28°C | Sao Paulo, São Paulo | 05 / 02 / 2012
Ocultar

Brasil: 190,7 milhões de habitantes

De acordo com os primeiros resultados do Censo 2010, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população brasileira é hoje de 190.732.694 pessoas.

Apesar da alta de 12,3% (o equivalente a 20,9 milhões de pessoas) em relação a 2000, a edição 2010 contatou crescimento em ritmo mais lento e cada vez mais urbano.

Veja alguns dados do levantamento:

- Os moradores das cidades representam 84,32% da população. O campo reúne 15,65%;

- O Brasil tem hoje 3,9 milhões mulheres a mais do que homens;

- Em média, o País tem 3,3 moradores por domicílio, ante 3,75 em 2000. No Norte, são 4,4, e no Sul, 3,1;

- A Região Sudeste continua sendo a mais populosa do Brasil, com 80.353.724 pessoas, embora tenha perdido participação na última década, de 42,8% para 42,1% da população brasileira;

- Entre os Estados, São Paulo lidera com 41.252.160 pessoas. Por outro lado, Roraima é o menos populoso, com 451.227 pessoas;

- Existem hoje no Brasil 23,7 mil pessoas com mais de cem anos.

O Censo visitou 67,6 milhões de domicílios. Os recenseadores não conseguiram realizar a entrevista em 901 mil. Nesses casos, foi usada metodologia para estimar o número de habitantes.

ESTADOS E REGIÕES

População em População em Crescimento (%)
2000 2010 2000-2010
Brasil 169.799.170 190.732.694 12,33
Região Norte 12.900.704 15.865.678 22,98
Rondônia 1.379.787 1.560.501 13,10
Acre 557.526 732.793 31,44
Amazonas 2.812.557 3.480.937 23,76
Roraima 324.397 451.227 39,10
Pará 6.192.307 7.588.078 22,54
Amapá 477.032 668.689 40,18
Tocantins 1.157.098 1.383.453 19,56
Região Nordeste 47.741.711 53.078.137 11,18
Maranhão 5.651.475 6.569.683 16,25
Piauí 2.843.278 3.119.015 9,70
Ceará 7.430.661 8.448.055 13,69
Rio Grande do Norte 2.776.782 3.168.133 14,09
Paraíba 3.443.825 3.766.834 9,38
Pernambuco 7.918.344 8.796.032 11,08
Alagoas 2.822.621 3.120.922 10,57
Sergipe 1.784.475 2.068.031 15,89
Bahia 13.070.250 14.021.432 7,28
Região Sudeste 72.412.411 80.353.724 10,97
Minas Gerais 17.891.494 19.595.309 9,52
Espírito Santo 3.097.232 3.512.672 13,41
Rio de Janeiro 14.391.282 15.993.583 11,13
São Paulo 37.032.403 41.252.160 11,39
Região Sul 25.107.616 27.384.815 9,07
Paraná 9.563.458 10.439.601 9,16
Santa Catarina 5.356.360 6.249.682 16,68
Rio Grande do Sul 10.187.798 10.695.532 4,98
Região Centro-Oeste 11.636.728 14.050.340 20,74
Mato Grosso do Sul 2.078.001 2.449.341 17,87
Mato Grosso 2.504.353 3.033.991 21,15
Goiás 5.003.228 6.004.045 20,00
Distrito Federal 2.051.146 2.562.963 24,95
AS CIDADES COM MAIOR E MENOR NÚMERO DE PESSOAS

FONTE: IBGE (CLIQUE A IMAGEM PARA AMPLIAR)

Email This Post Email This Post

Dados coletados pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística demonstraram que a parcela da população brasileira que possui plano de saúde aumentou entre os anos de 1998 a 2008, passando de 24,5% para 26,3%.

O estudo foi feito pelo IBGE em convênio com o Ministério da Saúde e divulgado hoje (31). Você acha que os planos de saúde atendem plenamente às necessidades da população? Já teve algum problema com seu plano de saúde? Comente.

