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Sete fatos sobre a fertilidade feminina que você precisa saber

A fertilidade é um tema importante para muitas mulheres, principalmente as que nasceram com um forte instinto materno. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que não são poucas as que se deparam com dificuldades para engravidar: uma em cada 15 mulheres na faixa de 20 e 30 anos e uma em cada 8 mulheres com idade entre 30 e 40 anos.

“Em um  momento de vulnerabilidade, quando as coisas não acontecem exatamente do jeito que queremos, começamos a procurar explicações para os nossos problemas de saúde. É aí que os mitos começam a circular”, afirma o ginecologista Joji Ueno.

Existem muitas dúvidas sobre o que ajuda ou atrapalha na hora de engravidar. O ginecologista Joji Ueno, formado pela USP e diretor da Clínica GERA, fala sobre sete mitos da fertilidade feminina:

MITO: Apenas dietas e exercícios preservam a sua fertilidade.
FATO: Independente da mulher ser uma pessoa saudável ou não ocorre uma queda natural na qualidade dos óvulos por causa da idade.
DICA MÉDICA: “Com a idade de 40 anos, uma mulher é mais suscetível a um aborto espontâneo e a sofrer complicações do que a dar à luz. Em relação a seguir uma boa dieta, é importante saber que o peso ideal pode melhorar as chances de engravidar em qualquer idade”.

MITO: A pílula anticoncepcional dificulta a gravidez.
FATO: O uso de anticoncepcional oral não interfere na maior ou menor fertilidade da mulher. Na verdade, a pílula pode retardar ou mesmo prevenir o desenvolvimento de cistos ovarianos e de endometriose.
DICA MÉDICA: Os estudos mostram que quando a mulher para de tomar as pílulas anticoncepcionais, elas voltam a ovular normalmente em até três meses. “Uma mulher pode começar a tentar engravidar logo após parar de tomar a pílula, não existem impedimentos.”

MITO: Para engravidar rapidamente, você deve ter relações sexuais todos os dias.
FATO: O esperma pode se manter vivo no organismo feminino por cerca de 38 a 72 horas, por isto, não há necessidade real de fazer sexo todos os dias para engravidar.
DICA MÉDICA: “Descobrir quando vai ovular é uma informação importante para as que desejam engravidar, pois pode-se aumentar a frequência das relações sexuais cerca de  dois a três dias antes e depois do dia da ovulação.”

MITO: O estresse é o problema mais comum entre as mulheres que tem problemas para engravidar.
FATO: A infertilidade, sem dúvida, provoca estresse, mas o estresse não causa infertilidade. A maioria dos casos de infertilidade é resultado de problemas físicos no sistema reprodutivo.
DICA MÉDICA: São muitos os programas de tratamento da infertilidade que já abrangem o aconselhamento individual e do casal para ajudar homens e mulheres a lidarem melhor com o diagnóstico e com o tratamento da infertilidade.

MITO: Se você tem ciclos menstruais regulares, você não terá problemas para engravidar.
FATO: Menstruações regulares  indicam que a mulher está ovulando normalmente, mas não garantem que estes óvulos são de boa qualidade. Isso varia de acordo com a idade do casal.
DICA MÉDICA: Problemas ovulatórios, obstruções na trompa, doenças uterinas, infecções no colo do útero e fatores imunológicos estão entre as principais causas de infertilidade feminina. Estão também o uso de drogas, álcool, remédios sem prescrição e hábitos de vida sedentários que podem causar infertilidade.

MITO: Ter um aborto espontâneo afeta a sua capacidade de engravidar novamente.
FATO: Um aborto afeta a fertilidade somente se a mulher teve uma complicação, durante ou após o ocorrido.
DICA MÉDICA: De acordo com um estudo holandês recente, mesmo as mulheres com episódio de abortos recorrentes podem estar certas de que o tempo que levam até uma concepção subsequente é praticamente igual à de uma mulher em idade fértil.

