Avanços nas pesquisas da primeira vacina do mundo contra malária
outubro 19, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Atualmente, metade da população mundial corre o risco de contrair malária. Por ano, a doença é responsável por cerca de 800.000 mortes, sendo maioria crianças da África Subsaariana com menos de 5 anos de idade.
A malária clínica resulta em febres altas e calafrios. Ela pode se desenvolver rapidamente para malária grave, caracterizada por sérios efeitos no sangue, cérebro ou rins, o que pode ser fatal.
Os primeiros resultados de um estudo clínico de grande escala de RTS,S (nome científico dado a esta vacina candidata contra malária que representa sua composição) mostram que a vacina pode oferecer às crianças africanas proteção significativa contra malária clínica e severa com perfil de segurança e tolerabilidade aceitáveis.
Estes resultados foram anunciados no Fórum sobre Malária, sediado pela Fundação Bill e Melinda Gates em Seattle, Washington.
Os estudos estão nos últimos estágios de avaliação da eficácia e da segurança da vacina em bebês e crianças, antes que ela seja submetida às autoridades regulatórias.
Os parceiros no desenvolvimento da RTS,S têm colocado ênfase máxima na saúde e na segurança dos participantes do estudo. O estudo tem sido desenhado em consulta com as autoridades regulatórias apropriadas e a Organização Mundial da Saúde (OMS).
A vacina ainda está em desenvolvimento - Informações sobre os efeitos protetores a longo prazo devem estar disponíveis até o fim de 2014. Isso fornecerá evidências para o departamento de saúde nacional e as autoridades regulatórias, bem como organizações de saúde pública internacionais, para avaliar os benefícios e os riscos de RTS,S.
Os resultados
O estudo, conduzido em 11 centros de estudo em sete países em toda África Subsaariana, mostrou que três doses de RTS,S reduzem o risco de crianças contraírem malária clínica em 56% e malária severa em 47%.
Essa análise foi realizada com dados das primeiras 6.000 crianças com idades entre 5 e 17 meses, durante um período de 12 meses após a vacinação.
Neste estudo, a cobertura expandida dos mosquiteiros tratados com inseticida (75%) indicou que a vacina pode fornecer proteção além daquela já oferecida pelas intervenções de controle da malária existentes.
Como a pesquisa ainda está em andamento, a eficácia e os resultados de segurança da vacina candidata em bebês entre 6 e 12 semanas de idade são esperados até o fim de 2012.
Foi realizada uma análise de episódios de malária grave relatados até o momento em todos os 15.460 bebês e crianças inscritos no estudo entre 6 semanas e 17 meses de idade. Esta pesquisa mostrou 35% de eficácia da vacina sobre um período de acompanhamento variando entre 0 e 22 meses (média de 11,5 meses).
Segundo Andrew Witty, CEO da GSK Biologicals, “estes dados nos mostram que estamos em vias de ter a primeira vacina contra malária do mundo, que tem o potencial de melhorar significativamente as perspectivas das crianças vivendo nas regiões endêmicas de malária em toda África”.
A respeito da importância destes resultados, Bill Gates afirmou: “Uma vacina é a forma mais simples e mais econômica de salvar vidas. Estes resultados demonstram o poder de trabalhar com parceiros para criar uma vacina contra malária que tem o potencial de proteger milhões de crianças contra esta doença devastadora”.
Conforme Witty, a vacina também pode ajudar a a prevenir milhões de casos dessa doença que é tão debilitante e reduzir os atendimentos de hospitais, liberando os leitos, tão necessários, para possibilitar o tratamento de outros pacientes que normalmente vivem em aldeias remotas, com pouco ou nenhum acesso aos cuidados de saúde.
Durante o Fórum sobre a Malária, Tsiri Agbenyega, investigador principal do estudo e Presidente do Comitê de Parceria de Estudos Clínicos, disse:
“Tendo trabalhado na pesquisa da malária por mais de 25 anos, posso atestar como tem sido difícil fazer progressos contra essa doença. Infelizmente, muitos se conformaram que a malária é um fato da vida na África. Este não precisa ser o caso. O interesse renovado na malária pela comunidade internacional e as evidências científicas como as que estamos relatando hoje, devem trazer nova esperança que a malária pode ser controlada”.
