Notícias que marcaram a saúde em 2011
dezembro 29, 2011 por Stefanie
Em: Saúde Social
Mais um ano chega ao fim deixando para trás uma história. Vamos revê-la pelo ponto de vista mais saudável: os avanços, as lutas e as ações relacionadas à medicina e à saúde de todos! A cada ano, esperamos mais e mais novidades beneficiárias a todos nós: que venha um 2012 cheio de boas notícias ;D
Proibição de medicamentos emagrecedores
A venda dos inibidores de apetite contendo as substâncias femproporex, mazindol e anfepramona foi proibida no Brasil, desde o dia 9 de dezembro de 2011.
A Anvisa tomou a decisão com base em estudos que mostraram mais riscos do que benefícios no uso destes medicamentos. A dispensação e venda destes produtos está vetada independentemente da data da prescrição que consta na receita médica.
E a sibutramina?
Não foi proibida, mas comprar o medicamento nas farmácias não é mais tão fácil como antigamente. Ainda bem. O médico pode prescrever ao seu paciente em Notificação de Receita do tipo B2, com validade de 30 dias, quantidade suficiente para 30 dias de tratamento e dose máxima diária de 15 mg.
Já dá para imaginar o porquê de tanta precaução. A droga era a mais usada para perder peso, mesmo em pessoas sem problemas de obesidade específicos.
Quando o assunto é emagrecimento, grande parte das pessoas esquece de que automedicação é super perigoso. Este ano, um veículo renomado publicou em matéria de capa, um remédio que dizia ser o “milagre” para perder peso, sem efeitos colaterais.
Mas pagou um grande mico: o medicamento Victoza foi aprovado pela Anvisa apenas para tratar diabetes tipo 2. Após a matéria, a procura foi tanta, que quem realmente precisava da droga ficou sem e quem não precisava poderia lidar com os possíveis efeitos colaterais não citados.
Atitudes Bizarras
Já ouviu falar em “slimming”? É uma mania assustadora difundida entre adolescentes alemãs que consiste em colocar bebida alcoólica no absorvente interno para embebedar rápido sem ficar com bafo.
Esse ano, grupos no facebook trocaram ideias sobre o assunto, divulgando vídeos de instruções e dicas de como fazer pela internet. Além de ser um absurdo, essa prática pode danificar as partes íntimas e aumentar o risco de infecção.
Muito conhecimento sobre o câncer
Muitas pessoas influentes passaram por momentos difíceis ao enfrentarem o câncer este ano e serviram para disseminar conhecimento sobre a doença, como formas de prevenção e diagnóstico precoce. Sabe quem são eles?
O ator Reynaldo Gianecchini foi diagnosticado com linfoma no começo de agosto. No momento, está em tratamento, mas com certeza serve como fonte de inspiração para muita gente. Para conscientizar as pessoas, ele entrou na campanha da ABRALE (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia), que resultou no vídeo abaixo.
No mês de outubro, o câncer faz de Steve Jobs uma vítima. O fundador da Apple descobriu que tinha uma forma rara de câncer no pâncreas, já havia passado por um transplante de fígado 2 anos antes.
Outro caso recente foi o diagnóstico de câncer na laringe dado ao ex-presidente Lula. Por ter sido descoberto em uma fase precoce, os médicos acreditam que há uma grande chance de cura (nós também acreditamos). Ele é ex-fumante e mantinha o hábito de fumar cigarrilhas, atitudes que favorecem ao aparecimento da doença.
Ao presenciarmos esses quadros de câncer, não dá para ficar de braços cruzados e não tomar uma atitude. A Senadora Ana Amélia levou em frente uma proposta de lei que propõe a inclusão da quimioterapia oral (tratamento sistêmico oral) na cobertura básica obrigatória dos planos de saúde.
Isso proporcionará muito mais qualidade de vida aos pacientes, além de diminuir a necessidade de internações hospitalares. Agora, é cruzar os dedos e esperar “que o Senado [...] atue com humanidade na votação deste projeto”, como disse Luciane Holtz, presidente do Instituto Oncoguia.
Cigarro não tem mais vez
A Austrália virou líder mundial na luta contra o tabagismo ao aprovar uma lei que proibia marcas de cigarro em maços, eliminando a última forma de publicidade do tabaco.
Após essa medida, o Brasil também tomou algumas providências em prol dessa luta. O Projeto de Lei de Conversão foi aprovado pelo Senado proibindo o uso de cigarro em qualquer ambiente fechado. Além disso, os avisos de alerta dos males de fumar deverão aparecer em 30% da área frontal dos maços de cigarro a partir de 2016.
