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6 hábitos que ajudam a evitar o estresse no trabalho

Ter um emprego em um ambiente estressante é algo extremamente negativo. Além de causas danos à sua saúde, isso também prejudica sua produtividade no trabalho. Para resolver esse problema, você precisa primeiro verificar o que poderia ser a causa de tanto incômodo e então procurar mudar esses fatores começando a mudança por você mesmo e adotando melhores hábitos.

blog_piscandoRoxoConfira 6 hábitos que ajudam a evitar o estresse no trabalho 

Distancie-se da internet

Mesmo que seu emprego dependa do uso da internet, estudos comprovam que utilizar redes sociais durante o trabalho aumenta a ansiedade, fazendo com que os níveis de estresse sejam maiores, além de provocar uma redução significativa na produtividade. Por isso, distancie-se da sua vida online pelo menos durante o expediente.

Preocupe-se com sua alimentação

Se você tiver uma alimentação correta que oferece a você todas as vitaminas necessárias para o bom funcionamento do seu corpo, seus níveis de estresse terão uma redução expressiva.

Dê atenção a sua mente

Muitas vezes, ansiedade pode ser causada apenas pelo fato da mente estar divagando por pensamentos desnecessários. Por isso, aprenda a relaxar. Encontre o que funciona melhor para você e tenha alguns momentos de descanso para sua mente. Meditação é uma boa dica para facilitar essa tarefa.

Construa boas relações

Trabalhar nos seus relacionamentos com as pessoas também ajuda a controlar o estresse diário. Por isso, procure sempre aprimorar suas relações para que você possa estar bem com você mesmo.

Ouça música

Ouvir música durante o trabalho pode ajudar na sua produtividade e também melhorar o eu humor.

Faça exercícios

Fazer exercícios ajuda você a saber como controlar desconfortos emocionais, já que depois de alguns minutos de exercício, você se sentirá mais pleno e relaxado.

*Com informações da InfoMoney

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Durante a vida, sempre há, e continuará acontecendo, momentos estressantes. Não há como mudar isso. No entanto, é possível preparar o corpo para evitar problemas de saúde provocados pelo estresse.

Uma alternativa é buscar técnicas de relaxamento, que evitem a elevada carga de substâncias químicas, como adrenalina, noradrenalina e acetilcolina, fiquem durante muito tempo no organismo, prejudicando a saúde do coração, o aumento da pressão sanguínea e a dificuldade de respiração. O prolongado tempo de estresse pode enfraquecer o corpo. Por isso, todo cuidado é pouco!

Vamos cuidar da saúde e reduzir o estresse?

Cada pessoa apresenta sintomas variados, por isso, cada uma precisa encontrar o seu método para relaxamento. Conheça alguns:

  • Treinamento autógeno: este método concentra-se nas sensações corporais físicas, incluindo calor, sensação de peso e relaxamento em todo o corpo.
  • Biofeedback: relaxamento ensinado por utilização de dispositivos eletrônicos para fornecer medições da função do corpo.
  • Respiração profunda ou exercícios respiratórios: este método de relaxamento concentra-se em profundidade. As respirações podem ser sozinhas ou em combinação com outras técnicas.
  • Aparência guiada: imagens guiadas centra-se na substituição de sentimentos negativos com imagens positivas, agradáveis, cheiros, sabores e sons.
  • Relaxamento muscular progressivo: este método de relaxamento requer o enrijecimento ordenado e a libertação de grupos musculares. Pode ser usado em combinação com outros métodos de relaxamento.
  • Auto hipnose: relaxamento ativado através de um estado de atenção focada.
  • Movimento rítmico: atividade física consciente, como correr, nadar ou dançar leva a uma resposta de relaxamento pela pessoa.
  • Meditação: esta técnica de relaxamento requer prestando muita atenção e concentrando-se nas sensações sentidas em várias partes do corpo.
  • Yoga e Tai Chi: enquanto a yoga usa uma série de movimentos e poses, Tai Chi usa ritmo, fluindo movimentos do corpo.
  • Massagem terapêutica: automassagem ou com um terapeuta de massagem, pode aliviar o estresse, dor e tensão muscular.

Se você tem a meta de relaxar, diminuir a ansiedade e melhorar a saúde mental, a meditação pode ser uma ótima atividade para você.

Para quem deseja começar, uma ótima oportunidade ocorrerá. O Centro Mente Aberta da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) promoverá, no dia 7 de agosto, mais um encontro sobre meditação mindfulness (atenção plena) no Parque Ibirapuera.

A atividade é destinada tanto a praticantes quanto a pessoas que nunca tiveram contato com ela e que desejam conhecê-la. Na ocasião, será realizada uma conversa teórico-prática introdutória sobre mindfulness e promoção de saúde.

