Quem encara a doença precisa continuar a rotina, manter hábitos saudáveis e pode recorrer aos tratamentos convencionais, como imunomoduladores, ou os alternativos, como maconha.

Estudo revela que o consumo da droga perturba completamente as ondas cerebrais, assim como na esquizofrenia.

Estudo feito com pacientes em tratamento no Instituto do Câncer de São Paulo alerta que o consumo da droga aumenta o risco de desenvolvimento do tumor.

É o seguinte: quem tem predisposição à esquizofrenia é mais suscetível aos efeitos da droga, conforme a pesquisa. Em outras palavras, o consumo tende a acelerar o aparecimento da doença.

O equipamento consegue identificar a droga pelo ar mesmo em quantidades extremamente pequenas, de até 10 nanogramas por centímetro cúbico de ar.

Se a sua resposta foi cigarro, acertou. De acordo com a publicação Cannabis Policy, 32% dos que experimentaram tabaco tornam-se dependentes, contra 15% do álcool e 9% da maconha.

Aos que levantam a bandeira de legalização da maconha um aviso importante. Pesquisadores do Instituto Cerebral da Universidade de Queensland consultaram mais de 3500 jovens na faixa etária de 20 anos sobre o consumo da droga e a ocorrência de eventuais alucinações.

Países como a Holanda legalizam a utilização de algumas drogas, uma delas é a maconha. Aqui no Brasil já houveram protestos movidos por jovens para que a erva natural fosse legalizada, mas a utilização dela não é permitida nem para tratamentos de algumas doenças.

Uma matéria publicada hoje, 23 de novembro de 2009, na Folhateen retrata histórias de pais e filhos que fumam maconha juntos. O consumo presente no universo “familiar” enaltece diversas discuções sobre o tema das drogas como sua influência no convívio social, a descriminalização, o tráfico e os males causados à saúde.