A Associação de Controle ao Tabagismo – ACT, em parceria com a Fundação do Câncer, também luta para impor limites na indústria do tabaco. Petição pública para proibição de vários fatores, entre eles, vetar a adição de aromas como menta ou cravo, já que são mais atrativos para os adolescentes começarem a fumar. A equipe do Blog da Saúde já assinou.
Se você ainda não se convenceu a parar de fumar, optamos por mostrar imagens que valem mais que mil palavras. Fotos de irmãs gêmeas, em que uma delas, além de ser fumante, tomou sol ao longo da vida. Sol mais cigarro sem dúvidas resultam no envelhecimento precoce da pele.
Campanhas mais legais!
Criação da agência curitibana The Getz, a campanha “Esta vaga não é sua nem por um minuto” ganhou o prêmio na categoria de solidariedade no Yahoo Big Idea Chair. A Campanha tem o objetivo de conscientizar sobre as vagas exclusivas que são, muitas vezes, desrespeitadas no nosso país. Confira o vídeo:
No Peru, a violência dos torcedores nas partidas de futebol acabou em morte. O governo tomou uma ação: proibiu a presença das torcidas no estádio. A liga de futebol peruana respondeu: sem torcida, sem futebol. E assim, o futebol peruano foi suspenso. Todos os jornais noticiaram na primeira página o acontecimento negativo.
Enquanto isso, o jornal esportivo El Bocón divulgou uma campanha de paz, deixando todas as páginas em branco. O lema era “A violência só fará com que o futebol desapareça. Cuidemos do futebol. Cuidemos da vida”. É um bom recado para nós, brasileiros, que seremos sede da copa do mundo em 2014. Veja a repercussão dessa ação pela paz esportiva:
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outubro 13, 2011 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Em resolução, publicada hoje no Diário Oficial da União, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que está suspensa a distribuição, comercialização e o uso, em todo o Brasil, do produto Parinex (Heparina Sódica) da empresa Hipolabor Farmacêutica Ltda.
O medicamento foi suspenso por não atender às exigências regulamentares da Anvisa. A Heparina Sódica age como anticoagulante, utilizada na ameaça, prevenção e tratamento de trombose, embolia, infarto do miocárdio, e é indicada para pacientes com insuficiência renal em tratamento de hemodiálise.
O produto fica suspenso a partir de hoje, e a Anvisa recomenda que as pessoas que já tenham adquirido o remédio interrompam imediatamente o uso.
Produtos Cosméticos
Também nesta quinta-feira, a Agência suspendeu a fabricação, o comércio e o uso dos seguintes produtos: Gloss Reconstrutor Step II London Jully Care e Shampoo pH 7,5 Jully Care, assim como todos os outros cosméticos fabricados pela empresa Lyon Ind. Com. Ltda.
Estes foram proibidos por não possuírem registros, nem autorização de funcionamento na Anvisa. E já foram apreendidos pela Subsecretaria de Vigilância Sanitária do Município do Rio de Janeiro.
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outubro 13, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
A organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) atenta para a possibilidade de, nos próximos meses, milhares de pessoas com mal de Chagas ficarem sem tratamento. Isso porque o principal medicamento usado no combate à doença, o benzonidazol, está em falta.
O único produtor mundial do remédio é o Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco (Lafepe), que suspendeu a produção por falta do princípio ativo utilizado na fabricação da droga.
“O Lafepe quebrou sua promessa de publicar – e respeitar – um calendário oficial de produção, para garantir a disponibilidade do medicamento”, afirma Carolina Batista, coordenadora da unidade médica da ONG Médicos Sem Fronteiras-Brasil.
Segundo a ONG, o problema provém de anos de atraso para tornar a produção nacional do remédio e do princípio ativo mais rápida, enquanto a demanda mundial teve um aumento expressivo.
Nova produção
Recentemente, a responsabilidade pela produção do princípio ativo do benzonidazol foi transferida para a empresa privada Nortec Química. Mas, por enquanto, não há substância suficiente para que os comprimidos necessários sejam produzidos. Além disso, a empresa ainda precisa validar a sua produção.
A ONG pediu ao Ministério da Saúde que medidas imediatas sejam tomadas para que o remédio volte a ser disponibilizado e que haja um comprometimento por parte do governo para que o processo de produção do benzonidazol com o novo princípio ativo seja acelerado, simplificando a validação pela Anvisa.
“O governo brasileiro tem sido pioneiro na produção de medicamentos genéricos, provando o seu compromisso com as pessoas que precisam de acesso ao tratamento. As autoridades agora têm que agir rapidamente para manter seu compromisso com os pacientes com a doença de Chagas em todo o mundo”, afirma Dr. Unni Karunakara, presidente internacional de MSF.
Pacientes sem tratamento
Por conta da falta de abastecimento do benzonidazol diversos programas de tratamento contra Chagas na América Latina já estão com dificuldades de atender a demanda por novos tratamentos, sendo forçados a retardar a oferta de cuidados aos pacientes. E, provavelmente, ficarão sem estoque da droga nos próximos meses.
