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Profissões mais e menos estressantes de 2011

Mesmo se você tiver a sorte de ter um bom emprego, as responsabilidades extras e a incerteza sobre o futuro podem se tornar o pedágio para sua saúde e bem-estar.

De fato, 70% dos funcionários dizem que o trabalho é a principal causa do seu estresse, e quase metade (49%) atribue o estresse à preocupação com a estabilidade no emprego, segundo uma pesquisa recente da Associação Americana de Psicologia. Muitos funcionários também dizem que estão descontentes com o pouco que suas organizações fazem para ajudá-los a encontrar um equilíbrio.

Pilotos de linha aérea comercial lideram, novamente, o posto de estresse, segundo pesquisa realizada pela CareerCast. Os últimos resultados encontraram algumas profissões que enfrentam turbulências ainda maiores do que as habituais. Fotojornalistas (n°4) e  âncoras (n°5) subiram as posições devido às recentes manifestações civis e protestos, principalmente, na África e no Oriente Médio.

Profissões mais estressantes de 2011

1. Piloto de linha aérea comercial
A pressão é grande para esses pilotos que não só precisam garantir a segurança dos passageiros, como também manter o cronograma, mesmo em condições meteorológicas adversas.

2. Diretor de Relações Públicas
Este campo altamente competitivo com prazos apertados mantém o estresse em altos níveis, segundo os especialistas.

3. Executivo Corporativo (Sênior)
Executivos seniores deverão ter profundo conhecimento em muitos campos diferentes de uma vez. Eles enfrentam uma pressão para fazer companhia a nível de decisões que podem ter efeitos de longo alcance para os empregados.

4. Fotojornalista
Estão muitas vezes na linha de frente de situações perigosas. Perigo no campo, prazos e falhas tecnológicas são fatores por seus empregos serem considerados estressantes.

5. Âncoras
Nestas 24 horas de ciclo de notícias, o nível de estresse pode ser intenso. É um campo altamente competitivo para passar a notícia antes dos concorrentes.

6. Executivo de Contas Publicitárias
O trabalho exige um alto nível de criatividade, atenção aos detalhes e motivação, o tempo todo com prazos rigorosos. Nesta indústria predatória, a concorrência é feroz levando ao estresse emocional e mental. As horas irregulares podem ser cansativas também.

7. Arquiteto
Lidam, muitas vezes, com o estresse e a pressão de terminar o trabalho com prazos apertados.

8. Corretor de ações
Seus níveis de estresse podem fluir com os altos e baixos do mercado.

9. Técnicos de Emergência Médica
São os primeiros a responder a situações de emergência onde a assistência médica é necessária. São muitas vezes a salvação para pacientes entre o local do acidente e o hospital.

10. Corretor de imovéis
São os intermediários entre compradores e vendedores de imóveis. Trabalham longas horas irregulares, incluindo fins de semana, gastando muito do seu tempo mostrando as propriedades para os clientes. O campo é altamente competitivo, o que pode causar altos níveis de estresse.

Para viver a vida tranquilamente, o campo da saúde, por exemplo, é um ótimo lugar, acredita? Mais da metade dos 10 empregos menos estressantes do relatório Jobs Rated de 2011 é para profissionais de saúde. Boa notícia, também, desde que a área continua forte, com excelentes perspectivas de emprego.

Profissões menos estressantes de 2011


1. Audiologista
O trabalho não é normalmente estressante, mas requer uma grande atenção e concentração.

2. Nutricionista
Trabalham com uma programação padrão durante a semana, embora alguns fins de semana trabalhem também.

3. Engenheiro de Software
Com a demanda por aplicações web e o desenvolvimento da computação em nuvem, as oportunidades para engenheiros de software são abundantes.

4. Programador
A opção de trabalhar em qualquer lugar do mundo é aberta. Isso pode ser ótimo para o desenvolvimento, mas também ruim, porque significa que muitos postos de trabalho locais podem ser transferidos para outros países com salários mais baixos.

