Ano eleitoral impulsiona investimento em saúde
fevereiro 18, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
O ano de 2010, como qualquer outro ano eleitoral traz consigo anseios e promessas. Algumas delas esperamos que saiam do papel.
Para as eleições desse ano, a Frente Parlamentar da Saúde quer aprovar a Emenda 29.
A decisão obriga que estados e municípios invistam, cada um, 12% e 15% do imposto em ações e serviços voltados à saúde.
Para saber mais sobre a EC29 clique aqui.
*Com informações do Portal Saúde Business Web.
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novembro 24, 2009 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Segundo um estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz o Brasil gasta apenas 3,4% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em saúde, o equivalente a cerca de US$ 153. A porcentagem está bem aquém dos 6% recomendados pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
O investimento é repartido entre os Governo Federal, Estaduais e Municipais, sendo que os gastos proveniente da União vem diminuindo.
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novembro 9, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
É comum ouvirmos e até falarmos que a solução para o problema da educação no país é aumentar o salário dos professores e investir em infraestrutura. As questões citadas não deixam de ser importantes, mas só geram resultados quando fazem parte de um projeto a longo prazo.
Pesquisas apontam que a relação salário dos professores x desempenho dos alunos não é direta. Isso porque locais destacados com maior salário de professores teve por parte dos alunos a mesma nota em exames federais.
Segundo estudiosos os salários devem ser revistos com critérios para que gerem soluções. Além disso é necessário consciência na contratação do profissional e respeitar a disciplina em que é especialista. De nada adianta contratar um professor de matemática para lecionar física, por exemplo.
Verdade ou Mentira
Confira trecho de matéria publicada na Folha de São Paulo sobre o que é verdade e o que não passa de mito sobre a educação.
1. SÓ PAGAR MELHOR O PROFESSOR JÁ MELHORA O APRENDIZADO
Pesquisas nacionais e internacionais indicam que não há relação entre o salário do professor e o aprendizado dos alunos no curto prazo, já que não há impacto imediato na maneira como o professor ensina. No entanto, no longo prazo, alguns especialistas em educação afirmam que isso pode tornar a carreira de professor mais atraente, estimulando os melhores alunos do ensino médio a seguirem essa profissão.
2. MELHORAR A INFRAESTRUTURA DA ESCOLA TEM IMPACTO POSITIVO NO DESEMPENHO DOS ALUNOS
Na avaliação de alunos da oitava série na Prova Brasil de 2007, de 14 CEUs avaliados, 9 tiveram nota menor que a média da rede municipal de São Paulo. Uma das hipóteses é que, sem ter professores preparados para ensinar melhor, dispor de facilidades como piscina, teatro e recursos tecnológicos avançados não traz avanços no aprendizado dos alunos.
3. A PROGRESSÃO CONTINUADA CONTRIBUI PARA PIORAR A QUALIDADE DO ENSINO
Nesse sistema, o aluno não está sujeito a repetência ao fim de cada série, mas ao fim de cada ciclo. Segundo pesquisa de Naércio Menezes Filho, os alunos das redes com progressão continuada têm desempenho muito parecido ao dos alunos de escolas com regime seriado. “Além disto, a evasão é muito maior no segundo caso (seriado).”
4. CURSOS DE RECICLAGEM PARA PROFESSORES AJUDAM A MELHORAR O ENSINO
Estudos feitos no Brasil e no exterior mostram que os professores que fizeram os chamados cursos de formação continuada não passaram a ensinar melhor. Isso porque eles são muito teóricos e influenciam pouco na melhoria do ensino em sala de aula. Mozart Neves, presidente do Todos pela Educação e professor da UFPE, ressalta que o mais indicado seria melhorar a formação dada nas universidades.
5. GASTAR MAIS COM EDUCAÇÃO É SUFICIENTE PARA AUMENTAR O APRENDIZADO DOS ALUNOS
De acordo com levantamento feito por Menezes Filho, municípios que gastam R$ 1.000 por aluno no ensino fundamental têm a mesma nota na Prova Brasil do que municípios que gastam R$ 3.000. O economista Gustavo Ioschpe lembra ainda que, na maioria dos casos, aumentar os gastos com educação significa elevar os salários dos professores, que não é algo que dá resultados.
6. A ESCOLA NÃO PODE AJUDAR FILHOS DE FAMÍLIAS DESESTRUTURADAS
Para aprender, o aluno deve estar bem emocionalmente, mas isso não quer dizer que a escola deve se eximir de seu papel de educar, diz Magdalena Viggiani Jalbut, do Instituto Superior de Educação Vera Cruz. Além disso, mesmo no caso de uma família fora do padrão (quando mãe e pai não estão interessados na educação do filho), qualquer outro parente, até um primo, pode estimular a criança a aprender, segundo estudos feitos na França citados por Maria Letícia Nascimento, da Faculdade de Educação da USP.
7. SISTEMAS DE ENSINO APOSTILADOS TOLHEM A AUTONOMIA DO PROFESSOR
Estudos feitos por Paula Louzano, doutora em educação pela Universidade Harvard (EUA), mostram que municípios de SP que usam esses métodos estruturados (como os do COC e do Anglo, com apostilas) tiveram desempenho superior na Prova Brasil, na comparação com as demais redes municipais. Em entrevista com professores que usam o sistema, 84% disseram que o desempenho dos alunos melhorou e 36% que o material estimula o aprendizado.
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outubro 5, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Financeira
Existem dois tipos de pessoas quando o assunto é dinheiro e investimento: aqueles recalcados, mais conhecidos como pão-duros, e aqueles que gostam de gastar e arriscar. Quando as verdinhas estão sobrando, cada um desses perfis age de uma maneira diferente. Reconheça qual seu estilo e saiba melhor como e onde investir seu dinheiro.
