Anvisa lança selo de segurança para medicamentos
outubro 6, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A partir de Janeiro de 2012 será possível conferir em todas as farmácias brasileiras se um medicamento é verdadeiro.
É que cada caixa de remédio conterá um selo de segurança fornecido pela Casa da Moeda que será reconhecido por leitores óticos em todas as farmácias e drogarias do país.
A autenticidade do produto será indicada quando o consumidor aproximar a etiqueta de segurança ao visor do terminal ótico a ser instalado em cada farmácia – segundo informações da Anvisa, responsável pela iniciativa.
Luz verde e sinal sonoro do equipamento indicam que o medicamento é verdadeiro.
E SABE POR QUÊ?
Só em 2010, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária apreendeu 53.575 mil unidades de medicamentos falsificados e contrabandeados e 62,9 toneladas de medicamentos sem registro.
Atenção
O valor do selo de segurança será de R$ 0,07 sem a incidência de impostos. Como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) varia de estado para estado, o preço total das etiquetas não foi fixado.
“O governo não autorizará aumento de preço de medicamento. Isso será absorvido pela cadeia produtiva. O impacto é irrisório, em torno de 0,01% em produtos acima de R$ 5”, explicou diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Raposo.
Como fazer
As empresas com registro de medicamentos terão até 60 dias, a partir de hoje (6), para fazer o cadastramento na Casa da Moeda. Então, a etiqueta será fornecida em até 60 dias após a assinatura de contrato.
As empresas terão um prazo de seis meses para iniciar a aplicação das etiquetas e de 12 meses para que todos os medicamento da linha de produção tenham o selo.
O prazo final é no dia 15 de janeiro de 2012, quando todos os medicamentos em circulação no país deverão ter a etiqueta.
O período para a distribuição das leitoras óticas será de sete meses, com calendários específicos para cada região do país.
* Com informações da Agência Brasil
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outubro 6, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Na hora de comprar remédios você ainda tem dúvida sobre qual levar para casa? Qual a composição do genérico? O que é medicamento de referência? Qual a diferença entre genérico e similar? E o que é remédio manipulado?
São quatro os tipos de medicamentos disponíveis no mercado brasileiro: de marca ou referência, genérico, similar e manipulado. A classificação se deve à forma de desenvolvimento, obtenção e tipo de registro de cada produto.
Referência
Os medicamentos de referência são, normalmente, inovadores, cuja eficácia e segurança foram comprovadas por anos de pesquisa. Os estudos resultantes são utilizados para o registro junto à Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Eles possuem nomes comerciais definidos pelos fabricantes, conhecidos no mercado.
As empresas que lançam os medicamentos de referência possuem o direito de sua comercialização exclusiva por alguns anos, para assegurar que poderão recuperar os altos investimentos feitos durante todo o período de pesquisa e desenvolvimento da nova droga. Este direito é garantido por meio da obtenção da patente do produto.
Genérico e similar
Tanto o medicamento genérico como o similar possuem fármacos não inovadores, ou seja, ingredientes ativos e formas farmacêuticas já conhecidas no mercado.
São medicamentos que não possuem a mesma formulação do medicamento referência, apesar de possuir o mesmo ingrediente ativo, com a mesma concentração e forma farmacêutica (comprimido, suspensão, xarope, cápsula, entre outros).
A principal diferença entre eles é que o genérico não possui nome comercial distinto, é caracterizado pelo nome do ingrediente ativo e pela letra “G”, de genérico. Já o similar possui nome comercial definido pelos fabricantes, o que pode confundir os consumidores com os medicamentos de referência.
De acordo com o Doutor em Química e Gerente Técnico da Bioagri, Edivan Tonhi, atualmente os medicamentos genéricos e similares passam por estudos laboratoriais que garantem a similaridade com o medicamento de referência.
Estes estudos são feitos em laboratórios credenciados pela Anvisa que avaliam se estes medicamentos têm o mesmo comportamento que o de referência no organismo humano. Após aprovados, ambos precisam ser registrados junto à agência para serem comercializados.