Sobre a vacina
A RTS,S visa despertar o sistema imunológico para defesa contra o parasita da malária Plasmodium falciparum, quando entra primeiramente na corrente sanguínea do hospedeiro humano e/ou quando o parasita infecta as células hepáticas.
Ela foi designada para prevenir que o parasita infecte, amadureça e se multiplique no fígado e que entre novamente na corrente sanguínea e infecte as hemácias, ponto no qual a pessoa afetada começaria a mostrar os sintomas da doença.
A vacina, baseada em uma proteína primeiramente identificada no laboratório dos Drs. Ruth e Victor Nussenzweig, na Universidade de Nova York, foi inventada,desenvolvida e fabricada nos laboratórios na sede da GSK Biologicals na Bélgica no final da década de 1980 e inicialmente testada em voluntários nos EUA.
A vacina está sendo desenvolvida a partir de uma parceria entre a Malaria Vaccine Initiative (MVI) da PATH e a GSK, junto com centros de pesquisa africanos relevantes. O financiamento principal para o desenvolvimento clínico vem de uma doação da Fundação Bill e Melinda Gates para MVI.
Uma ampla equipe de organizações continua a trabalhar na RTS,S, incluindo cientistas de toda a Europa, América do Norte e África. Caso seja aprovada pelas autoridades regulatórias e recomendada pela OMS, ela será utilizada para crianças africanas, que correm maior risco com a doença.
O desenvolvimento bem-sucedido de uma vacina efetiva a ser utilizada junto com outras medidas, como mosquiteiros e remédios antimaláricos, representariam uma etapa decisiva rumo ao controle sustentável da malária.
Olhando para frente
Se aprovada, a vacinação já será possível em 2015, preparando o caminho para decisões por nações africanas com respeito à implantação em larga escala da vacina por meio de seus programas de imunizações nacionais.
Para mais informações acesse o site do programa Malaria Vaccine Initiative (MVI) da PATH.
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agosto 22, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
A Organização Mundial de Saúde (OMS) disponibiliza, online, um mapa interativo em que o internauta pode clicar no país desejado e descobrir se é exigência, ou recomendação, tomar determinadas vacinas.
O viajante pode descobrir, por exemplo, se deve tomar vacina contra febre amarela, raiva e malária. Assim como também é possível consultar para quais cidades que a imunização é aconselhada.
Para os turistas que pretendem viajar para o Brasil as indicações no mapa são as seguintes:
- Febre Amarela
Não é uma exigência para entrar no país. Mas é sugerido que todos os viajantes tomem a vacina se forem para os seguintes estados: Acre, Amapá, Amazonas, Distrito Federal (incluindo a capital de Brasília), Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, e alguns locais específicos dentro da Bahia, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
A vacinação também é indicada para os que irão visitar Cataratas do Iguaçu.
Não é aconselhada para os viajantes cujos itinerários serão limitados a áreas não listadas acima, incluindo as cidades de Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
- Malária
Nos estados que não pertencem à “Amazônia Legal”, o risco de transmissão da malária é insignificante ou inexistente.
Ele está presente na maioria das áreas de floresta abaixo de 900 m nos nove estados da “Amazônia Legal” (Acre, Amapá , Amazonas, Maranhão (parte oeste), Mato Grosso (norte), Pará (exceto Belém), Rondônia, Roraima e Tocantins (parte ocidental)).
A intensidade da transmissão varia de um município para outro, e é maior em áreas de mineração de selva, em assentamentos agrícolas com menos de 5 anos, e em algumas áreas periféricas urbanas de Cruzeiro do Sul, Manaus e Porto Velho.
A malária também ocorre na periferia das grandes cidades, como Boa Vista, Macapá, Marabá, Santarém e Rio Branco.