Para conferir detalhes da pesquisa clique aqui

Email This Post Email This Post

Já se passaram quatro meses desde que a lei antifumo passou a valer em São Paulo. Desde então uma pesquisa feita pelo Incor – Instituto do Coração em 710 casas noturnas demonstrou que a saúde dos freqüentadores e funcionários melhorou nesse período.

Por causa do monóxido de carbono, um dos principais componentes presente na fumaça do cigarro, nosso organismo fica com menor oxigenação no sangue, que por consequência gera oxidação. A queda da substância no ar foi de cinco partes por milhão para uma, o que equivale à sensação de sair de um ambiente cheio de carros ligados para respirar o ar do Parque do Ibirapuera, por exemplo.

Confira na imagem abaixo uma comparação entre pesquisas realizadas pelo IBGE  de 1989 a 2008.

Divulgação - Clique para Ampliar

Divulgação - Clique para Ampliar

 

Ufa, que alívio né?

Se você ainda não deixou de fumar
esta esperando o que para tomar uma iniciativa?
Sua saúde e a sociedade agradecem e respiram aliviadas.

Email This Post Email This Post

Sempre que o assunto é saúde paramos para pensar quanto gastamos, quanto isso custa do nosso orçamento diário. Fora que cuidar da saúde, com consciência não significa um “rombo orçamentário” com medicamentos.

Agora quanto será que a saúde custa para o Brasil? Já parou para pensar nisso? Num quadro mais abrangente, saindo do seu bolso, o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – divulgou hoje, 9, uma pesquisa que mostra, só no ano de 2007 um gasto de 224,5 bilhões de reais, o equivalente a 8,4% do PIB – Produto Interno Bruto do país. Confira na imagem abaixo, parte da pesquisa do IBGE, o consumo final por setor entre os anos de 2005 e 2007.

Divulgação IBGE - Clique para Ampliar

Divulgação IBGE - Clique para Ampliar

 

Esses números devem ser vistos como investimento. Em países desenvolvidos, membros da OCDE – Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico – os gastos em saúde cobertos pelo governo chegam a 70%, sobrando apenas 30% para as famílias.

No Brasil essa proporção é de 41,6% para 57,4%. O Blog da Saúde acompanha e torce para que num futuro próximo a situação mude e se equipare com a dos países mais desenvolvidos.

 

 

“Você também faz parte dessa missão. Cuide de sua saúde e mantenha hábitos saudáveis.”

Email This Post Email This Post

Se o aumento da expectativa de vida dos brasileiros aumentou significa que mudanças no planejamento da saúde  devem acontecer. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE apresentam 40% dos óbitos em decorrência de doenças cardiovasculares, estimativa que respondeu por 12% na década de 50.

Este aumento se deve principalmente ao avanço de doenças crônicas e mais complexas, que, consequentemente custam mais caro aos sistemas de saúde por conta da complicação e durabilidade dos tratamentos. Pesquisadores do IBGE alertaram em entrevista à Folha de São Paulo sobre a importância do sistema público de saúde estar preparado para atender à demanda de idosos.

Evolução das Doenças Crônicas

Década de 50

- Óbitos por moléstias infectocontagiosas: 40%;

- Óbitos por doenças cardiovasculares: 12%.

Dados Atuais

- Óbitos por moléstias infectocontagiosas: Menos de 10%;

- Óbitos por moléstias cardiovasculares: Próximo a 40%.

Mudanças
Mesmo no cenário atual mudanças continuam a acontecer. As doenças cardiovasculares, no período de 1996 à 2005 tiveram queda de 36,5%, enquanto que os cânceres evoluíram de 13,3% para 16%. Gênero e classe social também são fatores relevantes para as mudanças. Cerca de 80,2% da mulheres são vítimas de doenças crônicas, enquanto que os homens respondem por 69,3%. Entre os 20% mais pobres da população ela atinge 69,9%.

Para ter acesso à pesquisa completa realizada pelo IBGE clique aqui

*Com informações da Folha de São Paulo

Email This Post Email This Post