25°C | Curitiba, Paraná | 05 / 02 / 2012
Ocultar

Novas infecções pelo HIV foram reduzidas em 21% desde 1997

O novo relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) traz boas notícias, mas evidencia que ainda há muito a ser melhorado.

De acordo com o UNAIDS e as estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), quase metade das 14,2 milhões de pessoas elegíveis para o tratamento em países de baixa e média renda tiveram acesso à terapia antirretroviral em 2010, um aumento de 1,35 milhões desde 2009. Com certeza, os números refletem o avanço mundial em combater a doença, mas este último dado mostra que metade dos infectados ainda ficam sem o tratamento em países de baixa e média renda.

Os benefícios do antirretroviral

Como o tratamento contínuo reduz a carga viral de uma pessoa vivendo com HIV a níveis praticamente imperceptíveis, e também o risco de transmitir o vírus para um parceiro não infectado, estudos recentes mostram que o tratamento pode ser até 96% eficaz na prevenção da transmissão do HIV entre casais sorodiscordantes para o HIV.

Portanto, tem impacto significativo na redução do número de novas infecções.

Tratamento com antirretrovirais evitou 2,5 milhões de mortes desde 1995

Desde 2005, os óbitos relacionados à doença diminuíram de 2,2 milhões para 1,8 milhões em 2010. Cerca de 2,5 milhões de mortes são estimadas de terem sido evitadas em países de baixa e média renda, devido ao maior acesso ao tratamento de HIV desde 1995.

Investimentos inteligentes

O UNAIDS elaborou um novo plano referencial de investimentos para a Aids que está focado em alto impacto, baseado em evidências e em estratégias de alto valor.

O marco referencial é baseado em seis atividades do programa essencial: intervenções focalizadas para as populações com maior risco de infecção (particularmente trabalhadoras(es) do sexo e seus clientes, os homens que fazem sexo com homens e usuários de substâncias injetáveis), a prevenção de novas infecções pelo HIV em crianças; a promoção de práticas mais seguras, promoção e distribuição de preservativos; maior acesso a tratamento, assistência e apoio para pessoas vivendo com HIV, e oferta de serviços de circuncisão médica masculina voluntária em países com alta prevalência de HIV.

Para reduzir rapidamente a novas infecções pelo HIV e para salvar vidas, o relatório Global do UNAIDS de 2011 do Dia Internacional da AIDS destaca que a responsabilidade compartilhada é primordial.

Segundo a ONU, no final de 2010 foram estimados:

•    34 milhões de pessoas no mundo vivendo com HIV;
•    2,7 milhões de novas infecções por HIV;
•    1,8 milhões de pessoas morreram de doenças relacionadas à Aids.
•    Quase a metade das pessoas (47%) com indicação de terapia antirretroviral estão em tratamento.

Mulheres e crianças

•    As mulheres são mais afetadas na África Subsaariana (59% de todas as pessoas vivendo com HIV).
•    Em 2010, 48% das gestantes vivendo com HIV recebiam esquemas eficazes de medicamentos para prevenir novas infecções por HIV entre crianças.
•    Em 2010, cerca de 390 mil (340 a 450 mil) crianças nasceram com HIV comparado com o pico de 560 mil (500 a 630 mil) em 2002.
•    Os óbitos relacionados à Aids entre crianças com menos de 15 anos diminuíram em 20% entre 2005 e 2010.

O Dia Mundial da Aids é comemorado no dia 1° dezembro e tem o intuito de prevenir, alertar e mostrar os avanços em relação à doença. Acesse aqui o relatório global.

Email This Post Email This Post

O hospital Emílio Ribas, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, referência em infectologia, abre recrutamento de pacientes com HIV para avaliar uma nova droga que poderá ajudar aqueles que não estão reagindo ao tratamento atual.

O processo de seleção dos voluntários para participar desta pesquisa se estenderá até o mês de janeiro de 2012.

