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Anvisa suspende lotes do medicamento Lamivudina

A distribuição, o comércio e uso de alguns lotes do medicamento Lamivudina 10mg, solução oral, foram suspensos em todo o país pela a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A medida vale para os seguintes lotes: 0208, 0209, 0210, 0233, 0234 e 0242.

O Ministério da Saúde constatou problemas com o aspecto do fármaco, produzido pela empresa Indústria Química do Estado de Goiás (Iquego), e repassou à Anvisa, que suspendeu o produto.

A Lamivudina é um agente antiviral com ação sobre o vírus da imunodeficiência humana tipo 1 (HIV-1) e tipo 2 (HIV-2).

A suspensão tem validade imediata após divulgação da medida no Diário Oficial.

As pessoas que já adquiriram algum produto dos lotes com problema devem interromper o uso, recomenda a Agência.

Fonte: Anvisa
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A revista Veja, em sua última edição, publicou uma matéria de capa indicando que o medicamento Victoza (aprovado pela Anvisa para tratar diabetes tipo 2) seria eficaz para emagrecimento. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária esclareceu alguns pontos importantíssimos sobre essa questão.

O Victoza é um produto biológico, ou seja, uma molécula de alta complexidade, de uso injetável, contendo a substância liraglutida, aprovado pela Anvisa para comercialização no Brasil em março de 2010.

Para o registro do produto na Anvisa, foram apresentados estudos clínicos que comprovaram eficácia e segurança do produto para uso específico como tratamento de diabetes tipo 2.

Portanto, a indicação de uso do medicamento aprovada pela Anvisa é como “adjuvante da dieta e atividade física para atingir o controle glicêmico em pacientes adultos com diabetes mellitus tipo 2, para administração uma vez ao dia como monoterapia ou como tratamento combinado com um ou mais antidiabéticos orais (metformina, sulfoniluréias ou uma tiazollidinediona), quando o tratamento anterior não proporciona um controle glicêmico adequado”.

Nos estudos clínicos do registro e nos relatórios de segurança periódicos apresentados a Anvisa, foram relatados eventos adversos associados ao Victoza, sendo os mais frequentes: hipoglicemia, dores de cabeça, náusea e diarreia. Além destes eventos destacam-se outros riscos, tais como: pancreatite, desidratação e alteração da função renal e da tireóide.

A única indicação aprovada atualmente para o medicamento é como agente antidiabético. Não há, até o momento, solicitação na Anvisa por parte da empresa detentora do registro de extensão da indicação do produto para qualquer outra finalidade.

Não foram apresentados a Anvisa estudos que comprovem qualquer grau de eficácia ou segurança do uso do produto Victoza para redução de peso e tratamento da obesidade.

A Anvisa não reconhece a indicação do Victoza para qualquer utilização terapêutica diferente da aprovada e afirma que o uso do produto para qualquer outra finalidade que não seja como antidiabético caracteriza elevado risco sanitário para a saúde da população.

Passem a informação adiante.

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A MPS é uma abreviação de Mucopolissacaridose, uma doença metabólica hereditária e rara. Significa que a pessoa nasce com falta ou diminuição das enzimas que digerem os glicosaminoglicanos, antigamente chamados de mucopolissacarídeos.

Por ser desconhecida até mesmo entre profissionais de saúde, a avaliação correta demora a ser feita ou quem precisa do tratamento demora a recebê-lo.

O diagnóstico é feito, normalmente, por um geneticista, após o encaminhamento por outro médico. Para confirmar a doença, realiza-se um exame de sangue para identificar a falta ou a diminuição das enzimas.

O tratamento envolve uma equipe com diversos profissionais, porque a doença acomete vários órgãos. O ideal é procurar centros de atendimento a doenças genéticas. Atualmente são conhecidos sete tipos de MPS.

