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Descubra quais pintas representam perigo à saúde

Uma coisa é fato: os raios ultravioletas estão cada vez mais agressivos à pele. Pode até ser que todo mundo já saiba da necessidade do uso diário do filtro solar, mas há uma grande lacuna entre saber e aplicar.


Quanto mais clara for a pele, maior será o cuidado na exposição ao sol. Após este regra inicial básica, a atenção pode ser direcionada para nossas pintas.


Aquelas que estão conosco desde o nascimento não representam problema. O alerta está naquelas que surgem ou se alteram com o tempo – perceber a si mesmo, olhar para o próprio corpo e ver nas pintas sua forma, textura e cor pode ser um diagnóstico eficaz para você correr ao médico.


No CONARH 2010, o Blog da Saúde conversou com a Diana Lima Villela, enfermeira da educação continuada do Hospital A.C. Camargo, que explica como reconhecer que uma pinta é perigosa, veja:






Assim como outras doenças, o câncer de pele pode ser 100% curado se for descoberto em estágio inicial. Se tiver uma consulta ao dermatologista, mesmo que seja por outra razão, o ideal é pedir para o profissional analisar essas marcas e dizer quais apresentam ou não riscos à saúde.


O Sol na medida certa é saudável. Diminui casos de depressão e aumenta a produção de vitamina D na pele, porém quando em excesso favorece o aparecimento de queimaduras, câncer de pele, envelhecimento, pintas e sardas.


Na presença de nuvens o efeito do raio UV é atenuado. No entanto, a melhor opção é incluir-se no grupo que não marca bobeira nem quando o dia está cinza.
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O esquema é provisório, mas conteve o fluxo do óleo no primeiro teste.

Pela primeira vez, desde 20 de abril, o vazamento da plataforma petroleira da BP (British Petroleum), no golfo do México, parou. Em teste realizado ontem, foi implantada uma tampa no poço danificado interrompendo o fluxo de óleo.

Agora, engenheiros e cientistas vão examinar o local a cada seis horas para avaliar a pressão sobre o sistema de vedação utilizado. Se a pressão não aumentar, o que seria normal, o sistema de vedação não está bem lacrado e o óleo pode voltar a vazar.

O governo dos Estados Unidos ainda vê o sucesso com cautela, já que o procedimento ainda está em fase de teste.

O fechamento do poço é apenas uma medida temporária. A empresa ainda precisa terminar de cavar os chamados poços de alívio, que vão permitir interromper o vazamento com segurança.

A idéia, em princípio, não é manter o poço totalmente selado agora. O óleo que vaza a 5,428 metros de profundidade pode ser captado de forma controlada e armazenado me navio-tanque.

De acordo com a BP, se tudo ocorrer como previsto, os testes continuarão por mais dois dias com o poço totalmente vedado.

Segundo estimativa dos engenheiros, o vazamento liberava entre 5,5 a 9,5 milhões de litros de petróleo no mar por dia. Desde o início, algo entre 355 milhões e 700 milhões de litros de óleo foram liberados.

Mancha de petróleo põe em risco animais em extinção

* Com informações FSP.
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As previsões feitas há algumas semanas sobre o petróleo que se espalha no Golfo do México afirmavam que se o vazamento continuasse no mesmo ritmo, ultrapassaria o pior derramamento da história em 20 de junho.

Pois bem. O que se vê no momento é que o mês de junho nem começou e o acidente da plataforma da BP – British Petroleum foi considerado o maior desastre ambiental da história dos EUA.

O acidente do petroleiro no Alasca, até então o maior vazamento, teria derramado 42 litros de óleo na região. O poço no Golfo do México despejou, desde 20 de abril, de 70 a 148 milhões de litros de petróleo, segundo estimativas do Serviço Geológico dos Estados Unidos.

Algumas tentativas da BP para conter o óleo não tiveram o resultado esperado. Por conta disso, apareceram alternativas diferentes, como sugar o petróleo com doações de cabelo envoltos em meias de náilon.

As consequências para todo o ecossistema são irreparáveis. É necessário investir em fontes de energia renováveis para viver em harmonia com o meio ambiente.

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As últimas tentativas para conter a mancha que se espalha pelo Golfo do México na costa americana falharam.

O Blog da Saúde alertou sobre as espécies que correm o risco de desaparecerem de vez do Planeta Terra e não param de chegar informações que se o ritmo atual continuar, os danos podem ser irreversíveis.

Foto da Super Interessante

A maioria das pessoas, frente a essas informações, mesmo quando quer ajudar não sabe o que fazer. Mas agora uma solução encontrada pela ONG Matter of Trust está ao alcance de quase todos: cabelos e pêlos de animais para conter o óleo.

Segundo a ONG, os cabelos são ótimos para absorver o óleo, inclusive de petróleo. Foram feitas parcerias com fazendeiros e cabeleireiros no mundo todo para atingir grandes resultados que parecem estar a caminho – mais de 200 toneladas de fios chegam diariamente. Também pudera, cerca de 370.000 salões de beleza aderiram à causa.

Voluntários colocam os fios em meias de náilon para serem deixados na areia das praias.

Para ser um doador

Preencha o formulário no site da Matter of Trust e o endereço da ONG será enviado por e-mail. Lembre-se que os cabelos devem estar limpos. Pêlos de animais são aceitos, mas é importante que não seja enviado lixo junto ao material. Meias de náilon também são bem-vindas, em caixas separadas.

Juntos podemos mudar o mundo!

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