MITO: Se você já teve um filho, conceber novamente será mais fácil.
FATO: Ter engravidado naturalmente uma vez, com facilidade, não é garantia de que o mesmo acontecerá uma segunda vez.
DICA MÉDICA: “Seja qual for a causa da infertilidade secundária, ela se desenvolveu ou se agravou, após a primeira gestação.” Para toda mulher que desejar ter um filho, é importante o acompanhamento médico para garantir uma gestação saudável antes, durante e depois.

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Em caso de suspeita, o procedimento correto a se fazer é realizar um teste de gravidez o quanto antes, sendo o beta HCG dosado no sangue, o mais indicado e mais fidedigno.

“Para muitas mulheres, a desconfiança da gravidez só surge quando a menstruação não vem. Os sinais da gravidez geralmente aparecem após duas semanas do atraso na menstruação, os sintomas costumam variar de mulher para mulher”, afirma o ginecologista e obstetra Dr. Domingos Mantelli Borges Filho.

Veja logo abaixo uma lista com os principais sintomas do início da gravidez, indicados pelo Dr. Domingos.

Pode ser que você tenha todos, mas também é perfeitamente normal só ter alguns ou nenhum desses indícios, mesmo estando grávida. Por isso, nada melhor do que tirar a dúvida com o exame.

Menstruação Atrasada: Algumas mulheres possuem ciclos ovulatórios irregulares que, às vezes, ficam até dois meses sem menstruar, o que dificulta a identificação da gravidez.

Em outras mulheres ocorre ao contrário, mesmo para a mulher grávida continua vindo pequenos sangramentos cíclicos nos primeiros meses, levando a paciente achar que se trata apenas de uma menstruação desregulada.

Inchaço nas mamas: Mamas Inchadas é um sintoma de gravidez que pode começar nas primeiras semanas após a concepção. Podem-se notar algumas mudanças, as mamas ficam mais sensíveis ao toque, doloridas ou inchadas.

Cansaço e Fadiga: Cansaço e sono excessivo também podem ser sintomas de gravidez e podem ter início na primeira semana.

Náusea e enjoo matinal: Este sintoma de gravidez é bem conhecido, muitas vezes aparece entre a 2ª e a 8ª semana. É importante lembrar que pode ocorrer a falta destes sintomas durante toda a gravidez.

Dores nas costas: Dores nas costas podem ocorrer no início da gravidez, no entanto, é comum ter dor nas costas ao longo da gravidez inteira e, principalmente, no final devido ao peso da barriga e mudança de postura da gestante.

Dores de cabeça: O repentino aumento de hormônios no organismo pode levar a uma dor de cabeça no início da gravidez, principalmente.

Urina frequente: Cerca de 6 a 8 semanas após a concepção, a mulher pode sentir vontade de urinar com frequência. Isso se deve ao aumento dos hormônios. Mais para o final da gestação, a causa será a compressão da bexiga pelo útero que estará bem maior nessa época.

Escurecimento das aréolas: Se você estiver grávida, a pele ao redor dos mamilos pode ficar mais escura. É perfeitamente normal.

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Você que encorajou-os a comer verduras, lutou para colocá-los na melhor escola e suou para que fizessem a lição de casa – tudo para dar-lhes o melhor começo na vida. Mas as perspectivas da saúde dos seus filhos podem ter sido determinadas muito antes de todo esse trabalho.

Um grupo crescente de pesquisadores sugere que os primeiros 1.000 dias de vida de uma criança – os nove meses no útero e os primeiros dois anos fora dele – são vitais para a saúde a longo prazo.

Esse período pode afetar permanentemente tudo, desde as chances de uma criança desenvolver diabetes ou ter um ataque cardíaco na velhice, como seu peso futuro e expectativa de vida.

A teoria foi desenvolvida depois de décadas de pesquisa pelo professor David Barker e seus colegas da Universidade de Southampton. Eles acreditam que há uma série de etapas críticas do desenvolvimento de uma criança. Se as condições não são perfeitas em cada uma, os problemas podem ocorrer mais tarde.