Tipos de MPS
MPS I – Síndrome de Hurler / Hurler-Scheie / Scheie
MPS II – Síndrome de Hunter
MPS III – Síndrome de Sanfilippo
MPS IV – Síndrome de Mórquio
MPS VI – Síndrome de Maroteaux-Lamy
MPS VII – Síndrome de Sly

Só existe tratamento para os tipos 1, 2 e 6, feito através de terapia de reposição enzimática, por tempo indeterminado. No Brasil, são cadastrados 520 portadores, um dos países com maior população de MPS no mundo.

Todas as informações foram coletadas através do Eduardo Próspero, de 21 anos, que é portador da MPS tipo VI. Dono do blog Dudu e amigos, ele procura disseminar informações, salvar vidas e tem sido fonte de esperança para muita gente.

De mãe para mãe – O que uma mãe deve fazer assim que descobre que o filho tem MPS?
Se o tipo de MPS diagnosticado tiver tratamento (I, II ou VI) e a criança tiver a indicação do mesmo, deve imediatamente entrar em contato conosco (www.apmps.org.br). Se o local onde ela morar tiver associação, a encaminharemos. Caso não tenha, nós faremos a orientação sobre como obter a medicação, que deve ser subsidiada pelo governo federativo. Infelizmente, pelo alto custo, nenhuma família brasileira teria como comprar – informa Regina Próspero, mãe do Dudu.

Custo do medicamento e possível inclusão no SUS

Quando Regina fala em medicamento de alto custo, ela se refere a um custo por volta de 50 mil por mês, ressaltando que depende do peso do paciente, uma vez que a medicação é calculada por ml/kg.

Mas eles sofrem com constante falta de dispensação e chegam a ter pacientes que estão há 3 meses sem receber. Outras vezes o governo fornece para um mês e fica dois meses sem disponibilizar. Como o tratamento é contínuo, o intervalo compromete a melhora já alcançada.

Neste ano, eles já tiveram três grandes falhas no recebimento, sendo a última generalizada – não tinha medicamento para ninguém.

Pedidos não faltam e datam desde 2003, sempre sem previsão de quando a situação se normalizará. Mas graças à internet, você pode ajudá-los a ter acesso garantido ao medicamento. Como?

1. O Instituto Eu Quero Viver precisa obter assinaturas para incluir os medicamentos para tratamento das MPSs na lista de alto custo do Sistema Único de Saúde (SUS).
2. Até agora 11.564 pessoas assinaram, mas é preciso 1 milhão de assinaturas.
3. Para colaborar, basta você enviar a sua e ajudar a divulgar. Assine aqui.

O Dudu quer mostrar que é possível levar uma vida normal, sem grandes limitações. E dividindo essas informações, podemos ajudá-lo a alcançar este objetivo.

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Pesquisar em vários estabelecimentos nunca foi tão necessário. A afirmação vale tanto para os remédios de referência como para os genéricos.

Entre os medicamentos de referência, a maior diferença encontrada foi de 134,90%, no medicamento Amoxil (Amoxicilina), da Glaxosmithkline, 500 mg, com 21 cápsulas. O maior preço foi R$ 49,00 e o menor, R$ 20,86, diferença de R$ 28,14 – como mostra a pesquisa realizada pelo Procon São Paulo.

Já entre os genéricos, a maior diferença de preço encontrada foi no Diclofenaco Sódico, 50 mg, com 20 comprimidos. O maior preço encontrado foi R$10,00 e o menor, R$ 0,92, o que representa a diferença de 986,96%.

Do total dos itens comparados, o estabelecimento Farma Conde, que fica na região Sul de São Paulo, foi o que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço (37 produtos dos 52 encontrados).

Comparando-se os preços médios dos genéricos com os de referência de mesma apresentação, constatou-se que, em média, os medicamentos genéricos são 57,25% mais baratos do que os de referência.