Manipulados
Os medicamentos manipulados são aqueles produzidos segundo fórmulas, em pequena escala pelas farmácias de manipulação autorizadas pela Vigilância Sanitária. Esses produtos contêm o princípio ativo e a dose definida pelo médico que prescreveu.
Os remédios manipulados são uma alternativa às doses padrões disponibilizadas pela indústria, já que existe a possibilidade de personalização da dose ou mesmo da combinação de princípios ativos em uma única cápsula.
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outubro 1, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias, Saúde Financeira
De acordo com um levantamento realizado pelo Procon-SP, entre os dias 01 e 03 de setembro, os preços dos medicamentos genéricos apresentam diferenças de preços de até 523,81%. Entre os remédios de referência o índice é de até 100%.
Os resultados da pesquisa reiteram a importância de uma comparação antes da compra. Os técnicos da fundação de proteção e defesa do consumidor sugerem que antes de pesquisar é interessante que o consumidor consulte:
- A lista de Preços Máximos (PMC) dos medicamentos, disponível no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa);
- As listas de preços que devem estar disponíveis nas farmácias e drogarias, conforme Resolução nº 2 da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).
Munido dessas informações, é possível verificar a variação de preços dos medicamentos entre os diversos estabelecimentos, não só entre as redes, como também dentro de uma única rede, que variam significativamente.
Entre os medicamentos de referência, a maior diferença de preço encontrada foi:
Diferença: 100%
Medicamento: Propranolol Ayrest (Cloridrato de Propranolol) – Sigma Pharma
Apresentação: 40 mg – 30 comprimidos
Maior preço: R$ 7,04
Menor preço: R$ 3,52
Entre os medicamentos genéricos, a maior diferença de preço encontrada foi:
Diferença: 523,81%
Medicamento: Diclofenaco Sódico
Apresentação: 50 mg – 20 comprimidos
Maior preço: R$ 11,79
Menor preço: R$ 1,89
Genéricos pela metade do preço
Comparando os preços médios dos genéricos com os de referência de mesma apresentação, a pesquisa constatou que, em média, os medicamentos genéricos são 52,84% mais baratos.
A pesquisa envolveu 15 drogarias distribuídas pelas 05 regiões do município de São Paulo. Foram pesquisados 52 medicamentos.
Atenção à saúde do seu bolso! Pesquise, compare!![]()
- Genéricos: Como funcionam as patentes?
- Menos medicamentos genéricos nas farmácias
- Uso e armazenamento de remédios
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setembro 17, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu na última quarta-feira (15) a importação do contraceptivo Postinor, uma das pílulas do dia seguinte mais vendidas no Brasil.
Segundo a agência, a empresa Gedeon Richter (Budapeste/Hungria), responsável pela fabricação do Postinor-2 e do Postinor uno, não atende aos regulamentos sanitários para produção de medicamentos de acordo com as normas brasileiras.
Os dois remédios são contraceptivos de emergência, usados para evitar a gravidez após relação sexual sem proteção ou quando há falha do método contraceptivo empregado.
Além da pílula do dia seguinte, o órgão também suspendeu a importação do anticoncepcional Femina, produzido pela mesma fábrica.
Esclarecimento
A Aché, responsável pela venda dos três medicamentos no Brasil, esclareceu, em nota, que nada muda para o consumidor.
De acordo com o texto, “os anticoncepcionais Femina, Postinor-2 e Postinor uno continuam disponíveis no mercado para comercialização e prescrição médica. Os produtos continuam devidamente autorizados pela Anvisa, em todo território nacional, não havendo nenhum comprometimento em relação a sua segurança, eficácia e qualidade”.
A empresa informou ainda que já tomou todas as medidas para regularização de novas importações e aguarda deliberação da Anvisa.
Mais suspensões
A agência determinou ainda, como medida de interesse sanitário, a suspensão de todas as propagandas que possam induzir o consumidor a ingerir o alimento Creatina, de responsabilidade da Probiótica Laboratórios Ltda.