- Raiva
O risco é alto e a imunização é recomendada para quem terá contato particularmente com animais domésticos, especialmente cães.
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janeiro 17, 2011 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Os experimentos conduzidos no Instituto de Pesquisa Médica do Quênia mostraram que as crianças africanas obtiveram 46% de proteção por 15 meses ao receber a vacina experimental da GlaxoSmithKline.
Os primeiros resultados, publicados em 2008, mostraram que a vacina deu 53% de proteção contra a malária, pelo menos por oito meses, mas pesquisadores no Instituto de Pesquisa Médica do Quênia quiseram averiguar se a proteção duraria mais tempo.
Os resultados mostraram então que após 15 meses, a eficácia da vacina não tinha diminuído muito. As crianças vacinadas ainda tinham 46% menos probabilidade de contrair a doença em relação àquelas que não tinham sido imunizadas.
Os próximos estudos precisam estabelecer a eficácia da vacina, por exemplo, em crianças infectadas pelo HIV ou desnutridas, segundo os pesquisadores.
Histórico da doença
A malária é uma doença infecciosa transmitida por mosquitos que ameaça mais da metade da população mundial. A maioria das vítimas são crianças menores de 5 anos que vivem em países pobres da África subsaariana.
O último relatório da OMS (Organização Mundial de Saúde) sobre a doença encontrou avanços na última década, como a queda da estimativa de mortes, de quase um milhão em 2000 para 781.000 em 2009.
Últimas informações
A vacina experimental está em estágio avançado de testes com 16.000 crianças em sete países da África. A imunização termina no próximo mês.
O laboratório GSK (GlaxoSmithKline), afirma que, se a eficácia da vacina for demonstrada, ela será vendida a um preço acessível a quem mais precisa.
A empresa informou planeja uma margem de lucro de 5% sobre o custo de fabricação, que seriam reinvestidos em novas vacinas contra a malária e outras doenças negligenciadas.
Se os resultados forem mesmo satisfatórios, a vacina poderá ser licenciada e lançada em 2015.
Os experimentos foram conduzidos no Instituto de pesquisa Médica do Quênia e os resultados foram publicados na revista The Lancet.
*Com informações da Reuters
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dezembro 3, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Verão, calor, praia, piscina, pescaria, acampamento, esporte ao ar livre e… mosquitos, pernilongos, muriçocas e borrachudos!!!
Todo mundo sabe que os repelentes são substâncias que inibem a aproximação dos insetos. Hoje, o mercado dispõe de uma série de produtos naturais e industrializados. Mas você sabe como esses produtos funcionam?
Fim da picada
O DEET (abreviatura de N,N-dietil-meta-toluamida ou N,N-dietil-3-metilbenzamida), é o principal composto químico presente nos repelentes industriais. Foi criado pelo exército dos Estados Unidos logo depois da 2ª Guerra Mundial. Desde então, várias teorias já foram divulgadas para explicar seu funcionamento.
A verdade, porém, é muito simples: os insetos são atraídos pelo “cheio” do ser humano, tanto o gás carbônico exalado na respiração quanto substâncias voláteis presentes no suor, como o ácido lático. O DEET mascara esse odor humano. Ele interfere nos receptores sensoriais dos insetos, desorientando-os, impedindo que pousem na pele – ainda que eles possam continuar por perto.
A substância é altamente eficaz para repelir a grande maioria dos insetos que se alimentam de sangue humano, como os pernilongos, muriçocas, borrachudos e mosquitos, incluindo os transmissores da malária e da dengue.
Em loção, gel, spray ou aerossol, é fabricado para ser aplicado diretamente na pele ou nas roupas. O uso do DEET, contudo, não é recomendado para crianças pequenas.
Segundo especialistas, os repelentes com percentual de DEET de até 10% podem ser utilizados em crianças a partir de 2 anos de idade. Já quando o percentual é acima de 11%, a aplicação deve ser feita apenas em crianças acima dos 12 anos.
*Os produtos mais eficientes, aqueles com grandes concentrações de DEET (entre 30% e 50%) não devem ser usados em crianças menores de 12 anos.