Pesquise para não se surpreender

O consumidor deve ficar atento ao PMC (Preço Máximo ao Consumidor), já que o valor oferecido pelas drogarias e farmácias não pode ultrapassá-lo. O último reajuste dos preços foi autorizado no dia 31 de março.

A lista de PMC dos medicamentos está disponível no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e também nas farmácias e drogarias. O Blog da Saúde não conseguiu encontrar a lista no site. Além disso, o mecanismo de busca está em manutenção.

Esperamos a resposta da Agência para disponibilizar essa tabela ao consumidor.

Venda de antibióticos

Lembre-se das novas regras para comprar antibióticos. A venda só pode ser feita com a apresentação de receita médica em duas vias, com validade de dez dias, a partir da sua emissão.

Medicamentos gratuitos

O governo disponibiliza uma lista de medicamentos gratuitos. Os últimos adicionados à lista do Programa “Aqui tem Farmácia Popular” foram os remédios para o tratamento de hipertensão e diabetes. Todas as informações podem ser encontradas no site www.saudenaotempreco.com

Sobre a pesquisa

O levantamento, realizado de 13 a 15 de abril, envolveu 15 drogarias distribuídas pelas 05 regiões do município de São Paulo. Foram pesquisados 52 medicamentos.
Os resultados da pesquisa apontam que vários fatores são determinantes no preço: a aplicação de descontos pode variar de acordo com as condições locais de mercado, rentabilidade da loja; em algumas drogarias de rede há políticas comerciais diferentes para cada canal de venda (loja física, telefone e loja virtual); e há redes que são regidas pelo sistema de franquia, não havendo uma política única de preços entre os franqueados.

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, confirmou a falta do remédio atazanavir, antirretroviral utilizado no tratamento contra o HIV/Aids. O medicamento deve chegar na próxima semana.

A afirmação é do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, responsável pelo combate a doenças sexualmente transmissíveis (DST). O primeiro lote do atazanavir 300 mg, com 4,95 milhões de comprimidos, chegou a Brasília na tarde de ontem e será enviado aos estados entre os dias 22 e 25 de março.

O ministro garantiu que os pacientes não foram prejudicados pelo problema.

Parte do comunicado sobre o atazanavir, didanosina e saquinavir

Sobre o abastecimento de medicamentos antirretrovirais no Brasil, o Ministério da Saúde reafirma o compromisso de garantir tratamento aos que dele necessitam e informa que:

- Não houve risco ao tratamento de nenhum paciente que utiliza antirretrovirais. O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais antecipou-se à dificuldade de abastecimento do atazanavir 300mg. Uma das medidas recomendadas foi a substituição temporária do atazanavir por outros medicamentos, garantindo terapia igualmente eficaz a todos os pacientes.

- Em relação à didanosina 400mg e ao saquinavir 200mg, não houve desabastecimento. O que ocorreu foi uma recomendação de remanejamento local dos estoques e da programação de distribuição para que não houvesse descontinuidade no tratamento.

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A produção será feita pelo laboratório público da Fundação Ezequiel Dias, do governo de Minas Gerais.

Até agora, o governo federal, que distribui o medicamento no SUS, comprava o tenofovir do laboratório Gilead, mas o Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) negou o pedido de patente feito pelo laboratório, abrindo espaço para a produção nacional.

Com o início da fabricação, 10 dos 20 medicamentos antirretrovirais fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) passam a ser fabricados no Brasil, diminuindo em cerca de 47% os custos com a importação do medicamento (até 2015) e fortalecendo a autonomia do país na produção de fármacos.

Por enquanto, o valor unitário do tenofovir continuará o mesmo (R$ 4,02 por comprimido), mas em cinco anos a estimativa do governo é de uma economia de R$ 410 milhões até 2015.

O tenofovir é utilizado atualmente por 64 mil pacientes com Aids e cerca de 1.500 com hepatite. O primeiro lote do medicamento estará disponível para os pacientes no final de março.

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“Uma constatação destas é motivo de alegria por ser uma solução simples.”