Segundo a Anvisa, o consumo excessivo desse alimento pode acarretar prejuízos à saúde, além de não trazer os benefícios esperados. O suplemento é indicado para alcançar benefícios como crescimento muscular, aumento dos níveis de força e melhoria da performance nos treinos/esportes.
De acordo com resolução publicada hoje (17) no Diário Oficial da União, a medida vale para todo o território nacional e abrange todas as propagandas, em qualquer meio de comunicação, em especial no impresso Explosão Muscular.
A determinação durará o tempo necessário para a adequação da campanha publicitária.
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agosto 5, 2010 por Blog da Saúde
Em: Planos de Saúde
O presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Maurício Ceschin, levantou uma proposta polêmica e de difícil execução: que os planos de saúde financiem também medicamentos de uso domiciliar, além da assistência médica e odontológica.
A lei que regula o setor de planos atualmente veta a cobertura de medicamentos de uso domiciliar – só os fornecidos durante a internação são pagos.
“No próximo ano, vamos discutir como incorporar o benefício do medicamento de alguma forma. Hoje, os pacientes fazem a consulta no setor privado e vão ao SUS retirar o medicamento. Não vejo por que não trazer esse benefício à saúde suplementar”, afirmou o dirigente da agência.
Ceschin informa que ainda não sabe como realizar a proposta, defendida por órgãos dos consumidores. “Quero fazer, se é possível não sei”, afirmou, ressaltando que planos em outros países já fazem a cobertura.
O dirigente da ANS ainda defendeu que os planos contribuam para o Samu, atendimento de urgência feito por ambulâncias do SUS. E que façam aportes no Sistema Nacional de Transplantes.
“Quem faz o atendimento emergencial é a saúde pública. Por que o sistema privado dá o direito e não faz? Por que não se liga ao sistema público e ajuda a financiar?”, questionou o presidente.
“É preciso conversar. Cada acréscimo de serviço é um acréscimo de custo. Será que a sociedade quer pagar mais?”, comentou sobre as propostas Solange Mendes, diretora executiva da Fenasaúde, que reúne operadoras do setor.
Preços de medicamentos
Levantamento realizado pelo Procon-SP, dias 30/06 e 01/07, na capital paulista revela que os preços dos genéricos são, em média, 52,88% mais baixos do que os de referência.
Na pesquisa, os preços dos medicamentos apresentaram variação de até 295,92% entre os genéricos e de até 91,69% entre os de referência.
O levantamento reforça a importância de o consumidor pesquisar antes de ir às compras, comparando os preços em diversos estabelecimentos, inclusive entre lojas de uma mesma rede, que podem apresentar variações significativas.
A pesquisa englobou 15 farmácias e drogarias distribuídas pelas cinco regiões da cidade e 52 medicamentos.
Regras
As drogarias e farmácias devem etiquetar o remédio com o preço de venda, não podendo ultrapassar o PMC (Preço Máximo ao Consumidor) calculado de acordo com a resolução nº 2, de março deste ano, da CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos).
Entre os medicamentos genéricos, a maior diferença de preço encontrada foi:
Medicamento: Dipirona Sódica – 500 mg/ml, em gotas 10 ml
Maior preço: R$ 3,88
Menor preço: R$ 0,98
Entre os medicamentos de referência, a maior diferença de preço encontrada foi:
Medicamento: Dexason (Acetato de Dexametasona) Teuto – 1 mg/g – creme dermatológico
Maior preço: R$ 8,07
Menor preço: R$ 4,21
* Com informações do Estadão.
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julho 5, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou uma cartilha que visa esclarecer as dúvidas dos cidadãos sobre o uso de medicamentos. O objetivo é promover o uso seguro e racional dos produtos.
A cartilha O Que Devemos Saber Sobre Medicamentos traz orientações sobre a leitura das bulas, cuidados ao administrar os produtos em crianças e o uso combinado ao álcool. Além disso, aborda os riscos do uso incorreto de remédios.
