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Reavaliação de segurança da vacina contra H1N1

Um estudo finlandês faz com que a Organização Mundial da Saúde revise a segurança da vacina Pandemrix.

A pesquisa sugere que as crianças que receberam a imunização eram nove vezes mais propensas a contrair narcolepsia, um transtorno do sono capaz de fazer a pessoa dormir várias vezes ao dia sem motivo.

As investigações do Instituto Nacional de Saúde e Bem-estar da Finlândia (THL) começaram depois da detecção desta doença em 17 crianças finlandesas vacinadas com Pandemrix, fabricada pela GlaxoSmithKline, durante a última pandemia de gripe A H1N1.

O uso da vacina está interrompido na Finlândia até que se descubram os efeitos colaterais. Os cientistas acreditam que a causa seja uma combinação de fatores genéticos e ambientais, incluindo as infecções.

Dados

Entre 2009 e 2010, o Instituto diagnosticou 60 casos de narcolepsia em crianças e adolescentes finlandeses com idades entre 4 e 19 anos, dos quais 52 (quase 90%) haviam recebido a vacina Pandemrix.

A maior parte dos quadros de narcolepsia aparece em crianças entre 4 e 15 anos, enquanto não detectaram nenhum caso em menores de 4 anos nem em jovens maiores de 19 anos.

Além da Finlândia, até o momento Suécia e Islândia detectaram aumento anormal de casos de narcolepsia infantil possivelmente relacionado à vacina Pandemrix, embora estejam realizando estudos adicionais em outros nove países da União Europeia.

Os cientistas detectaram que as pessoas infectadas pela gripe suína desenvolveram uma resposta imune incomum e incrível.

Elas acabaram produzindo anticorpos capazes de protegê-las de todas as cepas sazonais da gripe H1N1 da última década, da cepa mortal da gripe espanhola de 1918 e mesmo de uma cepa da gripe aviária H5N1.

A esperança é de que os cientistas se aproximem de uma vacina universal da gripe baseada nestes estudos, capaz de proteger as pessoas durante anos ou quem sabe por toda a vida.

Cientistas da Universidade de Chicago começaram a produzir os anticorpos em 2009 a partir de nove pessoas infectadas na primeira onda de gripe suína, antes do desenvolvimento da vacina contra o H1N1. A esperança era desenvolver uma forma de proteger os funcionários da saúde, que acabou culminando com a descoberta.

Testes com esses anticorpos em ratos indicaram que os animais estavam totalmente protegidos de uma dose de gripe que poderia ser letal. O estudo foi divulgado no Journal of Experimental Medicine.

*via Reuters

O alerta global da gripe A H1N1 foi suspenso no meio de 2010 pela Organização Mundial da Saúde, um ano após ter sido declarado. Com um balanço final de 19 mil mortos, foi muito menos mortal do que a gripe comum.

Em pouco mais de um ano, o vírus se propagou em grande velocidade, atingindo 214 países. O alerta mundial gerou muito pânico e os governos gastaram grandes quantias para obter os remédios (dois antivirais) e vacinas contra a proliferação da doença.

No entanto, o impacto real do vírus foi muito mais leve que o registrado anualmente pela gripe sazonal comum: por ano, mata cerca de 500 mil pessoas no mundo.

Reação mundial

Após manter o nível de alerta pandêmico durante 14 meses, a OMS declarou em agosto que a situação já estava fora de perigo. Mas alguns países acabaram estocando grande quantidade de medicamentos e vacinas.

Foram destruídas milhões de doses por terem passado da data de validade.

O custo da campanha de vacinação nos EUA foi de pelo menos US$ 260 milhões. No México, as informações oficiais cifram em US$ 354 milhões , na França foramdestinados para este fim 870 milhões de euros, o que a permitiu adquirir 94 milhões de doses, das quais somente 5 milhões foram utilizadas.

Em 2011 sairá o relatório dos especialistas da OMS para esclarecer como a organização lidou com a crise da gripe A e, sobretudo, se houve equívocos ao lidar com a doença.

O Brasil registrou 99 mortes e 773 casos de influenza A (H1N1) nos oito primeiros meses do ano, contabilizados até o dia 4 de setembro.

De acordo com o último boletim da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, as mulheres de 10 a 49 anos de idade são as principais vítimas da gripe suína. Entre as mortes, 67 foram do sexo feminino – metade estava grávida.