A frase acima é de Timóteo Leandro Araújo, professor-coordenador do Programa Agita São Paulo, uma parceria entre a  Unifesp e a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo.

Estudo

O Programa analisou o comportamento de 271 idosas do Estado e os resultados foram surpreendentes.

Pelo método de análise adotado, as mulheres que caminharam pelo menos 150 minutos por semana em intensidade moderada, apresentaram um consumo de medicamentos 34% menor que aquelas que não atingiram os mesmos minutos gastos.

Isso significa que fazer pelo menos duas horas e trinta minutos de caminhada moderada por semana pode ser um benefício e tanto na qualidade de vida dessas mulheres.

O programa oferece caminhadas e aulas de atividade física com objetivo na melhora da força muscular, equilíbrio, flexibilidade e capacidade aeróbica.

De acordo com a secretaria, o levantamento pode auxiliar na elaboração de novas estratégias para aumentar o nível de atividade física da população idosa, com objetivo de reduzir o gasto financeiro com distribuição de medicamentos.

É uma forma de todo mundo sair ganhando, já que os gastos públicos com medicamentos são altos, assim como é grande o impacto nas finanças de um idoso.

Exercícios evitariam 25% dos casos de câncer de mama e cólon

A OMS (Organização Mundial da Saúde) lançou outro dado com o mesmo tempo necessário de prática de exercícios, mas neste caso, valendo para mulheres de qualquer idade.

São pelo menos 150 minutos de exercícios por semana para que cerca de 25% dos casos de câncer de mama e cólon pudessem ser evitados. Essas são as novas Recomendações Mundiais sobre Atividade Física.

Segundo os últimos dados disponíveis, de 2008, 460 mil de mulheres morreram vítimas do câncer de mama e 610 mil de câncer de cólon.

Do total de 7,6 milhões de mortes de pessoas em decorrência de todos os tipos de câncer, recentes pesquisas mostraram que 3,2 milhões estão relacionadas à ausência de atividade física.

De fato, calcula-se que 31% da população mundial não pratiquem nenhuma atividade física, o que torna a falta de exercício o quarto maior fator de risco para contrair câncer.

O primeiro fator é a pressão alta, seguido do tabaco e do excesso de glicose no sangue.

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Você sabia que tomar antibiótico durante uma semana pode prejudicar as defesas do seu organismo por até dois anos? Talvez esteja na hora de pensar duas vezes antes de recorrer a esse tipo de medicamento!

A conclusão é de um estudo realizado pelo Instituto Sueco para Controle de Doenças Infecciosas.

Para você entender…

A flora intestinal é o nome dado às bactérias que vivem na parede do intestino. Lá existem centenas de espécies de micro-organismos, protetores ou prejudiciais à saúde, que convivem em equilíbrio.

As bactérias consideradas “boas” têm funções metabólicas, como ajudar no funcionamento do intestino, na absorção de gordura e vitamina B12 e na produção de ácido fólico. Sua função mais importante é controlar as bactérias desfavoráveis. Sem elas, nós viveríamos constantemente com infecções.

E qual é a novidade?

Que os antibióticos têm efeito na flora intestinal, isso todo mundo já sabia. A novidade é que essas alterações duram muito mais tempo do que se pensava. E não importa se o uso do antibiótico é feito de forma correta ou incorreta, por mais ou menos tempo do que o necessário. O efeito será o mesmo.

Entre as consequências mais comuns do desequilíbrio da flora intestinal, estão diarreias, disfunção intestinal e inflamações (colites).

Lembre-se: gripes, resfriados ou dores de cabeça não devem ser tratados com antibióticos. Consulte sempre seu médico antes de se automedicar!

E as superbactérias?

As superbactérias são mais um fator para que não se use indiscriminadamente os antibióticos.

