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O Blecaute contra os projetos de lei SOPA e PIPA

Vários sites americanos muito influentes travam um protesto em forma de blecaute contra a aprovação de dois projetos de lei norte-americanos antipirataria, chamados de SOPA (Stop Online Piracy Act) e PIPA (Protect IP Act), que ameaçam a liberdade, pois preveem o bloqueio de sites que compartilham conteúdos ou que supostamente ferem direitos autorais.

Estes projetos de lei, embora sejam americanos, irão afetar a internet no mundo todo, já que atingem os sites com os domínios dos EUA ou que estejam hospedados lá (como, por exemplo, o youtube).

Wikipedia contra SOPA e PIPA

Boing Boing contra SOPA e PIPA

 

O que é o SOPA?

O SOPA é a capacidade dos proprietários de propriedade intelectual (leia-se: os estúdios de cinema e gravadoras) a efetivamente tirarem do ar sites estrangeiros contra os quais eles têm uma reivindicação de direitos autorais.

O Gizmodo explica: “Se a Warner Bros, por exemplo, diz que um site na Itália é uma cópia de O Cavaleiro das Trevas, o estúdio poderia exigir que o Google remova o site de seus resultados de busca, que o PayPal não aceite pagamentos de ou para esse site, que seja proibido os anúncios e finanças do site e que as pessoas não consigam mais acessá-lo”.

Talvez a coisa mais irritante sobre SOPA na sua construção original é que deixe os proprietários tomarem essas decisões facilmente sem grandes avaliações judiciais. Se o seu status de atualização de uma rede social contém um link para um site que julgam ferir os direitos autorais, o Facebook, por exemplo, seria legalmente obrigado a removê-lo. Tweets, vídeos do YouTube, Tumblr, WordPress ou sites indexados pelo Google também.

Petição pública criada pelo Google

O Google disponibilizou uma petição online contra as medidas com o mote: “Acabe com a pirataria, não com a liberdade”. Você pode assinar aqui: google.com/landing/takeaction

No Brasil, há também entidades e pessoas influentes aderindo à causa. O Idec – Instituto Brasileiro de Defesa ao Consumidor - é uma delas e incentiva a participação brasileira no protesto ao usar a hashtag #SOPAblackoutBR e ao tirar blogs e sites do ar propositalmente por 12h (das 8h às 20h), exemplificando o quanto a internet e os usuários seriam prejudicados caso os projetos fossem aprovados.

O cantor e ex-Ministro da Cultura, Gilberto Gil, também aderiu ao protesto em seu site.

Site do Gilberto Gil em protesto contra SOPA e PIPA

 

E você? De que lado está?

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Todos sabem que a internet hoje em dia é o maior meio de divulgação que existe. Pode ser acessada em qualquer lugar e na hora que precisar. Pensando nisso, vários projetos sociais foram criados nas grandes redes virtuais, para abranger o maior número de pessoas possíveis que queiram colaborar e ajudar o próximo.

Existem projetos que só atingem o sucesso por causa da internet. Um exemplo disso é o Consumo Colaborativo. Pelo site do DescolaAí, você pode alugar acessórios de lazer, ferramentas e eletrônicos de outros usuários do site. Ao alugar um produto, você evita que novas matérias primas sejam usadas na confecção de um novo produto, colaborando assim com o meio ambiente.

Para os internautas de plantão, presentear alguém com o que ele realmente precisa ficou muito mais fácil, principalmente nesta época de natal.

Um exemplo disso é o projeto Mendigo Urbano já mencionado pelo Blog da Saúde, em que você colabora na compra de um Kit Mendigo. Nele está incluso de cestas básicas a roupas e cortes de cabelo para os moradores de rua da sua região.

Outra campanha que está correndo pelas redes virtuais é o Natal Animal, abrangendo inúmeros animais que se encontram em situação de carência. É inspirado nas “sacolinhas de natal” contendo roupas, calçados e brinquedos feitos para crianças carentes. Aqui, você colabora para que um animal receba kits com itens como ração, shampoo, antipulgas, vitaminas, higienizador de ambientes e brinquedos. A estimativa de cada kit está no valor de R$250,00, mas você pode ajudar com o valor que puder. Os animais que estão no projeto vão desde um cachorrinho doméstico até um macaco ou bezerro.

Uma maneira de desejar boas festas e combater o câncer infantil ao mesmo tempo também está presente na internet. Cartões de Natal GRAACC com desenhos feitos por pacientes nas oficinas da Brinquedoteca Terapêutica Senninha podem ser adquiridos por R$1,10, um valor tão pequeno por uma causa tão grande.