Segundo a MSFO, o Ministério da Saúde não tem fornecido nenhuma informação sobre o que está acontecendo e a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) não estabeleceram um plano de contingência para manter o estoque de medicamentos para os casos agudos da doença.
Na Bolívia e no Paraguai, em áreas com muita incidência do problema, pacientes já pararam de ser diagnosticados porque não há medicamento para tratá-los, e esta situação é inaceitável, segundo Dr. Henry Rodriguez, coordenador de projeto de MSF.
“Durante décadas, Chagas foi uma doença completamente negligenciada, e justo agora que o diagnóstico e o tratamento estão sendo vistos como prioridades em alguns países, estamos sem medicamentos. Não podemos permitir que isso continue; pelo bem de nossos pacientes, precisamos encontrar uma solução urgente para esse problema”, afirma Rodriguez.
Todo o progresso obtido até o momento – com a inclusão, pela OMS e OPAS, do tratamento para Chagas como parte do atendimento dos serviços primários de saúde – está sendo prejudicado pela escassez do princípio ativo.
A produção, a distribuição e a entrada do medicamento no mercado irão levar, pelo menos, alguns meses. Portanto, onde a doença de Chagas é endêmica, como Bolívia e Paraguai, o uso do benzonidazol em estoque deverá ser racionalizado, com um plano de contingência.
A ONG também está pedindo aos Ministérios da Saúde destes países que exijam que esse plano seja posto em prática o mais rápido possível, e que, no longo prazo, seja encontrada uma solução definitiva para o problema.
Segundo estimativas da ONG, não há previsão para a disponibilidade futura do medicamento, e dificilmente o benzonidazol estará disponível já no primeiro semestre de 2012.
Fonte: Médicos Sem Fronteiras
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junho 22, 2011 por Paula Sanches
Em: Últimas Notícias
Um novo grupo de 120 bulas de medicamentos já está disponível no Bulário Eletrônico da Anvisa.
Elas foram adequadas às novas regras, como determina a norma RDC 47/09, visando uma escrita clara e simples para que o paciente entenda como o produto age no organismo: as indicações, os riscos e as contraindicações.
Além do texto acessível, o regulamento propõe que os portadores de deficiência visual podem solicitar aos Serviços de Atendimento ao Cliente (SAC) das indústrias, as bulas adaptadas à sua condição, que podem ser em Braille, formato de áudio ou com letras aumentadas – iniciativa bacana que dá mais autonomia a essas pessoas.
Assim que publicadas no Bulário Eletrônico, as indústrias têm até 180 dias para adaptar a bula encontrada na caixinha dos medicamentos. Os genéricos e similares têm o mesmo prazo e devem usar a bula do medicamento de referência como padrão.
O sistema eletrônico vai ficar cada vez mais completo com novas atualizações todos os meses.
Serviço: Bulário Eletrônico
Leia Mais: Anvisa disponibiliza primeiro grupo na bula eletrônica
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março 22, 2011 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Mais de 20 mil medicamentos terão aumento nos preços a partir do dia 31 de março. O reajuste varia de 3,54% a 6,01%, dependendo da categoria a que o remédio pertence.
A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) – ligada à Agência Nacional de Vigilância Sanitária – autorizou o aumento de medicamentos como antibióticos e remédios de uso contínuo.
Medicamentos fitoterápicos e homeopáticos não estão sujeitos aos valores determinados pela CMED. Seus preços são sujeitos à variação por determinação do fabricante.
O cálculo do reajuste levou em conta uma série de fatores, como por exemplo, IPCA acumulado entre março de 2010 e fevereiro de 2011 e competitividade do produto no mercado – estabelecida pelo nível de participação de genéricos nas vendas.
Quanto maior a participação, maior o percentual de reajuste. Para o cálculo, também foi levado em conta o ganho de produtividade das empresas.
O governo define o valor máximo que podem subir a cada ano, a fim de evitar que a população seja prejudicada por eventuais aumentos excessivos por parte da indústria farmacêutica.
Os valores reajustados não poderão ultrapassar o limite estabelecido até março de 2012.
Procedimento
As produtoras de medicamentos deverão apresentar à CMED, até 31 de março de 2011, o relatório contendo os preços que pretendem colocar. Quem elevar os preços acima do autorizado pode ser multado em até R$ 3,2 milhões.
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dezembro 15, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias, Destaque
O Ministério da Saúde lançou esta semana a segunda edição do manual para o uso racional de 343 medicamentos que estão entre os mais consumidos em todo o Brasil. Todos estão disponíveis na rede pública, como antibióticos, anti-inflamatórios e remédios contra hipertensão e diabetes.