Além das características pessoais do investidor, o investimento também depende da quantidade de dinheiro disponível e do aguardo do rendimento. Mas, um detalhe é comum e essencial: informação adequada e planejamento são indispensáveis antes de investir.
Você pode optar.
O empresário americano Robert Kiyosaki, escritor do bestseller “Pai Rico, Pai Pobre” defende a tese da agressividade. Para ele, só é possível enriquecer aqueles que montam um negócio próprio ou investem em ações. Ele se baseia em uma premissa: Se você parar de trabalhar continuará ganhando dinheiro?
Apesar do espírito ativo, ele mantém a disciplina. Dono de grandes montantes de dinheiro, pensa duas vezes antes de comprar alguma coisa.
Uma boa opção também é diversificar, dessa forma, o risco de “perder tudo” é bem menor.
Mas afinal, onde investir?
2. Aplicar no mercado imobiliário: necessita que o investidor possua uma boa quantidade de capital, pois não valeria a pena comprar um apartamento financiado com o objetivo de investir devido ao valor alto de juros que se paga. O risco é pequeno, porém existe. Como exemplo você poder ver o que aconteceu recentemente nos EUA que foi chamado de Bolha Imobiliária: os imóveis perderam muito valor devido a falta de procura, desvalorizando-os. O prazo de retorno depende do investidor.
3. Aplicar em ações da bolsa: o investidor deve ter em mente os riscos decorrentes deste tipo de investimento, que são altos. Os investidores da bolsa têm um perfil agressivo na busca por lucros. Não existe uma quantidade mínima de capital para investir em ações, a não ser o próprio valor da ação. O prazo de retorno depende do investidor. Por ser de alto risco, esse tipo de investimento pode trazer ganhos além do esperado, porém podem trazer perdas não esperadas.
4. Aplicar em títulos do governo: significa emprestar dinheiro ao Governo. Como esse tipo de investimento é de baixo risco o perfil do investidor é conservador. O valor mínimo para investimento é de R$200,00 em média. O prazo de retorno depende do investidor. Esses títulos possuem data de vencimento e caso você queira negociar antes estará sujeito às oscilações do valor ditada pelo mercado. O lucro é certo, porém não é tão alto.
5. Aplicar em Commodities: significa comprar ações das empresas produtoras de matérias-primas como, por exemplo, Petrobrás e Vale. O risco deste investimento é comparável ao de aplicações em bolsa, ou seja, é alto. A quantia de dinheiro aplicada é o próprio valor das ações das empresas. O prazo de retorno depende do investidor. A aplicação nestas ações pode gerar altos ganhos, mas também pode se perder tudo caso as empresas quebrem.
“Investir nada mais é do que plantar pés de dinheiro. Não espere ter uma fazenda e um trator potente para começar a plantar. Dê aos poucos grãos que você tem a mesma importância que daria a sacas despejadas de um caminhão. Se tem pouco para investir, comece com o que tem, mas plante com consistência” - Gustavo Cerbasi, autor de diversos livros sobre administração financeira.
*Graduado em Ciências Contábeis, é especialista em Controladoria pelo Mackenzie. Atua em instituições financeiras e atualmente é Analista de Planejamento e Controle do Banco Safra.
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setembro 14, 2009 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Dezesseis dos estados brasileiros não investiram a quantidade fixada pela Constituição em ações de saúde. Segundo emenda 29, pelo menos, 12% das receitas estaduais deveriam ser destinadas a ações diretas à saúde, ou seja, com hospitais, exames e medicamentos.
Porém, a maioria dos governantes inclui em seus gastos saneamento básico, aposentadoria, alimentação e planos de saúde para funcionários estaduais. O somatório não investido corretamente chega a R$ 3,6 bilhões.
Estados como Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, entre outros não serão punidos pelo não cumprimento da lei. Já que o grande responsável pelo desvio da verba com saúde é a sua própria escritura, muito subjetiva.
Desde 2002, o Congresso Nacional tramita um projeto que visa regulamentar a lei, determinando claramente o que é e não investimento em saúde.
O Blog da Saúde aguarda a aprovação do projeto e a preocupação dos estados em investimentos com saúde.
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março 31, 2009 por Blog da Saúde
Em: Planos de Saúde
Para complementar o que dissemos aqui, segue uma entrevista com a advogada Daniela Trettel, do IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) em uma entrevista a jornalista Monalisa Perrone do Bom dia São Paulo da Rede Globo, em que a advogada apresenta detalhes sobre as novas regras de portabilidade no plano de saúde.
Aproveite e confira abaixo a entrevista na integra.
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março 30, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Financeira

Para investir de maneira consciente, atente-se a três fatores:
- Planejamento: Qual será o objetivo, seja pagar sua faculdade, comprar um carro, uma casa, seja garantir um futuro tranquilo. Porque é a partir dele que você irá traçar suas estratégias de investimento.
- Disciplina: Mais importante do que investir muito é investir sempre. Todo mês há uma lista de despesas de contas para pagar: telefone, água, luz, etc. Coloque seu nome no topo da lista e guarde um dinheiro para investir nos seus objetivos.
- O tempo é o terceiro fator: Defina a distância entre hoje e a data que pretende conquistar seu objetivo, como comprar uma casa.
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março 30, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Financeira
A mesada é uma maneira de a criança aprender a usar o dinheiro, estabelecendo o que quer agora, no futuro, e quanto precisa poupar para conquistar o que tanto deseja.
Mostre como dividir o dinheiro que seus filhos ganharão ao longo da vida: guardando uma parte para alguma emergência, usando outra para comprar o que desejam, doando o que não forem utilizar e também investindo para o futuro.
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