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O Guia foi feito para crianças, pais e professores tirarem o melhor proveito da internet. O portal reúne uma série de dicas, histórias em quadrinhos, vídeos, links úteis e até indicações sobre o que fazer com o lixo eletrônico. Já os professores podem atualizar as futuras aulas.

Ambos (crianças e professores) contam com um glossário de significado dos termos usados com frequência como cyberbullying, app, android, geek, hacker e poderão se atualizar sobre a linguagem da rede.

No Brasil, 57% das crianças entre 5 e 9 anos já usaram um computador. O iPhone4 (14%), iPod Touch (13%) e iPad (12%) são os três presentes de Natal mais pedidos por elas.

Como agir diante de situações estranhas?

Este é um dos tópicos do Guia que fala didaticamente sobre questões que os pais podem ter dificuldade: “Se seu namorado ou namorada pediu uma foto sua mostrando o corpo, numa pose sensual ou em situação íntima, converse com alguém – um adulto em quem você confia (pode ser sua mãe, seu pai, uma professora, um tio ou tia). Lembre-se que se você mandar a imagem por celular ou pela internet, ela vai ficar para sempre em poder da outra pessoa. E se cair na rede, vai se tornar pública podendo ser vista e manipulada por muitas pessoas. Já o namoro pode não durar tanto…”

Veja o portal e baixe o guia. Pais também têm participação fundamental para educar sobre o uso adequado da web. A iniciativa é da empresa GVT, em parceria com o CDI (Comitê pela Democratização da Internet), a Safernet e o site Mingau Digital.

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Primeiro, não. Não é permitido acessar a internet da prisão; isso é feito por meio de celulares contrabandeados. Segundo, o Facebook não é o vilão da história com intenções de afastá-los da sociedade também através do bloqueio nas redes sociais.

Sabe aquela história de que por conta de um aluno que colou na prova, ela terá que ser refeita por todos os outros colegas de classe? O que acontece nesse caso é mais ou menos por esse caminho.

A Reuters reportou a notícia após um dos presos, condenado por molestar uma criança, ver a página de sua vítima no Facebook e MySpace e, em seguida, enviar à família alguns desenhos da menina, disseram autoridades.

A vítima tinha 10 anos de idade quando foi molestada e 17 quando foi contatada pelo preso, que usou a web para aprender como ela usava o cabelo e que roupas gostava.

Os funcionários do Facebook agora trabalham na identificação de outras contas que haviam sido acessadas por eles atrás das grades, informa o Departamento de Correções e Reabilitação da Califórnia.

Apesar dos esforços para reprimir os dispositivos na prisão, muitas vezes eles se conectam com telefones celulares contrabandeados. Funcionários do Departamento de Correções, que anunciaram formalmente a parceria com o Facebook, disseram ter recebido centenas de queixas de vítimas que foram contatadas por presos atrás das grades.

“Realmente, eles estão limitados pela imaginação, mas você tem altos membros de gangues ordenando crimes cometidos em seu nome”, disse a porta voz do Depto, Dana Toyama, à Reuters.

Políticas e regulamento

O Facebook permite que os presos usem o site se estiverem localizados em um estado que lhes permite acessar à Internet. Mas desde que a Califórnia proibiu os presos de usar a web, a empresa confirmou que trabalha com autoridades estaduais para removê-los do Facebook.

A política não se aplica a presos que criaram uma conta antes de serem condenados e não a utilizaram na prisão.

Políticas do Facebook proibem um outro indivíduo que não o usuário registrado a atualizar sua conta no Facebook, o que acontece ocasionalmente quando um preso pergunta a um amigo ou membro da família para acessar sua página.

“Vamos desativar contas relatadas como violadoras de leis ou regulamentos dos EUA, ou contas de detentos que são atualizadas por alguém do lado de fora”, informa a empresa.

A Califórnia tem visto o número de telefones celulares contrabandeados encontrados com os detentos saltar de 261 em 2006 para 10.760 ano passado.

E você, o que acha sobre a presença de presos nas redes sociais? Comente.

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Se há menos de duas décadas vivíamos perfeitamente bem sem a internet, uma nova pesquisa revelou que 53% dos entrevistados se sentem incomodados quando têm o acesso negado e 40% se sentem solitários se não conseguem ficar online – mesmo por pouco tempo.

Os participantes foram interrogados pela empresa de pesquisa de consumo Intersperience, sobre o uso da internet, smartphones e outros dispositivos. Ficar sem toda a tecnologia que permite acesso à web foi descrita por alguns participantes como semelhante a parar de beber ou de fumar.

Dois participantes foram ainda mais intensos: um deles disse que ser privado da internet foi “como ter a mão cortada” e outro descreveu como seu “maior pesadelo”.

