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Direto ao ponto

A Associação de Dermatologia do Canadá optou por uma ação sem lero-lero para atingir os jovens que vivem por lá e utilizam as camas para bronzeamento artificial.

Por aqui, após uma longa discussão, o método foi proibido. A radiação ultravioleta do bronzeamento artificial não só causa o envelhecimento precoce da pele, como também aumenta o risco de câncer, incluindo melanoma, a forma mais letal de câncer de pele.

A Associação afirma que este tipo de bronzeamento antes dos 30 anos tem sido associado com um aumento significativo no risco de ter um melanoma e, recentemente, as camas de bronzeamento passaram para a categoria do que provoca o maior risco de contrair a doença, em uma lista feita pela Organização Mundial da Saúde.

Mais objetivo, impossível:


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Há quatro anos, a agência reguladora americana FDA, similar a ANVISA, mostrou suas intenções em aprimorar as normas para os protetores e agora cumpre o anúncio.

O objetivo é atender as exigências modernas de segurança e efetividade do produto. Mas (como para tudo que envolve indústria e produção) há um período de adaptação de um ou dois anos e as medidas são americanas.

Por isso, em vez de esperar a adaptação de todos os produtos à proteção necessária, adapte-se você aos protetores comercializados atualmente.

Qual fator de proteção deve ser escolhido? O protetor 60 é muito melhor que o 30? Os produtos são seguros? Por que a incidência de melanoma tem aumentado desde que o protetor solar tornou-se popular?

As medidas levantam todas essas discussões. Apesar de nunca terem deixado de ser assunto, é preciso enfatizar que os raios ultravioletas estão intensos mesmo quando não há sol.

Ponto de partida

Os dois tipos de raios ultravioleta causam efeitos diferentes: o UVB, queimadura e câncer de pele, e o UVA é responsável pelo envelhecimento precoce da pele e também por câncer. Os fatores dos produtos atuais refletem somente a proteção contra os raios UVB -  quanto mais alto o fator, maior o tempo que pode permanecer no sol sem se queimar.

Mas há duas ressalvas importantes. Primeiro, as avaliações do fator são baseadas em testes de laboratório e não na quantidade que os consumidores normalmente utilizam. Um adulto deve aplicar cerca de três colheres de sopa de creme a cada duas horas, dizem especialistas. Mentalize como você se protege.

Os raios UVA, que representam mais de 95% da radiação solar que atinge a terra, não figuram na classificação do fator. A frase “ampla proteção” encontrada nos rótulos destina-se a indicar a proteção contra os raios UVA, mas não há classificação numérica para a eficácia do produto.

Sob as novas regras, os produtos rotulados com essa proteção ampla terão que oferecer proteção igual contra UVB e UVA, e apenas em produtos com fator 15 ou mais será permitido alegar proteção contra o câncer e envelhecimento precoce da pele – porque foram esses os resultados dos testes.

Ao adquirir o seu produto, certifique-se de que há ampla proteção. Os dermatologistas sugerem a escolha do fator de 30 a 50. Não há nenhuma evidência de que qualquer coisa acima de 50 seja melhor.

Aplique o filtro solar antes da exposição e reaplique-o duas horas depois. E mesmo se o rótulo afirmar que o protetor solar é resistente à água, não se esqueça de reaplicá-lo após nadar ou suar muito.

O aumento dos casos de melanoma levou a temores de que os protetores solares, ao permitirem que as pessoas permaneçam mais tempo ao sol, tenham se tornado responsáveis pelo aumento de exposição à radiação UVA. Um histórico de queimadura solar é fator de risco para esse tipo de câncer, cinco queimaduras por década podem aumentar o risco cerca de três vezes.

