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SP: Vacinação para crianças menores de 1 ano contra meningite C vai até dezembro

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo oferece, até o final de dezembro, a vacina conjugada contra o meningococo C, causador de uma das formas mais graves de meningite bacteriana.

A campanha é voltada para crianças menores de 1 ano, que devem tomar duas doses da vacina (aos 3 e aos 5 meses) e uma de reforço quando fizerem o primeiro aniversário.

As vacinas serão disponibilizadas em toda a rede pública de saúde do Estado.

A dose conjugada contra meningococo C é normalmente bem tolerada e não apresenta reações adversas graves. Apenas crianças com histórico de anafilaxia (alergia imediata e aguda) em dose anterior não devem ser vacinadas.

“Aproximadamente 25% dos casos ocorrem em menores de 2 anos e a vacina é a melhor forma de proteção contra a doença, com um índice de proteção de mais de 90%”, afirma Helena Sato, diretora de imunização da secretaria.

Calendário de imunização

A partir de janeiro, a vacina contra meningite C fará parte do calendário de imunização do Sistema Único de Saúde (SUS). Antes dessa medida, a dose estava disponível na rede pública apenas para ações pontuais de controle e bloqueio de surtos.

A campanha contra o meningococo C já foi realizada para as crianças entre 1 ano e 1 ano e 11 meses de idade, faixa etária que precisa de apenas uma dose da vacina.

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A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo disponibiliza a vacinação contra a meningite C para crianças menores de dois anos de idade, gratuitamente, em toda a rede pública do Estado.

A partir de agora a imunização passa a fazer parte do calendário do Sistema Único de Saúde (SUS), também em nível nacional, protegendo as crianças contra a bactéria causadora da doença, o meningococo C.

Etapas de vacinação
Primeiro serão imunizadas as crianças entre 1 ano e 1 ano e 11 meses de idade. Para esta faixa etária é necessário apenas uma dose da vacina.

Em novembro, a Secretaria irá disponibilizar a vacina contra o meningococo C também às crianças menores de 1 ano, que deverão tomar duas doses da vacina e uma dose de reforço quando completarem 1 ano de idade.

Antes desta medida a vacina estava disponível na rede pública apenas para ações pontuais de controle e bloqueio de surtos de meningite causada pelo meningococo C.

Dados
Aproximadamente 25% dos casos desse tipo de meningite ocorrem em crianças menores de 2 anos. A vacina tem índice elevado de proteção, chegando a mais de 90%, segundo Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria.

A vacina conjugada contra meningococo C é normalmente bem tolerada e não apresenta reações adversas graves. Somente crianças com histórico de reação anafilática em dose anterior não deverão receber a vacina.

Pais de crianças menores de 2 anos: não se esqueçam de imunizar seus filhos contra a meningite C!

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A partir do dia 8 de setembro, crianças menores de 2 anos de idade poderão receber gratuitamente a dose da vacina contra o meningococo C, causador de uma das formas mais graves de meningite bacteriana.

Calendário

O primeiro grupo a receber a vacina será o de crianças com idades entre 1 ano e 1 ano e 11 meses. De acordo com a secretaria, para esta faixa etária é necessário apenas uma dose da vacina.

Em novembro, a Secretaria Estadual da Saúde vai colocar a vacina contra o meningococo C à disposição também das crianças menores de 1 ano, que deverão tomar duas doses e uma de reforço quando completarem 1 ano.

“Aproximadamente 25% dos casos desse tipo de meningite ocorrem em crianças menores de dois anos e a vacina é a melhor forma de proteção contra a doença. Esta vacina tem um elevado índice de proteção, chegando a mais de 90%”, afirma Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria.

A vacina pode causar reações?

A secretaria ressalta que a vacina conjugada contra meningococo C é normalmente bem tolerada e não apresenta reações adversas graves. Somente crianças com histórico de reação anafilática em dose anterior não deverão ser vacinadas.

Em toda a rede pública

A imunização contra a doença passa agora a fazer parte do calendário do Sistema Único de Saúde (SUS). Antes da medida, a vacina estava disponível na rede pública apenas para ações pontuais de controle e bloqueio de surtos de meningite causada pelo meningococo C.

Quer saber mais sobre a doença?

A meningite C é transmitida de pessoa a pessoa pelas vias respiratórias, por gotículas e secreções no nariz e da garganta ao tossir ou até por um contato direto.

Os principais sintomas da doença são: rigidez na nuca, febre, dor de cabeça, grande sensibilidade à luz, sonolência, confusão mental, vômitos e manchas na pele tipo hematoma que, quando pressionada, não desaparecem (inicialmente são semelhantes às picadas de mosquitos, mas aumentam de número e de tamanho rapidamente).

O tratamento é feito com antibióticos. No entanto, é importante destacar que a evolução da doença é muito rápida. Portanto, procure imediatamente o médico caso desconfie de algum sinal!

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Hoje, dia 31 de maio, é o último dia para adolescentes de 10 a 14 anos se vacinarem contra a meningite C na Bahia.

A campanha desta faixa etária estava prevista para ser entre os dias 29 e 30. A mudança ocorreu devido ao atraso de entrega das doses da vacina, o que gerou alguns tumultos já que muitas pessoas foram cedo garantir a dose.