Apenas uma minoria dos entrevistados reagiram positivamente ao fato de estar sem conexão à internet, com 23% dizendo que iriam se sentir livres.

Paul Hudson, diretor executivo da Intersperience, afirma: “A tecnologia digital é cada vez mais difundida, influenciando nossas amizades, a forma como comunicamos, a nossa vida familiar e profissional, os nossos hábitos de compra e nossas relações com as organizações.”

Abstinência real?

Em estudo divulgado no Daily Mail, pesquisadores da Universidade de Maryland convenceram centenas de estudantes de 12 faculdades de todo o mundo a não usarem quaisquer dispositivos tecnológicos, incluindo televisão e rádio por 24 horas.

Os voluntários tinham que ficar longe de todos os e-mails, mensagens de texto, atualizações no Facebook e no Twitter e até de jornais.

Tudo o que eles poderiam ter acesso era a uma linha fixa de telefone e livros. Em seguida, os estudantes mantiveram relatos dos seus sentimentos durante o período de privação de informação.

Eles disseram ter sintomas fisiológicos e físicos comparáveis aos de viciados em drogas, incluindo inquietação, ansiedade e isolamento. Alguns dos participantes no experimento disseram que se sentiram como se estivessem passando por período para quebrar um hábito difícil como usar drogas, enquanto outros disseram que sentiram-se como em uma dieta.

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Não é de hoje que sabemos como o Google sabe utilizar sua ferramenta para algo muito maior do que o mecanismo de busca.

A equipe descobriu que certos termos pesquisados são bons indicadores da atividade da gripe. O Google Flu Trends usa dados agregados da busca para estimar as tendências da gripe ao redor do mundo em tempo quase real.

É fato que para comprovar que estavam no caminho certo foram comparar suas análises com os dados de relatórios obtidos através da vigilância tradicional; o resultado foi satisfatório.

Google Flu Trends

A cada semana, milhões de usuários ao redor do mundo pesquisam informação sobre saúde na internet. Como é de se esperar, há mais pesquisas relacionadas à gripe durante a temporada de gripe e mais pesquisas relacionadas à queimaduras solares durante o verão.

Eles encontraram uma estreita relação entre quantas pessoas buscam tópicos relacionados à gripe e quantas pessoas realmente têm os sintomas. Claro que nem toda pessoa que procura por “gripe” está realmente doente, mas um padrão emerge quando todas as consultas relacionadas são somadas.

Então, você pode pensar em por que se preocupar com a informação da pesquisa se há uma vigilância para fazer quase a mesma coisa. A tradicional vigilância da gripe é muito importante, mas a maioria das agências de saúde se concentra em um único país ou região e apenas atualiza suas estimativas uma vez por semana. O Google Flu Trends está atualmente disponível para um número maior de países ao redor do mundo e é atualizado a cada dia, fornecendo um complemento a estes sistemas existentes.

Detecção precoce de surto

Para os epidemiologistas, este é um desenvolvimento interessante, porque a detecção precoce de um surto da doença pode reduzir o número de pessoas afetadas. Se uma nova cepa do vírus da gripe emerge sob certas condições, uma pandemia poderia surgir com o potencial de causar milhões de mortes (como aconteceu, por exemplo, em 1918).

Segundo o Google, as estimativas atualizadas podem permitir que os funcionários de saúde pública e profissionais de saúde respondam melhor às epidemias sazonais e as pandemias. Os resultados deste sistema foram publicados na revista Nature.

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A ideia consiste em dar a possibilidade de ‘beijar’ pela internet a pessoa amada.

Isto é, se os casais puderem lidar com a perspectiva nada atraente de mexer um canudo de plástico com a língua.

O universitário Nobuhiro Takahashi demonstra o seu dispositivo de transmissão de beijos em um vídeo do Laboratório Kajimoto, em Tóquio, divulgado no Daily Mail.

Ele diz que poderia ser apenas o começo de uma experiência completa pela internet, e levanta a possibilidade de celebridades, como Justin Bieber, poderem gravar um beijo para as fãs experimentarem.

O dispositivo se assemelha a um bafômetro, com um canudo de plástico móvel conectado a uma caixa de motor. Um programa salva os movimentos da língua em um computador e os transmite para um dispositivo compatível.

Takahashi diz: ‘Se você leva o aparelho à boca e movimenta a língua, o outro aparelho repete seus movimentos’.

Ele reconhece (ufa) que ‘lamber’ um tubo de plástico não parece ser o modo mais romântico de se comunicar com o seu amor, mas ajustes estão a caminho. A ideia é recriar todos os elementos do beijo – gosto, a maneira de respirar e a umidade da língua.