Muitos desses pontos de perigo são formados quando o bebê ainda está no útero. Nutrição deficiente para uma mãe afeta tanto o peso do feto como a placenta. Sem contar os males causados pelo tabagismo, estresse, drogas e álcool.

O professor Barker acredita que muitos problemas de saúde podem ser rastreados até pelo fraco crescimento no útero. Ele avaliou que quanto mais leve é um bebê no nascimento, maior sua chance de doenças cardíacas na vida adulta. Em média, um bebê com peso inferior a 2,27 kg tem duas vezes mais probabilidade de ter um ataque cardíaco durante a vida do que um nascido com 4,08 kg.

Acredita-se que quando a comida é escassa, segue canalizada para o cérebro do feto, deixando o coração enfraquecido. As sementes de diabetes também podem ser plantadas antes do nascimento, já que as células pancreáticas que produzem insulina se desenvolvem no útero.

Barker afirma que muitos destes hábitos iniciais não podem ser desfeitos, e acrescenta que a chave para a saúde é assegurar que as mulheres comam bem durante toda a vida. O que temos visto é uma lacuna de oportunidade na qual poderemos formar pessoas melhores, segundo o professor.

COMO A MÃE PODE AJUDAR

- Não beber, especialmente nos três primeiros meses de gravidez.
- Não fumar (e isso vale também para o pai da criança).
- Estar no peso ideal antes de engravidar.
- Encontrar alternativas para driblar o estresse.
- Comer bem e maneirar nos alimentos com muito açúcar.

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Seja qual for a motivação de tal atitude, por desinformação ou desespero, o advogado Bernardo Campos Carvalho fala sobre o assunto abertamente. Informação e amparo psicológico podem mudar o destino de muitos bebês.

*Por Bernardo Campos Carvalho


Está virando rotina, ao abrirmos o jornal, ligarmos o rádio ou a televisão, nos depararmos com manchetes como estas: “mãe joga seu filho na caçamba de lixo”; “mãe deixa filho recém-nascido no banheiro do bar”; “mãe joga recém-nascido no lixo da pizzaria”; “mulher deixa seu filho na porta de uma casa” e muitos outros casos semelhantes.

O que será que esta acontecendo em nossa sociedade? Enquanto seres humanos cometem essas barbaridades, vemos por outro lado, notícias como “leoa que ataca o macho para proteger filhotes” e “cachorras que salvam seus filhotes à custa da própria vida”.

Abandonar covardemente o filho à própria sorte é crime previsto no artigo 133 do Código Penal e prevê pena de seis meses a três anos de detenção, se o abandono resulta em lesão corporal grave, pena um a cinco anos de reclusão e, se ocorrer o evento morte, pena de quatro a 12 anos de reclusão.

Não conseguimos acreditar que, diferentemente do infanticídio (mulher que mata durante ou logo após o parto), tais fatos possam ser creditados tão somente ao estado puerperal. O abandono pode estar mais ligado ao medo ou à insegurança de não conseguir criar o próprio filho, quer pelo aspecto financeiro, quer pelo aspecto familiar ou moral.

A mulher grávida, mesmo que desamparada ou pressionada pela família (aspecto moral), já não mais precisa entrar em desespero, a ponto de jogar sua prole no lixo, fato que no futuro, lhe causará grandes problemas psicológicos, quase insuperáveis.

Para evitar, basta comparecer a qualquer Fórum, de qualquer cidade do País, procurar a Vara da Infância e dar seu filho à adoção. Além de se constituir em um ato nobre, diferentemente do abandono, será motivo de alegria e grande satisfação para milhares de casais que aguardam ansiosamente uma criança para amar.

Talvez seja este o melhor momento, face às manchetes dos órgãos de Imprensa, da própria sociedade rever a sua posição e, com ajuda da mídia, mudar este estado e passarmos a exigir do governo uma participação efetiva na proteção e orientação dessas mães desamparadas, mostrando as várias alternativas existentes, que não sendo possível a criação, dar uma demonstração de amor, não jogando aquele pequeno ser, carente de amor, no lixo.