O produto também deve ser evitado por mulheres grávidas. O ideal é que a gestante procure orientação do médico antes de fazer uso de qualquer produto que contenha DEET.
Os mosquitos me adoram!
Vale ressaltar ainda que a mania de perseguição que muitos acreditam sofrer por parte dos mosquitos, não existe! Regiões pouco urbanizadas tendem a concentrar mais insetos. Mas, diferente do que parece, eles não deixam de picar as pessoas locais para avançar nos turistas. Na realidade, os mosquitos seguem atacando todo mundo, sem discriminação.
O que acontece, no entanto, é que, quando alguém é alvo frequente dos insetos, o corpo se acostuma e diminui, aos poucos, a produção de histamina, a substância que provoca a coceira na pele após uma picada. Desta forma, as picadas continuam. O que diminui é a coceira!
Outros tipos…
Inseticida
Os inseticidas para uso doméstico têm como princípio ativo as piretrinas. Elas agem no sistema nervoso dos insetos, causando uma contração descontrolada dos neurônios e paralisando o bicho todinho. Geralmente são diluídas em água e usadas em sprays ou em aparelhos elétricos para plugar na tomada.
Naturais
Os óleos essenciais de plantas, como citronela e eucalipto, são uma boa receita de repelente – embora o DEET seja, pelo menos, mil vezes mais forte contra os insetos. Vale ressaltar que não adianta plantar mudas em volta da casa porque a quantidade de essência exalada não espanta inseto nenhum.
Embora ingerir vitaminas do complexo B altere a secreção da pele humana, ainda não foi comprovado que isso afaste os insetos. Cebola, alho e álcool também mudam as secreções, mas não chegam a incomodar. Além disso, laboratórios que produzem essas vitaminas não recomendam seu uso como repelente.
Ultra-som
Repelentes ultrassônicos podem ser plugados em tomadas ou acionados por aplicativos de computador e celular. Ruídos não audíveis por humanos imitam um mosquito macho procurando uma parceira. Como só fêmeas grávidas picam – para acumular sangue -, elas fogem do som por já estarem grávidas.
- Preparativos para o verão: suco para manter o bronzeado, combate à celulite e dicas preciosas
* Com informações da revista Mundo Estranho.
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setembro 10, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Há cerca de 1 milhão de infectados pela malária no mundo, sendo que a maioria está no continente africano. Duas novidades trazem esperança no combate à doença.
A primeira é o novo medicamento, NITD609, teve resultados eficazes nos primeiros testes para combater os parasitas da malária, que já estavam tornando-se resistentes aos tradicionais remédios.
A doença causa 800 mil mortes por anos é transmitida pela fêmea do mosquito que ao chupar o sangue da vítima despeja o parasita. Por fim, ele ataca células vermelhas do sangue e afeta o fígado, órgão vital para nossa saúde.
O Instituto de Genômica da Fundação de Pesquisa Novartis em San Diego checou 12 mil substâncias que combateriam o parasita Plasmodium falciparum.
Destes restaram 17, mas ao avaliá-los, sobrou apenas uma substância que nunca havia sido associada à malária antes e que mostrou-se eficaz: a NITD609.
2° novidade: Deixar o mosquito imune ao parasita
Já que a doença é transmitida por mosquito, por que não desenvolver imunidade no próprio mosquito a fim de que ele mesmo destrua o parasita, antes de chegar às pessoas?
Claro que não é um feito simples. Mas é como caminham os estudos de pesquisadores dos EUA, Índia e Brasil.
Eles analisam como o principal mosquito vetor da malária na África, o Anopheles gambiae, pode se tornar imune ao parasita. Alguns resultados mostram que eles apresentam uma resposta imune natural, mas ainda alguns parasitas conseguem completar o ciclo.
Para aumentar a imunidade, os pesquisadores aplicaram como se fosse uma vacina nos mosquitos: transferiram hemolinfa (equivalente ao sangue) de mosquitos infectados para os sadios.
Depois, esses receptores foram infectados pelo Plasmodium.
