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Como ‘voltar’ da anestesia geral em 3 minutos

A anestesia geral é a que mais provoca desconfiança dos pacientes, mas não é mais arriscada.

Mesmo com toda a evolução das técnicas, equipamento e conhecimento, a sensação de insegurança parece atingir todo mundo que necessita do procedimento.

Normalmente, o paciente leva em torno de uma hora para retornar do relaxamento muscular profundo após a cirurgia. Mas agora esse tempo pode diminuir para três minutos.

Isso só é possível com a ajuda de um medicamento que os hospitais de São Paulo começaram a usar, conforme divulgou o Jornal da Tarde.

A iniciativa não serve apenas para aliviar a tensão de quem será operado. O rápido retorno reduz os riscos de problemas cardiovasculares, além de colaborar para que o paciente volte a respirar sem a ajuda de aparelhos.

Há ainda aqueles casos em que a pessoa retoma a consciência, mas não consegue falar ou se mexer, o que pode provocar estresse no pós-operatório. Sem contar as cirurgias que são tardiamente marcadas, porque a pessoa posterga o máximo que der por medo dos efeitos da anestesia.

O remédio usado na capital para apressar a recuperação dos movimentos após a anestesia é um composto à base de sugamadex sódico, comercialmente conhecido como Bridion.

Atenção!

Atualmente, os riscos relacionados aos procedimentos anestésicos são muito raros em consequência dos novos medicamentos disponíveis, às modernas técnicas de monitorização e à melhor qualificação dos anestesiologistas – Chefe do Departamento de Anestesiologia/FCM, Dra. Glória Maria Braga Potério.

Quem aplica a Anestesia?

A Anestesia é aplicada por especialistas, que cursaram seis anos da Faculdade de Medicina e mais três anos de curso de especialização, no mínimo. Estes médicos não só aplicam a anestesia, como também cuidam de você durante toda a operação e além dela. Controlam pressão arterial, pulso, ritmo cardíaco, respiração, temperatura e outras funções orgânicas importantíssimas.

- Quem tem medo de anestesia?

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O medo da anestesia geral é mais comum do que se pensa!
 
Do total dos entrevistados, 85% dos pacientes sentem medo ou ansiedade antes da anestesia geral, revelou uma enquete feita com 460 ingleses, entre 18 e 75 anos, que haviam acabado de passar por uma cirurgia com esse tipo de anestesia.
 
17% Afirmam que sofrem de extrema necessidade
 

22% Revelam sentir um receio razoável

46% Relatam ter medo, mas em menor grau. Um pouco de medo

É o medo do desconhecido. Quem nunca fez, morre de medo. Quem já passou por isso, se preocupa.

Entre as principais razões apontadas pelos entrevistados estão o medo de acordar durante a cirurgia, de não acordar após a cirurgia, morrer e a necessidade de confiar sua vida a estranhos.

A anestesia geral é a que mais provoca desconfiança dos pacientes, mas não é mais arriscada. Com a evolução das técnicas, equipamentos e conhecimento, atualmente são muito raros os acidentes ou complicações.

Durante todo o procedimento, o paciente é monitorado para o controle de pressão arterial, pulso, ritmo cardíaco, respiração, temperatura e outras funções orgânicas importantíssimas.

Para amenizar a ansiedade e tranquilizar os pacientes, hoje é possível marcar um consulta para conhecer o médico anestesiologista antes da cirurgia.

Explicações sinceras e seguras podem ajudar a reduzir o medo e trazer segurança na hora da anestesia geral. Existem muitas fantasias e desinformação sobre o assunto!

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É sempre a mesma coisa. Basta a criança saber que vai ao dentista para o pavor começar. É choradeira, manha e a falsa promessa feita pelos pais de que aquela “tortura” não se repetirá nunca mais.

Tortura? Bem, geralmente as crianças criam esse fantasma em torno da ida ao dentista por causa de traumas passados muitas vezes pelos próprios pais. É certo que o barulho do motorzinho causa certo desconforto mas há muitas maneiras de reverter esse quadro.

Odontologia e Psicologia = Sorriso Feliz

As duas especialidades, quando unidas trazem bons resultados. Vale miniaturas de brinquedo e o chamado “jogo do rabisco”, onde a criança cria um desenho a partir de um rabisco.

Os desenhos criam afinidade entre a criança e a profissional e estabelecem uma relação de confiança que auxilia na perda do medo.

Agora você já sabe – Antes de levar as crianças ao dentista papel e lápis de cor são indispensáveis!

*Com informações da Revista Isto É.
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A sensação de impotência é enorme, as mãos começam a suar frio, a inquietação chega a tal ponto que não conseguimos mais destinguir se o perigo é real ou imaginário.