Proteção redobrada

O melhor conselho é ficar completamente longe do sol do meio dia e cobrir-se com roupa, chapéu e guarda-sol durante o resto do tempo exposto, mesmo se estiver nublado. Nuvens não bloqueiam os raios nocivos. Tenha em mente que a radiação ultravioleta é refletida pela areia e água, intensificando a exposição mesmo se você estiver protegido por um guarda-sol.

Roupas comuns fornecem proteção solar quando estão secas (quanto mais apertado o tecido, melhor), mas pouca ou nenhuma proteção quando molhadas. Roupas próprias para proteção funcionam bem molhadas ou secas – é um investimento sábio para as crianças que tendem a permanecer dentro ou em torno da água por horas. E não importa o quão encoberto estiver, não se esqueça de aplicar protetor solar no rosto, orelhas, pescoço e mãos.

Além disso, mantenha em mente que alguma exposição ao sol é necessária para manter um nível saudável de vitamina D. Os dermatologistas sugerem, para pessoas de pele clara, uma exposição de 15 minutos duas ou três vezes por semana, não em horários em que os raios são mais fortes. Pessoas de pele escura necessitam de mais tempo de exposição.

Em suma, protetores com fator abaixo de 15 e sem ampla proteção, só ajudam a prevenir as queimaduras.

Para conferir as dúvidas frequentes sobre as novas regras, clique aqui. Lembre-se que o site está em inglês.

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O protetor solar é importantíssimo para proteger a pele dos raios solares, prevenindo doenças como o câncer de pele.

A dermatologista Annia Cordeiro Lourenço ressalta que nunca é demais relembrar os cuidados necessários com a pele. “A cada ano, aumenta o número de pessoas com pele manchada e, na maioria dos casos, a culpa é da exposição solar sem proteção. Apesar do assunto ser falado frequentemente, ainda há muitos erros no uso do filtro solar”, explica a especialista.

Como aplicar o protetor corretamente?

O protetor solar não serve apenas para evitar queimaduras. Além de permitir que a pessoa possa ficar no sol (no horário adequado), sem se preocupar com a vermelhidão, o uso do filtro garante uma pele mais bonita e saudável por mais tempo.

“O sol estimula a produção de enzimas destruidoras do colágeno – que acelera o processo de envelhecimento – e leva à mutação do DNA – que pode causar o câncer de pele. O filtro protege a pele dessas reações”, afirma Dra. Annia.

Para a dermatologista, pele bronzeada é sinônimo de pele queimada pelo sol, ou seja, danificada pela exposição solar e suscetível a envelhecimento precoce, manchas e, até mesmo, câncer. “Não é possível ‘pegar uma cor’ usando filtro solar adequadamente. Se a pele ficar morena significa que houve queimadura, ou seja, a proteção não foi efetiva”, afirma.

Protetor antes e durante o sol!

O filtro deve ser aplicado, no mínimo, 15 minutos antes da exposição solar e precisa ser reaplicado a cada duas horas. Isso porque as moléculas químicas, responsáveis por absorver a radiação e não permitir que ela chegue às camadas mais profundas da pele, são consumidas com o passar do tempo e precisam ser repostas.

É indicado reaplicar após banho de mar, suor excessivo ou atrito, mesmo que a embalagem do protetor indique que o produto não sai na água.

Rosto: cuidados especiais

O rosto exige um produto específico. A pele do rosto, em geral, é mais oleosa que a do corpo. Por isso, precisa de mais cuidados. Para evitar o aparecimento de cravos e espinhas, por exemplo, o ideal é optar por um protetor solar oil-free ou em gel.

A escolha correta do número do FPS é essencial!

FPS é a sigla para Fator de Proteção Solar e indica o grau de proteção da pele contra a queimadura do sol. O número indica a quantidade de tempo que você pode expor-se ao sol sem se queimar, se comprado à exposição sem proteção alguma.

Um FPS 15, por exemplo, permite que você fique 15 vezes mais tempo no sol sem se queimar. Para uma exposição solar intensa, as pessoas de pele mais morena devem usar um protetor de FPS 30 e as de pele mais branca, FPS 60.

