Mensagem de Otimismo para o seu dia
maio 7, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Espiritual
Versículo: Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo, dai graças,
porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. 1 Tessalonicenses 5:16-18
Pensamento: Onde seu coração reside? Este é o assunto desses versículos? São
sobre aonde passamos a maior parte do tempo com os nossos corações.
Há uma ciência constante na sua vida que Deus está presente? Ou
Deus está presente na sua conveniência e se ausenta quando você
está ocupado ou sente que está tudo bem? A alegria vem ao saber que
nunca estamos sozinhos. A oração é a conversa contínua que temos,
Espírito para Espírito, filho ao Aba, humano com Deus.
Agradecimento e alegria são os lembretes que temos sido abençoados,
mesmo apesar do que as circunstâncias implicam.
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abril 19, 2010 por Paula Spínola
Em: Saúde Social
Simples atitudes durante a gravidez fazem toda a diferença. Entre 1980 e 2008, a morte de mulheres durante a gestação, no parto ou até 42 dias após dar a luz diminuiu 63% no Brasil.
Em outras palavras, em 1980 a taxa média era de 149 mortes de mães para cada 100 mil bebês nascidos vivos. Há dois anos, este número caiu para 55 em cada 100 mil.
Os números são prova das melhorias tanto da saúde das mães como das facilidades no acesso a atendimento médico. Houve também aumento do nível de escolaridade e maior assistência no parto.
Principais causas de morte materna no Brasil
- Pré-eclâmpsia (hipertensão, alta pressão arterial que só aparece quando a mulher fica grávida).
- Infecções depois do parto
- Aborto
- Hemorragia no útero durante a gravidez ou no parto/pós-parto
- Doenças no aparelho circulatório complicadas pela gravidez
Mundo
A mortalidade materna caiu 35% no mundo entre os anos de 1980 e 2008 e mais da metade das mortes se concentra em seis países: Índia, Nigéria, Paquistão, Afeganistão, Etiópia e República Democrática do Congo. Vale lembrar que a epidemia de AIDS que assola os países africanos trouxe impacto negativo.
Por outro lado, Austrália, Luxemburgo e Suécia são os países com menos mortes. O estudo foi feito em 181 países, por pesquisadores da Universidade Washington, Estados Unidos, e publicado no Lancet.
Rumo a uma das metas do milênio
Melhorar a saúde das gestantes faz parte das oito metas das Nações Unidas, estabelecidas em 2000. A intenção é diminuir em 75% as mortes maternas até 2015.
Você quer ajudar, mas não sabe o que fazer? A ONU dá as dicas!
SUGESTÕES DE AÇÕES:
-Planejamento familiar.
-Prevenção do câncer de mama e de colo de útero.
-Gravidez de risco.
-A importância do exame pré-natal.
-Nutrição da mãe e aleitamento materno.
Não se automedicar e não receitar remédios para gestantes.
Propiciar um ambiente agradável, afetivo e pacífico às gestantes em casa, no trabalho, no dia a dia, dando prioridade a elas, cedendo a vez em filas, auxiliando-as em seu deslocamento e no carregamento de pacotes.
Presentear uma grávida em situação de desvantagem social com um enxoval para seu bebê.
Acompanhar uma gestante, garantindo a realização do pré-natal, oferecendo transporte para as consultas e facilitando a aquisição de medicamentos, quando necessário.
Divulgar informações sobre saúde para gestantes e articular palestras em Postos de Saúde, Centros Comunitários e instituições como a Pastoral da Criança.
Participar de iniciativas comunitárias voltadas para a melhoria da saúde materna e o atendimento à gestante (pré-natal e pós-parto).
Incentivar o debate entre a universidade, a escola e a comunidade.
Reunir mulheres grávidas para troca de experiências.
Incentivar a educação para gestantes.
“Receber atendimento no pré-natal faz toda a diferença. É fundamental para a prevenção e diagnóstico precoce de complicações. Recomenda-se no mínimo seis consultas antes do parto.”
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abril 12, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Já falamos por aqui sobre algumas praticas para que as mulheres tenham uma gravidez saudável e feliz. A novidade de hoje vem de um estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.
Na pesquisa, os especialistas descobriram que mulheres que praticam exercícios aeróbicos ao longo da gravidez podem apresentar probabilidade mais baixa de dar à luz um bebê com tendência à obesidade.
A redução do peso dos bebês é modesta, cerca de 143 gramas, porém, isso resulta em benefícios para a criança no longo prazo.
Agora já sabe, não dispense a malhação durante a gravidez a garanta uma vida saudável para você e para seu filho!
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março 15, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Jornada do Instituto de Psiquiatria da USP e Congresso Paulista de Pediatria discutem os efeitos da ingestão de álcool na gravidez. O índice de alcoolismo feminino vem crescendo no Brasil de maneira alarmante, e a preocupação maior das autoridades de saúde é o abuso de bebidas alcoólicas durante a gravidez.