Se uma pessoa contrair, por exemplo, uma bactéria e ela não responder ao antibiótico tomado, fará com que o paciente permaneça mais tempo doente, aumentando suas chances de contaminação. Além disso, as bactérias resistentes permanecerão no organismo até o surgimento de uma nova infecção, causada por outra bactéria.

Com o uso do antibiótico para conter essa nova infecção, as bactérias resistentes começam a se multiplicar, ocupando espaços naquelas que foram enfraquecidas pelo medicamento.

A bactéria mais forte transmite assim sua resistência para as outras ao seu redor, criando as superbactérias.

Os animais também entram nesse time!

Segundo a pesquisadora alemã Kornelia Smalla, do instituto Julius Kühn, controlar o uso de antibióticos em pessoas não é suficiente para conter superbactérias. Ela defende a redução do uso dessas drogas também em animais.

Para Smalla, o problema é misturar antibióticos à ração para estimular o crescimento de porcos, bois e frangos. A prática, proibida na Europa desde a década de 90, ainda é permitida no Brasil. No ano passado, o senador Tião Viana (PT/AC) apresentou projeto de lei para aboli-la, mas o texto está parado na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado.

A pesquisadora afirma que até o uso restrito ao tratamento de doenças traz riscos. Como os animais ficam confinados juntos, a ocorrência de uma doença em alguns resulta na distribuição de antibióticos para todos, o que favorece a disseminação das superbactérias. “Algumas bactérias têm genes que as protegem dos antibióticos. Quando usamos esses medicamentos, elas são as únicas que sobrevivem”, destaca.

Com o ambiente livre dos outros micróbios, elas passam a se multiplicar de forma rápida, o que eleva o risco de que, um dia, entrem em contato com pessoas com baixas defesas. O resultado são infecções que podem até matar.

A situação fica mais grave porque as bactérias trocam informações genéticas: um organismo inofensivo ao homem que se prolifere pela capacidade de resistir a antibióticos, contribui para que outro, patogênico, também ganhe essa característica. “O antibiótico não age só sobre os causadores de doenças, mas sobre todas as bactérias”, explica.

*Com informações FSP.
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O medicamento usado contra diabetes, fabricado pela empresa Glaxo Smith Kline, teve seu registro cancelado nesta quarta-feira (29/9), após avaliação dos estudos que mostram que os riscos ao consumir o remédio superam os benefícios.

Além de ter o registro cancelado, a Anvisa determinou que o laboratório produtor recolha o produto em todo o país.

O Avandia, cujo príncipio-ativo é a substância rosiglitazona, é indicado para o tratamento do diabetes tipo 2. A Agência recomenda que os pacientes que fazem uso deste medicamento devem procurar o seu médico para realizar a mudança necessária no tratamento.

Atualmente, existem nove classes de medicamentos para este tipo de diabetes.

Leia o alerta completo aqui.

Histórico

Como publicou o Blog da Saúde, os riscos de problemas cardiovasculares decorrentes do uso do Avantia ficaram comprovados com um estudo da Cleveland Clinic Foundation (EUA), divulgado este ano.

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Imagem FSP

Portadores de esquizofrenia da região de Santos, no litoral de São Paulo, têm se sentido vítimas de preconceito e grande constrangimento: precisam apresentar uma carteirinha que denuncia a doença para pegar seus remédios.

O documento de identificação, feito por farmácia estadual de Santos, deixou médicos e doentes indignados. Até porque há leis de ética médica que proíbem que os diagnósticos se tornem públicos, uma vez que nem o farmacêutico precisa saber de qual doença se trata.

Médicos acreditam que ainda há preconceito em torno da doença, já que é associada à loucura.

Como era

A farmácia estadual de Santos fornece remédios de alto custo gratuitamente para pessoas de nove cidades do litoral paulista. O paciente apresentava o Cartão do SUS para receber os medicamentos.

A partir de abril a carteirinha foi imposta pela Cruzada Bandeirante São Camilo, a OS (Organização Social), administradora da farmácia da Secretaria de Estado da Saúde.