O Formulário Terapêutico Nacional 2010 orienta médicos e outros profissionais sobre cuidados com prescrição, contraindicações, efeitos colaterais e até mesmo sobre o armazenamento dos produtos. Os remédios integram a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), atualizada a cada dois anos. A última versão foi publicada em maio deste ano.
De acordo com o ministério, 60 mil exemplares do manual serão distribuídos às equipes de programas governamentais de saúde e do Farmácia Popular, secretarias de estados e municípios, entidades representativas das áreas médica e farmacêutica e faculdades de farmácia.
Essa é a segunda edição do formulário. A primeira, com 40 mil exemplares reproduzidos, foi lançada em 2008.
* Com informações da Agência Brasil.
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dezembro 3, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Já está disponível na internet um prontuário eletrônico capaz de verificar as interações entre medicamentos e assim, evitar reações adversas nos pacientes.
Desenvolvido no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec) da USP, o sistema, único disponível em português no Brasil, pode ser acessado no Portal Saúde Direta.
“O prontuário eletrônico surge como uma ferramenta que evita erros médicos causados pelas interações entre os medicamentos, aumenta o tempo destinado à conversa entre o médico e o paciente e auxilia os diagnósticos”, ressalta Paulo Celso Budri Freire, médico dermatologista e mestre em engenharia biomédica, responsável pela criação do portal.
De acordo com o Freire, a chance de interação entre medicamentos varia conforme a quantidade ingerida:
- O paciente que toma três remédios por dia tem 15% de chance de interação entre eles;
- Para aqueles que precisam de seis medicamentos, a porcentagem sobe para 80%;
- Já com oito, a interação entre os remédios é certa, 100%.
O médico informa que existem 155 mil interações possíveis, em diferentes graus: leve, moderada ou grave. A leve e moderada podem causar problemas renais, hepáticos e intoxicação. Já na grave, o paciente deve ser internado e há risco de morte.
Como funciona o portal
Ao escrever o nome comercial do medicamento no prontuário eletrônico, o software automaticamente decompõe sua fórmula química e cruza com dados dos outros remédios que o paciente deverá tomar. Desta forma, verifica as possíveis interações entre eles.
A plataforma possui mais de 1.000 protocolos de tratamento e um banco de dados de medicamentos com 11 mil produtos. A proposta é auxiliar os médicos nos tratamentos das mais diversas doenças ou necessidades específicas dos pacientes, como a prescrição de antibióticos para grávidas.
As consultas no site são gratuitas para pessoas físicas (médicos). As empresas jurídicas (clínicas e hospitais) devem pagar apenas uma taxa de administração. Com apenas quatro meses, o portal já possui dois mil médicos cadastrados, em mais de 170 cidades brasileiras,e conta com mais de 3 mil acessos/mês.
O site possui sistema de segurança e confidencialidade de dados.
Você entende as receitas médicas?
Estimativas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontam que:
- Cerca de 40% dos pacientes não entendem as prescrições médicas;
- Aproximadamente 60% das prescrições contêm erros que se referem à dosagem, tempo de uso, nomes de remédios ou má grafia;
- Os erros médicos relacionados às prescrições representam 24 mil mortes por ano no Brasil, isso sem levar em consideração a automedicação e o uso de fitoterápicos no País.
Utilidade pública
Com o aumento do uso do portal, é possível ainda monitorar a incidência de doenças no País por intermédio do Código Internacional de Doenças (CID-10) que os médicos utilizam no Prontuário Eletrônico.
Qualquer doença crônica, infecciosa e de notificação obrigatória pode ser detectada instantaneamente em qualquer município brasileiro, um auxilio para o Ministério da Saúde no planejamento das ações de combate às epidemias.
Evolução
Em breve, o site também poderá indicar para o médico qual é o medicamento que melhor atende o paciente de acordo com seu diagnóstico, idade, sexo e antecedentes, além de sua capacidade financeira.
“Ao escrever no prontuário eletrônico o diagnóstico, o software fornecerá uma lista de medicamentos indicados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e Protocolos Clínicos, além do preço de mercado para o tratamento e os exames laboratoriais necessários”, exemplifica Paulo Celso Freire.
Por fim, a expectativa é que o portal ainda ajude os profissionais em prescrições para pacientes com intolerância de remédios, além de funcionar como uma espécie de “médico-localizador”, orientando o paciente na busca do médico especialista mais próximo de sua residência.
* Com informações da Agência USP.
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outubro 27, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Boa notícia para os portadores de leucemia: o STJ (Superior Tribunal de Justiça) antecipou o fim da patente do medicamento Glivec, do laboratório Novartis, que assegura à empresa a exploração exclusiva de derivados da pirimidina, substância utilizada na produção do medicamento.