O resultado foi que, com o passar do tempo, 100% dos mosquitos estimulados responderam eficientemente.
Mas ainda é necessário outras pesquisas para que no futuro seja possível falar em erradicação.
O estudo foi realizado pelo CPqAM (Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães) e teve artigo publicado na revista Science.
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agosto 23, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Em lugares muito pobres, como a África, Ásia e até mesmo partes remotas do Brasil, o acesso à saúde não é nem precário, e sim, inexistente.
Por falta de recursos e diagnóstico, pessoas chegam até a morrer sem antes descobrir qual doença têm. Além disso, o acompanhamento laboratorial também é muito caro.
Uma nova técnica está em alta e pode se tornar o mecanismo ideal para diagnósticos de baixo custo: exames médicos com papel.
Como funciona
A simplicidade é um dos fatores que mais chama atenção nesse método apresentado pelo Dr. George Whitesides – chamado de diagnóstico para todos.
O mini papel é capaz de diagnosticar malária, AIDS, tuberculose e outras doenças, ao entrar em contato com uma gota de sangue do paciente. Então os reagentes presentes em cada parte do papel entram em ação deixando o papel colorido de acordo com o respectivo problema, como na foto.
O interessante é que os corantes são pigmentos comuns, como tintas de impressora, o que permite manter os custos de produção bem baixos – por volta de um centavo de dólar cada teste.
O exame pode ser realizado pela própria pessoa, em casa, sem a necessidade de um profissional. Há ainda a possibilidade de enviar uma foto do teste por e-mail ou celular para o médico e ele avaliar desta maneira.
Espera-se que com investimento necessário, o projeto se torne realidade o mais rápido possível. George acredita que os primeiros exames estarão disponíveis a partir do ano que vem.
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fevereiro 4, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Uma das doenças que mais preocupam a população das regiões tropicais do planeta é a Malária, por ano ela mata 1 milhão de pessoas.
Ainda não foi encontrada uma forma de prevenir a doença, por isso tome cuidado quando for visitar áreas de risco como a Amazônia, onde são registrados 98% dos casos da patologia aqui no Brasil.
Você sabe o que é a Malária?
Fique sabendo agora! A Malária é uma doença de caráter infeccioso que atinge principalmente o cérebro, pulmão, rim e o fígado. É mais comum em países de clima tropical.
Tudo começa quando você é picado pelo mosquito da espécie Anopheles, que transmite parasitas protozoários do gênero Plasmodium, quando eles entram na nossa corrente sanguínea começam a se proliferar. A fêmea é quem transmite, ela ataca mais ao entardecer e à noite.
Engana-se quem pensa que a doença é transmitida só pela picada, a Malária pode passar da mãe para o filho através da placenta, e também por seringas infectadas. O tratamento é feito somente por via oral e não deve ser interrompido para não haver recaídas.
Se você viajou para áreas que têm grande incidência dessa doença, e apresenta sintomas como dores de cabeça, febre alta, pele amarelada, calafrio intenso, cansaço ou falta de apetite procure um médico para fazer um diagnóstico preciso, pois esses são os principais sinais de que você está com Malária.
Descobertas são sempre bem vindas
Pesquisadores americanos descobriram como os mosquitos transmissores da Malária fazem para identificar uma pessoa. Eles são atraídos por certas proteínas identificas pelo cheiro, que é receptado por neurônios receptores olfativos.
Através do estudo dos pesquisadores da Universidade de Yale, EUA, foi possível montar um banco de dados com 5.500 combinações de odores que são captados pelos mosquitos transmissores da doença.
O fato curioso é que uma das substâncias relacionadas nesse banco de dados é o Indol, que está presente no suor humano.
Essa descoberta pode ajudar os pesquisadores a produzir um novo tipo de repelente, ou criar armadilhas para que os mosquitos não piquem os seres humanos, o que diminuiria consideravelmente os casos de Malária no mundo, mas isso vai levar muito tempo.
Para saber em detalhes como a pesquisa foi realizada clique aqui
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