5. Dentista
Dentistas que auxiliam nos aspectos diagnósticos e terapêuticos da prática odontológica. Por causa da crescente população ea demanda por serviços odontológicos, as perspectivas de emprego para dentistas responsáveis pela higienização dos dentes são muito bons.

6. Fonoaudiólogo
A maioria dos fonoaudiólogos trabalha em escolas ou em hospitais. Com os avanços da medicina e o envelhecimento da geração X, a necessidade de fonoaudiólogos deverá aumentar assim como as oportunidades de emprego.

7. Filósofo
Muitos filósofos trabalham no campo acadêmico, em faculdades e universidades. Isso permite que desfrutem de horários flexíveis e da oportunidade de realizar pesquisas e um ambiente intelectualmente estimulante onde estão cercados por outras pessoas que gostam de filosofia. Além disso, após serem professores seus empregos se mantêm estáveis.

8. Matemático
Do meio académico para o governo, as posições para os matemáticos estão em alta demanda, mas a competição é dura para postos-chave.

9. Terapeuta Ocupacional
Terapeutas Ocupacionais ajudam a desenvolver programas individualizados de atividade para pessoas deficientes, a fim de ajudá-los a adquirir autoconfiança. Demanda por terapeutas ocupacionais é impulsionada em grande parte pela crescente população que envelhece.

10. Quiropraxistas
Quiropraxistas têm horários que podem variar dependendo das necessidades de seus clientes. A demanda por tratamento quiroprático é alta como mais pessoas tendem a trabalhar na frente do computador por longos períodos.

A pesquisa e classificação foram realizadas pela CareerCast, empresa que oferece oportunidades de emprego para americanos e canadenses.

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Lançado recentemente pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Relatório “Igualdade no Trabalho: um desafio contínuo” traz um panorama sobre questões importantíssimas e mundiais para atingir a igualdade no mercado.

Do lado positivo, o mundo se tornou mais consciente da necessidade de vencer a discriminação; há mais legislação e iniciativas institucionais. Porém, a crise econômica prolongada expôs debilidades estruturais nesse combate.

A Organização das Nações Unidas informou que a ministra Iriny Lopes, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, foi uma das representantes do governo brasileiro durante a 100ª Conferência Internacional do Trabalho, evento no qual foi discutido o relatório.

Iriny aproveitou para chamar a atenção para a oportunidade de se aprovar a Convenção/Recomendação sobre o Trabalho Doméstico, que acredita ainda ser caracterizado pela precariedade.

“(…) a categoria das trabalhadoras domésticas representava 15,8% do total da ocupação feminina nacional no ano de 2008, o que corresponde, em termos numéricos, a 6,2 milhões de mulheres”.

Em relação à igualdade de gênero, os dados demonstram que há 829 milhões de mulheres em situação de pobreza em todo o mundo, ao passo que o número equivalente, no caso dos homens, é de 522 milhões.

Entre elas os salários correspondem, em média, a 70-90 % dos salários dos homens. De forma geral (não somente incluindo a diferença entre os sexos) a principal área de preocupação apresentada no relatório é a do acesso ao emprego.

A Conferência Internacional do Trabalho, que este ano comemora seu centenário é realizada todos os anos durante o mês de junho.

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Baby Boomers, Geração X, Y. Mas afinal, o que a época em que você nasceu revela sobre seu comportamento no ambiente corporativo?

Uma geração era definida pela média de diferença entre pais e filhos, o que traria uma nova geração a cada 25 anos, mais ou menos.

O que foi visto e continuamos a presenciar, nos últimos 50 anos, é que o intervalo entre uma geração e outra ficou mais curto – devido à evolução acelerada de tecnologias, pensamentos, comportamentos, etc.

Isso resulta em pessoas de diferentes idades (com diferenças bruscas de conhecimento) convivendo cada vez mais em todos os lugares, incluindo o trabalho.