Quem pode participar

Pacientes com HIV, maiores de 18 anos, e que apresentam multiplicação do vírus, mesmo com o uso correto dos medicamentos convencionais. Ou seja, que apresentam resistência do vírus HIV aos atuais antirretrovirais, e que ainda não usaram medicamentos inibidores da integrase, como o Raltegravir.

As vagas são limitadas. Os pacientes interessados devem levar exames recentes e procurar a equipe do hospital-dia do Emílio Ribas, no 2º andar da unidade, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (11) 3896-1285 /  3896-1213 / 3085-7059.

O hospital estadual Emílio Ribas fica na avenida Dr. Arnaldo, 165, Cerqueira César, zona oeste da capital paulista.

Email This Post Email This Post

A distribuição, o comércio e uso de alguns lotes do medicamento Lamivudina 10mg, solução oral, foram suspensos em todo o país pela a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A medida vale para os seguintes lotes: 0208, 0209, 0210, 0233, 0234 e 0242.

O Ministério da Saúde constatou problemas com o aspecto do fármaco, produzido pela empresa Indústria Química do Estado de Goiás (Iquego), e repassou à Anvisa, que suspendeu o produto.

A Lamivudina é um agente antiviral com ação sobre o vírus da imunodeficiência humana tipo 1 (HIV-1) e tipo 2 (HIV-2).

A suspensão tem validade imediata após divulgação da medida no Diário Oficial.

As pessoas que já adquiriram algum produto dos lotes com problema devem interromper o uso, recomenda a Agência.

Fonte: Anvisa
Email This Post Email This Post

Se você é jovem, tem entre 15 e 29 anos, e gostaria de criar e moldar a nova estratégia das Nações Unidas sobre a juventude e a AIDS, eles apostam em você. Através de um projeto colaborativo online, que vai usar várias plataformas das mídias sociais, a ideia é desenvolver novas políticas para combater a pandemia.

O projeto, CrowdOutAIDS.org, funcionará por um período de dois meses em que qualquer jovem (dentro da faixa etária citada) poderá participar.

Eles acreditam que as novas gerações não devam ser apenas destinatários das mensagens passadas, mas sim atores e criadores da mudança.

Os participantes poderão usar suas próprias redes sociais como Facebook, Twitter, Orkut e blogs pessoais para espalhar o projeto e, em seguida, discutir suas ideias, através de fóruns online e outras plataformas colaborativas como o ‘Google Docs’.

Sobre

Todo dia, 3.000 jovens se infectam com HIV e grande parte dos 5 milhões de jovens vivendo com a doença não têm acesso ao tratamento.

Para mudar isso, UNAIDS precisa de uma nova abordagem sobre o tema. São 4 passos principais:
1.    Passar as informações online aos jovens
2.    Mostrar seu conhecimento e priorizar ações
3.    Encontrar soluções
4.    Desenvolver ações coletivas contra o HIV

Em junho de 2011, os líderes mundiais comprometeram-se com metas ambiciosas focadas na Aids para 2015. A menos que uma nova geração de jovens intensifiquem-nas, esses objetivos não serão alcançados.

Os jovens podem resolver os desafios de hoje na resposta à doença.

Email This Post Email This Post

Imagem: Nature

Três gatos geneticamente modificados para resistir ao Vírus da Imunodeficiência Felina (FIV) abriram novos caminhos para pesquisas sobre AIDS. Até aí, tudo bem. Mas o mais estranho desse experimento, é que os animais resistem à forma felina do HIV, o FIV,  porque brilham no escuro.

Os gatos, chamados GM, agora com um ano de idade, têm um brilho verde fantasmagórico sob luz ultravioleta, isso porque eles têm recebido um gene que fabrica uma proteína fluorescente verde (normalmente produzida pela água-viva Aequorea victoria).

Os estudos foram feitos nos EUA, na Clínica Mayo, em Rochester, Minnesota. Os pesquisadores, liderados pelo doutor Eric Poeschia, inseriram o gene que produz a fluorescência ao lado do gene antiviral para rastrear as células, as deixando fáceis de identificar no microscópio ou se aplicada luz direta no animal.

