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, confirmou a falta do remédio atazanavir, antirretroviral utilizado no tratamento contra o HIV/Aids. O medicamento deve chegar na próxima semana.
A afirmação é do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, responsável pelo combate a doenças sexualmente transmissíveis (DST). O primeiro lote do atazanavir 300 mg, com 4,95 milhões de comprimidos, chegou a Brasília na tarde de ontem e será enviado aos estados entre os dias 22 e 25 de março.
O ministro garantiu que os pacientes não foram prejudicados pelo problema.
Parte do comunicado sobre o atazanavir, didanosina e saquinavir
Sobre o abastecimento de medicamentos antirretrovirais no Brasil, o Ministério da Saúde reafirma o compromisso de garantir tratamento aos que dele necessitam e informa que:
- Não houve risco ao tratamento de nenhum paciente que utiliza antirretrovirais. O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais antecipou-se à dificuldade de abastecimento do atazanavir 300mg. Uma das medidas recomendadas foi a substituição temporária do atazanavir por outros medicamentos, garantindo terapia igualmente eficaz a todos os pacientes.
- Em relação à didanosina 400mg e ao saquinavir 200mg, não houve desabastecimento. O que ocorreu foi uma recomendação de remanejamento local dos estoques e da programação de distribuição para que não houvesse descontinuidade no tratamento.
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fevereiro 9, 2011 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
São profissionais do Ministério da Saúde, de hospitais universitários, das Forças Armadas, de estados e municípios. Em suma, são especialistas em atendimento às vítimas de desastres naturais, que formam a equipe.
Foi o que anunciou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, com a intenção de formar uma grande equipe nacional de resgate para agir em casos como o ocorrido na região serrana do Rio de Janeiro.
O anúncio foi feito durante solenidade de entrega de 42 ambulâncias. Desse total, 20 foram encaminhadas pelo Ministério da Saúde para integrar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (SAMU/192), no Estado.
Os veículos foram recebidos pelas secretarias municipais de saúde de 34 cidades do estado do Rio de Janeiro, incluindo Nova Friburgo, Petrópolis e Teresópolis, as mais atingidas pelas chuvas do começo do ano.
No primeiro momento, as novas ambulâncias vão prestar atendimento em conjunto com as onze ambulâncias de hospitais federais do Rio e outras duas do SAMU Metropolitano II, da região de Niterói, que já atuam em caráter de emergência nas cidades afetadas.
*Com informações do Ministério da Saúde
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janeiro 24, 2011 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Desde o começo do ano, os pacientes com sintomas de dengue recebem um cartão de identificação quando procuram postos médicos públicos e privados.
Assim, o governo federal pretende monitorar o estado de saúde e tratamento dos pacientes, ao mesmo tempo em que evita diagnóstico errado se a pessoa procurar mais de uma unidade médica.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou que já foram distribuídos 400 mil cartões em todo o Brasil. Os próximos cartões devem ser distribuídos principalmente em regiões em que foram identificados maior risco de epidemia.
Vale lembrar que foi divulgado dezesseis Estados sob risco muito alto de enfrentar uma epidemia de dengue. A maior parte deles está nas regiões Norte e Nordeste, mas inclui Rio de Janeiro, Espírito Santo e Mato Grosso.
Outras medidas
O governo federal começou a distribuir aos hospitais e unidades de saúde, um novo documento com atualizações sobre medidas de precaução, identificação e tratamento da doença.
Perguntado, o ministro garantiu que não há sinais de desabastecimento de medicamentos para tratamento da dengue e disse que o ministério está atento a focos da doença nas cidades da Zona Serrana do Rio Janeiro, castigadas pelas chuvas.
Padilha ressaltou que, mesmo com as fortes chuvas, os municípios não apresentam até o momento risco de epidemia da doença.
*Com informações da Agência Estado
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janeiro 12, 2011 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Foi divulgado pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o novo mapa de risco para a dengue no Brasil.
O Levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) indica que Acre, Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Tocantins, Mato Grosso, Espírito Santo e Rio de Janeiro são os estados com alto risco de enfrentar epidemia neste começo de ano.
Roraima, Amapá, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul estão com risco alto para a dengue e também precisam reforçar as ações de prevenção e combate à doença.
Histórico
O Ministério da Saúde ainda não consolidou os números da dengue no País em 2010, porém estudos realizados mostraram um público mais jovem entre os hospitalizados pela dengue e que os óbitos resultam principalmente da falta de atenção aos primeiros sintomas.
“Mais de 90% dos óbitos foram de pessoas que não procuraram a rede de atenção primária da saúde. Os sintomas foram se agravando para só depois elas procurarem um centro de emergência”, disse o ministro Alexandre Padilha.
Por conta disso, ele aconselha a população a procurar a unidade de saúde mais próxima de seu trabalho ou residência logo no surgimento dos sintomas: febre alta com dor de cabeça, dor atrás dos olhos, no corpo e nas juntas.
O Ministério tem se reunido para formular ações capazes de prevenir e controlar a doença. Mas você pode ajudar muito:
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dezembro 21, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Com as informações dos nutrientes em mãos, você optaria por escolhas mais saudáveis?
Mais de 60 redes de lanchonetes e restaurantes de todo Brasil vão disponibilizar informações nutricionais sobre seus produtos alimentícios.
As empresas que assinaram o termo de ajustamento de conduta têm o prazo de 180 dias para cumprirem o acordo.
O que devem apresentar
As informações obrigatórias serão: valor energético, carboidratos, proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio.
Esses dados deverão estar em forma de tabela vertical ou horizontal, de acordo com a RDC 360/03 da Agência.
As informações serão dispostas em tabelas e impressas em embalagens (se houver), cartazes, cardápios ou folhetos. Se a empresa tiver site, também deve divulgar ali os dados nutricionais.
Saiba mais
A medida está alinhada com as recomendações da Estratégia Global para a Alimentação Saudável, Atividade Física e Saúde, da Organização Mundial de Saúde (OMS), e com as diretrizes da Política Nacional de Alimentação e Nutrição, do Ministério da Saúde.
A rotulagem nutricional é citada no documento da Estratégia Global como um meio e direito dos consumidores de receber informações sobre a composição dos alimentos, a fim de orientar escolhas mais adequadas.
A ação é resultado de termo de ajustamento de conduta firmado, no começo de dezembro, entre a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério Público Federal de Minas Gerais e a Associação Nacional de Restaurantes (ANR).
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