A quebra da patente do remédio, inicialmente marcada para 25 de março de 2013, foi antecipada e vencerá em 3 de abril de 2012.
Entenda o caso
Segundo o STJ, a decisão manteve o prazo estabelecido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) para a validade da patente “pipeline”.
O “pipeline” é um mecanismo criado para a proteção de propriedade intelectual em outros países, que considera que a patente começa a valer a partir da data do primeiro registro dela no exterior.
Por isso, o Inpi questionava a data de 2013. O instituto considerava válido o dia do primeiro depósito da Novartis feito na Suíça, em 3 de abril de 1992.
E por que 2013?
De acordo com o STJ, foi considerada válida para contagem da patente o prazo de 20 anos a partir do registro na União Européia, realizado em 25 de março de 1993.
O que diz a lei?
Segundo o relator do recurso, ministro Paulo de Tarso Sanseverino, até 1996 o direito de o inventor explorar substâncias, matérias e demais produtos obtidos por processos químicos não era reconhecido no Brasil.
Mas, com a nova Lei de Propriedade Industrial, o direito dos inventores sobre esses produtos passou a ser reconhecido – o que foi estendido aos inventos patenteados no exterior por meio de um mecanismo provisório.
- Genéricos: Como funcionam as patentes?
- Genérico, similar, referência e manipulado: você sabe a diferença entre eles?
*Com informações da Agência Brasil.
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outubro 7, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Entidades do setor farmacêutico já se manifestaram contrárias à criação de um selo de autenticidade para medicamentos, anunciado ontem (6) pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
O grupo inclui:
- Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (Abimip);
- Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac);
- Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma);
- Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos);
- Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma).
Em nota, as entidades pedem que a medida seja revista imediatamente, “sob pena de provocar enormes prejuízos à população” por conta da alta dos preços. O grupo considera o selo de segurança ultrapassado e cita como alternativa um sistema bidimensional já em fase de testes.
Elas classificaram a medida como equivocada e já adiantaram que, se for mantida, deverá provocar um aumento médio de 2,58% nos preços ao consumidor. Para os genéricos, a alta pode variar de 6,3% a 23,1%.
No entanto, durante o lançamento do selo de segurança, o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Raposo, afirmou que o governo não autorizará aumento de preço de medicamento. “Isso será absorvido pela cadeia produtiva. O impacto é irrisório, em torno de 0,01% em produtos acima de R$ 5”, explicou.
Como informou o Blog da Saúde, a previsão é que, a partir de janeiro de 2011, as caixas de medicamentos comecem a receber a etiqueta. Os fabricantes terão o prazo de um ano para se adaptar e, em janeiro de 2012, todos os remédios em circulação no Brasil deverão apresentar o selo. Nas drogarias, uma leitora ótica fará o reconhecimento de produtos verdadeiros por meio de uma luz verde e de um sinal sonoro.
* Com informações da Agência Brasil.
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outubro 6, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A partir de Janeiro de 2012 será possível conferir em todas as farmácias brasileiras se um medicamento é verdadeiro.
É que cada caixa de remédio conterá um selo de segurança fornecido pela Casa da Moeda que será reconhecido por leitores óticos em todas as farmácias e drogarias do país.
A autenticidade do produto será indicada quando o consumidor aproximar a etiqueta de segurança ao visor do terminal ótico a ser instalado em cada farmácia – segundo informações da Anvisa, responsável pela iniciativa.
Luz verde e sinal sonoro do equipamento indicam que o medicamento é verdadeiro.
E SABE POR QUÊ?
Só em 2010, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária apreendeu 53.575 mil unidades de medicamentos falsificados e contrabandeados e 62,9 toneladas de medicamentos sem registro.
Atenção
O valor do selo de segurança será de R$ 0,07 sem a incidência de impostos. Como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) varia de estado para estado, o preço total das etiquetas não foi fixado.
“O governo não autorizará aumento de preço de medicamento. Isso será absorvido pela cadeia produtiva. O impacto é irrisório, em torno de 0,01% em produtos acima de R$ 5”, explicou diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Raposo.
Como fazer
As empresas com registro de medicamentos terão até 60 dias, a partir de hoje (6), para fazer o cadastramento na Casa da Moeda. Então, a etiqueta será fornecida em até 60 dias após a assinatura de contrato.
As empresas terão um prazo de seis meses para iniciar a aplicação das etiquetas e de 12 meses para que todos os medicamento da linha de produção tenham o selo.
O prazo final é no dia 15 de janeiro de 2012, quando todos os medicamentos em circulação no país deverão ter a etiqueta.
O período para a distribuição das leitoras óticas será de sete meses, com calendários específicos para cada região do país.