Os participantes devem vestir roupas confortáveis e levar um colchonete, almofada e/ou cadeira portátil. Os encontros acontecem no primeiro domingo de cada mês, das 9h às 10h. Confira as próximas datas: 04/09, 02/10, 06/11 e 04/12.

Local do encontro: ao lado do Viveiro Manequinho Lopes (Acesso: Portão 7A – Av. IV Centenário).

Mais informações: (11) 3385-4350 – ramal 1241 (às segundas, quartas e sextas-feiras, das 8h às 16h).

 

Pessoas ansiosas costumam sempre pensar no depois, ficam preocupadas com o que acontecerá e não conseguem viver direito o presente, o hoje. Se esta é a sua situação, é possível superar este mal.

O prof. Eduardo Martins, cardiologista e pesquisador de Conscienciologia, indica algumas sugestões para aliviar a ansiedade, veja:

1. Parar, parar e parar. Segundo o Prof. Eduardo Martins, a coisa mais importante para superar a ansiedade é simplesmente parar, fazer as coisas com calma, refletir. “Hoje em dia as pessoas se vangloriam sobre como não têm tempo para nada como se isso fosse uma coisa boa, mas não é. Uma dica é reservar um período na semana para esse momento de break da rotina, sem celular, sem televisão, talvez lendo um livro simplesmente por ler”, explica.

  1. Dê a devida atenção ao seu sono. Com os smartphones e as redes sociais, quando as pessoas vão para a cama, elas ficam conectadas até mais tarde e acabam dormindo consideravelmente menos do que o organismo precisa para descansar. “Hoje em dia o sono é banalizado e ignorado. Esse modo contínuo de operar a vida e a cabeça vai entrando pela madrugada afora e o resultado disso é estresse, mesmo quando a pessoa não identifique e acredite que está tudo bem”, conta. O médico explica que a longo prazo, as consequências de uma ‘simples’ carga de sono diminuída podem ser doenças como hipertensão e diabetes, então prestar atenção à quantidade de horas que você dorme é importante para sair desse estado de ansiedade.
  1. Tenha uma agenda pessoal. Seja para fazer academia, uma caminhada, acupuntura ou praticar Ioga, é importante ter uma agenda pessoal para que a pessoa entre em contato consigo mesma. “Os ansiosos geralmente são tão acelerados que entram em contato com todo mundo, mas falham em se conectar com seu interior e encontrar equilíbrio”.
  1. Se organize à noite para a manhã do dia seguinte. Parece simples, mas muita gente não coloca essa organização prévia em sua rotina e esse tipo de ação é muito importante para que não haja preocupações durante o sono, já que está tudo certo para o dia seguinte, e também para que as manhãs sejam mais tranquilas, ajudando o dia a transcorrer de maneira mais calma e equilibrada.
  1. Seja mais perceptivo consigo mesmo. Comece com perguntas simples que não costumamos fazer na correria do dia-a-dia como ‘eu estou contente com o que eu faço profissionalmente?’, ‘eu estou contente com meu relacionamento afetivo?’. “Se perguntando essas coisas simples, você consegue identificar se essas áreas de sua vida estão relativamente alinhadas e também se sua ansiedade pode ter uma causa externa. O especialista explica que se a resposta for não para alguma dessas questões, a autoestima da pessoa fica prejudicada e ela compensa acumulando tarefas. Depois de identificar o que está errado, ela começa a pensar em uma solução e dar mais valor para si mesma, assim as coisas começam a entrar nos eixos.
  1. Organize os ambientes. Seja seu ambiente de trabalho ou sua casa, organizar os espaços significa organizar também sua mente. “Se a pessoa vive na bagunça, ela vai vivenciar a ansiedade sempre. A desorganização leva a uma desconexão da realidade e, à medida que a pessoa se desconecta, ela fica mais ansiosa”, explica o especialista.
  1. Repita todas as dicas acima até que elas se tornem um hábito. É importante levar as dicas a sério, por mais simples que elas pareçam, e repeti-las até que se tornem hábitos. “Eu acredito que o trinômio compreensão – esforço – repetição é a chave para diminuir a ansiedade. A pessoa compreende que ela é ansiosa, aplica novos hábitos em sua vida que podem ajudar com o problema e se esforça para encarar os desafios, mesmo que erros e dificuldades apareçam em algum momento, e levar isso a sério até que passem a fazer parte de sua rotina.  A saúde, seja física ou mental, é a repetição dos hábitos saudáveis”, finaliza.

Caso você não tenha certeza se sofre de ansiedade, o especialista tem uma dica para identificar:

Olhe para a sua agenda e observe se tem espaços livres ao longo dos dias. Se tiver e pensar em já agendar tarefas, é porque você sofre de ansiedade.  “O ansioso acredita que só tem valor quando está produzindo. Se ele não produz, está mal, sentindo um vazio. Isso é chamado de ócio depreciativo e é extremamente negativo. O ócio pode ser criativo, porque quando você dá um tempo para sua mente, encontra ideias e respostas”, comenta.