*Bernardo Campos Carvalho é advogado formado pela PUC Campinas. Participou de cursos como “Estatuto do Desarmamento” e “Prerrogativas do Advogado”. É integrante da Comissão de Prerrogativas da OAB, regional de Barueri. Foi dirigente da OAB, subsecção de Guarujá por duas gestões consecutivas. Ganhou diploma de honra ao mérito da OAB-SP, pela excelência dos serviços prestados no convênio de assistência judiciária à população.
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Ao longo do tempo foram detectadas muitas dúvidas que, derivadas umas das outras, rondam três principais temas: tempo que o vírus pode permanecer sem ser diagnosticado ou manifestado, formas de contaminação e tratamentos.

Com mais de 140 diferentes tipos, o HPV, após o contágio, pode permanecer “adormecido” (sem causar lesões), provocar o aparecimento de verrugas (pele, genitais ou outras localizações) ou induzir o desenvolvimento de câncer do colo do útero.

Na maioria dos casos, as lesões têm crescimento limitado e é comum regredirem espontaneamente, como indica o Prof. Dr. Gilberto da Costa Freitas, ginecologista que atua no Hospital CECMI – Centro Especializado em Cirurgias Minimamente Invasivas.

A pessoa pode estar com o HPV muitos anos e não saber?

Dr. Gilberto: O tempo em que o vírus pode permanecer inativo no corpo é indeterminado e a resposta a sua pergunta é: sim, pode.

Estudos comprovam que 50% a 80% das pessoas sexualmente ativas serão infectadas por um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas. Porém, a maioria das infecções é transitória e assintomática, sendo combatida espontaneamente pelo sistema imune, principalmente entre as mulheres e homens mais jovens.

Qualquer pessoa infectada por HPV desenvolve anticorpos, que poderão ser detectados no organismo, mas nem sempre estes são suficientemente competentes para eliminar os vírus.

Por isso, através das informações fornecidas pelo ginecologista, nota-se como é importante ter cuidados constantes, consultas periódicas ao médico e exames preventivos. O diagnóstico é feito por meio do papanicolau ou da colposcopia, e o diagnóstico final é feito por meio de biópsia da área suspeita.

Transmissão e tratamentos

A transmissão se dá por contato direto com a pele infectada. “Os HPV genitais são transmitidos por meio das relações sexuais, podendo causar lesões na vagina, colo do útero, pênis e ânus.” Pode ocorrer, inclusive, durante o sexo oral. Há, ainda, a possibilidade de contaminação por meio de objetos como toalhas e roupas íntimas.

“Também existem estudos que demonstram a presença rara dos vírus na pele, na laringe (cordas vocais) e no esôfago”, acrescenta o Dr. Gilberto.

E completa ao informar que as infecções subclínicas (sem manifestação clínica) são encontradas no colo do útero. O desenvolvimento de qualquer tipo de lesão clínica ou subclínica em outras regiões do corpo é bastante raro. O uso da camisinha diminui a possibilidade de transmissão na relação sexual (apesar de não evitá-la totalmente). Por isso, sua utilização é recomendada em qualquer tipo de relação sexual, mesmo naquela entre casais estáveis.

Diversos tipos de tratamento podem ser oferecidos (tópico, com laser, cirúrgico, ácidos, medicamentoso etc). Só o médico, após a avaliação de cada caso, pode recomendar a conduta mais adequada.

Transmissão mãe para filho

O vírus não representa riscos à gravidez, mas pode ser transmitido ao feto em virtude da infecção do canal do parto no qual passará a criança ao nascer. Por isso, alguns médicos indicam a cesariana para mães infectadas, já que através do parto normal o risco de infecção é maior.

Como pode haver ou não a contaminação, o Dr. Gilberto aconselha às mães com essa dúvida a procurar orientação do pediatra.