A iniciativa faz parte do Programa de Melhoria do Processo de Regulamentação da Anvisa. A divulgação poderá ser feita em órgãos de vigilância sanitária estaduais e municipais e por entidades de defesa do consumidor.
O material está disponível no site da Anvisa.
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junho 2, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Financeira
Não é a primeira vez que este tipo de pesquisa é feita, mas parece que entre os estabelecimentos que vendem remédios, a variação de preços aumentou.
O Procon-SP, mostrou em março deste ano números menores do que agora. Entre os genéricos, a diferença de preços pode chegar até 523, 81%.
Muitos fatores contribuem para determinar o quanto custará o produto. Localidade, rendimento da loja, franquias sem política única de preços entre todos os estabelecimentos, canais de venda, como telefone, site ou a própria loja física, podem ser determinantes no preço final.
E o que o consumidor deve fazer?
É de extrema importância que antes de comprar em qualquer lugar, as pessoas comparem os preços. Não é só entre os genéricos que a procura faz diferença: entre os medicamentos de referencia, a variação é de até 135,81%.
A pesquisa também constatou que o genérico equivalente a um remédio de referência custa, em média, a metade do preço. Foram pesquisados 52 medicamentos em 15 drogarias distribuídas por São Paulo.
A maior diferença encontrada
Entre os medicamentos de referência
Diferença: 135,81%
Medicamento: Gardenal (Fenobarbital) – Sanofi-Aventis
Apresentação: 100 mg – 20 comprimidos
Maior preço: R$ 5,40
Menor preço: R$ 2,29
Diferença valor absoluto: R$ 3,11
Entre os genéricos
Diferença: 523,81%
Medicamento: Diclofenaco Sódico
Apresentação: 50 mg – 20 comprimidos
Maior preço: R$ 11,79
Menor preço: R$ 1,89
Diferença valor absoluto: R$ 9,90
Fique de olho na saúde do seu bolso. Pesquise e compare!
*Este post conta com informações da Agência Estado
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maio 5, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Colesterol alto é uma das principais causas de doença no coração, e não causa males apenas cardíacos. A gordura pode ficar acumulada em qualquer ponto do sistema circulatório.
Em alguns casos, medicamentos para regular o colesterol são indicados, e devem estar aliados à boa alimentação e prática de exercícios. Assim, os efeitos a longo prazo são garantidos.
Um novo medicamento com este próposito vem aí. A Daiichi-Sankyo Brasil, anuncia aliança com a farmacêutica israelense Enzymotec para o lançamento de um produto que ajuda a manter níveis saudáveis de triglicerídeos e a reduzir a absorção de colesterol. O lançamento está previsto para o começo de 2011 no país.
A aliança feita com a Enzymotec, segundo o Valor Econômico, mostra inovação, já que são especializados em biotecnologia. A Daiichi-Sankyo é a única companhia farmacêutica do Japão com fábrica no Brasil.
Apoiamos iniciativas e evoluções tecnólogicas que visam nosso bem-estar!
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abril 12, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Pesquisadores da Universidade de Columbia, a serviço da população, resolveram verificar se há informações erradas sobre o uso de remédios na rede social. A resposta é afirmativa e alarmante, principalmente sobre o uso de antibióticos.
Ao combinar palavras como “gripe e antibiótico” ou “resfriado e antibiótico” um problema foi detectado. Os internautas recomendaram o uso de antibióticos para doenças virais como a gripe, o que além de ser completamente errado, contribui para que as bactérias ganhem cada vez mais resistência.
Foram analisados mais de 50 mil “tweets”, nome dado às mensagens de até 140 caracteres. Do total, mil foram separados por categoria – uso, efeitos colaterais e conselhos para o tratamento.
Muitos profissionais e instituições utilizam o serviço da internet para divulgar informações sérias, então o primeiro passo para quem procura qualquer tipo de informação é prestar atenção se a fonte é confiável ou não.
Para quem é internauta usuário do Twitter, o Blog da Saúde faz um pedido: Verifique a fonte da informação que passa adiante!
“Lembre-se que a automedicação é um erro grave que pode mascarar os sintomas da doença e trazer efeitos colaterais. Consulte sempre seu médico.”