A Região Norte foi o local com maior índice de mortes confirmadas em decorrência da doença: 44.

Segundo o ministério, 59 mortes e 1.204 casos permanecem sob investigação.

Em 2009, 2.051 pessoas morreram em decorrência da gripe H1N1 no Brasil.

Fim da pandemia

Como informou o Blog da Saúde, em agosto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou o fim da pandemia de influenza A (H1N1), que matou mais de 19 mil pessoas em todo o mundo.

A redução no nível de alerta significa que o vírus continua circulando, mas junto com outros vírus e em intensidade diferente em cada país.

Este ano, durante quatro meses, o Ministério da Saúde promoveu uma campanha nacional de vacinação contra a gripe suína. Mais de 90 milhões de brasileiros foram imunizados, segundo dados oficiais.

As secretarias de Educação e Saúde da cidade do Rio de Janeiro vão fazer um mutirão para vacinar professores da rede pública contra a influenza A (H1N1) – gripe suína. O objetivo é imunizar os 30 mil professores que trabalham em sala de aula.

De acordo com a Secretaria de Educação, a campanha deve começar na próxima semana para evitar a transmissão da gripe. As vacinas serão aplicadas nas próprias escolas ou, em alguns casos, nas coordenadorias regionais de Educação.

OMS decreta fim da pandemia

A Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou hoje (10) o fim do alerta de pandemia de gripe suína.

Os especialistas advertiram que o mundo entra agora na fase de pós-pandemia. A mudança de status foi causada por uma série de análises sobre riscos de contaminação feitas em vários países, como vem acompanhando o Blog da Saúde.

A advertência, no entanto, é que o vírus influenza H1N1 assume o comportamento da gripe sazonal e que não foi extinto.

As ações continuam

O fim do alerta de pandemia não deve levar à suspensão das atividades de vigilância e combate ao vírus, afirmam especialistas.

Experiências anteriores indicam que é esperado que o H1N1 continue a circular como um vírus sazonal.

Os grupos de risco incluem crianças, mulheres grávidas e pessoas com problemas respiratórios ou com doenças crônicas – como asma e diabetes.

A diretora-geral da OMS, Margareth Chan, alertou que as pandemias têm características próprias, como a imprevisibilidade. “As pandemias são imprevisíveis e propensas a oferecer surpresas. Não há duas pandemias iguais. Essa pandemia acabou sendo mais afortunada em relação ao que se temia há um ano”, disse

Segundo Chan, a sorte contribuiu com a saúde mundial: o vírus não se transformou, durante a pandemia, em uma forma mais letal e a resistência generalizada ao oseltamivir (substância antiviral para o tratamento da nova gripe) não se desenvolveu.

Gripe H1N1: Queda no número de casos graves e mortes em todo Brasil

Análise preliminar do Ministério da Saúde, com os números parciais da gripe H1N1 (gripe suína) no Brasil, aponta que o número de casos graves e de morte causadas pela doença no Brasil caiu entre março e julho, em todas as regiões do país.

De 1º de janeiro a 17 de julho deste ano, foram notificados 727 casos de pessoas que precisaram de internação e 91 mortes.

O número de mortes também diminuiu: foram 11 entre 21 e 27 de fevereiro e nenhuma entre 4 e 17 de julho. Para o governo, a redução é resultado direto da vacinação de 88 milhões de pessoas contra a gripe pandêmica, entre 8 de março e 2 de junho.

Para se ter idéia, os 88 milhões de vacinados equivalem à população da Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Peru, juntos.

Fonte: Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

Comparação

No entanto, ainda não é possível comparar o número de casos e óbitos entre 2009 e 2010, por dois motivos: o novo vírus surgiu no mundo em abril do ano passado e o impacto dele no sistema de saúde só foi percebido na última semana de julho e nas duas primeiras de agosto de 2009.

Os números são parciais, sujeitos a alterações. A atualização do banco de dados é feita pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.

Prevenção

Com o país ainda no inverno, a população deve ficar atenta, pois é nessa época do ano que costumam aumentar os casos de doenças respiratórias transmissíveis, como gripes e resfriados.