E agora?

A Secretaria da Saúde disse que só tomou conhecimento das carteirinhas no mês passado e substituirá os documentos por outros sem o nome da doença.

A esquizofrenia é um transtorno mental que altera o contato com a realidade e pode desencadear delírios, agressividade e alucinações, se não for tratada.
Muitos pacientes, porém, consegue mantê-la sob controle com remédios.

Estima-se que entre cem pessoas uma sofra de esquizofrenia.

Você acha que a carteirinha gera preconceito?

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A maioria dos conselheiros de saúde americanos concluiu que o remédio contra diabetes Avandia, do laboratório britânico  GlaxoSmithKline, não levanta preocupação sobre risco de vida quando comparado com outros medicamentos utilizados contra a doença.

Dezenove dos 33 membros do painel de peritos da FDA (Food and Drug Administration), agência que regula alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, afirmaram que os dados disponíveis sobre o medicamento não preocupam em relação ao risco de vida associado ao uso contínuo do Avandia.

Por 12 votos contra 7, o painel não localizou nenhuma preocupação de morte em relação ao Avandia e ao Actos, medicamento, também usado no tratamento de diabetes, do laboratório japonês Takeda.

A avaliação feita pelos peritos científicos foi feita com base em opiniões conflitantes e revisão de dados e estudos sobre o caso.

A FDA convocou o painel de peritos externos para ajudar a agência a resolver um debate sobre a segurança do Avandia que já dura três anos. Ainda não é possível prever como esse diagnóstico precoce poderá afetar a votação final.

Próximas ações

O painel consultivo deverá votar agora se a droga será mantida no mercado sem advertências ou se a venda será suspensa.

Restrições quanto à utilização do medicamento ou o reforço das advertências estão entre outras opções.

A votação final será realizada em breve.

Histórico

Em 2007, um painel consultivo votou (por 20 votos a 3) que o Avandia pode aumentar as chances de um ataque cardíaco em alguns pacientes, mas por 22 votos a 1 foi recomendado que a droga permanecesse no mercado.

As vendas do Avandia nos EUA representavam apenas 1,5% do faturamento da Glaxo em 2009, mas os investidores temem que a companhia poderia enfrentar mais processos judiciais se o medicamento for retirado do mercado.

Posição da Anvisa

Por enquanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não fala em proibição. A agência decidirá sobre a manutenção do Avandia no mercado brasileiro após a resolução final da FDA.

A Anvisa acompanha de perto essa discussão e, em 2007, determinou alteração da bula do remédio no Brasil para alertar que pacientes cardíacos são contraindicados a tomá-lo.

Além disso, médicos foram orientados a informar os pacientes diabéticos sobre os possíveis riscos do medicamento de tarja vermelha.

O assunto será discutido pela Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme), conselho que reúne pesquisadores, universidades, farmacêuticos e químicos, entre outros profissionais, para avaliar os riscos do Avandia à saúde dos usuários.

* Com informações do ESP.
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Em 1999, a empresa farmacêutica GlaxoSmithKline lançou, em segredo, um estudo para descobrir se seu medicamento para diabetes, o Avandia, era mais seguro para o coração que o rival Actos, da japonesa Takeda.

O problema: os resultados!

Os dados obtidos no mesmo ano foram desastrosos. O Avandia não só não era melhor, como provocava ainda mais riscos cardíacos.

No entanto, ao invés de publicar os resultados, a empresa passou os 11 anos seguintes tentando acobertá-los, segundo documentos.

A empresa não publicou os resultados nem transmitiu aos reguladores de drogas, como determina a lei.

O assunto ficou em discussão por anos!

Como publicou o Blog da Saúde, os riscos de ataque cardíaco decorrentes do uso do Avantia ficaram comprovados com um estudo da Cleveland Clinic Foundation (EUA), divulgado este ano.