Se a pele ficar mais escura, isso significa que o protetor solar não protegeu efetivamente. “Os bronzeadores ou produtos com FPS inferior a 15 são contra-indicados”, lembra Dra Annia.

A especialista ainda lembra que há produtos disponíveis no mercado com FPS até 100. “A partir do FSP 60 a escolha só deve ser feita com a indicação de um especialista, pois geralmente esses produtos são mais caros e não oferecem mais benefícios para determinados pacientes”, explica a Dra Annia Lourenço.

Qual a diferença entre UVB e UVA?

É importante ler o rótulo do produto antes de comprar. O protetor solar precisa proteger contra os raios UVA e UVB.

A radiação UVA penetra profundamente na pele, não costuma ter sua intensidade alterada conforme a época do ano ou altitude de cada região e é a principal responsável pelo fotoenvelhecimento. “É esse tipo de raio solar que é o mais relevante quando o assunto é tratamento e prevenção de rugas e manchas. É ele também um dos responsáveis pela formação de melanoma (câncer)”, destaca a dermatologista.

Já os raios UVB são os causadores das queimaduras solares e mudam de intensidade conforme a estação e altitude, ganhando força no verão, em especial entre às 10h e 15h. O UVB está diretamente relacionado ao desenvolvimento de câncer de pele nas áreas corporais fotoexpostas.

Crianças

Crianças precisam de um protetor especial. Os bebês com menos de seis meses não podem usar nenhum tipo de protetor solar, pois sua pele ainda absorve facilmente as substâncias. “Portanto, praia não é lugar de bebê pequeno e, ao sair no sol, ele deve estar sempre protegido com roupas leves e chapéu”, explica Dra Annia Lourenço.

Segundo a especialista, entre os seis meses e dois anos, os pais devem optar por protetores infantis, com FPS mínimo de 50 e não podem abrir mão do chapéu e roupas. A partir dos dois anos, a criança pode usar o mesmo protetor dos pais, contanto que seja com um alto fator de proteção.

Hoje e sempre!

Protetor solar é cuidado diário. “Não saia de casa sem protetor solar, mesmo no inverno ou em dias nublados”, ressalta a dermatologista.  Diariamente, é recomendado o uso de  um filtro solar FPS 15. Isso protege a pele, mantendo-a mais jovem, bonita e prevenindo manchas e câncer. Na praia, piscina ou práticas esportivas, o ideal é usar um filtro com FPS a partir de 30.

Quantidade

Quando falamos de proteção solar, quanto mais, melhor! Quanto mais protetor, mais proteção, portanto não economize no filtro solar. A camada deve ser grossa e uniforme e nenhuma parte do corpo deve ser esquecida. Não esqueça, por exemplo, da orelha e dedos do pé.

E para proteger cabelos e lábios?

Para proteger os cabelos, é aconselhado o uso de cremes específicos com proteção solar. Vale ressaltar ainda que é recomendado o uso de chapéus, bonés, etc. Para os lábios, há batons com proteção e filtros em bastão. No entanto, lembre-se que, sem proteção, os lábios podem sofrer no verão tanto quanto no inverno!

Proteção extra

Hoje, o mercado oferece roupas feitas de tecidos especiais, que já tem proteção solar. São chapéus, bonés, camisetas, roupas de banho e até guarda-sol. No entanto, não é qualquer produto. “Infelizmente, guarda-sol de nylon não protege”, explica a dermatologista.

Você sabe por que alguns protetores solares causam alergia?

Pesquisadores da Universidade de Gotemburgo e da Universidade Chalmers de Tecnologia (Suécia) identificaram uma substância altamente alergênica em protetores solares quando eles ficam em contato com o sol, chamada de “arylglyoxales”.

Isso explicaria porque muitas pessoas não podem usar produtos com dibenzoilmetano, um dos componentes que absorvem o efeito dos raios UVA em protetores solares.