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Se a Chapeuzinho Vermelho vivesse nos dias de hoje, nem imaginaria o quanto iria facilitar a perseguição do Lobo Mau.

Porque ela, assim como todos os outros pré-adolescentes, adoraria ter um perfil no Facebook.

Até aí, tudo normal. O problema é que muitos jovens esquecem de utilizar as ferramentas de privacidade e de ter cautela ao fazer amigos virtuais.

Simples atualizações na rede, a deixaria vulnerável ao predador. Sem contar os possíveis perfis falsos, usados para driblar os mais atentos.

Veja no filme os atalhos usados por Dustin Wolfi Mieber. Qualquer semelhança com o cantor Justin Bieber, não é apenas coincidência.

A criação é da empresa Facemoods. Para os pais, pode ser uma forma divertida de alertar seus filhos sobre privacidade na internet. Por isso, compartilhe.

Quando você confirma alguém como amigo no Facebook, você convida-o a entrar na sua vida. Adicione somente quem você conhece.

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Preocupado que alguém esteja espionando a sua conta de e-mail ou rastreando seus movimentos na rede? Pode ser uma pessoa significante que queira manter o controle sobre você.

Este é um caso de stalking. Originário do verbo inglês “to stalk” – que significa perseguir – o ato tem ganhado adeptos na internet devido a fatores que facilitam o processo como as redes sociais, por exemplo.

Uma em cada três estudantes do sexo feminino questionadas em uma pesquisa, divulgada na New Scientist, confirmam já terem entrado no e-mail de seus companheiros. Em menor quantidade, homens afirmaram já ter feito isso, mas eles são mais propensos a usar câmeras escondidas, espionagem e GPS para monitorar as atividades da parceira.

Pesquisadores da East Carolina University em Greenville, Carolina do Norte, analisaram a resposta de 804 jovens, em uma pesquisa na qual foram perguntados se já usaram tecnologia para espionar os parceiros em mais de uma ocasião.

Entre os que reportaram a qual sexo pertenciam, dois terços eram mulheres. E entre essas mulheres, 34% afirmaram ter entrado na conta de e-mail do parceiro mais de uma vez, enquanto 14% dos homens disseram o mesmo.

O levantamento também mostrou que as mulheres eram mais propensas do que os homens a checar o Facebook e o celular do parceiro

Apesar das mulheres serem as maiores adeptas da ‘perseguição’, veja só, entre os entrevistados do sexo masculino 3% admitiu usar câmeras escondidas no quarto da namorada, enquanto 5% disseram usar regularmente rastreadores de celular para monitorar a localização da parceira.

Uma pequena porcentagem dos homens ainda usa o GPS para esse fim e os pesquisadores admitiram estar chocados com o que ouviram.

O que parece é que quem é do meio já se acostumou com essa realidade. O consultor de tecnologia da Sophos, uma empresa de cyber-segurança , Graham Cluley, afirma que se esses jovens, apaixonados por eletrônicos, decidirem espionar o companheiro, então é muito mais divertido fazê-lo usando a tecnologia.

Por fim, um pequeno número de homens e um número menor ainda de mulheres, assumiu ter instalado o software de espionagem no computador do companheiro(a), que permitem o monitoramento em tempo real.

O conceito de stalking não é de hoje

Comportamentos desse tipo foram documentados por séculos. Mas a prática foi definida como crime grave a partir da década de 90, em grande parte como consequência da relação entre celebridades e seus fãs.

Acontece que antes as abordagens e perseguições eram dificultadas, exigiam locomoção, loucura e tempo, já que precisavam ser também físicas.

Cartas foram substituídas por e-mails. Câmeras tomaram o lugar dos  olhos dos perseguidores e o trabalho dos stalkers ficou muito mais fácil.

O que se deve fazer

Ter privacidade e mesmo assim fazer parte da rede ainda é possível. Sites como Orkut e Facebook têm configurações permitindo que você escolha quem terá acesso às informações.

Contudo, existe uma opção antes disso, algo que em termos de saúde poderíamos chamar de prevenção. Uma pesquisa nos Estados Unidos revelou que stalkers desconhecidos representavam apenas a minoria dos casos.

Tome cuidado com o que publica. Veja se é realmente necessário se expor de tal maneira. O conteúdo da internet é indexado e permanece anos nos mecanismos de busca, certo?

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A medida abrange apenas o ambulatório estadual de Heliópolis, o maior AME de São Paulo, no meio da maior favela do Estado. Mas se tudo correr bem, as enormes filas que a população está sujeita a enfrentar, até para buscar um exame, poderão diminuir.