Agora, o Avandia passa por novas análises do FDA (Food and Drug Administration), agência que regula remédios e alimentos nos EUA, que deve definir se o medicamento deve ou não continuar a ser vendido.

O laboratório britânico GlaxoSmithKline teria concordado em pagar US$ 460 milhões (R$ 808 milhões) para encerrar pelo menos 10 mil dos cerca de 13 mil processos movidos por alegações de que o remédio para diabetes Avandia poderia causar ataques cardíacos e derrames.

*Com informações da FSP.
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a dose máxima que um médico pode prescrever do remédio sibutramina: 15 miligramas diárias. O medicamento é utilizado como inibidor de apetite.

Desde março, a agência resolveu incluir o medicamento no rol das substâncias psicotrópicas anorexígenas.

Com a alteração, a tarja da sibutramina mudou de vermelha para preta e o remédio passou a ser vendido apenas com a apresentação do receituário azul, com numeração determinada e controlada pela vigilância sanitária. A receita branca não oferece o mesmo controle.

Além disso, o tempo máximo de tratamento, que antes era de 30 dias, foi ampliado para 60.

Entenda as restrições na venda de remédios para emagrecer.

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De acordo com resultado de testes clínicos, o Avandia, medicamento utilizado contra diabetes, aumenta o risco de problemas cardiovasculares de 28% a 39% (o número não vem acompanhado de um aumento de mortes por infarto).

A conclusão é baseada na análise de 56 ensaios clínicos, realizadas até fevereiro de 2010, pelos médicos Steven Nissen e Kathy Wolsky, da Cleveland Clinic Foundation (EUA).

Os testes contaram com a participação de 35.531 pacientes. Entre eles, 19.509 haviam tomado Avandia (molécula rosiglitazona), do laboratório britânico GlaxoSmithKline (GSK), enquanto 16.022 foram tratados com o medicamento Actos (molécula pioglitazona), da mesma categoria que o anterior, mas do laboratório japonês Takeda.

Os resultados obtidos agora são similares aos estudos feitos em 2007 pelo fabricante do medicamento, a agência americana de medicamentos FDA (Food and Drug Administration) e pesquisadores independentes.

A FDA já anunciou que um grupo de especialistas independentes se reunirá em julho para recomendar ou não a retirada deste medicamento do mercado.

A comercialização do Avandia foi autorizada em 1999 pela agência americana de medicamentos para tratar a hiperglicemia – taxa elevada de açúcar no sangue – nos pacientes que sofrem de diabetes tipo 2.

No Brasil

A unidade brasileira da GlaxoSmithKline informa que até que tenha acesso às publicações finais não pode se pronunciar em detalhes, mas ressalta que há limitações inerentes ao tipo de estudo conduzido, que foi baseado apenas em dados estatísticos.

A empresa ressalta que “estudos clínicos feitos diretamente com pacientes de forma randomizada (aleatórias) são padrões de referência para a avaliação de questões científicas e médicas”.

Seis estudos deste tipo – RECORD, APPROACH, VICTORY, VADT, ACCORD e BARI-2D – foram apresentados ao FDA durante a última revisão sobre a segurança cardiovascular do Avandia. De acordo com a GlaxoSmithKline, ao serem analisados conjuntamente, estes estudos mostram que Avandia não aumenta o risco de ataques do coração. 

O estudo foi publicado na versão online do jornal Archives of Internal Medicine e saíra na versão impressa do jornal no dia 26 de julho.

*Com informações da FSP.
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Alguns lotes do medicamento contra a tuberculose distribuídos no SUS apresentaram manchas pretas no revestimento sem explicação. O Ministério da Saúde já recolheu esses remédios do Sistema, além de romper o contrato com o laboratório indiano Cipla, fabricante do medicamento.