A pesquisa também pode ajudar os veterinários a combater o vírus, que mata milhões de gatos selvagens a cada ano e também infecta grandes felinos, incluindo leões.

Proteção aos humanos

Até então, os pesquisadores demonstraram que as células dos gatos são protegidas de FIV. E agora eles esperam injetar o vírus nos animais para verificar se eles são realmente imunes.

Ao injetar o gene nos gatos, a equipe espera oferecer  ao animal proteção à AIDS felina. Esse estudo poderá ajudar os pesquisadores a desenvolver e testar abordagens semelhantes para proteger os humanos da infecção por HIV.

Segundo Poeschla, os gatos têm claramente o gene protetor em todos os seus tecidos, incluindo os gânglios linfáticos, timo e baço. “Isso é crucial porque é onde a doença realmente acontece, e onde se vê a destruição de células T, alvo de HIV em humanos”, explica o pesquisador.

A pesquisa irá beneficiar humanos também, pois, conforme o líder do estudo: “Uma das melhores coisas sobre esta pesquisa biomédica é que ela tem como objetivo beneficiar tanto a saúde humana quanto a saúde felina. Se pudermos mostrar que o resultado pode proteger esses animais, ele nos dará muitas informações sobre como proteger humanos”.

Não é a primeira vez que esse tipo de experiência é feita, mas o novo método é muito mais eficiente e versátil do que as técnicas anteriores.

Porém existem dúvidas se os gatos irão substituir os macacos na pesquisa do HIV. Porque o SIV nos primatas é muito mais estreitamente relacionado ao HIV, o que traria a relação simples para tirar conclusões sobre os humanos. Via NewScientist.

Fonte: Nature

Email This Post Email This Post

É a primeira vez que um estudo mostra que a implementação desse procedimento é eficaz em nível comunitário na prevenção da Aids.

O estudo, do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), realizado no município de Orange Farm, na África do Sul, mostrou uma redução de 55% na prevalência do HIV e uma redução de 76% na incidência do HIV em homens circuncidados.

Para que fique claro, prevalência mede quantas pessoas estão doentes; incidência mede quantas pessoas tornaram-se doentes. Ambos os conceitos envolvem espaço e tempo – quem está ou ficou doente num determinado lugar numa dada época.

Aumento da prática

Durante o estudo, serviços de circuncisão gratuitos oferecidos a todos os homens com mais de 15 anos de idade resultaram em 20 mil circuncisões ao longo de um período de três anos, em Orange Farm, que tem cerca de 110 mil habitantes.

O UNAIDS destacou que muitos países africanos apoiam fortemente o aumento da circuncisão masculina. O Quênia assumiu a liderança, proporcionando a circuncisão masculina voluntária para 290 mil homens nos últimos três anos, principalmente na província de Nyanza.

O Governo da Suazilândia, que tem a maior taxa de prevalência do HIV no mundo – 26% dos adultos com idades entre 15 a 49 anos – lançou recentemente um plano para oferecer a circuncisão médica masculina voluntária a 152.800 homens nessa faixa etária.

Métodos combinados

“Para atingir o objetivo de zero novas infecções pelo HIV, o UNAIDS recomenda fortemente uma combinação de métodos preventivos do HIV, que incluem o uso correto e consistente de preservativos masculinos e femininos; espera para iniciar a vida sexual; menos parceiros; circuncisão médica masculina; e garantia que o máximo de pessoas possível com necessidade de terapia antirretroviral tenham acesso a esta”, destaca a agência.

Todas as informações foram divulgadas pela ONU Brasil.

Email This Post Email This Post

Quem desenvolveu o novo exame foi a equipe do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fiocruz. O teste confirmatório será distribuído pelo Ministério da Saúde na rede pública a partir do segundo semestre de 2011.

Os testes usados atualmente também são rápidos. A diferença é que se der soropositivo, a pessoa precisa esperar a confirmação do diagnóstico por outro exame, o que pode levar a quase um mês.