Vacina agora para homens e mulheres

Anteriormente indicada apenas para as mulheres, a vacina já pode ser tomada por ambos os sexos. Chamada de quadrivalente, como o próprio nome diz, é eficaz contra quatro tipos dos vírus: 6, 11, 16 e 18, tidos como principais causadores de câncer do colo de útero e verrugas genitais.

Saúde Pública

Você também pode obter informações sobre HPV e outras DST visitando um Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA). Os profissionais de saúde desses serviços são especializados em contágio e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. O contato é totalmente sigiloso e gratuito, bem como os testes. Acesse a lista de CTA nos estados pelo link “Onde encontrar”, na coluna à direita do portal http://bit.ly/8aqMpfUse camisinha sempre!

- HPV: Talvez você não saiba tudo sobre ele…
- Mais informações sobre a vacina quadrivalente

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O Dia Internacional da Mulher não é comemorado no dia 8 de março à toa: foi nesse dia, em 1857, que operárias fizeram uma passeata em Nova York por redução da jornada e igualdade salarial entre os dois sexos.

Desde então, ocorreram inúmeros movimentos pela emancipação das mulheres, que cada vez conquistam mais espaço – o Brasil elegeu sua primeira presidente do sexo feminino em 2010.

Em contrapartida à emancipação das mulheres, que ocupam cargos de chefia nas empresas, que estão mais informadas e cuidam da própria saúde, há estudos sobre o aumento do consumo de álcool entre elas, inclusive durante a gravidez.

Como acreditamos que a informação é uma arma poderosa quando se trata de prevenção, consultamos a Dra. Camila Magalhães Silveira, psiquiatra e coordenadora do CISA – Centro de Informações sobre Saúde e Álcool, para esclarecer as principais dúvidas.

1) Qual a diferença da intensidade dos efeitos do álcool no organismo do homem e da mulher?
Dra. Camila: As mulheres são mais vulneráveis aos efeitos do álcool do que os homens após consumirem a mesma quantidade dessa substância, mesmo quando diferenças no peso corpóreo são levadas em conta. Isso ocorre porque o álcool se mistura facilmente com a água do nosso corpo, e como as mulheres possuem proporcionalmente menos água do que os homens, o álcool se torna muito mais concentrado, tornando os efeitos mais agravantes entre as mulheres.
Além disso, elas também apresentam menores níveis das enzimas aldeído desidrogenase e álcool desidrogenase, responsáveis pelo metabolismo do álcool – ou seja, o álcool permanece no corpo por mais tempo.

2) O consumo de álcool interfere no ciclo menstrual, menopausa etc?
Dra. Camila: Estudos científicos apontam que, nas mulheres, o uso de álcool está associado ao desenvolvimento de câncer de mama. Além disso, o consumo de álcool associado ao uso de reposição hormonal na pós menopausa também se torna fator de risco conhecido para o desenvolvimento de câncer de mama. Outros prejuízos decorrentes do uso nocivo do álcool em mulheres são: suscetibilidade de sofrer abusos sexuais, sexo desprotegido, violência, efeitos negativos sobre o casamento e o desenvolvimento dos filhos, entre outros.

3)  Os estudos epidemiológicos que indicam o aumento do consumo de álcool entre as mulheres nos países da América Latina citam as possíveis causas?
Dra. Camila: Nos últimos anos, a convergência do uso de álcool entre os homens e mulheres deve-se principalmente ao acesso às bebidas alcoólicas (decorrente da independência econômica). A mulher vem se igualando socioeconomicamente ao homem, havendo também uma aproximação do papel social entre os gêneros. Outros fatores contribuintes são situações que não existiam antes, como conviver com homens bebedores, no ambiente de trabalho. Há também maior aceitação social do uso de álcool pela mulher, atualmente.