* Com informações da Agência Brasil
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outubro 6, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Na hora de comprar remédios você ainda tem dúvida sobre qual levar para casa? Qual a composição do genérico? O que é medicamento de referência? Qual a diferença entre genérico e similar? E o que é remédio manipulado?
São quatro os tipos de medicamentos disponíveis no mercado brasileiro: de marca ou referência, genérico, similar e manipulado. A classificação se deve à forma de desenvolvimento, obtenção e tipo de registro de cada produto.
Referência
Os medicamentos de referência são, normalmente, inovadores, cuja eficácia e segurança foram comprovadas por anos de pesquisa. Os estudos resultantes são utilizados para o registro junto à Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Eles possuem nomes comerciais definidos pelos fabricantes, conhecidos no mercado.
As empresas que lançam os medicamentos de referência possuem o direito de sua comercialização exclusiva por alguns anos, para assegurar que poderão recuperar os altos investimentos feitos durante todo o período de pesquisa e desenvolvimento da nova droga. Este direito é garantido por meio da obtenção da patente do produto.
Genérico e similar
Tanto o medicamento genérico como o similar possuem fármacos não inovadores, ou seja, ingredientes ativos e formas farmacêuticas já conhecidas no mercado.
São medicamentos que não possuem a mesma formulação do medicamento referência, apesar de possuir o mesmo ingrediente ativo, com a mesma concentração e forma farmacêutica (comprimido, suspensão, xarope, cápsula, entre outros).
A principal diferença entre eles é que o genérico não possui nome comercial distinto, é caracterizado pelo nome do ingrediente ativo e pela letra “G”, de genérico. Já o similar possui nome comercial definido pelos fabricantes, o que pode confundir os consumidores com os medicamentos de referência.
De acordo com o Doutor em Química e Gerente Técnico da Bioagri, Edivan Tonhi, atualmente os medicamentos genéricos e similares passam por estudos laboratoriais que garantem a similaridade com o medicamento de referência.
Estes estudos são feitos em laboratórios credenciados pela Anvisa que avaliam se estes medicamentos têm o mesmo comportamento que o de referência no organismo humano. Após aprovados, ambos precisam ser registrados junto à agência para serem comercializados.
Manipulados
Os medicamentos manipulados são aqueles produzidos segundo fórmulas, em pequena escala pelas farmácias de manipulação autorizadas pela Vigilância Sanitária. Esses produtos contêm o princípio ativo e a dose definida pelo médico que prescreveu.
Os remédios manipulados são uma alternativa às doses padrões disponibilizadas pela indústria, já que existe a possibilidade de personalização da dose ou mesmo da combinação de princípios ativos em uma única cápsula.
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outubro 1, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias, Saúde Financeira
De acordo com um levantamento realizado pelo Procon-SP, entre os dias 01 e 03 de setembro, os preços dos medicamentos genéricos apresentam diferenças de preços de até 523,81%. Entre os remédios de referência o índice é de até 100%.
Os resultados da pesquisa reiteram a importância de uma comparação antes da compra. Os técnicos da fundação de proteção e defesa do consumidor sugerem que antes de pesquisar é interessante que o consumidor consulte:
- A lista de Preços Máximos (PMC) dos medicamentos, disponível no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa);
- As listas de preços que devem estar disponíveis nas farmácias e drogarias, conforme Resolução nº 2 da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).
Munido dessas informações, é possível verificar a variação de preços dos medicamentos entre os diversos estabelecimentos, não só entre as redes, como também dentro de uma única rede, que variam significativamente.
Entre os medicamentos de referência, a maior diferença de preço encontrada foi:
Diferença: 100%
Medicamento: Propranolol Ayrest (Cloridrato de Propranolol) – Sigma Pharma
Apresentação: 40 mg – 30 comprimidos
Maior preço: R$ 7,04
Menor preço: R$ 3,52
Entre os medicamentos genéricos, a maior diferença de preço encontrada foi:
Diferença: 523,81%
Medicamento: Diclofenaco Sódico
Apresentação: 50 mg – 20 comprimidos
Maior preço: R$ 11,79
Menor preço: R$ 1,89
Genéricos pela metade do preço
Comparando os preços médios dos genéricos com os de referência de mesma apresentação, a pesquisa constatou que, em média, os medicamentos genéricos são 52,84% mais baratos.
A pesquisa envolveu 15 drogarias distribuídas pelas 05 regiões do município de São Paulo. Foram pesquisados 52 medicamentos.
Atenção à saúde do seu bolso! Pesquise, compare!![]()
- Genéricos: Como funcionam as patentes?
- Menos medicamentos genéricos nas farmácias
- Uso e armazenamento de remédios
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setembro 17, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu na última quarta-feira (15) a importação do contraceptivo Postinor, uma das pílulas do dia seguinte mais vendidas no Brasil.