Com margem mínima de erro, o imunoblot rápido DPP® HIV 1/2, como é chamado, garante vários benefícios aos portadores da doença, que vão da agilidade no diagnóstico ao desempenho em termos de sensibilidade e especificidade. É possível fazer o diagnóstico e a confirmação ao mesmo tempo.

O novo teste tem custo cinco vezes menor. O registro foi concedido pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) em setembro de 2010.

O gerente do Programa de Desenvolvimento de Reativos de Biomanguinhos/Fiocruz, Antônio Ferreira, ressalta que, quanto mais rápido se tem o diagnóstico, melhor pode ser o tratamento do soropositivo. Quase metade da mortalidade por Aids no Brasil tem relação com a demora para iniciar o tratamento.

Aids no Brasil

A Aids, doença que se manifesta após a infecção do organismo pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), foi identificada no Brasil há quase 30 anos.

O primeiro caso foi registrado em 1982, em São Paulo. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 1987 havia 2.775 casos da doença no país. Nesse contexto, uma equipe de pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz, coordenada pelo imunologista Bernardo Galvão, isolou pela primeira vez na América Latina o vírus HIV-1, dando visibilidade à pesquisa da Fundação.

Após mais de duas décadas, o programa nacional é referência mundial e distribui, gratuitamente, preservativos e medicamentos à população brasileira.

O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) fornece drogas antirretrovirais para Aids; há redes de monitoramento da resistência de pacientes à terapia que garantem a eficácia do tratamento e o aumento da sobrevida de soropositivos; e são feitos estudos para desenvolver vacinas e novos esquemas terapêuticos.

Segundo dados do Ministério da Saúde, estima-se que 630 mil pessoas estejam vivendo com Aids no Brasil, atualmente. Em 85% dos municípios haveria pelo menos um caso.

Email This Post Email This Post

Em 2010, número de contatos ao serviço estadual foi 60% maior no período pós-folia; testes de HIV também aumentam. Não deixe para procurar informação sobre o assunto só depois do carnaval.

A procura de paulistas com dúvidas sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis e locais que fazem testes de HIV chega a crescer 60% logo após o Carnaval. É o que aponta balanço da Secretaria de Estado da Saúde com base nos dados do Disk-Aids, serviço telefônico gratuito para orientações à população.

Em janeiro de 2010, foram registrados 405 atendimentos. No período de um mês após o carnaval naquele ano, o número de atendimentos subiu para 659.

No Centro de Referência em DST/Aids, unidade estadual na zona sul de São Paulo, também foi registrado, no ano passado, aumento de 39% no número de pessoas que fizeram o teste de HIV após o Carnaval: de 336 em janeiro para 467 em março.

“O aumento na procura pelo Disk-Aids e pelos testes demonstra a importância de se divulgar esses serviços. Com orientação, a pessoa consegue ter um encaminhamento correto para cada situação vivida” explica Maria Clara Gianna, diretora do Centro de Referência e Treinamento em DST/AIDS.

Sobre o serviço

O Disque DST/Aids é um serviço de utilidade pública oferecido pela Secretaria de Estado da Saúde desde 1983. Foi o primeiro serviço desta natureza na América Latina e a primeira resposta governamental para o enfrentamento da epidemia no início da década de 80.

Desde 1998 o serviço Disque DST/Aids passou a ser um canal gratuito (0800 16 25 50) de escuta, acesso à informação, orientação e aconselhamento sobre práticas de sexo seguro, serviços especializados para realização de teste anti-HIV e instituições governamentais e não governamentais que atuam na defesa dos direitos dos portadores de DST/HIV/Aids.

O serviço funciona de segunda a sexta-feira das 8h às 18h. Não haverá atendimento durante o feriado de Carnaval. O serviço retorna ao meio-dia da quarta-feira, 9 de março.

Prevenção será sempre a melhor forma de combater doenças. Use preservativo!

Email This Post Email This Post

Três laboratórios russos se juntaram para desenvolver a vacina considerada a mais efetiva até o momento contra o vírus da AIDS.