4) É permitido ingerir alguma quantidade de álcool durante a gravidez sem que prejudique o bebê? Além da Síndrome Fetal Alcoólica (SFA), quais outras consequências possíveis e mais comuns?
Dra. Camila: Não, a bebida alcoólica durante a gravidez deve ser completamente evitada.
O uso de álcool durante a gravidez pode trazer inúmeros problemas para a criança, incluindo hiperatividade, déficits de atenção, aprendizado e memória. Diversos fatores podem contribuir para o surgimento de problemas no feto: padrão de consumo de álcool, metabolismo materno, suscetibilidade genética, período da gestação em que o álcool foi consumido e vulnerabilidade das diferentes regiões cerebrais da criança.

5) Há dados da quantidade de mulheres que ingerem bebidas alcoólicas durante a gestação?
Dra. Camila: Um estudo realizado no período de 1997-2002 com 4.088 mulheres grávidas, revelou que cerca de 30% das entrevistadas relataram o uso de álcool em algum momento da gravidez.
E não é apenas a saúde do feto que é prejudicada pelo consumo de álcool durante a gestação, mas também a da própria mãe, que pode chegar a óbito precocemente.

Dessa forma, a abstinência é a única atitude segura a ser tomada. Esta é a recomendação de diversas instituições, incluindo a OMS, British Medical Association e o Royal College of Obstetrics and Gynaecology.

Fontes: Andrade AG, Anthony JC, Silveira CM. Álcool e suas consequências: uma abordagem multiconceitual. Barueri, SP: Minha Editora, 2009.
National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism (NIAAA). Are Women More Vulnerable to Alcohol’s Effects? Alcohol Alert No 46, 1 999.
Use of Postmenopausal Hormones, Alcohol, and Risk for Invasive Breast Cancer. Annals of Internal Medicine; 137;798-804, 2002.
Mary K. Ethen, Tunu A. Ramadhani et Al. Alcohol Consumption by Women Before and During Pregnancy. Matern Child Health J., 2008.

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Não faltam receitas para atenuar as náuseas que costumam aparecer na gravidez. Veja o que realmente funciona.

Uma revisão de 27 estudos, realizada pela Universidade de Dublin, na Irlanda, envolveu mais de 4 mil gestantes e mostrou que chás e terapias complementares não parecem oferecer um alívio expressivo – o sucesso dessas medidas é muito relativo.

A atenção deve ser voltada para o que e quanto comem, pois há, sim, atitudes que podem minimizar o mal-estar.

A equipe da RGNutri afirma que “as mudanças hormonais, o aumento da sensibilidade do olfato e o excesso de ácidos no estômago são fatores que contribuem para que 80% das mulheres grávidas sintam enjoo, que é chamado cientificamente de êmese gravídica”.

Especula-se que este quadro pode ser considerado um mecanismo de proteção onde a gestante tende a se afastar de alguns fatores que podem desencadear a má formação fetal, porém este fenômeno ainda não está comprovado cientificamente – explica.

Períodos da Gestação

Nas primeiras semanas de gestação, a gestante tem um aumento do sono, cansaço, diminuição das funções intestinais, diminuição do esvaziamento gástrico e maior retenção de líquido, o que pode gerar um mal estar intenso nas mulheres grávidas e intensificar os enjoos.

Segundo a equipe, estes sintomas podem diminuir após três meses de gestação, porém em alguns casos pode durar a gravidez toda. Por isso, é preciso ter uma alimentação elaborada para o bebê ter um bom desenvolvimento.