O Prof. Eduardo alerta que quando a pessoa passa todos os dias nervosa, preocupada ou acreditando que alguma coisa vai acontecer, sem conseguir relaxar, ela pode sofrer de Transtorno de Ansiedade Generalizado (TAG), e aí há a necessidade de uma avaliação médica e psicológica para definir o tratamento, já que o estágio seguinte à TAG é a síndrome do pânico.

Um estudo publicado no jornal Current Biology encontrou que os ratos expostos à luz artificial por cerca de 5 meses apresentaram uma série de efeitos colaterais e um declínio à qualidade da saúde.

Muitos dos processos vitais e funcionais do corpo seguem um ritmo natural do dia, baseado nas 24 horas: noite/dia, escuro/claro.

Esse ritmo é controlado pelo relógio biológico. Além desse, há um “relógio” no cérebro que coordena o corpo, o mantendo sincronizado.

Este “relógio cerebral” consiste em um grupo de células nervosas no cérebro chamadas núcleo

supraquiasmático, onde cerca de 20.000 neurônios estão localizados no fundo do cérebro no hipotálamo.

O ritmo cardíaco controla fisicamente e mentalmente a cada 24 horas o ciclo dormir-acordar, a temperatura corporal, o índice cardíaco e os hormônios.

O estudo mostra que o ciclo do ambiente (noite/dia) é importante para a saúde. Caso o ciclo natural não consiga ser controlado pelo organismo normalmente, por causa da iluminação artificial, o sistema imunológico e as ações anti-inflamatórias ficam abalados, assim como há perda muscular e sinais de osteoporose.

Sabe quando lembrar de detalhes do cotidiano começa a ficar difícil? Por exemplo, não lembrar onde deixou a chave de casa; esquecer o local que estacionou o carro; demorar para recordar alguma data. Isto não significa que há alguma doença surgindo, muito menos que alguns neurônios morreram, a explicação é muito mais simples e menos traumática: falta de atenção.

Não ter o controle de focar em uma atividade e se concentrar totalmente nela tem solução. Sabemos que a rotina pede para que sejamos multitarefa. Fazemos tantas atividades ao mesmo tempo que não damos atenção que cada uma necessita. Ou, muitas vezes, a ansiedade é tanta que não conseguimos nos concentrar.

Uma forma de aprender a controlar a mente e, ainda por cima, melhorar o físico é a prática do pilates. Isto porque alguns exercícios têm o poder de proporcionar efeitos positivos ao cérebro.

No pilates, é preciso manter a atenção e a concentração para controlar o corpo para evoluir nos exercícios. “Como consequência disso, aprendemos a incorporar uma concentração maior nas tarefas do dia a dia, tudo porque aprende-se a se concentrar e acalmar a agitação mental por meio dessa atividade”, explica Patrícia Bueno, diretora do Studio Pilates Patrícia Bueno.

A prático do pilates contribui para o cérebro se tornar mais flexível, ágil e aumentar a capacidade de memória.

Ter um momento para fazer nada é muito importante para saúde, tanto física quanto mental. Com a rotina corrida, o nível de agitação e irritação podem provocar desde insônia até problemas cardíacos. Especialistas afirmam que o estresse ocasiona sintomas emocionais e físicos que provocam problemas psicológicos e patológicos.

O estresse é interpretado pelo corpo da mesma forma como numa situação de perigo, em excesso pode causar muitos problemas de saúde. Por isso, ter um momento para fazer nada é muito bom.

“Se você não tem tempo ou dinheiro para planejar uma viagem ou um passeio, tirar duas horas do seu dia para deitar no sofá e ler um livro, ou assistir a algum outro programa de TV que não sejam os jornais – filmes, seriados, etc – já ajuda bastante a desacelerar o corpo e descansar a mente” aconselha a psicanalista e coach Andreia Rego. “Ir à academia também é uma ótima forma de aliviar o estresse. Além de manter o corpo em forma e mais saudável, o organismo libera substâncias que trazem bem-estar e também ajudam a dormir melhor”, conclui.

Não somente pela pressão arterial, mas o nervosismo é responsável pela queda de imunidade, tensão muscular, gastrite e algumas alergias respiratórias, que nessa época fria do ano já são causas suficientes para adoecer. Aproveite as férias escolares das crianças e relaxe um pouco.

Dislexia é um transtorno específico de aprendizagem, caracterizada pela dificuldade no reconhecimento preciso e/ou fluente da palavra, na habilidade de decodificação e em soletração.

Segundo o portal da Associação Brasileira de dislexia, alguns possíveis sinais podem aparecer durante a infância:  

Alguns sinais na Pré-escola

  • Dispersão;
  • Fraco desenvolvimento da atenção;
  • Atraso do desenvolvimento da fala e da linguagem
  • Dificuldade de aprender rimas e canções;
  • Fraco desenvolvimento da coordenação motora;
  • Dificuldade com quebra-cabeças;
  • Falta de interesse por livros impressos.