A efetividade chegou a 30% nos testes, se o paciente receber seis doses anuais, o que pode salvar um milhão de vidas ao ano, segundo o Departamento de Aids do Instituto de Imunologia da Rússia.

O trabalho conjunto dos três laboratórios acelerará o estudo e simplificará o processo. Por volta de 500 portadores do HIV foram selecionados para participar dos testes de laboratório.

Os responsáveis afirmam que, por enquanto, só uma dose contra o HIV desenvolvida nos Estados Unidos e provada na Tailândia demonstrou efetividade relativa.

Últimos dados sobre infectados pelo HIV, segundo ONU

Boas notícias: em 2009, o número de pessoas que contraíram o vírus caiu em 20% em relação há 10 anos, com o total de 2,6 milhões de novos infectados.

O novo relatório das Nações Unidas revela que o número de novos casos de contaminação com o vírus da Aids está diminuindo.

O que foi feito

Em 2009, a Aids matou 1,8 milhão de pessoas, 300 mil a menos que em 2004. O diretor-executivo do Unaids, Michel Sidibe, disse que os investimentos em prevenção e tratamento estão dando certo, mas ainda há muito trabalho a ser feito.

O Unaids informou que a quantidade de pessoas tratadas com antirretrovirais passou de 700 mil em 2004 para 5 milhões em 2009. Outra razão para a redução de casos é o uso de preservativos nas relações sexuais.

Mundo

Em todo o mundo, cerca de 33,3 milhões de pessoas estão vivendo com o HIV. O índice de novas infecções diminuiu ou estabilizou-se em pelo menos 56 países. A África Subsaariana continua sendo a área mais afetada pelo vírus, com cerca de sete em cada 10 novas contaminações.

No Brasil, a prevalência entre adultos continua menor que 1%, por causa do tratamento com antirretrovirais e campanhas de prevenção.

Essas informações são do documento publicado pelo Programa Conjunto da ONU sobre HIV/Aids, Unaids, e a Organização Mundial da Saúde, OMS.

Email This Post Email This Post

Em lugares muito pobres, como a África, Ásia e até mesmo partes remotas do Brasil, o acesso à saúde não é nem precário, e sim, inexistente.

Por falta de recursos e diagnóstico, pessoas chegam até a morrer sem antes descobrir qual doença têm. Além disso, o acompanhamento laboratorial também é muito caro.

Uma nova técnica está em alta e pode se tornar o mecanismo ideal para diagnósticos de baixo custo: exames médicos com papel.

Imagem Popsci

Como funciona

A simplicidade é um dos fatores que mais chama atenção nesse método apresentado pelo Dr. George Whitesides – chamado de diagnóstico para todos.

O mini papel é capaz de diagnosticar malária, AIDS, tuberculose e outras doenças, ao entrar em contato com uma gota de sangue do paciente. Então os reagentes presentes em cada parte do papel entram em ação deixando o papel colorido de acordo com o respectivo problema, como na foto.

O interessante é que os corantes são pigmentos comuns, como tintas de impressora, o que permite manter os custos de produção bem baixos – por volta de um centavo de dólar cada teste.

O exame pode ser realizado pela própria pessoa, em casa, sem a necessidade de um profissional. Há ainda a possibilidade de enviar uma foto do teste por e-mail ou celular para o médico e ele avaliar desta maneira.

Espera-se que com investimento necessário, o projeto se torne realidade o mais rápido possível. George acredita que os primeiros exames estarão disponíveis a partir do ano que vem.

Email This Post Email This Post

Versículo: “Pois tu formaste o meu interior tu me teceste no seio de minha
mãe. Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso
me formaste; as tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe
muito bem.” Salmos 139:13-14

Pensamento: Sou feito por Deus! Você foi feito por Deus. Assim como QUALQUER
pessoa foi feita por Deus, nós também fomos feitos por Deus. Ele
nos conhecia antes de qualquer pessoa. Ele tinha planos para nós
antes de nossos pais planejarem a nossa chegada. E Ele nos fez
bem!! Como sabemos disso? Olhe tudo que Deus fez!