Este tema será discutido em São Paulo em dois grandes encontros, onde o pediatra especializado no assunto, Herman Grinfeld, irá esclarecer sobre os efeitos do consumo nocivo do álcool por gestantes.
Dia 20 de março, o Dr. Grinfeld faz palestra na II Jornada da Mulher Dependente Química, organizada pelo Instituto de Psiquiatria da USP. Já no dia 28 de março, participa do 12º Congresso Paulista de Pediatria, com a palestra “Abuso de Bebidas Alcoólicas na Gravidez”.
Nos encontros será levantada a discussão sobre os efeitos do abuso de bebidas alcoólicas durante a gravidez que levam à Sindrome Alcoólica Fetal (SAF), uma das doenças que apresentam compromentimento neuro-psiquiátrico.
O Brasil tem hoje um índice anual de natalidade de 3 milhões. Estima-se que a cada ano possam surgir de 3 a 9 mil novos casos de Sindrome Alcoólica Fetal.
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fevereiro 25, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
A maioria das mulheres sustenta o sonho da maternidade e da formação de uma família ao longo da vida. Mas, e quando situações adversas nos tomam de surpresa? Um acidente, um problema de saúde.
As limitações físicas não podem chegar ao cérebro e fazer com que a falta de conhecimento gere preconceito. Afinal, uma mulher paraplégica ou tetraplégica pode ser mãe? A resposta é sim.
Cenário
Do total da população brasileira, mais de 25 milhões de pessoas são deficientes, sendo que 27% são deficientes com mobilidade reduzida, o equivalente a 6 milhões de pessoas.
Sou deficiente física. Quais as limitações e cuidados para ser mãe?
Os programas de reabilitação feito em mulheres com deficiência física estimulam a sensibilidade e a consciência da importância que temos que dar aos sinais. Segundo Miriam Waligora, ginecologista e obstetra do Hospital Albert Einstein, a primeira providência a ser tomada é a realização de exames e cuidados.
- O primeiro deles é detectar o tipo exato de lesão medular. Isso determinará a sensibilidade e a mobilidade da paciente;
- Outra ação importante é ensinar a paciente a observar suas secreções, apalpar o abdome e perceber sinais da presença do bebê;
- Tomar medicamentos anticoagulantes evita o risco de trombose. Segundo a especialista o remédio não interfere no desenvolvimento do bebê.
Atenção aos Riscos
Ter plena consciência de que os cuidados devem ser redobrados é o primeiro passo para uma gestação saudável e de sucesso. Abaixo uma lista de problemas mais sérios que podem ocorrer às gestantes cadeirantes.
- Trombose;
- Infecção urinária;
- Escaras (feridas que se formam na pele devido à pressão do corpo imóvel);
- Complicações Respiratórias;
- Espasmos Musculares;
- Hiper-reflexia-autonômica: aumento severo dos estímulos do sistema nervoso que pode causar hipertensão e sudorese.
Auxílio e apoio às futuras mamães
Algumas instituições como a AACD – Associação de Assistência à Criança auxiliam e orientam as futuras mamães.
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janeiro 18, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Má formação do feto, essa é a anomalia provocada pela Síndrome da Talidomida, na qual cerca de 10 mil pessoas foram afetadas pelo medicamento no mundo. O aspecto físico não é o único problema que essas pessoas têm, a sua moral perante a sociedade fica afetada, pois se sentem diferentes do resto das pessoas.
Mas o que é a Síndrome da Talidomida?
Desde 1954, o remédio Talidomida está no mercado mundial. Ele foi desenvolvido por alemães, e tinha o objetivo de controlar a ansiedade e os enjoos das mulheres grávidas. Mas, a partir de 1960, foi descoberto que o remédio provocava a má formação dos fetos dessas gestantes.
Isso acontece porque os efeitos do remédio ultrapassam a barreira placentária e interferem na formação do feto que fica com os membros junto ao tronco encurtados, além de poder ficar com defeitos visuais, auditivos, na coluna vertebral, no tubo digestivo e problemas cardíacos.
Por conta dessa descoberta, o remédio foi proibido no mundo todo a partir de 1961, mas no Brasil isso só aconteceu em 1964, quatro anos depois. Em 1965, o Dr. Jacobo Sheskin, médico israelense, descobriu que o remédio era eficaz no tratamento da Hanseníase, e ele voltou a ser comercializado no país.
Com a volta da comercialização, em 1997, o uso da droga, por mulheres que estavam em idade fértil, foi proibido.