Alguns sinais na Idade Escolar

  • Dificuldade na aquisição e automação da leitura e da escrita;
  • Pobre conhecimento de rima (sons iguais no final das palavras) e aliteração (sons iguais no início das palavras);
  • Desatenção e dispersão;
  • Dificuldade em copiar de livros e da lousa;
  • Dificuldade na coordenação motora fina (letras, desenhos, pinturas etc.) e/ou grossa (ginástica, dança etc.);
  • Desorganização geral, constantes atrasos na entrega de trabalho escolares e perda de seus pertences;
  • Confusão para nomear entre esquerda e direita;
  • Dificuldade em manusear mapas, dicionários, listas telefônicas etc.;
  • Vocabulário pobre, com sentenças curtas e imaturas ou longas e vagas.

“Quanto mais cedo for detectado, melhor poderá ser trabalhado pelos estímulos corretos, que vão diminuir os reflexos no processo escolar”, explica Sheila Leal, especialista em dislexia, “existem vários tipos de dislexia, bem como diversos graus”. É possível dar um diagnóstico após dois anos do início do processo de alfabetização.

A especialista alerta que a aquisição tardia da fala, dificuldades motoras e de memorização das cores, por exemplo, são elementos a serem observados até mesmo antes do processo de alfabetização. “Problemas em guardar o nome dos objetos e dificuldade em aprender a cantar músicas reforçam algumas suspeitas”, destaca, alertando que o diagnóstico completo só é possível com uma equipe multidisciplinar, que inclui neuropediatra, fonoaudiólogo, neuropsicólogo e psicopedagogo. “A forma ideal de encarar a dislexia é identificar as potencialidades da criança, para valorizar o que é positivo”, explica Sheila, que lista cinco brincadeiras que podem ser utilizadas para identificar uma possível dislexia.

1- Cante

Sheila sugere que os pais devem começar a cantar para que seus filhos completem a música, especialmente com crianças de 4 a 5 anos. “Observe se seu filho sempre pedirá auxílio ou se chegará a completar a música sozinho”, explica.

2-Brinque com números

Os pequenos de 4 a 5 anos já devem ser capazes de contar até cinco, segundo a especialista. “Conte os objetos da casa ou faça bolinhas de massinha, mostrando com os dedos”, indica a fonoaudióloga. Ela explica que é preciso observar se a memorização ocorre com facilidade, especialmente quando é sobre a idade da criança.

3-Desenhe

Sheila ensina que uma das brincadeiras mais importantes na infância é o ato de desenhar. A coordenação motora e o esquema corporal, podem ser identificados e trabalhados através de um simples desenho. “Desenhe no chão, no papel kraft ou na cartolina, por exemplo, pois desenhos grandes permitem a exploração do papel”, explica. “Observe se a criança tem dificuldade em pegar o giz, canetinha ou lápis”. A especialista sugere que os pais brinquem de adivinhar desenhos, e verifiquem se os pequenos se recusam a desenhar ou não sabem fazer objetos simples, como quadrados ou círculos. Fique atento se o seu filho com 4 anos ainda tem dificuldades para executar esses movimentos solicitados.

4-Brinque de forca

Com filhos de 6 a 8 anos, a psicopedagoga indica a importância de brincar do tradicional jogo de forca. “Ao pensar em uma palavra e oferecer uma dica simples para a criança, ela terá que pensar nas letras para descobrir”, explica. Para a especialista, é preciso prestar atenção na forma como a criança resolve o problema. “Observe se ele sempre repete a mesma letra ou se fica chutando qualquer palavra”.

5-Brinque de rima

Dentre as músicas infantis mais comuns, quase todas possuem rimas. Sheila sugere que os pais cantem e promovam que os filhos de 6 a 8 anos completem com rimas. A fonoaudióloga destaca que nesta idade as crianças devem ter noção de como rimar.

Alerta

Além das brincadeiras, Sheila indica uma prática importante para verificar como está o desenvolvimento das crianças de na faixa dos 6 aos 8 anos: fazer uma lista de supermercado com os itens que devem ser comprados – mesmo que seja apenas em forma de desenhos ou as letras iniciais – e que depois as compras sejam feitas em conjunto. “Peça que seu filho te ajude a encontrar os itens da lista”.

Por fim, a especialista adverte que os pais não devem rotular os filhos, nem com o diagnóstico dos profissionais, e jamais chamá-los de preguiçosos ou outro adjetivo semelhante. “Ao fazer isso, o sentimento negativo é enraizado, afetando a autoestima e prejudicando ainda mais o processo de leitura e escrita”, conclui.