Email This Post Email This Post

Planejamento é essencial. Existem datas e condições clínicas bastante específicas que portadoras de HIV devem seguir; como e quando as chances de transmissão do vírus diminuem na reprodução natural.

A informação e acompanhamento médico podem fazer toda a diferença para quem não tem acesso a outros métodos: em 2008, por volta de 3.000 mulheres soropositivas engravidaram e a maioria estava em tratamento com o antirretroviral, medicamento contra o vírus.

O Ministério da Saúde elaborou um documento para alertar que se a gravidez for bem planejada pelo casal na melhor fase clínica do tratamento da AIDS, o risco de contágio tanto para o bebê, como para o parceiro, não desaparece, mas chega a quase zero.

“Todas as brasileiras que queiram ter filhos os tenham em condições seguras para si e para seus bebês.”
José Gomes Temporão, ministro da Saúde

Quais são as condições necessárias? Não são poucas, mas possíveis. É preciso estar com o CD4 (células de defesa) elevado, carga viral indetectável, não ter outras doenças crônicas, não ter infecções do trato genital e planejar a data para quando estiver no período fértil.

Após a relação desprotegida, o documento recomenda que o parceiro sem o vírus tome os antirretrovirais como prevenção. Se a mulher for soropositiva, ela deverá continuar tomando o antirretroviral durante a gravidez, e o bebê também tomará no primeiro mês de vida. Fora isso, a criança não pode ser amamentada.

OMS

Recomendações da Organização Mundial da Saúde: No caso de a mulher ser HIV positivo e o homem não, a melhor opção é a autoinseminação. No caso do homem ter a doença, sugere-se a reprodução assistida.

O documento do Ministério quer atingir àqueles que não têm condições financeiras para os tratamentos, que são caros.

*Este artigo conta com informações da Folha de SP
Email This Post Email This Post

Agora virou moda! Desde o comentário “infeliz” do BBB Marcelo Dourado sobre a transmissão do vírus HIV, o Ministério da Saúde investigou e descobriu várias irregularidades e informações errôneas quando o assunto é AIDS.

Foram encontradas em algumas cartilhas, por exemplo, informações como:

Sintomas da AIDS

  • sapinho na boca e na garganta;
  • língua inchada;
  • diarréia durante mais de um mês;
  • perda da memória e da capacidade intelectual.

Bem, as informações acima poderiam – vejam bem – PODERIAM -  ser aceitas na década de 80, e não nos dias atuais. Ah, esqueci de dizer que entre os grupos de risco estão os tatuados e hemofílicos.

Gente, o assunto é sério e merece atenção. Disseminar informações ultrapassadas quando o assunto é saúde não é nada legal. Para Ivo Brito, um dos diretores de DST / AIDS do Ministério da Saúde:

“A informação é um dos pilares mais importantes para que as pessoas adotem práticas sexuais mais seguras. Quando a informação é segura e sem contradições, a assimilação é fácil. Mas, quando há materiais como esse gerando contrainformação, as pessoas ficam confusas e nosso trabalho é prejudicado”.

E para que os internautas do Blog da Saúde não se deixem enganar, lembramos que basta um clique para obter as informações e orientações corretas. Quer saber mais? Clique aqui!

Email This Post Email This Post

Recentemente falamos sobre a tuberculose. Um estudo realizado pela Fiocruz em parceria com instituição americana apontou que portadores do vírus HIV são os mais prejudicados com o diagnóstico de tuberculose.

Só no Rio de Janeiro, no período de um ano 32,4% das mortes de soropositivos foram devido à doença. O estudo também levantou que no Brasil o número de óbitos é maior devido à velha mania de procurar tratamento tarde demais.

No Brasil a média de novos casos de tuberculose por ano ultrapassa os 90 mil casos. Portanto, se você achava que bastava vacina BCG quando era bebê está enganado.

Tuberculose pega?
Sim. Ela pode ocorrer por meio das secreções respiratórias – tosse e espirro -  e por gotículas de saliva. Quem está contaminado elimina milhares de bacilos no ambiente ao tossir. Eles podem ser inalados por pessoas saudáveis e contaminá-las.