Por mês são realizados na unidade do AME (Ambulatório Médico de Especialidades) “Dr. Luiz Roberto Barradas Barata” mais de 30 mil exames.

Os pacientes só precisam obter o número do protocolo e senha, para poder conferir, no portal, resultados de exames de urina e sangue e outros de apoio diagnóstico como ecocardiograma, endoscopia, ressonância magnética, tomografia computadorizada e teste ergométrico.

“Essa ação traz comodidade ao paciente, principalmente para aqueles de outras unidades que são encaminhados para o Heliópolis para realizar algum exame e vão continuar o tratamento na unidade de origem”, afirma Paulo Quintaes, gerente executivo do AME.

O ambulatório de Heliópolis, o maior dos 37 em funcionamento no Estado, é referência principalmente para os bairros da Moóca, Aricanduva, Ipiranga, Sacomã, Penha, Vila Prudente, Sapopemba, Vila Mariana e Jabaquara. Para exames de imagem a unidade também recebe pacientes da região metropolitana e algumas cidades do interior.

O atendimento nos AMEs é feito mediante encaminhamento das Unidades Básicas de Saúde.

Acessar resultados de exames médicos pela Internet não é mais privilégio de clientes de planos de saúde ou particulares, informa a Secretaria de Saúde do Estado.

O site do AME Heliópolis é www.ameh.org.br.

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Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Ipsos e a London School of Economics revelou que, no Brasil, mais de 80% dos internautas recorrem à internet para saber mais sobre saúde, remédios e condições médicas. Esse comportamento mostra a existência de um novo perfil de pacientes, que agora estão mais interessados sobre tratamentos e diagnósticos. No entanto, o mesmo estudo apresenta um detalhe perigoso: só um quarto dos brasileiros verifica se a fonte de informações é confiável.

O internauta brasileiro, segundo o estudo, é o quinto do mundo em pesquisas sobre saúde na rede. Do total de 1.005 entrevistados, o estudo aponta que 68% realizam consultas sobre remédios, 45% sobre hospitais e 41% querem conhecer experiências de outros pacientes. Mas, afinal, como o acesso à informação facilitado pela tecnologia tem interferido na relação entre médico e paciente e para a construção do saber sobre saúde?

Pontos positivos e negativos
Para o médico clínico, plantonista em pronto-socorro e ambulatório, Jorge Parreira, a divulgação de informações sobre saúde na internet e mídias sociais interfere positivamente na relação entre médico e paciente. “O paciente está mais interessado e conhece melhor sua doença, o que antes não acontecia. Como o paciente não tinha acesso facilitado, ele recebia mais passivamente as informações”, compara o médico.

Dessa forma, Parreira acredita que esse novo hábito também aproxima o médico do paciente do ponto de vista científico, já que a pessoa que procura auxílio passa a ter informações para discutir o assunto com mais especificidade. “O que acontece, hoje, é que o paciente, já entendendo um pouco (ou muito) de sua patologia, passa a exigir uma resposta em mais alto nível do profissional médico”, destaca.

Mesmo com os reflexos positivos, também é preciso considerar que nem tudo o que está na rede é necessariamente correto. Como pondera o médico clínico-geral com prática ortomolecular, Telmo Diniz, é importante que o acesso às informações na internet e mídias sociais funcione como estratégia complementar e não como a única forma de buscar um diagnóstico correto. A pesquisa por informações, diz o médico, “é algo que deve ser feito antes e depois do diagnóstico médico, porém em fontes confiáveis, como sites acadêmicos e redes sociais de pessoas qualificadas”, observa.

A falta de checagem de informações é, justamente, o que preocupa na pesquisa sobre os internautas brasileiros. Os perigos da consulta em sites não confiáveis está, conforme Telmo, na prática da automedicação, além do estresse e ansiedade gerados pelas informações encontradas. “Mesmo que a informação seja encontrada em sites acadêmicos, não se deve fazer uso de automedicação”, aponta. No caso do estresse e ansiedade, o médico explica que podem acontecer preliminarmente, uma vez que a pessoa, ao ler uma determinada informação, pode acreditar, e sofrer com ela, mesmo sem ter certeza sobre o diagnóstico correto.

Tais fatores também podem ocorrer, segundo o especialista, quando os pacientes tentam interpretar exames com base em pesquisas, antes de retornar ao médico. Caso comum, tendo em vista que muitos laboratórios já permitem que os usuários recebam os exames em casa ou acessem pela internet.

O que o internauta procura
A pesquisa mostrou que além de consultar sobre medicamentos e patologias, o internauta brasileiro deseja muito saber sobre as experiências de outros pacientes. Isso pode ser acompanhado pelo destaque de alguns blogs na premiação Top Blogs, por exemplo, na qual blogs de Saúde com essas características foram contemplados.

