Posts do Twitter para medir o humor
julho 22, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Você é o que você escreve?
Redes sociais, entre outras inúmeras funções, acabam por mostrar as opiniões, desejos e sentimentos pessoais sobre determinado assunto ou sobre o momento da vida em que se encontra.
Porque é impossível não colocar a individualidade ao escrever na rede. Para pesquisadores dos EUA, os tweets (post de no máximo 140 caracteres) serviram para criar o mapa de humor do país baseado nas mensagens digitadas.
Curiosamente, os resultados mostram que a costa oeste é mais feliz que a costa leste e o pico de felicidade dos Estados Unidos ocorre nos domingos de manhã e a maior queda acontece quintas à noite (?).

O humor dos americanos usuários de Twitter dividido por Estado ao meio-dia e às 23h. O tamanho do Estado reflete seu n° de usuários do microblog. Cor: vermelho = menos feliz; verde = mais feliz)
Para chegar a tal mapa, todas as mensagens de perfis públicos foram analisadas entre setembro de 2006 e agosto de 2009. Através de um filtro, separaram as palavras em um ranking.
O ranking avalia palavras negativas e positivas contidas na mensagem e cria um ‘placar de humor’. Por exemplo, as palavras “diamante”, “amor” e “paraíso” indicariam mais felicidade, enquanto as palavras “funeral”, “estupro” e “suicídio” indicariam menos felicidade.
Dados cruzados e o que se vê é o placar de humor médio de todos os usuários de cada Estado a cada hora. O tamanho dos Estados foi alterado conforme o número de usuários do twitter vivendo lá; quanto maior, mais adeptos.
Possível falha
O contexto da frase não é capturado pelo método. Se estiver escrito “Não estou feliz”, o método contaria a mensagem como positiva devido à presença da palavra “feliz”.
Apesar disso, os pesquisadores ao observarem regiões individuais, notaram que o humor da costa oeste segue o mesmo padrão da costa leste, com um atraso de 3 horas, indicando que cada costa experimenta as mesmas variações de humor ao longo do tempo.
A pesquisa foi realizada pela Universidade Northeastern em Boston e publicada no periódico New Scientist.
Como seria o mapa de humor do Brasil?
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julho 21, 2010 por Blog da Saúde
Em: Destaque, Saúde Mental
Costuma-se dizer que o mundo fica cinza quando se está deprimido. Um novo estudo indica que essa metáfora acontece de verdade.
Pesquisadores da Universidade de Freiburg, na Alemanha, verificaram que a depressão dilui o contraste entre o branco e o preto e então, tudo fica realmente cinza.
Eles analisaram as respostas elétricas da retina de pessoas que sofriam de depressão e outras em estado normal. É através da retina que os sinais luminosos são transformados em impulsos elétricos enviados ao cérebro.
Os pacientes deprimidos apresentaram menor contraste do que quem não sofre do problema. Entre aqueles com sintomas mais graves de depressão, a resposta da retina foi ainda mais frágil.
O poder das cores
Dizem que nos vestim
os conforme nosso humor. É a diversidade de cores que produz o bem-estar. Neurocientistas têm se intrigado com as reações do nosso corpo perante o estímulo causado pelos tons.
O efeito sobre nós é tanto subjetivo como objetivo, já que pode ser influenciado por aspectos culturais, emocionais e por questões individuais. Para mostrar o lado objetivo, estudos mostram que é possível decodificar reações fisiológicas mensuráveis.
Um bom exemplo está na cor vermelha. Ao permanecer em exposição intensa a essa cor vibrante, a pressão arterial sobe – uma reação de excitação, que pode indicar tanto alegria quanto perigo.
Em crianças muito pequenas, o que surte mais efeito são as cores vivas, pelas quais são estimulados já que a visão não está totalmente desenvolvida.
Você acredita que o humor pode ser influenciado pelas cores? Comente.
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julho 6, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Mental
Vários aspectos da vida estão intimamente relacionados às mudanças ocorridas nas estações do ano, também chamadas de sazonalidades.
As alterações no clima, tempo e temperatura, por exemplo, influenciam a moda, a culinária, a agricultura e, inclusive, o humor. Durante o inverno, considerada a estação mais fria e escura do ano, é normal que ocorram alterações em nosso humor, sono e apetite.
É comum que no inverno as pessoas sintam mais vontade de comer comidas fortes, doces e carboidratos; que prefiram ficar dormindo – os conhecidos “cinco minutinhos a mais” – e até que sintam menor disposição para realizar atividades.
O importante é entender que cada um de nós vivencia as mudanças relacionadas ao inverno de forma diferente. Algumas pessoas são tão influenciadas por essas alterações que podem enfrentar problemas em seu dia-a-dia.
Nesta época do ano, a depressão de inverno ou sazonal, atinge grande parte da população, em geral, mais mulheres do que homens – a proporção é de quatro para um, respectivamente. A falta de luz solar pode ser apontada como um dos principais fatores para o problema.
O principal sintoma da depressão de inverno não é a tristeza, como muitos acreditam, mas a distorção no modo de ver as coisas. É como se tudo ficasse “cinza”. Até mesmo as atividades que causavam prazer perdem o significado. Segundo Praschak-Rieder e Willeit, do Centro de Saúde Mental da Universidade de Toronto, Canadá, a diminuição da quantidade de serotonina no cérebro (neurotransmissor que regula o humor, o sono e o apetite) pode estar relacionada a um baixo estado de ânimo.
Nesta época do ano, fique atento na forma como você está encarando os desafios do dia-a-dia, a sua relação com a família e com os amigos!
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maio 13, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Todos nós ao longo de nossas vidas passamos por experiências que nos deixam felizes ou tristes. Se por vezes os momentos desagradáveis nos servem de apoio e estímulo para seguir adiante, outras, dependendo de como recebemos podem nos acometer à depressão. Uma coisa é estarmos tristes e outra é permanecermos por um longo período de tempo melancólicos e com falta de esperança. Segundo artigo institucional do Hospital Israelita Albert Einstein, o diagnóstico é feito basicamente pela história do paciente. Pode ser causada por uso contínuo de determinadas medicações, males associados e questões ambientais. Não leve tudo tão a sério. Lembre-se sempre que seu bem maior é você mesmo. Para ler o artigo completo citado no post clique aqui
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