Para entender o posicionamento de cada geração, é preciso também entender quais acontecimentos deram as características que a tornam um grupo hoje. Quem são os baby boomers?

Eles são filhos provenientes do final da Segunda Guerra Mundial. Nos Estados Unidos, com a volta dos soldados para casa, muitas mulheres engravidaram. Houve um “boom” de bebês. Por isso, essa geração é chamada de “baby boomers”. Uma geração que não queria mais a guerra, e sim paz e amor.

No Brasil, os “baby boomers” eram jovens quando começou a ditadura. Essa é a geração que lutou contra os militares, a geração da Jovem Guarda, da Bossa Nova, do Tropicalismo, do rock ‘n’ roll e dos festivais aqui e lá fora.

“A ideia da geração ‘baby boomer’ foi construir uma carreira que fosse sólida, na qual a gente tivesse uma fidelização ao trabalho. Uma carreira que nos realizasse, e não necessariamente nos oferecesse apenas um aporte material”, afirma o educador Mário Sérgio Cortella.

Estão preocupados com o dever, a segurança e em permanecer muito tempo numa empresa. Provavelmente ocupam posições de presidência, de chefia, de diretoria. Os seus pais os ensinaram a ter com os mais velhos uma figura de autoridade.

A geração X foi jovem na década de 80. Viram o Brasil censurado pela ditadura, mas assistiram às Diretas Já.

Quem é da geração X pintou a cara para derrubar o presidente. Viu a tecnologia entrar de vez em casa e usou diferentes moedas até chegar no Real.

Eles querem trabalhar mais para ganhar mais dinheiro. “São apegados a títulos e cargo, e gostam de deixar claro em que posição estão, porque, para eles, é mérito de muito esforço”, diz Renato Trindade, presidente da Bridge Research.

Ainda têm certa resistência à tecnologia e não buscam estar sempre conectados à inovação.

A geração seguinte cresceu num país que já era uma democracia e uma economia aberta. Nos anos 90, o Brasil foi melhorando e sendo respeitado depois do plano Real, e a internet abriu as portas do mundo para a geração Y.

Este profissional não busca um trabalho fechado. Ele não quer apenas receber ordens, mas também quer participar. Busca sempre a evolução imediata. É impulsivo e impaciente e quer estar em constante ascensão na carreira.

Para entender outros aspectos, veja o filme ‘We All Want to Be Young’ (Todos Nós Queremos Ser Jovens), resultado de diversos estudos realizados pela BOX1824 nos últimos 5 anos. A BOX1824 é uma empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo.

We All Want to Be Young (leg) from box1824 on Vimeo.

*Com informações do G1
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Essa é a sua atitude quando repara que uma pessoa sofre de bullying na empresa?

É comum ouvirmos sobre bullying entre crianças na escola e esquecer que os abusos podem acontecer no mercado de trabalho. As empresas não estão preparadas para combatê-lo, e muitas vezes, optam pela omissão.

O resultado: empregados com saúde mental afetada e consequências negativas para ambos, funcionário e empresa.

Isto porque um evento de bullying no trabalho apaga da memória qualquer evento positivo anterior, como promoção ou aumento, e passa a ser o evento mais lembrado para o trabalhador depois do fim do contrato. A pesquisa foi feita pela American Psychological Association.

Outro dado curioso, publicado no periódico britânico Guidance & Counselling, mostra que algumas empresas acham o bullying aceitável. Alguns se juntam aos que praticam, enquanto outros fingem não reparar.

Há aquelas em que não sabem distinguir brincadeiras ou conflitos pessoais do bullying. Para alguns executivos, a prática é vista como forma de deixar uns mais fortes que outros, um “mal necessário” na construção de caráter.

Estudos mostram que o problema é passado adiante, o que significa que o modo como os chefes são ou foram tratados um dia, pode refletir em como eles tratam sua equipe.