Segundo a agência, a empresa Gedeon Richter (Budapeste/Hungria), responsável pela fabricação do Postinor-2 e do Postinor uno, não atende aos regulamentos sanitários para produção de medicamentos de acordo com as normas brasileiras.
Os dois remédios são contraceptivos de emergência, usados para evitar a gravidez após relação sexual sem proteção ou quando há falha do método contraceptivo empregado.
Além da pílula do dia seguinte, o órgão também suspendeu a importação do anticoncepcional Femina, produzido pela mesma fábrica.
Esclarecimento
A Aché, responsável pela venda dos três medicamentos no Brasil, esclareceu, em nota, que nada muda para o consumidor.
De acordo com o texto, “os anticoncepcionais Femina, Postinor-2 e Postinor uno continuam disponíveis no mercado para comercialização e prescrição médica. Os produtos continuam devidamente autorizados pela Anvisa, em todo território nacional, não havendo nenhum comprometimento em relação a sua segurança, eficácia e qualidade”.
A empresa informou ainda que já tomou todas as medidas para regularização de novas importações e aguarda deliberação da Anvisa.
Mais suspensões
A agência determinou ainda, como medida de interesse sanitário, a suspensão de todas as propagandas que possam induzir o consumidor a ingerir o alimento Creatina, de responsabilidade da Probiótica Laboratórios Ltda.
Segundo a Anvisa, o consumo excessivo desse alimento pode acarretar prejuízos à saúde, além de não trazer os benefícios esperados. O suplemento é indicado para alcançar benefícios como crescimento muscular, aumento dos níveis de força e melhoria da performance nos treinos/esportes.
De acordo com resolução publicada hoje (17) no Diário Oficial da União, a medida vale para todo o território nacional e abrange todas as propagandas, em qualquer meio de comunicação, em especial no impresso Explosão Muscular.
A determinação durará o tempo necessário para a adequação da campanha publicitária.
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agosto 5, 2010 por Blog da Saúde
Em: Planos de Saúde
O presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Maurício Ceschin, levantou uma proposta polêmica e de difícil execução: que os planos de saúde financiem também medicamentos de uso domiciliar, além da assistência médica e odontológica.
A lei que regula o setor de planos atualmente veta a cobertura de medicamentos de uso domiciliar – só os fornecidos durante a internação são pagos.
“No próximo ano, vamos discutir como incorporar o benefício do medicamento de alguma forma. Hoje, os pacientes fazem a consulta no setor privado e vão ao SUS retirar o medicamento. Não vejo por que não trazer esse benefício à saúde suplementar”, afirmou o dirigente da agência.
Ceschin informa que ainda não sabe como realizar a proposta, defendida por órgãos dos consumidores. “Quero fazer, se é possível não sei”, afirmou, ressaltando que planos em outros países já fazem a cobertura.
O dirigente da ANS ainda defendeu que os planos contribuam para o Samu, atendimento de urgência feito por ambulâncias do SUS. E que façam aportes no Sistema Nacional de Transplantes.
“Quem faz o atendimento emergencial é a saúde pública. Por que o sistema privado dá o direito e não faz? Por que não se liga ao sistema público e ajuda a financiar?”, questionou o presidente.
“É preciso conversar. Cada acréscimo de serviço é um acréscimo de custo. Será que a sociedade quer pagar mais?”, comentou sobre as propostas Solange Mendes, diretora executiva da Fenasaúde, que reúne operadoras do setor.
Preços de medicamentos
Levantamento realizado pelo Procon-SP, dias 30/06 e 01/07, na capital paulista revela que os preços dos genéricos são, em média, 52,88% mais baixos do que os de referência.
Na pesquisa, os preços dos medicamentos apresentaram variação de até 295,92% entre os genéricos e de até 91,69% entre os de referência.
O levantamento reforça a importância de o consumidor pesquisar antes de ir às compras, comparando os preços em diversos estabelecimentos, inclusive entre lojas de uma mesma rede, que podem apresentar variações significativas.
A pesquisa englobou 15 farmácias e drogarias distribuídas pelas cinco regiões da cidade e 52 medicamentos.
Regras
As drogarias e farmácias devem etiquetar o remédio com o preço de venda, não podendo ultrapassar o PMC (Preço Máximo ao Consumidor) calculado de acordo com a resolução nº 2, de março deste ano, da CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos).
Entre os medicamentos genéricos, a maior diferença de preço encontrada foi:
Medicamento: Dipirona Sódica – 500 mg/ml, em gotas 10 ml
Maior preço: R$ 3,88
Menor preço: R$ 0,98
Entre os medicamentos de referência, a maior diferença de preço encontrada foi:
Medicamento: Dexason (Acetato de Dexametasona) Teuto – 1 mg/g – creme dermatológico
Maior preço: R$ 8,07
Menor preço: R$ 4,21
* Com informações do Estadão.