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abril 7, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Foi feito um estudo para descobrir o quanto do que o brasileiro gasta com saúde é destinado a impostos, taxas e contribuições. Não apenas com medicamentos, mas também com o tributo sobre os equipamentos para fazer exames, materiais hospitalares e consultas.
Um terço do que você gasta com saúde vai para o governo. Em outras palavras, os tributos equivalem a 37% do preço final de um medicamento. Para cada atendimento de saúde, mesmo os realizados pelo SUS, o governo recebe cerca de R$20.
Em países da União Européia, nos Estados Unidos, Japão, Índia, México, China e outros, a tributação sobre saúde é menos da metade da brasileira.
Em 2009, a arrecadação de impostos sobre o setor de saúde foi de R$30,5 bilhões, um aumento de 5,98% em relação ao ano anterior.
O estudo foi realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, por encomenda da CNS – Confederação Nacional de Saúde e da Federação Brasileira de Hospitais.
O que você acha do valor dos impostos no Brasil? Comente.
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março 25, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Financeira
Claro que você não sai por ai comprando remédios sem necessidade, não é mesmo? Bem, mas se você faz parte do grupo dos “hipocondríacos” sugerimos que esteja determinado a mudar de hábito. Do contrário, quem sofrerá as consequências será o se bol$o!
Uma pesquisa realizada pela Fundação PROCON-SP e vinculada à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania verificou uma diferença de valores que varia de 421,2% entre os genéricos – você leu corretamente, ENTRE os genéricos – e de 123,5% entre os de referência.
É importante lembrar que a Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária estipula um teto máximo para precificar os medicamentos. As farmácias e drogarias podem praticar qualquer valor, desde que não ultrapassem o limite estabelecido pela Agência.
Para saber a lista completa dos medicamentos e sua variação de preços clique aqui.
“Ficou assustado com a variação? Então pense duas vezes antes de comprar medicamentos sem necessidade. Se você passou em consulta médica e esta com a receita em mãos pesquise o melhor preço antes da compra. Afinal, consumidor consciente é mais saudável!”
*Com informações da FSP.
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março 9, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Foi aprovado Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos aumento de até 4,8% no valor de mais de 20 mil medicamentos. Os aumentos começam a valer a partir de 31 de março.
Ficam fora desse limite os homeopáticos, fitoterápicos e outros que são alvo de grande concorrência. Para saber mais sobre a decisão clique aqui.
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fevereiro 24, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Qualquer tipo de vício faz mal. Seja ele de alimento, de relacionamento e de drogas principalmente.
Por conta disso, a Jife – Junta Internacional de Fiscalização a Entorpecentes alerta para o uso abusivo de medicamentos que são prescritos pelos médicos. A Jife é um órgão ligado à ONU – Organização das Nações Unidas.
De acordo com relatório divulgado atualmente alguns medicamentos que contém em sua composição substâncias controladas são indicados para substituição de drogas ilícitas, já que causam efeito semelhante e possuem fácil acesso, inclusive pela internet.
Um trecho do documento alerta que
“as pessoas tendem a achar que o abuso de medicamentos prescritos é apenas um uso inadequado de medicamentos para tratar problemas de saúde. Mas esses incidentes são frequentemente resultado de um vício que pode ser tão letal como a dependência de outras drogas como a heroína ou a cocaína”.
*Com informações do portal Saúde Business Web.
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fevereiro 9, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A decisão é do CFM – Conselho Federal de Medicina e deverá ser publicada no Diário Oficial da União. A prática é comum em consultórios médicos, onde os vales-descontos são distribuídos principalmente para remédios de médio e alto custo.
Ao conselho porém, o benefício concedido pelos médicos a seus pacientes é visto como fidelização de clientes e laboratórios. De acordo com as autoridades do conselho, esse método esbarra no código de ética.
Acordo Mercadológico ou Saúde Prejudicada?
Se o discurso da decisão enfatiza que a fidelização de marcas é uma prática de interesse mercadológico, do outro lado a população sente-se prejudicada e indignada com a decisão.