Se ao ficar completamente “às escuras” você já sentiu todas essas sensações fique atento, você pode sofrer a chamada Acluofobia – ou Medo do Escuro. Definido pelo Dicionário da Língua Portuguesa como

“uma espécie de medo doente e um horror instintivo a alguma coisa”

a fobia nos dicionários de psiquiatria, mas especificamente no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais – DSM-IV faz parte do rol dos Transtornos de Ansiedade, onde tais características mostram-se clinicamente significantes.

Já na Psicanálise, a fobia é tratada como um sintoma, que pode ou não estar relacionado à inquietação e não aceitação de situações e experiências já vividas pelo indivíduo.

Para que você fique atento aos sinais e saiba o que fazer em situações conflitantes como as que aconteceram recentemente em metade do país, O Blog da Saúde conversou com o psiquiatra Carlos Augusto Galvão, do Hospital Beneficência Portuguesa, confira:

1) Sabemos que o “medo do escuro” é muito comum entre as crianças. O que nos faz perceber qual é o limite para a Acluofobia?
Comum em crianças, mas torna-se de interesse psiquiátrico caso este medo torne-se exagerado, como por exemplo, a criança entrar em angústia quando se aproxima a noite, mas de uma maneira geral, quando o medo do escuro torna-se patológico ele vem sempre acompanhado de outros sintomas, como o medo de enfrentar a escola, difc. de aprendizado e de socialisação, insônia, agressividade, e por aí…

2) Em pacientes diagnosticados da fobia, o que fazer em situações de blecaute geral, como acontecido recentemente?
Na impossibilidade de acender imediatamente uma fonte de luz, ajuda muito estimular os outros sentidos desta pessoa ( audição, tato… ) numa tentativa de afastar a insegurança e o desencadear da fobia.

3) Acluofobia tem cura? Como é feito o tratamento?
Não existe uma doença chamada de acluofobia; trata-se de um sintoma que pode ou não demonstrar a presença de uma doença. Quando começa a atrapalhar a vida do indivíduo o médico tem de apurar minuciosamente que afecção pode estar causando tal desconforto, tratar esta afecção de maneira adequada ( medicamentos, psicoterapia, etc…) e desta maneira o sintoma desaparecerá. Quanto ao medo de escuro infantil, ele desaparece, ou fica sob controle, com o desenvolvimento da criança.

4) O medo, em seus diversos aspectos pode estar relacionado às experiências do indivíduo? Há um exemplo prático que possa mencionar?
Não necessariamente. O medo (ou prudência) é uma função do cérebro, que junto com sua função antagônica a coragem, é responsável não só por amplos mecanismos do pensamento humano, como também pela relação do indivíduo com o seu meio. Partindo deste princípio, sim. O medo é desenvolvido também pelas experiências do indivíduo. Um exemplo: abri aquela porta e quase fui mordido por um cachorro. Vou ter medo de abrir de novo aquela porta; afinal “gato escaldado tem medo de água fria”

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“Quando senti os nódulos, não levei muito a sério, demorei dois meses para fazer meus exames (mamografia e ecografia) solicitados pela minha médica”, conta Leni dos Santos que descobriu ter câncer de mama aos 26 anos.

Será que a inicial despreocupação de Leni tem explicação?

“O medo da mutilação é o principal vilão da doença”, explica o oncologista clínico Marcelo Oliveira, do Núcleo de Estudos Oncológicos (Neo Saúde). Este aspecto não inclui apenas a mutilação física, mas também a psicológica. A retirada total de uma ou das duas mamas soa incômodo para a mulher, principalmente, na maneira como influenciará sua relação com o sexo oposto.

No caso de Leni, foi recomendada a retirada total das duas mamas. Ela encarou a situação com determinação e não se deixou abalar pela doença. Hoje, vive uma vida normal. “Conheci meu namorado antes da cirurgia reconstrutora, quando ainda usava lenço, ainda sou jovem e tenho muita coisa pela frente”.

O avanço da medicina e da tecnologia que possibilitam a detecção precoce da doença e contribui para o tratamento, também garante a possibilidade da mulher fazer a reconstrução mamária através da prótese de silicone.

Há alguns anos, a cirurgia de reconstrução da mama, realizada em mulheres que tiveram seus seios amputados devido ao câncer era considerada estética, levantando muitas discussões entre médicos, pacientes, autoridades e planos de saúde. “Hoje, toda mulher que teve o seio retirado, se desejar, tem o direito assegurado por lei de reconstituí-lo, incluindo o uso de prótese. Ela não voltará a amamentar, mas irá recuperar sua feminilidade e sua sexualidade”, afirma o cirurgião membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e diretor do Centro de Medicina Integrada, Ruben Penteado.

A cirurgia, porém, causa certa desconfiança e temor em alguns pacientes. “Não há motivos para isto. Se o material for utilizado da forma correta, obedecendo aos critérios médicos, o silicone, em si, não representa ameaça alguma ao organismo”, afirma Penteado. Para não criar falsas expectativas é aconselhável uma boa conversa com o médico antes da cirurgia para saber o que realmente pode ser feito em cada caso.

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