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julho 5, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou uma cartilha que visa esclarecer as dúvidas dos cidadãos sobre o uso de medicamentos. O objetivo é promover o uso seguro e racional dos produtos.
A cartilha O Que Devemos Saber Sobre Medicamentos traz orientações sobre a leitura das bulas, cuidados ao administrar os produtos em crianças e o uso combinado ao álcool. Além disso, aborda os riscos do uso incorreto de remédios.
A iniciativa faz parte do Programa de Melhoria do Processo de Regulamentação da Anvisa. A divulgação poderá ser feita em órgãos de vigilância sanitária estaduais e municipais e por entidades de defesa do consumidor.
O material está disponível no site da Anvisa.
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junho 2, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Financeira
Não é a primeira vez que este tipo de pesquisa é feita, mas parece que entre os estabelecimentos que vendem remédios, a variação de preços aumentou.
O Procon-SP, mostrou em março deste ano números menores do que agora. Entre os genéricos, a diferença de preços pode chegar até 523, 81%.
Muitos fatores contribuem para determinar o quanto custará o produto. Localidade, rendimento da loja, franquias sem política única de preços entre todos os estabelecimentos, canais de venda, como telefone, site ou a própria loja física, podem ser determinantes no preço final.
E o que o consumidor deve fazer?
É de extrema importância que antes de comprar em qualquer lugar, as pessoas comparem os preços. Não é só entre os genéricos que a procura faz diferença: entre os medicamentos de referencia, a variação é de até 135,81%.
A pesquisa também constatou que o genérico equivalente a um remédio de referência custa, em média, a metade do preço. Foram pesquisados 52 medicamentos em 15 drogarias distribuídas por São Paulo.
A maior diferença encontrada
Entre os medicamentos de referência
Diferença: 135,81%
Medicamento: Gardenal (Fenobarbital) – Sanofi-Aventis
Apresentação: 100 mg – 20 comprimidos
Maior preço: R$ 5,40
Menor preço: R$ 2,29
Diferença valor absoluto: R$ 3,11
Entre os genéricos
Diferença: 523,81%
Medicamento: Diclofenaco Sódico
Apresentação: 50 mg – 20 comprimidos
Maior preço: R$ 11,79
Menor preço: R$ 1,89
Diferença valor absoluto: R$ 9,90
Fique de olho na saúde do seu bolso. Pesquise e compare!
*Este post conta com informações da Agência Estado
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maio 5, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Colesterol alto é uma das principais causas de doença no coração, e não causa males apenas cardíacos. A gordura pode ficar acumulada em qualquer ponto do sistema circulatório.
Em alguns casos, medicamentos para regular o colesterol são indicados, e devem estar aliados à boa alimentação e prática de exercícios. Assim, os efeitos a longo prazo são garantidos.
Um novo medicamento com este próposito vem aí. A Daiichi-Sankyo Brasil, anuncia aliança com a farmacêutica israelense Enzymotec para o lançamento de um produto que ajuda a manter níveis saudáveis de triglicerídeos e a reduzir a absorção de colesterol. O lançamento está previsto para o começo de 2011 no país.
A aliança feita com a Enzymotec, segundo o Valor Econômico, mostra inovação, já que são especializados em biotecnologia. A Daiichi-Sankyo é a única companhia farmacêutica do Japão com fábrica no Brasil.
Apoiamos iniciativas e evoluções tecnólogicas que visam nosso bem-estar!
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abril 12, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Pesquisadores da Universidade de Columbia, a serviço da população, resolveram verificar se há informações erradas sobre o uso de remédios na rede social. A resposta é afirmativa e alarmante, principalmente sobre o uso de antibióticos.
Ao combinar palavras como “gripe e antibiótico” ou “resfriado e antibiótico” um problema foi detectado. Os internautas recomendaram o uso de antibióticos para doenças virais como a gripe, o que além de ser completamente errado, contribui para que as bactérias ganhem cada vez mais resistência.
Foram analisados mais de 50 mil “tweets”, nome dado às mensagens de até 140 caracteres. Do total, mil foram separados por categoria – uso, efeitos colaterais e conselhos para o tratamento.
Muitos profissionais e instituições utilizam o serviço da internet para divulgar informações sérias, então o primeiro passo para quem procura qualquer tipo de informação é prestar atenção se a fonte é confiável ou não.
Para quem é internauta usuário do Twitter, o Blog da Saúde faz um pedido: Verifique a fonte da informação que passa adiante!
“Lembre-se que a automedicação é um erro grave que pode mascarar os sintomas da doença e trazer efeitos colaterais. Consulte sempre seu médico.”
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