Apesar da atitude preventiva do Ministério, após alguns testes, foi comprovado que as manchas não comprometeram o princípio ativo do remédio. O tratamento foi adotado no fim do ano passado, e os pacientes tinham que tomar 4 comprimidos diários e não 6 como no tratamento antigo – por isso, ficou conhecido como “quatro em um”.

São sete Estados brasileiros que disponibilizam esse remédio indiano. Em São Paulo, os lotes com as manchas foram trocados por outros sem aparente problema. No Rio de Janeiro, os pacientes voltaram a tomar o remédio antigo.

O laboratório indiano Cipla, foi substituído pelo também indiano Lupin. Os novos comprimidos devem chegar ao Brasil ainda este mês.

Brasil: qual a incidência da tuberculose no país?

O Brasil apresenta 80 mil novos casos de tuberculose por ano. O país ocupa o 18º posto no ranking mundial de doentes.

É a primeira causa de morte em portadores de HIV. Na população, em geral, é a quarta causa de morte por doenças infecciosas.

Um levantamento mostrou que as pessoas sabem pouco sobre a doença e por isso ainda há preconceito com quem tem – 34% separam talheres, pratos e objetos pessoais do doente. Mas a doença não é transmitida pelo uso dos mesmos objetos.

A tuberculose é transmitida pelo ar, quando o doente tosse, fala ou espirra. Tosse prolongada, cansaço, febre e perda de peso são alguns dos sintomas.

Se for descoberta logo, não há necessidade de internação e depois de 15 a 30 dias de tratamento, também não há mais risco de contágio.

Acabe com preconceito à doença. O que falta é informação!

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Colesterol alto é uma das principais causas de doença no coração, e não causa males apenas cardíacos. A gordura pode ficar acumulada em qualquer ponto do sistema circulatório.

Em alguns casos, medicamentos para regular o colesterol são indicados, e devem estar aliados à boa alimentação e prática de exercícios. Assim, os efeitos a longo prazo são garantidos.

Um novo medicamento com este próposito vem aí. A Daiichi-Sankyo Brasil, anuncia aliança  com a farmacêutica israelense Enzymotec para o lançamento de um produto que ajuda a manter níveis saudáveis de triglicerídeos e a reduzir a absorção de colesterol. O lançamento está previsto para o começo de 2011 no país.

A aliança feita com a Enzymotec, segundo o Valor Econômico, mostra  inovação, já que são especializados em biotecnologia. A Daiichi-Sankyo é a única companhia farmacêutica do Japão com fábrica no Brasil.

Apoiamos iniciativas e evoluções tecnólogicas que visam nosso bem-estar!

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Saúde é coisa séria, disso todos nós sabemos. Portanto, passar informações sobre saúde requer responsabilidade e fontes confiáveis. O Blog da Saúde falou ontem sobre informações falsas sobre medicamentos que estão “correndo” pelo Twitter. Confira abaixo as falsas mensagens que circularam na rede.

Divulgação FSP. Clique para ampliar

Agora já sabe, antes de confiar em qualquer informação consulte seu médico e esclareça todas as suas dúvidas.

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A medicina não para de buscar alternativas tanto para achar a cura como para amenizar a propagação do câncer. A vez é do Alfa Radin, novo medicamento contra a metástase óssea, que será testado em pacientes com câncer de próstata – tipo de tumor que migra com frequência para os ossos.

Os testes serão realizados pelo Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), e aplicados em doentes que começam a apresentar resistência às substâncias presentes na quimioterapia e na hormonioterapia, após alguns anos de tratamento.

O Alfa Radin carrega uma partícula radioativa que, se comprovarem a eficácia, será capaz de controlar e até reduzir a metástase, o que traria maior qualidade de vida para os doentes. Além disso, a droga tem menos efeitos colaterais.

Se obtiverem bons resultados, o próximo passo será testá-lo em pacientes com outros tipos de câncer em que o tumor evoluiu para os ossos.

O Blog da Saúde espera o resultado do estudo para trazer para você!

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