O blog Ser Lesado, por exemplo, foi um dos mais votados pelo público em 2010. A página, atualizada por Leandro Portella, 29, tem como objetivo principal relatar vivências de tetraplegia, em função de uma lesão medular sofrida por ele. Para tentar facilitar sua adaptação e melhorar a qualidade de vida também do próximo, Portella oferece a troca de informações que podem ajudar familiares, profissionais da área e outros lesados.

Para atualizar o blog, o jovem, que só tem os movimentos dos ombros para cima, utiliza uma ferramenta de voz, o programa “Motrix“. Segundo o jovem, compartilhar informações sobre lesão medular tem sido muito bom. “Aprendo bastante com outros lesados e vejo que somos muitos”, aponta. Portella acredita que a rede esse é um meio muito acessível para buscar informação, mas faz uma ressalva: os pacientes não devem seguir dicas e informações ”sem orientação do profissional especializado”, reforça.

Com uma perspectiva mais abrangente, o Blog da Saúde aborda a saúde por diversos prismas. Ao criar o blog, informa a jornalista Paula Sanches, a ideia era “passar ao internauta informações sobre saúde e prevenção, dicas e notícias de Saúde no Brasil e no Mundo”. A equipe é formada por uma jornalista e 6 profissionais da área de saúde, sendo um médico, duas nutricionistas, um psicólogo, uma fisioterapeuta e uma assistente social. “Saúde, de forma geral, é um tema sempre de alta relevância e, por isso, requer muito cuidado com a forma a ser tratado. Afinal, interfere de forma direta na vida das pessoas”, destaca Paula.

Por isso, há um cuidado para obter mais informações junto a outros especialistas, tornando o trabalho um aprendizado diário, tanto para quem emite, como também para quem recebe a mensagem. Ainda assim, na rede, o gerente de marketing, Rodrigo Mazzola, deixa um alerta: “As pessoas não devem procurar o diagnóstico final para seus sintomas e nem procurar qual medicamento tomar pela rede”.

Credibilidade
Os internautas que querem ter acesso a informações sobre saúde na rede devem ser também criteriosos quanto aos sites consultados.  A Folha.com, em matéria divulgada em 22 de janeiro, por exemplo, listou alguns sites de referência que oferecem informações confiáveis sobre saúde. Para quem não abre mão, vale a pena consultar aqui.

Além dessas dicas, é importante lembrar que os materiais confiáveis disponibilizados na rede sempre apresentam fontes de referência e têm a preocupação de direcionar a pessoa a um profissional, caso ela precise de consulta ou exames.

*Fonte: Portal Minas Saúde

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O Google Books foi anunciado pela empresa como a maior livraria digital da internet, com mais de três milhões de livros disponíveis.

Pelo visto, a impressão em papéis tende a cair em um futuro próximo. “Incluindo os livros gratuitos, tem mais de três milhões de títulos disponíveis no novo serviço”, informou o porta-voz da empresa Jeannie Hornung.

O Google passa a ser concorrência com a Amazon, dona do leitor digital Kindle, atualmente o dono do segmento de livros eletrônicos.

Histórico

Não é de hoje que o Google planeja a digitalização em massa de livros. O que vem chateando a concorrência, que até entrou na Justiça para impedir a empresa de fazê-lo.

Porém, no acordo fechado em 2005, o Google aceitou pagar 125 milhões de dólares para criar o Registro de Direitos de Livros, onde autores e editoras podem registrar trabalhos e receber compensação pelo uso de suas obras.

Novos tempos

O jornal The New York Times vai passar a publicar uma lista com os e-books mais vendidos. O ranking de livros digitais começará a ser divulgado em 2011!

Veja a biblioteca do Google aqui.

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Pesquisa aponta que 53% dos brasileiros recomendariam o último médico que consultaram e 70% afirmam confiar no profissional que os atendem.

As informações são resultado de um estudo realizado Ibope Inteligência, em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), com 22.581 pessoas de 23 países, inclusive o Brasil. A proposta era medir a percepção da população mundial em relação à própria saúde e à forma como cada um se cuida, além de avaliar a relação médico-paciente.

Os resultados superam a média mundial de recomendação (44%) e de confiança (67%). Índices de confiança elevados, superiores a 80%, encontram-se em países como Espanha, Índia, França e Japão. Já os mais baixos, inferiores a 50%, estão na Islândia, Suíça e no Reino Unido – o que revela que não há um padrão por continente.

Orientações claras

O levantamento aponta, ainda, que 60% dos entrevistados em todo o mundo preferem que os médicos digam exatamente o que os pacientes devem fazer, ao invés de dar opções de tratamento para que eles escolham uma.