Mesmo com a proibição, a falta de informação dos médicos, das pacientes, e por conta da auto medicação, os casos da Síndrome continuaram. Nas décadas de 1990 e 2000, como o medicamento era utilizado para o tratamento de doenças como Lupus, Leucemia, Câncer e Vitiligo, o que fez surgirem novos casos da Síndrome.
Hoje, a Talidomida só é produzida pelo laboratório do governo federal e distribuída pelo Ministério da Saúde.
Indenizações
Desde 1982, as vítimas da Síndrome começaram a receber a pensão alimentícia. E nesta quarta-feira, 13, o Presidente Lula sancionou a lei que prevê a indenização, por danos morais, das vítimas da Síndrome de Talidomida.
As vítimas receberam entre R$ 50 mil e R$ 400 mil reis de indenização, que será paga pelo governo federal. Cerca de 650 mil pessoas serão beneficiadas pela lei cria pelo senador Tião Viana (PT-AC).
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dezembro 29, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
A gravidez é um momento de glória para as mulheres, é quando elas se sentem realizadas por dar a vida a um novo ser que será amado e paparicado por toda a família.
É normal, que nessa fase da vida, as mulheres ganhem mais peso, afinal, elas estão comendo por dois. Mas quando a gestante já é uma pessoa que tem um quadro de obesidade isso se torna preocupante.
Cerca de 45% das obesas no mundo ganham peso após a gravidez. Analisando esse quadro, foi feito um estudo chamado Healty Moms que pretende fazer com que as gestantes obesas não adquiram peso nenhum ou no máximo 3% do seu peso-base, durante esse período.
O aumento de peso na gestação pode trazer complicações durante a gravidez como a hipertensão e a diabetes. Para ajudar essas gestantes foi criada uma dieta em que elas devem comer frutas, legumes, e grãos integrais.
Portanto as grávidas obesas devem tomar cuidado redobrado e ficar de olho na balança para não prejudicar o bebê e para não precisar queimar essas calorias a mais que ganhou durante a gestação.
Para saber mais sobre a dieta para as grávidas clique aqui.
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novembro 23, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Há mulheres que se acham no auge da beleza durante a gravidez, outras nem tanto, mas é unânime que diversas mudanças ocorrem no organismo feminino devido à “injeção” de hormônios que acontece durante a gestação.
Na opinião da ginecologista e mastologista, Dra. Nara Mattia, as mulheres atuais estão cada vez mais bonitas durante a gestação devido ao fato de estarem ativas, bem-informadas e adquirirem hábitos saudáveis durante todo período. Preocupada com os cuidados físicos e psicológicos que as futuras mamães devem tomar, a especialista listou para as leitoras do Blog da Saúde alguns pontos importantes. Confira!
1 – Na Pele:
A oleosidade da pele e a acne variam para cada mulher de acordo com sua sensibilização à dilatação dos vasos. Em algumas, ocorre uma melhora enquanto em outras o efeito é totalmente contrário principalmente nos três primeiros meses de gestação. Em todos os casos, a melhora da pele pode se dar com uma dieta equilibrada, muito líquido e cremes específicos. Já o cloasma gravídico, mancha no rosto (como mostra a figura), assim como a pigmentação da linha média da barriga é estimulado pela melatonina que aumenta pela progesterona.
2 – No cabelo:
Ficam mais bonitos. Há um aumento da produção e nutrição dos pelos em geral, o que contribui para redução na queda e aumento do volume dos cabelos. De 3 a 4 meses após o nascimento do bebê, tudo volta ao que era antes. Parte de um processo natural, os cabelos que não caíram durante toda a gestação são liberados todo de uma vez causando até um certo pavor por parte das mulheres.
3 – No Paladar:
Durante a gestação, tanto a fome como o apetite está exacerbado. É comum a aversão a alimentos gordurosos e pode surgir a malácia (desejo de comer substâncias não convencionais como terra, giz ou arroz cru). O desejo de ingerir alimentos específicos (desejos), também pode surgir na fase inicial da gestação sendo justificado pela presença de gonadotrofina coriônica e alterações emocionais. As teorias evolucionistas explicam que a aversão por determinados alimentos, as náuseas e os vômitos, pode ter protegido as gestantes (durante a evolução), de comerem alimentos contaminados que poderiam transmitir doenças ao feto durante sua formação.
4 – Na barriga:
Durante a gestação pode haver o aparecimento de estrias na região. O acúmulo de tecido adiposo no abdômen, mamas e região lateral das coxas também contribuem para o aparecimento de estrias. Existe uma predisposição genética para o aparecimento de estrias, mas o ganho de peso adequado durante a gestação, a perfeita hidratação da pele com cremes e a ingestão de líquidos podem diminuir seu aparecimento.