O conselho afirma que se o benefício pode ser concedido a alguns pacientes deveria ser concedido a todos.
Fora isso há também a argumentação de que os dados preenchidos pelo paciente para utilização do vale desconto farão parte do banco de dados da farmacêutica, facilitando ações mercadológicas.
Com a mudança, um remédio para tratamento de Alzheimer, com princípio ativo de cloridrato de donepezila, por exemplo, passará a custar de R$ 270,00 com desconto para R$ 438,00 – preço real.
“Qual a sua opinião sobre o assunto? Você acha que a indústria que move a saúde deve ser imparcial quanto às praticas comuns de mercado? Comente.“
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fevereiro 9, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Desde ontem, 8, todos os laboratórios farmacêuticos são obrigados a notificar à Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária sobre qualquer efeito adverso relacionado a seus medicamentos.
A RDC nº4/2009 tem 360 dias para entrar em vigor, prazo estipulado para que as empresas se adequem.
É importante lembrar que as indústrias deverão contar com estrutura específica destinada a deter, avaliar e prevenir sobre as adversidades.
Em casos de óbito a comunicação deverá ser feita em prazo máximo de sete dias após o recebimento da informação.
*Com informações do site da Anvisa.
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janeiro 13, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
A dissecção crônica da aorta atinge, principalmente, pessoas que não tem a hipertensão arterial controlada. Essa doença provoca uma abertura no revestimento interno da aorta, fazendo com que o sangue escape pela abertura, podendo provocar uma hemorragia interna, levando o paciente a óbito.
É através da aorta que o sangue que o coração bombeia passa e vai para todas as partes do corpo, exceto o pulmão, ela é a maior artéria do nosso corpo.
Entenda melhor como tudo acontece através da ilustração abaixo:
Existem três tipos de tratamento: cirurgia aberta, o uso de stents – prótese metálica que tem o objetivo de obstruir a passagem de sangue pelo rasgo feito na aorta -, e uso de medicamentos. Um estudo publicado no “Circulation” revela que o tratamento clínico, através de medicamentos é tão eficaz quanto os tratamentos mais caros.
Mas o uso exclusivo de medicamentos, não é recomendado a longo prazo, nesse caso seria aconselhável o uso de stents.
Sintomas
As principais queixas de um paciente com dissecção aórtica são as dores abdominais, e na região dorsal. Se o quadro do paciente piora, ele pode ter um AVC (Acidente Vascular Cerebral), infarto no miocárdio, e dor abdominal súbita.
Estatísticas
O índice de mortalidade, se o tratamento não for realizado a tempo, chega a 90%. Cerca de 75% dos pacientes que não são tratados, morrem nas duas primeiras semanas. Dos que são tratados durante essas duas semanas, 60% continuam vivas durante cinco anos, e 40% chegam a durante dez.
Cerca de 2 mil a 4,5 mil pessoas na América do Norte são atingidas por essa doença anualmente. No Brasil, ainda não há dados.
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dezembro 7, 2009 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Por ausência de registro e fabricação desconhecida, a Anvisa proibiu em todo país a produção e comercialização do medicamento Poliplexil 250 ml, usado no tratamento de pacientes com anorexia e restrições diabéticas.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária também suspendeu produtos como o Chá Extrato de Eucalipto e marcas de amendoins.
Confira as especificações destes e outros produtos irregulares.
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setembro 10, 2009 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) juntamente com a Polícia Federal apreenderam 316 toneladas de medicamentos falsificados no primeiro semestre deste ano.
O aumento dos números obtidos em comparação com anos anteriores é resultado do reforço na fiscalização e o crescimento da ação de quadrilhas. A atividade é preocupante, pois além de criminosa coloca em risco a saúde da população.
Para reter o comércio ilegal em camelôs, via internet e até mesmo em farmácias e drogarias a Anvisa já está com um projeto que visa facilitar a distinção dos medicamentos falsos e verdadeiros.
Para saber mais clique aqui.
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