“Ao longo de nossa vida o melhor remédio para qualquer doença
é a visita regular ao médico e o cultivo dos bons hábitos.”

Email This Post Email This Post

Você sabe o que é transmissão vertical do HIV? É a transmissão da doença de mãe para filho. Dados do Fundo Mundial para a Luta contra a Aids, Tuberculose e Malária estimam que até 2015 a erradicação será possível.

Entre os anos de 2007 e 2008 o número de pessoas que recebem os antirretrovirais aumentou mais de 50%, de acordo com informações da ONU – Organização das Nações Unidas.

Com esse tipo de tratamento,  a chance de contaminação que antes era de 25% cai para 1% ou menos.


*Com informações da FSP.
Email This Post Email This Post

Cientistas interessados no desenvolvimento de princípios ativos de medicamentos de alto custo contra a AIDS terão incentivo financeiro para realizar as pesquisas. O anúncio foi feito pelo Secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Reinaldo Guimarães. O edital também tem apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia.

O dinheiro para as pesquisas será do Fundo Nacional da Saúde e Setorial de Saúde. De acordo com o secretário, “fazemos vários medicamentos, mas o princípio ativo vem de fora. Queremos empresas nacionais produzindo.”

*Com informações do jornal o Estado de São Paulo.
Email This Post Email This Post

Se você fosse capaz de mudar o futuro como Evan no filme “Efeito Borboleta” o que você mudaria?

O ser humano ainda não tem o mesmo poder da ficção, mas a ciência está provando a cada dia que pode mudar o futuro da medicina.

AIDS
Atualmente, cerca de 630 mil pessoas sofrem com a AIDS no Brasil. Campanhas de conscientização do uso da camisinha em relações sexuais são realizadas o tempo todo, e mesmo assim os casos não param de crescer no mundo.

Além disso, a cura ainda não foi descoberta pela medicina, somente um coquetel de remédios pode ajudar o soropositivo a prolongar o seu tempo de vida. Mas uma descoberta de cientistas americanos pode fazer com que no futuro seja diferente.

Antigamente, os cientistas achavam que os glóbulos brancos – que fazem parte do sêmen, junto com os espermatozóides e o plasma seminal – eram os responsáveis pela transmissão do vírus para o seu parceiro, pois são eles que costumam ser atacados pelo HIV que deposita seus genes no DNA dos glóbulos brancos.

Diante dos estudos, os cientistas descobriram que o transmissor do vírus são os RNAs– moléculas parecidas com o DNA – que ficam flutuando no sêmen. Elas que carregam o material genético do HIV. Isso foi comprovado através da comparação de genes das células presentes na vesícula seminal com os glóbulos brancos da corrente sanguínea, que possuíam uma pequena diferença.

Como os cientistas agora sabem qual parte do sêmen que transmite o vírus do HIV, eles poderão desenvolver vacinas e medicamentos que previnam a transmissão da AIDS.

“O futuro reserva muitas coisas boas, e a ciência mostra, através de suas descobertas, que
um mundo sem doenças não é impossível. Por enquanto faça a sua parte e previna-se!”

Email This Post Email This Post

O Blog da Saúde divulgou uma notícia sobre a rasteira que governo deu na autoridade que os pais têm sobre os filhos ao fazer um exame de HIV em alunos de escolas públicas do Maranhão sem consultar os responsáveis.

Segundo informações da Folha de São Paulo, a Secretaria de Saúde do Maranhão suspendeu a realização dos testes. Isso porque o Ministério Público do Estado se juntou à OAB e à Assembléia para pedir explicações sobre essa medida da Secretaria.

O caso será analisado em uma audiência com a Secretaria do Estado e essas entidades até amanhã.

“Será que o governo reviu seus conceitos e percebeu que a autoridade sobre os filhos
é só dos pais, ou eles pretendem continuar com os testes?” Comente.

Email This Post Email This Post

Próximo »