A queda de temperatura, o ar mais seco e a maior concentração de pessoas em ambientes fechados favorecem a circulação dos diversos tipos de vírus respiratórios, como os vírus influenza, que causam gripe – tanto a gripe comum (influenza sazonal) quanto a gripe H1N1 (influenza pandêmica).

Portanto, a população deve reforçar os hábitos de higiene (como lavar as mãos frequentemente e usar lenços descartáveis ao tossir e espirrar) e ter atenção especial com crianças e idosos.

Ao surgirem sinais de gripe ou resfriado, como febre, tosse, dor de cabeça e nas articulações, as pessoas não devem tomar remédios por conta própria (pois eles podem mascarar sintomas e dificultar o diagnóstico) e devem procurar o serviço de saúde mais próximo.

O Ministério informou que vai continuar o monitoramento da gripe H1N1.

Leia mais sobre a gripe H1N1:

- Gripe suína: OMS mantém alerta máximo de pandemia

- Influenza H1N1 – Pandemia anunciada pela OMS

- Influenza A H1N1 – Evolução da pandemia é imprevisível

- Influenza A H1N1 – Tire suas dúvidas

O Comitê de Emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu manter o nível máximo de alerta pandêmico para a gripe A (H1N1), o nível 6.

A confirmação foi feita pelo porta-voz do órgão, Gregory Hartl, em entrevista coletiva. Ele informou que o comitê não vai se reunir esta semana como estava previsto.

O porta-voz do órgão ressaltou que ainda é prematuro fazer uma nova avaliação do status pandêmico da doença. O órgão está avaliando a forma como o vírus da gripe suína se comporta durante todo o inverno no Hemisfério Sul.

Em 11 de junho do ano passado foi declarada a primeira pandemia do século 21 em razão da rápida propagação geográfica e de receios de possíveis mutações do vírus.

O último balanço da OMS apontou que o vírus da gripe suína já matou 18.337 pessoas desde seus primeiros registros, em abril de 2009, na América do Norte.

O Nupeq (Núcleo de Pesquisas em Geriatria Clínica e Prevenção) da Unifesp busca voluntários para um estudo que vai desenvolver uma nova vacina contra a gripe H1N1 e outros vírus que podem circular neste período de inverno.

Os voluntários devem ter entre 18 e 70 anos, apresentar histórico de doenças cardíacas ou hipertensão arterial, e ainda não ter tomado vacina contra a gripe H1N1 ou ter tomado há mais de 90 dias.

Os interessados devem entrar em contato pelo telefone (11) 5579-0400, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h; ou pelo e-mail regulatorio.nupeq@gmail.com.

As inscrições podem ser feitas até o final de julho.

Termina hoje, quarta-feira (30), a campanha de vacinação contra a gripe suína (H1N1) em todo o Estado de São Paulo.

A partir de amanhã, os postos de saúde só irão vacinar crianças de seis meses a 4 anos e 11 meses; portadoras de doenças crônicas até oito anos que precisem receber a segunda dose da vacina e profissionais a partir de 40 anos de idade que atuam em estabelecimentos do ensino fundamental e médio das redes públicas.

* Para este último, e novo, grupo a vacinação se estenderá até 16 de julho

Desde o dia 8 de março, quando a campanha foi iniciada, foram imunizados 20.008.481 paulistas, o que representa 47,5% de toda a população estimada para o Estado, segundo a Fundação Seade. A proporção de vacinados é maior do que a média nacional e também supera a de países como os Estados Unidos.

Vale ressaltar ainda que as crianças até oito anos precisam tomar duas doses da vacina para ficarem completamente imunizadas! A segunda dose não precisa ser aplicada exatamente 30 dias após a primeira, mas é importante que as crianças recebam a dose complementar.

A única contraindicação da vacina é para quem tem alergia a ovo de galinha. No enatnto, para esse grupo há uma vacina especial, clique aqui para mais informações.

Doenças crônicas contempladas na campanha de vacinação:

* Doença respiratória crônica (doença pulmonar obstrutiva crônica e asma);

* Doença cardíaca crônica com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (cardiopatias congênitas, insuficiência cardíaca e pacientes com sequelas por febre reumatóide);

* Doença cerebrovascular (acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico, com alterações permanentes);

* Doença neurológica (paralisia cerebral e distrofia muscular);

* Doença hepática crônica (cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática, hepatite crônica em tratamento antiviral);

* Doença renal crônica (paciente com insuficiência renal crônica em diálise);

* Doença metabólica (diabetes em uso de medicamentos, obesidade grau III – antiga obesidade mórbida);

* Doença hematológica (anemia falciforme);

* Imunodeficiências (HIV/Aids, câncer);

* Outras condições (Síndrome de Down) Menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (ex: doença reumática autoimune, doença de Kawasaki).