Você se considera saudável?

Entre os 1.373 entrevistados para a pesquisa, cerca de 70% consideram sua saúde boa e 26% a classificam como muito boa ou excelente. Apesar disso, 60% visitaram algum médico nos últimos seis meses.

Fonte de informação

A primeira fonte de informação sobre saúde usada globalmente é um profissional de saúde (71%), como médicos, enfermeiros e farmacêuticos. Em segundo lugar, com 47%, aparecem amigos e familiares, demonstrando a influência do boca a boca e o risco da automedicação. As informações online aparecem em terceiro lugar, com 30%, mesmo índice obtido pelas TVs.

As opiniões mundiais se dividem quanto a consultar um especialista pela internet: 43% dos pacientes não usariam a rede para sanar dúvidas com um profissional da saúde. Outros 42% garantem que consultariam um profissional via web. No Brasil, apenas 21% usariam o método online.

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Quando você sente que tem alguma coisa errada com seu corpo, qual a primeira ideia que vem à sua cabeça: procurar um médico ou fazer uma busca na internet para tentar descobrir do que se trata?

Hoje, muitos optam pela internet!

Conhecida como cybercondria, a obsessão em buscas na internet à procura de informações sobre saúde ou cuidados médicos para si próprio ou para pessoas próximas é motivo de preocupação para os especialistas. Isso porque, além de causar autodiagnóstico e automedicação, pode evoluir para problemas graves, como ansiedade e síndrome do pânico.

De acordo com pesquisas internas do Google, 61% dos americanos adultos buscam informações de saúde na rede mundial.

O site americano de informações de saúde WebMD, que disponibiliza uma animação do corpo humano para o autodiagnóstico, é um exemplo de fonte de consulta. O usuário clica na região onde tem dor e ele abre uma tabela com sintomas que corresponderiam à determinada área e à doença relacionada.

Atenção: a busca virtual pode ser perigosa e prejudicial à saúde!

É preciso ficar atento: alguns sintomas podem ser comuns a dezenas de doenças. Além disso, há sites que disponibilizam informações equivocadas na rede e podem fazer a pessoa concluir que está muito pior do que seu real estado de saúde.

Assim, mesmo que você esclareça dúvidas na internet, sempre procure orientação e acompanhamento de um médico! Só com a avaliação de um profissional você terá o diagnóstico, exames necessários, além da medicação adequada.

A automedicação pode causar problemas graves à saúde e até ocultar uma doença mais grave.

Conclusões equivocadas

Outro perigo da cybercondria: o excesso de buscas na rede virtual pode fazer com que as pessoas apresentem sintomas de doenças que elas não têm!

O psicoterapeuta e professor da PUC-SP, Antonio Carlos Pereira, explica que o corpo reage a situações criadas pelo cérebro: toda a fisiologia pode ser afetada por ideias, daí o risco de conclusões sobre doenças baseadas no dr. Google, por exemplo.

A busca excessiva de informações sobre saúde pode ainda acarretar no desenvolvimento de distúrbios como ansiedade e hipocondria.

Por isso, o Blog da Saúde recomenda: não faça o autodiagnóstico e automedicação, não tire conclusões baseadas na opinião de amigos, parentes ou alguém que já apresentou o mesmo sintoma que você. Sempre procure a orientação de um profissional da saúde!


*Com informações da FSP.
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Os jovens estão substituindo os shots, drinks, coquetéis…a novidade é beber vodka pelos olhos! Sim, acredite, essa é a nova moda que popularizou-se por meio de vídeos publicados na internet e já chegou ao Brasil.

De acordo com especialistas que estudam o comportamento juvenil, a prática, conhecida como “eyeballing”, pode ser um sinal de baixa autoestima, necessidade de se enturmar ou mostrar que faz parte de um grupo.

O objetivo da “brincadeira”: tomar uma dose de vodka pelos olhos para ficar bêbado mais rápido! No entanto, as consequências não são nada engraçadas…

Assim como o olho absorve os colírios, faz o mesmo com a vodka. Isso ocorre por meio da conjuntiva, mucosa que reveste o órgão. Porém, o álcool provoca uma descamação desse tecido, levando a problemas graves.

Segundo os oftalmologistas, o “eyeballing” pode causar desde uma simples vermelhidão até danos sérios ao globo ocular, necessidade de um transplante de córnea ou levar à cegueira!

Alguns dizem que a prática começou nos Estados Unidos, inspirada em garçonetes de Las Vegas que utilizavam o truque em troca de gorjetas. Outros acreditam que a ideia surgiu como um jogo alcoólico nos pubs londrinos…independente de onde surgiu, é uma brincadeira perigosa!