5 – Nas mamas:
As mamas sofrem uma modificação desde início da gestação. A rede glandular mamária determina sua diferenciação para lactação o que pode aumentar muito o volume da mama. A produção do colostro (leite primitivo) ocorre principalmente no final da gestação, já o leite propriamente dito só começa a ser produzido até 62 horas pós-parto. O ganho de peso também interfere no aumento das mamas.Já a rachadura do mamilo ocorre devido as pegas inadequadas do bebê, o que pode ser minimizado com hidratação.
6 – Na coluna:
Com o aumento do volume abdominal, o centro de gravidade da gestante desvia-se para frente, causando lordose e pés afastados (aumento da base). Para amenizar o incômodo basta atenuar o volume abdominal.
7 – No útero:
O útero cresce cerca de 20 vezes seu tamanho original e 1000 vezes sua capacidade inicial para acomodação do feto.
8 – Nos órgãos internos:
Cada órgão interno sofre uma modificação diferente. A bexiga fica comprimida e que aliado a um aumento da filtração do rim, que ocorre durante gestação, faz com que a gestante sinta vontade de urinar muito mais vezes do que a não grávida. Os intestinos ficam deslocados superior e lateralmente. O fígado fica comprimido contra o diafragma e com o aumento uterino comprimem o pulmão diminuindo o volume respiratório. O estômago também fica comprimido o que dá aquela sensação de empaxamento e refluxo no final da gestação após alimentar-se em grande quantidade.
9 – Nas pernas:
Aparecimento de inchaço e varizes, pelo aumento do volume uterino que dificulta o retorno venoso.
10 – No sangue:
A quantidade de sangue no organismo aumenta 50% e também o trabalho cardíaco, por isso o acompanhamento médico principalmente após a 28ª semana é essencial para que cardiopatias não sejam desencadeadas.
Para facilitar a entrada e disponibilidade de glicose para o feto, a placenta produz um hormônio que compete pela ação da insulina. Em resposta o pâncreas materno produz mais insulina, podendo levar ao diabetes gestacional.
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outubro 19, 2009 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Um estudo realizado no Reino Unido sugere que o tratamento do mioma por embolização pode acarretar em mais chances de abortos, cesáreas e sangramentos pós-parto.
Na grande maioria das vezes, o diagnóstico precoce de uma doença é fundamental para que não se desenvolva e facilite seu tratamento. Porém, antes de um diagnóstico “antecipado” é preferível um diagnóstico preciso e realizado por um especialista. Isso porque, em certos casos, o tratamento pode trazer conseqüências iguais aos efeitos da doença.
O mioma é um tumor benigno originado do tecido muscular liso de diversos órgãos, e muito comum no útero. Sua aparição está associada ao aumento do estrógeno, hormônio feminino, por isso ele pode aumentar ou se multiplicar durante a gravidez. Nesta situação, o mioma pode prejudicar a gestação determinando gravidez ectópica, sangramento, aborto, parto prematuro, etc.
O tratamento pode ocorrer através de medicamentos, cirurgia ou embolização. Porém, nem sempre é aconselhado, depende da aparição ou não de sintomas, localização, tamanho e quantidade.
Antes de se submeter a um tratamento descubra junto a um especialista qual é o seu caso!
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julho 30, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Ter um filho e constituir uma família faz parte do planejamento de vida da maioria das mulheres. O momento da gravidez é repleto de novas experiências e expectativa dos pais e familiares. Os cuidados com a saúde e o acompanhamento médico merecem atenção especial neste período. Eles ajudarão a diagnosticar possíveis fatores de risco.
O aborto espontâneo acontece antes da vigésima semana, geralmente quando os cromossomos do espermatozóide encontram os cromossomos do óvulo. Se a formação acontece de maneira anormal o aborto é a maneira do organismo interromper um procedimento que não está se desenvolvendo normalmente.
Sinais que merecem atenção
- Sangramento: Pode acontecer em gotas ou intenso;
- Dores parecidas com dor de cãibra em baixo do abdômen;
- Secreção abundante / possível rompimento da bolsa.
Para o ginecologista do Hospital Samaritano, Dr. Milcar Moriyama, o aumento da idade em que a mulher se propõe a engravidar tem alterado um pouco a abordagem que se dá ao chamado “aborto de repetição” – quando acontece por mais de três vezes consecutivas próximo à 20ª ou 22ª semana de gestação. “Em decorrência deste fator, está sendo cada vez mais comum começar a investigar casos a partir da segunda perda”, diz o médico.
As causas dos abortamentos de repetição – também conhecidos como habituais – não são claras em aproximadamente 40% dos casos. “Nos casos em que é possível obter um diagnóstico, são mais comuns as causas genéticas, hormonais, anatômicas e imunológicas”, explica o dr. Moriyama.
“Consulte sempre seu médico, e, caso tenha passado por essa experiência
não desista de engravidar novamente.”
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