De acordo com os autores do trabalho, publicado no “Science Daily“, ainda pouco se sabe sobre as reações químicas que acontecem quando os cremes ficam expostos ao sol e como a pele é afetada por essas substâncias que resultam da degradação dos produtos. Por isso, a descoberta pode ajudar a compreender o mecanismo da alergia de fotocontato (aquelas induzidas pela exposição à luz) e auxiliar na produção de protetores solares menos alergênicos.

Um novo teste para identificar esse tipo de alergia está sendo desenvolvido.

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As temperaturas elevadas se aproximam e, principalmente, as mulheres esperam para tomar o banho de sol, hábito que poderia ser substituído pelas loções autobronzeadoras.

Além de não gerarem os tradicionais problemas sobre a exposição excessiva ao sol, o efeito é rápido e difundido entre adolescentes americanas.

Pensando nisso, pesquisadores dos Estados Unidos financiados pelo governo, resolveram incentivar esta prática. Ao cortar os banhos de sol e a exposição à radiação ultravioleta, também diminuem os riscos de envelhecimento precoce da pele e do aparecimento do câncer.

A maioria dos cânceres da pele diagnosticados a cada ano nos EUA – mais de um milhão – estão relacionados ao sol. O pior tipo de melanoma mata cerca de 8.700 pessoas anualmente, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças.

Por isso, a iniciativa foi oferecer amostras grátis de autobronzeador e protetor solar, a fim de despertar a consciência.

Especialistas afirmam que muitas pessoas acham a aparência bronzeada mais atraente e que é difícil combater isso somente com as mensagens de saúde. Daí o encorajamento ao uso do autobronzeador, como alternativa saudável.

E parece que surtiu efeito. Depois de dois meses, as mulheres que receberam os autobronzeadores por agentes de pesquisa bronzeadas relataram uma diminuição de 33% em banhos de sol, menos queimaduras solares e usavam mais roupas protetoras.

Vale lembrar que o ingrediente ativo das loções – chamado dihidroxiacetona – é aprovado pela agência reguladora americana FDA desde 1973, sem relatos de danos.

E tem mais: as fórmulas deste tipo de loção melhoraram muito segundo a dermatologista June Robinson. Mas ela recomenda o uso em creme, já que sprays podem ser inalados.

No entanto, a FDA não aprova os ingredientes das pílulas de bronzeamento, que podem ser prejudiciais, segundo a Sociedade Americana do Câncer.

O melanoma, tipo mais grave de câncer de pele, é o segundo tipo de câncer mais diagnosticado em mulheres jovens, altamente associado à exposição aos raios UV do sol ou de cabines bronzeadoras.

E sobre as pintas no próprio corpo, você sabe identificar qual apresenta perigo? O Blog da Saúde conversou com a Diana Lima Villela, enfermeira da educação continuada do Hospital A.C. Camargo, que explicou, didaticamente, como reconhecê-las. Vale a pena conferir!

*Com informações da FSP
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Uma coisa é fato: os raios ultravioletas estão cada vez mais agressivos à pele. Pode até ser que todo mundo já saiba da necessidade do uso diário do filtro solar, mas há uma grande lacuna entre saber e aplicar.


Quanto mais clara for a pele, maior será o cuidado na exposição ao sol. Após este regra inicial básica, a atenção pode ser direcionada para nossas pintas.


Aquelas que estão conosco desde o nascimento não representam problema. O alerta está naquelas que surgem ou se alteram com o tempo – perceber a si mesmo, olhar para o próprio corpo e ver nas pintas sua forma, textura e cor pode ser um diagnóstico eficaz para você correr ao médico.