Assista abaixo um dos muitos vídeos postados na internet:

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A exposição na internet já trouxe muitos problemas de difamação em redes sociais, fotos e vídeos espalhados sem a intenção do autor, entre outros casos, que periodicamente estampam os principais veículos.

E as novas gerações têm que aprender a não serem ingênuas na rede. Pensando nisso, alunos do estado alemão de Renânia do Norte-Vestfália, terão a disciplina de privacidade online.

O objetivo do governo do Estado é mostrar que a internet não oferece apenas possibilidades e oportunidades, mas também riscos que os alunos devem compreender.

Isto porque os jovens não têm conhecimento de quantos detalhes revelam e que, futuramente, ao procurar um emprego, profissionais de recursos humanos podem pesquisar os vestígios digitais dos candidatos. Vale lembrar que comentários, mesmo que em Twitter pessoal, já provocaram demissões de profissionais renomados.

Você acha que a medida deveria ser adotada onde mora? Deveriam também conhecer os crimes virtuais?

Veja um vídeo brasileiro “Criança + segura na internet”, com o propósito de educar os préadolescentes:

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Uma foto na internet e pronto: um mendigo chinês teve sua vida transformada.

Imagem do Daily Mail

Cheng Guorong tem 34 anos e foi parar na rua depois de ser demitido e roubado. Tornou-se símbolo sexual após ser clicado por um fotógrafo amador quando pedia comida e procurava bitucas de cigarro.

Ele se mudou para Ningbo na China, em 1996, para sustentar sua mulher e dois filhos – mas ficou muito envergonhado de entrar em contato com a família após perder o emprego. Seus parentes acharam que ele estava morto até verem sua foto na internet.

O cabelo bagunçado, barba por fazer e maçã do rosto proeminente chamaram a atenção até de profissionais da moda. Além de Cheng ter recebido propostas para vários desfiles e propagandas, o estilo do moço serviu de inspiração para alguns estilistas (como na foto abaixo). Se não bastasse, sua história vai virar filme.

Imagem do Daily Mail

Ele voltou para casa pela primeira vez em 14 anos e descobriu que seu pai e sua esposa haviam morrido em um acidente de carro.

Seus fãs se mobilizaram e até fizeram uma doação para que Cheng pudesse recomeçar.

O filme de sua vida será produzido por Deng Jianguo e tem previsão de estreia para fevereiro de 2011, com valor estimado em £ 7 milhões.

A internet mostra seu poder como meio para ajudar a quem precisa. E você, conhece alguma história parecida?

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Para quem já sabe como se prevenir de links duvidosos e não é facilmente enganado na internet, não importa o quão atraente seja o título de um e-mail recebido – vai direto para a lixeira.

Crianças são as mais propensas a cair nesses golpes, já que 19% delas clicam no que recebem, sem prestar atenção em questões de segurança, segundo pesquisa da Symantec.

O mesmo estudo indica quais são os assuntos do momento usados para enganar os usuários e infectar os computadores: a prisão da atriz Lindsay Lohan e o terceiro filme da saga Eclipse. Em relação a este último, metade dos resultados de busca apresenta links maliciosos.

Os cibercriminosos veem a curiosidade das pessoas como porta de entrada aos vírus. Imagens de celebridade sendo presa, embriagada ou mesmo nua é um bom caminho para perceber que o conteúdo é duvidoso.

Não importa o que o link prometa, exclua ou ignore e-mails e resultados de pesquisa que você não conhece. Ter um programa antivírus ativo e atualizado também ajuda a proteger o computador.

Pais podem instalar ferramentas de controle para bloquear sites inadequados aos filhos. Fiquem atentos!

Crimes virtuais são geralmente relacionados aos assuntos do momento

Para quem já sabe como se prevenir de links duvidosos e não é facilmente enganado na internet, não importa o quão atraente seja o título de um e-mail recebido – vai direto para a lixeira.

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O mesmo estudo indica quais são os assuntos do momento usados para enganar os usuários e infectar os computadores: a prisão da atriz Lindsay Lohan e o terceiro filme da saga Eclipse. Em relação a este último, metade dos resultados de busca apresenta links maliciosos.

Os cibercriminosos veem a curiosidade das pessoas como porta de entrada aos vírus. Imagens de celebridade sendo presa, embriagada ou mesmo nua é um bom caminho para perceber que o conteúdo é duvidoso.

Não importa o que o link prometa, exclua ou ignore e-mails e resultados de pesquisa que você não conhece. Ter um programa antivírus ativo e atualizado também ajuda a proteger o computador.

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