Morte Súbita – Pesquisa pode ajudar no diagnóstico
março 3, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Conhecida como Morte Súbita, a parada cardíaca fatal pode vitimar qualquer pessoa, independente de bons ou maus hábitos.
Um estudo feito pelo Incor – Instituto do Coração e pela Sociedade Brasileira de Cardiologia demonstrou que ao contrário do que parecia as paradas cardíacas súbitas acontecem em grande número com pessoas aparentemente saudáveis.
Só na Grande São Paulo, no ano passado mais de vinte mil pessoas morreram por causa disso. Esse número supera o caso de óbitos por câncer ou violência.
Como acontece?
A morte súbita é provocada por arritmia cardíaca, um distúrbio na velocidade ou ritmo dos batimentos cardíacos. Tonturas, dores no peito e desmaios repentinos requerem atenção e busca por tratamento.
O tratamento vai desde o controle feito por medicamentos até os casos em que o procedimento cirúrgico para implante de aparelhos é necessário.
“Esteja atento às batidas do seu coração e diante dos sinais
descritos no post procure imediatamente auxílio médico.”
*Com informações do Jornal Nacional.
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outubro 13, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Um levantamento feito por pesquisadores da Universidade da Califórnia demonstrou que houve uma queda de 17% no número de internações por infarto desde a entrada em vigor de leis restritivas ao cigarro, como a da capital paulista. O resultado foi baseado em estudo feito em cinco países.
Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, Jaqueline Scholz, cardiologista e diretora do programa de tratamento de tabagismo do Incor – Hospital das Clínicas nos lembra que há dois movimentos quando se veta o cigarro em ambientes fechados: Os não fumantes deixam de inalar a fumaça e os dependentes do cigarro por consequência natural diminuem o consumo.
A redução brutal de monóxido de carbono, que afeta a chamada função endotelial (responsável pela preservação da saúde dos vasos sanguíneos) contribui significamente para que ao longo do tempo o número de internações por infarto diminua.
Se fizéssemos uma comparação dos números americanos aplicados para São Paulo o resultado seria 3147 mortes a menos entre agosto deste ano (quando a lei passou a vigorar) até agosto de 2010. Em três anos a projeção prevê que o número a menos de morte chegaria a 5554.
*Com informações da FSP.
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