A meningite C é do tipo bacteriano e pode ser transmitida de pessoa para pessoa. Os casos aumentaram em 47,6%, segundo a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, número que levou às campanhas de vacinação. Este ano, a doença matou 32 pessoas na Bahia, sendo que 25 dos casos foram em Salvador.

Fique Atento!

A próxima etapa da vacinação contra meningite C está marcada para os dias 12 e 13 de junho para adolescentes de 15 a 19 anos.

Para saber a lista dos postos de vacinação, clique aqui.

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Uma semana antes do Carnaval o Blog da Saúde chamou atenção sobre os riscos de contrair Meningite C nas cidades que receberam maior aglomeração de pessoas. Mesmo assim, depois da folia, a Secretaria de Saúde do estado baiano confirmou 6 casos de mortes. A última vítima morreu nesse sábado, 20.

*Com informações do Estadão.com

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Quem já ouviu falar que o Brasil só começa a funcionar no vapor total depois que passa o Carnaval?

São quatro dias de folia, bebedeira, desfiles, trios elétricos, brincadeiras, fantasias e o famoso amor de Carnaval. Você tem que aproveitar esse feriadão da melhor maneira possível, principalmente com a saúde em perfeitas condições.

Quatro dias são suficientes para aproveitar, mas cuidado para não estender os dias por conta de doenças como a Meningite C.

Esse é um alerta que médicos especialistas fazem aos foliões que vão para os estados da Bahia, Rio e Recife, regiões do país que mais recebem turistas nessa época por conta dos trios elétricos, desfiles, e do frevo.

Cuidado com o “Bloco do Meningococo”

Durante as festas de Carnaval há uma grande aglomeração de pessoas, o que pode provocar algumas doenças contraídas pelo ar, como a Meningite C e a Gripe A (H1N1).

No ano passado, só na capital baiana, foram detectadas 26 mortes por meningite C, doença que causa inflamação nas membranas que revestem o sistema nervoso central.

A maneira mais eficaz de prevenir a doença é tomando a vacina, que ainda não está disponível na rede pública de saúde, apenas em clínicas particulares, no valor de R$ 170,00.

Se você pretende viajar para algum desses estados é melhor correr, pois a vacina só surte efeito entre 10 e 14 dias após a aplicação.

O barato pode sair caro
Para quem quiser se arriscar saiba que a Meningite C pode deixar sequelas como a amputação de membros, surdez,retardo mental, e em casos mais graves, levando o paciente a óbito.

“Aproveite o calor humano da folia desse carnaval imunizado, e não deixe
que a Meningite C tenha mais destaque que você na Avenida.”

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No ano passado, 48 pessoas morreram por conta da Meningite C no estado da Bahia. As vítimas afetadas pela doença buscavam as vacinas em postos de vacinação, mas não encontravam. A vacina só é disponibilizada em clínicas particulares e os preços podem chegar até R$ 200,00. A aplicação gratuita só é fornecida pelo governo.

Os indivíduos que não têm condições econômicas para pagar esse preço pela vacina acabam tendo seqüelas provocadas pela doença ou morrem.

A doença

A meningite é uma doença que causa inflamação nas membranas que revestem o sistema nervoso central. Existem vários tipos de Meningite, a C é provocada pela bactéria meningococo.

A doença é contraída através do ar, pela tosse ou pela respiração, e também através do compartilhamento de talheres e objetos de pessoas que já estão contaminadas.

Os principais sintomas são febra alta, dores de cabeça forte, vômitos, abatimento, convulsões, mente confusa, e manchas pelo corpo como se fossem hematomas.

Assim que perceber a presença desses sintomas, vá com urgência ao médico, pois a doença pode trazer seqüelas como retardo mental, surdez, amputações de membros e cicatrizes permanentes, além de matar.

As crianças de até dois anos têm menos resistência a doença, elas são as que mais morrem quando são afetadas pela Meningite C.

Prevenção

A maneira mais eficaz para a prevenção da doença é a aplicação da vacina que ainda não está no calendário nacional do Ministério da Saúde, o que só vai acontecer a partir do ano que vem. Deste modo, mesmo as pessoas de baixa renda terão acesso ao medicamento, que será aplicada gratuitamente.

A nova vacina para o combate a Meningite C é usada desde 1999. Mas gratuitamente, ela só é disponibilizada no estado de Minas Gerais que começou a fazer uma campanha de vacinação em novembro do ano passado.

Hoje, 19, o estado vai receber 99.388 doses da vacina, e até a metade desse ano serão recebidas mais 303.026 doses.

Com a inclusão dessa vacina no calendário nacional do Ministério da Saúde, o país precisará de um número maior de vacinas. O governo de Minas Gerais está investindo na construção de uma fábrica de vacinas que produzirá as doses em parceria com a Fundação Ezequiel Dias (FUNED). A produção será suficiente para atender a demanda de outros estados do país.

“Com a inclusão da vacina nas campanhas nacionais de vacinação, mais pessoas se prevenirão, e é
possível que daqui há alguns anos a doença seja erradicada no país, como a varíola”

 

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