No CONARH 2010, o Blog da Saúde conversou com a Diana Lima Villela, enfermeira da educação continuada do Hospital A.C. Camargo, que explica como reconhecer que uma pinta é perigosa, veja:






Assim como outras doenças, o câncer de pele pode ser 100% curado se for descoberto em estágio inicial. Se tiver uma consulta ao dermatologista, mesmo que seja por outra razão, o ideal é pedir para o profissional analisar essas marcas e dizer quais apresentam ou não riscos à saúde.


O Sol na medida certa é saudável. Diminui casos de depressão e aumenta a produção de vitamina D na pele, porém quando em excesso favorece o aparecimento de queimaduras, câncer de pele, envelhecimento, pintas e sardas.


Na presença de nuvens o efeito do raio UV é atenuado. No entanto, a melhor opção é incluir-se no grupo que não marca bobeira nem quando o dia está cinza.
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Melanoma é o tipo mais grave de câncer de pele e pode se espalhar rápido, se não for descoberto.  Quem tem pele mais clara, também tem que tomar mais cuidado com a exposição ao sol.

O último medicamento para tratar melanoma foi aprovado há 12 anos e já não é suficientemente eficaz. Aqueles que são usados hoje em dia contra o melanoma em estágio avançado aumentam a vida do paciente em até nove meses.

O novo tratamento, chamado ipilimumab, vem aí para trazer maior qualidade de vida àqueles que possuem este tipo de tumor – responsável por mais de 80% das mortes por câncer de pele.

Ao potencializar a produção de células que atacam o tumor, em média, os pacientes tiveram mais dois anos de sobrevida, sendo que alguns chegaram a viver mais de quatro anos.

Além disso, em 30% dos participantes a doença estagnou por seis meses. Vale lembrar que geralmente esse resultado atinge apenas 10% dos pacientes.

Agora, o remédio da Bristol-Myers precisa ser aprovado pelos órgãos reguladores. Mesmo assim, já está sendo testado para outros tipos de câncer.

Evite a exposição ao sol por tempo prolongado ou em horários em que os Raios UV são mais fortes!

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Algumas te acompanham durante toda a vida e nem são percebidas. Outras são sua marca registrada e motivo de orgulho. Vaidade à parte, as pintas precisam ser observadas e analisadas pelo menos uma vez por ano.

Conhecido como melanoma, o câncer de pele mais agressivo pode ser diagnosticado com a observação das pintas.

Check-up simples e necessário

Vai passar no dermatologista por questões estéticas? Peça para que ele analise suas pintas. Pelo menos uma vez ao ano todos nós deveríamos passar com esse especialista. O melanoma, quando é detectado no início tem taxa de cura muito próxima a 100%. Caso contrário a doença pode evoluir e se espalhar pelo resto do corpo.

Auto-exame da pele – Uma arma eficaz

Fazer o auto-exame é simples e pode ser uma arma eficaz no combate ao melanoma. Pelo menos uma vez ao mês, analise sua pele cuidadosamente após o banho. Olhe-se no espelho e procure pintas e manchas em sua pele.

Perceba sua forma, textura e cor e analise mês a mês se acontece alguma mudança nessas marcas. Quando for ao dermatologista comente as observações percebidas no auto-exame.

Dicas para Diagnóstico

Algumas orientações podem te ajudar no diagnóstico de uma pinta que ofereça riscos à sua saúde. Confira:

1- Repare nos locais em que você tem pintas;
2- Procure por pintas novas;
3- Observe se alguma de suas pintas coça, arde ou sangra;
4- Repare se alguma pinta mudou de cor, de tamanho ou de textura;
5- Procure lesões endurecidas, que podem ser da cor da pele, mais claras, translúcidas ou róseas;
6- Repare se alguma ferida não está cicatrizando ou está formando continuamente uma casquinha.

“Cuidar da saúde é muito mais do que cumprir o check-up médico anual. É se conhecer e se cuidar, sempre em busca do equilíbrio. Conheça bem seu corpo e não pague o preço de um câncer.”

*Com informações da Revista Veja.
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