O que fazer, então?

Um estudo da Universidade de Minnesota revela o que aconteceu em empresas que estabeleceram normas para combater o bullying. Grupos se formam e pode desencadear atos em excesso e gerar tensão no ambiente de trabalho.

Muitas vezes a agressão é feita de acordo com a posição profissional. Uma pesquisa aponta que estas pessoas, normalmente, acham que seu ambiente de trabalho é um local injusto e que seu trabalho não está sendo bem avaliado.

A SUGESTÃO É MUITO SIMPLES

Chefes e gerentes devem proporcionar um ambiente mais colaborativo onde a opinião de todos tenha importância e poder decisório dentro da empresa. Essa simples atitude pode combater a agressividade.

E você? Como age na empresa em que trabalha? Comente.

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Para sentir-se realizado profissionalmente, abrir o negócio próprio ou continuar a prestar serviço basta aliar oportunidade com vontade. E os aposentados têm se mostrado cada vez mais de volta à ativa.

São dois principais fatores que levam a esse fato. O primeiro refere-se ao envelhecimento da população. Nos últimos 10 anos, o número de paulistanos com 60 anos ou mais subiu 35% e chegou a 1,3 milhão. Se continuarmos nesse caminho, a Fundação Seade prevê que em 2024 o grupo da terceira idade ultrapasse o de crianças e jovens até 14 anos.

O segundo fator está ligado ao aumento do empreendedorismo no País de forma geral, conclusão de uma pesquisa realizada pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM). Entre 55 e 64 anos, o índice aumentou e foi para 6,5 em 2009 – número que não passava de 3% um ano antes.

A GEM é uma pesquisa apresentada pelo Sebrae e Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), para medir o empreendedorismo no Brasil comparado a outros países.

O Próprio Negócio

O aumento da expectativa de vida e o dinheiro extra guardado durante os anos pode ser um bom motivo encontrado pelos aposentados para abrirem o próprio negócio.
Encontrar uma fonte de renda alternativa também os deixa mais atentos às oportunidades, nos casos em que a contribuição à Previdência Social feita por 30 anos no caso das mulheres, ou por 35 no dos homens, não corresponde ao que desejam.

Quero voltar ao mercado de trabalho. O que procurar?

A diretora do Integrated Coaching Institute, Fátima Abate, dá a dica. Em um primeiro momento o aposentado pode tentar uma recolocação na área de consultoria ou na de mentoring, e desempenhar o papel de instrutor aos funcionários recém-chegados.

*Este post conta com informações do Jornal da Tarde
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Se na sua lista de promessas e pedidos para o ano que chega daqui há alguns dias está arranjar um bom emprego o Blog da Saúde traz boas novas. Segundo órgãos oficiais a expectativa para 2010 é que sejam criados cerca de 2 milhões de empregos formais no país.

Isso refere-se a quase o dobro do que foi criado esse ano. Na relação de fatores que contribuem para o aquecimento do mercado de trabalho estão, além da demanda interna as eleições e obras do setor público. O crescimento do Produto Interno Bruto – PIB do país, segundo economistas será de 5%.

Em entrevista à Folha de São Paulo, o ministro do trabalho Carlos Lupi afirmou que “o que sustentará o emprego é a indústria, serviços e a construção civil”.

Sobre a rotatividade no mercado de trabalho, tão presente entre os meses de setembro e novembro, Lupi ressalta que esse “vai e não volta” do mercado nessa época refere-se às contratações temporárias, e que “ uma ideia é transformar acordos setoriais, entre governo, empresários e trabalhadores em legislação.”

Para ter acesso à última pesquisa de emprego e desemprego divulgada pelo Ministério do Trabalho clique aqui.

“Aproveite que bons ventos sopram na economia e coloque em seu planejamento aquele curso profissionalizante, idioma e pós graduação. Saia à frente e garanta uma saúde
financeira em dia para 2010.”