Para pessoas com asma, a yoga pode reduzir os sintomas e promover qualidade de vida. Esta atividade beneficia a condição respiratória, indica estudo da Cochrane Review, recentemente publicado no Cochrane Library.

A yoga é uma prática popular para ajuda a mente e o corpo, que combina a postura física, os exercícios de respiração, a meditação e o relaxamento.

Segundo o National Center for Complementary and Integrative Health (NCCIH), cerca de 21 milhões de adultos nos Estados Unidos praticam Yoga. A popularidade desta atividade não é surpreendente, já que se trata de uma prática que traz inúmeros benefícios para a saúde, como redução do estresse, ansiedade, depressão, pressão arterial, melhora da dor nas costas e do físico.

Enquanto um estudo prévio sugere que a yoga traz benefícios para a asma, os pesquisadores do último estudo notaram que outras pesquisas encontraram limitados ou nenhum benefício.

“Tanta informação pode confundir as pessoas com asma quando eles estão decidindo se arrumam tempo e dinheiro para praticar yoga”, afirmam os pesquisadores, incluindo o autor líder Dr. Zuyao Yang, da University of Hong Kong.

Sobre a pesquisa 

Para compreender os benefícios da yoga para os asmáticos, Dr. Yang e seus colegas conduziram uma revisão sistemática de 15 estudos envolvendo 1.048 adultos, a maioria com asma leve a moderada.

Dez dos estudos avaliaram o impacto da yoga na postura, na respiração e na meditação, enquanto os outros cinco unicamente focaram na respiração.

A maioria dos participantes continuaram a usar a medicação para a asma durante o período de pesquisa, que variou de 2 semanas a mais de 4 anos.

Os pesquisadores identificaram uma evidência de que a yoga reduz alguns sintomas da asma e promove qualidade de vida.

No entanto, a equipe foi incapaz de identificar evidências suficientes que sugere que a yoga melhore a função pulmonar.

As informações são do Medical News Today.

Como já foi cientificamente comprovado que a música faz bem para a saúde mental e, consequentemente, para a física. Pensando nisso, a Orquestra do Limiar, conduzida pelo maestro Samir Rahme e formada por 15 instrumentistas, se apresentará no Hospital Beneficência Portuguesa no dia 4 de maio, às 12h30, como parte do programa Música nos Hospitais.

Esta temporada tem se pautado da temática “Saúde Mental: a influência da Música no Equilíbrio das Emoções”. Na apresentação serão executados clássicos de Vivaldi, Mozart e músicas dos Beatles, entre outros.

A apresentação percorrerá diversas unidades de atendimento da rede pública dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. Após a apresentação para o público geral, os músicos se dividem em três ou quatro grupos e se deslocam pelos corredores para levar alegria aos pacientes internados.

SERVIÇO

Música nos Hospitais – Orquestra do Limiar

Data: 4 de maio de 2016 (quarta-feira)

Horário: 12h30

Local: Hospital Beneficência Portuguesa

Endereço: Rua Maestro Cardim, 769 – Paraíso – São Paulo

Recepção Geral – Bloco 1

Ingresso: gratuito

Em uma pesquisa realizada pela University of Cincinnati Academic Health Center, em Ohio, observou-se que o mirtilo pode ser benéfico para a memória e para a função cognitiva dos adultos.

Para chegar a este resultado, foram realizados dois estudos. O primeiro foi realizado com 47 adultos, que apresentavam transtorno cognitivo leve com idades entre 68 anos ou mais. Todos receberam pó de mirtilo liofilizado, o equivalente a uma porção de mirtilos frescos, ou pó placebo, para serem ingeridos uma vez ao dia durante 16 semanas.

Notou-se que os participantes que ingeriram o pó de mirtilo apresentaram melhor performance cognitiva e das funções cerebrais do que quem ingeriu apenas placebo. O grupo do mirtilo também demonstrou melhora da memória. A ressonância magnética realizada com os voluntários também indicou que este grupo apresentou aumento da atividade cerebral.

O segundo estudo foi menos conclusivo. Cerca de 94 pessoas com idade entre 62 e 80 anos que apresentavam declínio da memória foram divididos em 4 grupos. Cada um recebeu um tipo de substância: mirtilo, ou óleo de peixe, ou a combinação dos dois, ou placebo.

A cognição melhorou para quem consumiu o mirtilo ou o óleo de peixe separadamente, mas houve poucos benefícios para a memória. Os pesquisadores acreditam que este resultado pode ter ocorrido porque os participantes apresentavam funções cognitivas melhores do que os do outro teste.

Os resultados destes dois estudos darão base para pesquisas futuras sobre os benefícios do mirtilo para a saúde mental.

“Mais alguma coisa?”. A resposta para esta pergunta pode depender do índice de massa corporal do garçom, como sugere um novo estudo sobre como o pedido em restaurante pode ser influenciado pelo atendimento e pelo peso do garçom.