O Blog da Saúde acompanhou toda a campanha de vacinação contra a gripe suína. Clique aqui para mais informações.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acaba de aprovar uma vacina contra a gripe H1N1 produzida sem a proteína do ovo.

A injeção é indicada para todos, mas foi produzida especialmente para as pessoas que são alérgicas a essa proteína. A vacina é feita em cultivo de células derivadas de rins de macaco verde africano, usadas há mais de 40 anos com bons resultados. As vacinas contra raiva e polio também utilizam esse método de fabricação.

Por ser produzida em células mais parecidas com as de humanos, essa vacina não precisa de substâncias que potencializam a ação. Assim, provoca menos efeitos colaterais.

Produzida pela Baxter, a vacina contra a gripe suína sem a proteína do ovo deve chegar às clínicas particulares nos próximos dias, mas ainda não há preço definido.

A vacina atinge menos de 1% da população, índice de pessoas que têm alergia a ovo e não pôde tomar a vacina disponível nos postos de saúde e nas clínicas.

Vacinação continua em municípios que não atingiram a meta

Os municípios que não atingiram a meta de vacinação contra a gripe suína continuam com a aplicação da vacina. O foco são grupos específicos de pessoas em que não houve a quantidade de imunização considerada razoável pelo Ministério da Saúde.

Apesar de intensiva campanha, nenhum estado conseguiu alcançar a cobertura mínima de 80% entre adultos de 30 a 39 anos e crianças de 2 a 5 anos de idade.

Até agora, mais de 78 milhões de pessoas foram vacinadas contra a influenza A (H1N1). É a maior vacinação já realizada no país, superando os 67 milhões de imunizados contra a rubéola, em 2008.

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil, proporcionalmente, realizou a maior campanha contra a doença no mundo. Os Estados Unidos, por exemplo, vacinaram 24% de sua população, o México, 20%, a Suíça, 17%, a França, 8%, e a Alemanha, 6%.

Oficialmente, a campanha de vacinação terminou no último dia 11.

Aviso aos adultos de 30 a 39 anos e pais de crianças de 2 a 5 anos incompletos: quarta-feira (2) é o último dia para receber a dose da vacina em um dos 36 mil postos do país.

Gestantes que ainda não estão imunizadas também devem garantir a proteção até amanhã.

O Ministério da Saúde comprou 113 milhões de doses e pretende que 71 milhões de pessoas sejam vacinadas.

As doses extras fazem parte do “estoque estratégico” que o governo obteve caso algum acontecimento não previsto ocorra.

São dois laboratórios que comercializam a vacina no país: Sanofi Pasteur e Solvay. A Solvay informou que já distribuiu as encomendas pelas clínicas do país; a Sanofi diz que deve finalizar a distribuição para as clínicas até o fim do mês.

Como está a situação em Clínicas Particulares

Ao contrário do que se vê com a campanha do Ministério da Saúde, as clínicas particulares em São Paulo e no país, sofrem com a falta de doses e muitas vezes não há previsão para a chegada.

Como o corpo só produz anticorpos 15 dias após a dose ser tomada, as pessoas devem se imunizar até o fim da primeira quinzena de junho, já que julho é o mês de maior incidência de casos.

Veja como está a situação em principais clínicas particulares de São Paulo:

Imagem FSP - Clique para ampliar

O novo grupo incluso na campanha deverá tomar a vacina a partir de hoje (24) até o dia 2 de junho.

Lembrem-se: para as crianças, a vacina é tomada em duas meias doses. Uma agora e outra depois de 21 dias, o que significa duas idas ao posto de saúde.

E os outros grupos?

Para gestantes e pessoas de 30 a 39 anos, a vacinação foi prorrogada até o dia 2 de junho.

O Ministério recomenda que os municípios vacinem os grupos que ainda não atingiram a meta de 80% (doentes crônicos e adultos de 20 a 29 anos). Isso vale também para a vacina contra a gripe comum destinada aos idosos.