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A resposta não é nada simples. Recrutar profissionais para o mercado de trabalho já é uma tarefa que exige muito bom senso, contratar um ex-presidiário soa ainda mais complicado.

Carregamos um preconceito intrínseco em situações como esta. A falta de preparo dentro das cadeias e principalmente o medo impendem que a maioria das empresas contrate ex-presidiários.

Se pensarmos mais racionalmente, a possibilidade de emprego para um ex-preso resultaria num benefício para a sociedade em geral, já que a falta de perspectiva e oportunidade de trabalho é a maior causa para o retorno ao crime.

Com o objetivo de incentivar esse tipo de contratação o Programa Começar de Novo, do CNJ em parceria com o STF, criou um sistema online que permite as empresas interessadas a cadastrarem as vagas disponíveis. As ofertas de emprego serão divulgadas aos ex-presidiários através de conselhos comunitários e entidades responsáveis pela fiscalização da execução de penas.

E você, irá se cadastrar?

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A língua inglesa tornou-se requisito básico para ingressar no mercado de trabalho. Ainda que algumas pessoas não dominem a língua, seu conhecimento conta pontos positivos na hora da admissão e da promoção. Mas, até que ponto essa característica é indispensável?

No mundo globalizado em que vivemos o inglês não é apenas o idioma pelo qual as pessoas se comunicam com outras, mas é também a linguagem dos programas de computador, ferramenta tão usada no ambiente corporativo.

Ainda que sua utilização dependa do cargo, do setor e da empresa em que se trabalha, aprimorar o conhecimento dessa língua trará benefícios a qualquer colaborador, pois ampliará sua rede de relacionamentos e fontes  de informação.

O não conhecimento do inglês pode ser um obstáculo, principalmente para os jovens que querem ingressar no mercado de trabalho. Porém, a boa notícia é que eles possuem mais facilidade para aprender qualquer outra língua do que aqueles de idade avançada.

Existem cursos de inglês, especialmente, voltados para pessoas que já têm o conhecimento da língua, mas querem focar seu conhecimento no mercado de trabalho. Neste tipo de aula, os alunos aprendem vocabulários específicos, como passar por uma entrevista e elaborar um currículo em inglês.

O Blog da Saúde conversou com a área de RH da Victory Consulting – Consultoria em Benefícios e Planos de Saúde – para saber qual a visão do mercado atual.

1. Você considera o conhecimento do idioma inglês indispensável para a contratação de um funcionário? Por quê?
Para algumas empresas, principalmente as multinacionais, o inglês é indispensável. Porém, as empresas brasileiras também têm a necessidade do inglês em áreas específicas, visto que vivemos em um mundo globalizado e as negociações podem ocorrer em qualquer parte do globo, sendo necessário então, um idioma em comum. Como os EUA foram por muito tempo a maior das potências econômicas, sua língua prevaleceu sobre as demais.

2. Quais os cargos e/ou setores das empresas, em geral, que mais necessitam de pessoas que dominem o idioma inglês?
Tecnologia, informática, Marketing e Pós Vendas e os cargos de gerência.

3. Até que ponto é importante? Ou seja, entre um funcionário com características ideais para o cargo, mas que não tivesse o inglês entre eles e outro que tivesse o inglês, porém menos características ideais para o cargo, qual dos dois você admitiria?
Para alguns cargos, realmente é indispensável (principalmente se há reporte para a matriz em outro país), portanto, nesse caso eu ficaria com a pessoa que fala inglês. Se o cargo não exige o inglês usualmente, eu ficaria com a pessoa que tem as características ideais e aconselharia o curso de inglês.

4. Você acha que através de uma entrevista é possível reconhecer o nível do conhecimento de inglês de um candidato?
Sim, pois hoje em dia existem, além de testes, consultorias especializadas para medir o nível do inglês do candidato com maior precisão.

Interessou-se pelo curso? Clique aqui e conheça um gratuito.

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