O estudo aconteceu entre os pesquisadores de Cornell Food and Brand Lab, nos Estados Unidos, uma equipe da Cornell University que regularmente observa a relação entre o consumo de comida e a psicologia. Liderado pelo pesquisador Tim Doering, o estudo foi publicado no jornal científico Environment and Behavior.

“Ninguém vai a um restaurante para começar uma dieta”, afirma o pesquisador. “Como resultado, somos tremendamente suscetíveis a nos permitirmos a comer o que queremos. Um garçom feliz, alegre e pesado pode nos permitir a pedir algo a mais”.

Para investigar sobre essa força externa que influencia o quanto pedimos quando saímos para jantar fora, os pesquisadores observaram a interação entre 497 clientes e os garçons em 60 diferentes restaurantes, incluindo estabelecimentos como Applebee’s e TGI – Friday’s.

Em seguida, a equipe verificou os pedidos, o Índice de Massa Corporal (IMC) dos garçons e o tamanho dos pratos.

Os resultados mostraram que os pedidos eram maiores para os garçons que apresentavam o IMC alto. Além disso, os clientes atendidos por garçons mais pesados eram 4 vezes mais propensos a pedir sobremesa.

Informações Medical News Today

A meditação pode trazer inúmeros benefícios para a saúde. A partir dela, conseguimos dominar sentimentos que nos impedem de equilibrar as várias esferas da vida, como: família, carreira e saúde. Este é um grande desafio. Muitos trabalham tanto que perdem momentos importantes dos filhos; outros se esforçam demais a ponto de prejudicarem a saúde.

Para aqueles que sentem necessidade de parar, mentalizar e equilibrar a vida, a meditação é o caminho. Mas por onde começar?

O CEA – Centro de Estudos do Autoconhecimento realizará uma palestra gratuita sobre meditação. Na ocasião, será possível tirar dúvidas sobre a prática e aprender a inserir a técnica no cotidiano.

Para participar, é preciso se inscrever pelos telefones: (11) 99236-1987, (11) 99653-9132 e (11) 99879-0806.

Serviço:

Data: 27 de janeiro de 2016 Horário: 20h

Data: 30 de janeiro de 2016 Horário: 10h

Local: Rua Afonso Celso, 552 – sala 21 – Vila Mariana, São Paulo – SP

A ansiedade atinge muitas pessoas, que buscam remédios para controlá-la. No entanto, a respiração pode ser uma ótima alternativa.

Segundo Mariana Vieira, sócia-diretora da Roma – Instituto de Desenvolvimento Humano, “o ser humano possui os recursos que precisa para ser feliz, caso não os tenha, pode adquiri-los”. Um destes recursos é justamente a respiração, que ajuda a reduzir aquela “voz da mente” que aparece a todo o momento e a aliviar a ansiedade causada pela rotina acelerada.

Conheça quatro tipos de respiração ensinados por Mariana, para serem realizadas diariamente:

Respiração Diafragmática – Sempre que preciso exemplificar essa respiração em específico, reforço a imagem dos bebês como ótimos modelos. Basta olhar a barriguinha deles e perceber como se respira verdadeiramente. Mas, como já se passaram alguns bons anos desde a sua fase de criança, para treinar você pode colocar a palma da mão em cima do umbigo e na hora de inspirar (puxar o ar pelo nariz), imagine que ela vai tocar o teto. Então, inspire fazendo o que comumente chamamos de “barrigão” e ao expirar (soltar o ar), sinta a sua mão abaixando. Repita diversas vezes, até se sentir mais leve e calmo. Tenho certeza que ao fazer a primeira tentativa dessa respiração você irá pensar “Ah! Eu não vou conseguir” e eu já lhe respondo você já conseguiu logo que nasceu, por isso, agora é só relembrar o seu corpo por meio da prática.

Respiração 1×4:2 – Essa respiração é uma fórmula essencial para aquele momento onde a tensão, o estresse e, consequentemente a ansiedade já tomaram conta do seu dia. Você vai inspirar por um “tempo”, seja ele 3, 4, 5 ou quantos segundos achar mais confortável, depois vai multiplicar esses segundos por 4, o resultado será o período que você deve segurar a respiração e depois dividir por 2, o resultado será o quanto você vai expirar. Por exemplo: em média meus clientes fazem 3 segundos inspirando, 12 segundos segurando o ar e 6 segundos soltando. E temos dois pontos de atenção para que esse exercício tenha efeito:

  1. Conte cada segundo mentalizando 1001, 1002, 1003 (mil e um, mil e dois, mil e três etc.) para que realmente dê o tempo certo de cada segundo;
  2. Quando for expirar abra bem a boca para que o ar saia totalmente do seu corpo, e com ele toda a tensão.