A campanha até agora imunizou 61 milhões de pessoas, o que corresponde a 70% do público que é considerado de risco para a gripe.

Se você faz parte de algum dos grupos ou tem filhos pequenos nas idades citadas, faça sua parte!

Fiquem atentos! Adultos dentro da faixa etária indicada poderão tomar a vacina nos postos de saúde entre 10 de maio a 21 do mesmo mês.

– Gestantes terão até o dia 21 para tomar a dose contra a Influenza A H1N1

– Regiões Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste: Idosos podem tomar a vacina contra gripe A, junto à dose contra a gripe comum também até o dia 21 de maio

“Para aqueles que não estão entre os grupos de risco e mesmo assim desejam tomar a vacina, podem procurar clínicas particulares. Lembre-se que nestes casos, a dose é paga.”

Futuras mães estão entre o grupo de risco de contaminação, e apenas 63% delas tomou a vacina.

A meta do governo é vacinar pelo menos 80% das gestantes, e para isso, terão até o dia 21 de maio para procurar um dos postos de saúde mais próximos.

O Dia das Mães se aproxima. O Comitê Consultivo em Práticas de Imunizações (ACIP), do Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos afirma com segurança que a vacina não traz nenhum risco para a gestante nem para a saúde do bebê e pode ser tomada em qualquer período da gravidez.

Fiquem atentas e não marquem bobeira!

Crianças de seis meses a dois anos devem tomar a segunda dose da vacina trinta dias após a primeira vez – só assim dá para garantir a imunização. Nessa faixa etária a vacina é aplicada em duas meias doses.

O intervalo de trinta dias é o tempo em que produzirão mais anticorpos para receber a próxima etapa. No ano passado, foi o grupo com maior taxa de  incidência de casos graves.

Mais de 4 milhões de crianças entre seis meses e dois anos já se vacinaram contra a gripe, que equivale a 100% de cobertura deste grupo.

Pais fiquem atentos para garantir a proteção dos pequenos com a segunda meia dose!

Recentemente falamos aqui sobre a aprovação da Anvisa de levar a vacina às clínicas particulares. Assim, mesmo pessoas que não estejam no grupo de risco poderiam pagar pela dose.

A procura pela vacina está alta nas clínicas particulares, mas há falta de estoque e muitas pessoas na fila para imunização.

Antes de se deslocar para algum laboratório da rede privada, é bom checar se eles oferecem e se há doses disponíveis no momento.

O lote das vacinas está previsto para chegar até a segunda quinzena de maio. Fique atento!

Dizer que tem asma, bronquite e diabetes sem na verdade ter, para receber a dose da vacina, é justificado por medo ou falta de informação?

A gripe assustou o ano passado, ninguém discorda. Por isso, este ano o Ministério da Saúde está tomando as medidas necessárias para evitar que mais pessoas desenvolvam formas graves da doença ou cheguem até mesmo a morrer.

São os chamados grupos de risco, principais vítimas da forma grave da doença e por isso, escolhidos pelo Ministério: grávidas, crianças de seis meses a dois anos, indígenas, doentes crônicos, profissionais de saúde e pessoas de 20 a 39 anos, em campanha que dura até 21/05.

Essa estratégia foi adotada, porque não é possível a imunização em massa, já que as doses são limitadas. Em clínicas particulares, a dose está disponível, mas é paga.

Você inventaria uma doença crônica pela vacina antigripe? Comente.

Começou a quarta etapa da campanha para idosos com doenças crônicas que também receberá gestantes, doentes crônicos de qualquer idade, crianças de seis meses a 2 anos e jovens de 20 a 29 anos.

Até a manhã desta segunda-feira 36,9 milhões de pessoas foram vacinadas. A vacina é gratuita, segura e a única certeza de proteção para a população de maior risco.

Só os idosos (60 anos ou mais) também serão vacinados contra a gripe comum nesta etapa e a campanha foi dividida em dois momentos:

  • Regiões Norte e Sul, a campanha começou neste sábado (24) e irá até dia 7 de maio.
  • Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste, o início da campanha será dia 8 de maio até o dia 21 do mesmo mês, devido o atraso da entrega da vacina pelo Instituto Butantan.

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