Respiração colorida – Essa respiração serve para, além de controlar o nível de ansiedade, oferecer paz e tranquilidade. Comece fechando os seus olhos, puxando o ar profundamente (agora você já sabe fazer a respiração diafragmática!), soltando o ar bem devagar. Na terceira vez que for inspirar se pergunte mentalmente: “Qual cor representa tranquilidade”? Valide a cor que vier a sua mente, sem julgamentos ou pretensão. A partir daí, ainda com os olhos fechados, comece a imaginar todo o oxigênio na cor que você pensou e vá respirando essa cor percebendo o seu corpo recebendo essa paz. Pode repetir quantas vezes sentir vontade.

Expiração – Já falamos de muitos exercícios que privilegiam o poder da respiração profunda. Porém, vamos além, pois tão importante quanto respirar profundamente é expirarmos para tirar o ar “parado” que está no nosso corpo, renovando-o por um ar novo. Para isso, inspire e sinta o seu abdômen subindo lentamente ao máximo (respiração diafragmática). Abra a boca como se fosse pronunciar um audível “AAAAAAAAAAAAAAA” e vá soltando o ar. Com a coluna reta sem curvar os ombros, solte todo o ar até perceber o abdômen “vazio”. Perceba que pode até lhe faltar um pouco de fôlego, mas é normal principalmente no início. Repita quantas vezes se sentir confortável e mantenha-se atento as sensações do corpo.

A meditação é uma prática tradicional que envolve a mente e o corpo, proporcionando serenidade e melhora da concentração.

Enquanto a meditação é relacionada a religião e o espírito, popularmente este método é utilizado para relaxar e reduzir o estresse.

De acordo com o National Center for Complementary and Integrative Health (NCCIH), a meditação é praticada por cerca de 18 milhões de adultos nos Estados Unidos, ou seja, 8% da população.

A razão desse sucesso consiste nos benefícios à saúde já comprovados pela ciência. Conheça alguns deles:

Redução do envelhecimento do cérebro e melhora da memória 

O estudo foi realizado com 100 indivíduos com idade entre 24 e 77 anos, onde apenas metade praticava a meditação. O grupo de praticantes apresentou uma redução na perda da massa cinza do cérebro bem maior que os não praticantes.

Um outro estudo, publicado no Journal of Alternative and Complementary Medicine, em 2012, sugere que o mantra da meditação, um método de concentração que palavras, frases ou sons são repetidos, pode ajudar pessoas mais velhas a reduzir a perda de memória.

Os pesquisadores da Thomas Jefferson University Hospital, na Filadélfia, encontraram que 12 minutos de um mantra de meditação diário por 8 semanas provoca a melhora da função cognitiva e da memória.

Redução da dor 

As dores crônicas mais sentidas incluem a dor nas costas, na cabeça e no pescoço.

No último ano, um estudo realizado pelo Centro Médico Wake Forest Baptist, nos Estados Unidos, encontrou que 8 semanas de um programa de meditação incorporada com yoga reduziu a frequência e a gravidade das enxaquecas.

Recentemente, um estudo publicado no Journal of Neuroscience, mostrou que indivíduos que praticavam meditação apresentaram 44% de redução na resposta emocional da dor física e 27% de redução na dor intensa.

Melhora do sono 

Em 2014, um estudo reportou que a meditação promove sono de qualidade entre os adultos mais velhos.

Além disso, pesquisadores do Canadá encontraram que a meditação melhora o humor e a qualidade de sono dos adolescentes com câncer.

Melhora da saúde do coração                                

 Pressão sanguínea alta é o maior risco para ataque e outras doenças do coração. Enquanto uma mudança no estilo de vida, como dieta e atividade física, são importantes para reduzir a pressão sanguínea, um recente estudo sugere que a meditação pode ser efetiva.

Liderado por Dr. Robert Schneider, diretor do Institute for Natural Medicine and Prevention at the Maharishi University of Management, o estudo envolveu 48 homens e mulheres com pressão sanguínea alta.

Metade dos participantes executaram durante 16 semanas um programa de meditação, enquanto a outra metade mudou o estilo de vida, como redução do peso e exercícios físicos. A equipe encontrou que os dois grupos apresentaram redução da pressão sanguínea.

Ano novo é sinônimo de mudança. Ter a oportunidade de fazer diferente, recomeçar e correr atrás dos sonhos. Para isso, é preciso um trabalho da mente.

A psicoterapeuta Myriam Durante afirma que é possível programar a mente para o sucesso. Em seu último artigo publicado no portal Administradores, ela ensina algumas dicas para ajudar a alcançar os objetivos no próximo ano. Veja as sugestões:

  • Antes que o ano acabe, comece a jogar no seu time. Seja seu melhor amigo. Aceite seus limites, perdoe seus erros. Entre em 2016 gostando de você.

 

  • Aprenda a ouvir e dizer a palavra não.Perca o medo da rejeição ou de parecer egoísta. Diga sim apenas se realmente puder cumprir, sem comprometer seus objetivos e seu orçamento. Todos nós temos esse direito e você também tem. Ouvimos não a vida inteira. Isto faz parte da vida e ninguém morre por isso.

 

  • Acredite em você, mesmo que isso lhe pareça difícil e mesmo que você ache impossível. Modifique o seu jeito de ser. Acredite que tudo o que você repetir com insistência e acreditar acabará se tornando verdadeiro. O real conhecimento chega até nós quando nos sintonizamos com a nossa alma. Aí sim percebemos que ele já está dentro de nós.

 

  • Fique triste.Às vezes também é preciso se sentir triste. Acredito que a vida é boa e que existem sim alguns momentos ruins, mas não todos os dias. É normal ter angústia ou tristeza de vez em quando. O importante é aprender a lidar com essa situação e buscar novos meios de se sentir bem.

 

  • Pratique a autossugestão.Emile Coué (1861-1921), o pai da autossugestão, dizia “todos os dias, sobre todos os pontos de vista, eu vou cada vez melhor”. Eu recomendo essa frase para todas as pessoas que atendo. De tanto você repetir essa afirmação, ela se transformará numa crença que se transformará em uma crença que se refletirá em novas atitudes. Muito simples, não? Mas tenha certeza, ela funciona. Por isso, tenha cuidado com o que você anda afirmando. Mude suas afirmações e tenha um olhar mais afetivo sobre você mesmo.

 

  • Intuição.Se você não sabe o que gosta de fazer, talvez tenha parado de ouvir a si mesmo há muito tempo. Muitas pessoas se modificam apenas para agradar os outros. Procure se escutar mais, ouça a sua intuição. Ela não é uma voz alta e clara dizendo faça isso ou aquilo. É apenas um sentimento, uma certeza, um contato consigo mesmo e com Deus.

 

  • Estabeleça metas.Faça uma lista das suas prioridades. Planeje um passo de cada vez e estabeleça metas mais realistas. Desta maneira, fica mais fácil. Assim você não desanima ou desiste antes de alcançá-los.

 

  • Medite.Comece a meditar todos os dias. Dedique meia hora do seu tempo apenas para você. Pode ser o horário que você quiser. No começo, pode parecer difícil, por isso, pratique e seja paciente. Insista. Com a repetição você irá alcançar camadas cada vez mais profundas, até alcançar o nível de paz interior e tranquilidade onde acontece a mudança e a transformação.

 

  • Dar início a algo novo requer coragem e muita força de vontade. Muitas vezes sentimos medo e acabamos nos escondemos do desconhecido. No seu momento, você conseguirá. Há uma força extra dentro de você, algo que te acompanha e que faz o caminho se tornar muito mais fácil. Procure dar o seu esforço total, mesmo quando todas as chances estão contra você. Tenha fé e acredite em si mesmo. Não demore muito a usar a sua intuição e nunca desista na primeira tentativa.

 

  • Autoconhecimento. Esse sim é o grande caminho. A única coisa impossível na vida é fugirmos de nós mesmo e, ainda assim, a maioria dos seres humanos é um completo desconhecido para si próprio. Descubra-se!

Publicação da revista científica Nature indica que pode ser possível transmitir a Doença de Alzheimer. A pesquisa foi realizada por cientistas da University College London e foi realizada por meio de autópsias de cérebros de oito pacientes.

O Alzheimer costuma ocorrer em pessoas de idade avançada e acontece pela “morte” de células cerebrais e do encolhimento do órgão, prejudicando as funçõs. Já a Doença de Creutzfeldt-Jakob (CJD) acomete jovens e também afeta o cérebro, ocasionando demência e distúrbios do movimento.

Segundo os médicos, há duas formas de detectar o Alzheimer por meio de exames: encontrar um aglomerado de fragmentos proteicos da proteína beta-amiloide (placas amiloides) ou um emaranhado de uma proteína chamada tau.

Para a descoberta, os cientistas ingleses estudaram o cérebro de pacientes recém-falecidos em função do CJD. Todos contraíram este mal através de hormônios do crescimento injetados quando ainda eram crianças. Destes oito corpos, sete apresentavam depósitos amiloides, um dos sinais de Alzheimer. No entanto, todos eram muito jovens para sofrer deste mal de maneira “natural”. Na teoria, amiloides podem ser transmitidos acidentalmente em procedimentos médicos e cirúrgicos.

Os cientistas, então, entenderam que os hormônios ingeridos podem ter transmitido as pequenas quantidades de beta-amiloides, além das proteínas que causaram o CJD.

Este é um estudo prévio, por isso, não se pode concluir que os hormônios foram a causa do acúmulo amiloide. Mas mesmo que seja confirmado o risco de transmissão do Alzheimer, há fatores mais determinantes, como idade, genética e hábitos.

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