Veja as dicas da RGNutri para reduzir o enjoo durante a gravidez:
•    Coma algum alimento a cada duas horas, sempre em pequenas porções – muitas horas em jejum é um dos fatores que aumentam o enjoo.
•    Biscoitos salgados e torradas podem ser uma boa dica para o café da manhã – estes alimentos tem uma digestão fácil e não sobrecarregam o estômago.
•    Evite comida gordurosa, odores e temperos fortes – estes alimentos têm uma digestão mais lenta podendo sobrecarregar o estômago e deixar a sensação de estômago cheio, desconfortável.
•    A intolerância a leite e carnes é muito comum. Como estes alimentos são as principais fontes de proteínas, cálcio e ferro, é importante estar atenta e optar por outros alimentos fontes de proteínas: ovos, iogurte, queijos, leguminosas, peixes e frango.
•    Não consuma álcool – além de prejudicar a formação do bebê, pode dificultar o trabalho do estômago.
•    Não abuse do café – além de atrapalhar o sono se consumido em quantidades elevadas, pode promover mais enjoo.
•    Adicionar limão na água ou em chás e beber durante o dia pode ajudar a diminuir as náuseas.
•    Coma alimentos ricos em carboidratos – arroz, macarrão, batata. Além de terem uma digestão fácil, fornecem energia e ajudam a controlar o enjoo.
•    Durante as refeições não beba nada, isso pode dificultar a digestão.
•    Limonada sem açúcar e bebidas frias e ácidas ajudam a diminuir o mal-estar.
•    Evite deitar após as refeições.

Indispensável: assistência médica durante o pré natal. Fundamental para a identificação de fatores de risco, pode controlar todos os sintomas que ocorrem durante a gestação.

A náusea e mal-estar não afetam o bebê desde que a gestante tenha uma alimentação balanceada e mantenha-se hidratada, além de visitar o médico regularmente.

A maioria das mulheres percebe logo o que faz mal, o que faz bem e a que quantidade. Sentir-se enjoada é absolutamente normal. Mas pode também não ocorrer.

O que fazer para minimizar o enjoo na gravidez

Não faltam receitas para atenuar as náuseas que costumam aparecer na gravidez. Veja o que funciona realmente.

Uma revisão de 27 estudos, realizada pela Universidade de Dublin, na Irlanda, envolveu mais de 4 mil gestantes e mostrou que chás e terapias complementares, não parecem oferecer um alívio expressivo – o sucesso dessas medidas é muito relativo.

A atenção deve ser voltada para o que e quanto comem, pois há, sim, atitudes que podem minimizar o mal-estar.

A equipe da RGNutri afirma que “as mudanças hormonais, o aumento da sensibilidade do olfato e o excesso de ácidos no estômago são fatores que contribuem para que 80% das mulheres grávidas sintam enjôo, que é chamado cientificamente de êmese gravídica”.

Especula-se que este quadro pode ser considerado um mecanismo de proteção onde a gestante tende a se afastar de alguns fatores que podem desencadear a má formação fetal, porém este fenômeno ainda não está comprovado cientificamente – explica.

Períodos da Gestação

Nas primeiras semanas de gestação, a gestante tem um aumento do sono, cansaço, diminuição das funções intestinais, diminuição do esvaziamento gástrico e maior retenção de líquido, o que pode gerar um mal estar intenso nas mulheres grávidas e intensificar os enjoos.

Segundo a equipe, estes sintomas podem diminuir após três meses de gestação, porém em alguns casos pode durar a gravidez toda. Por isso, é preciso ter uma alimentação elaborada para o bebê ter um bom desenvolvimento.

Veja as dicas da RGNutri para reduzir o enjôo durante a gravidez:

  • Como algum alimento a cada duas horas, sempre em pequenas porções – muitas horas em jejum é um dos fatores que aumentam o enjoo.
  • Biscoitos salgados e torradas podem ser uma boa dica para o café da manhã – estes alimentos tem uma digestão fácil e não sobrecarregam o estômago.
  • Evite comida gordurosa, odores e temperos fortes – estes alimentos têm uma digestão mais lenta podendo sobrecarregar o estômago e deixar a sensação de estômago cheio, desconfortável.
  • A intolerância a leite e carnes é muito comum. Como estes alimentos são as principais fontes de proteínas, cálcio e ferro, é importante estar atenta e optar por outros alimentos fontes de proteínas: ovos, iogurte, queijos, leguminosas, peixes e frango.
  • Não consuma álcool – além de prejudicar a formação do bebê, pode dificultar o trabalho do estômago.
  • Não abuse do café – além de atrapalhar o sono se consumido em quantidades elevadas, pode promover mais enjoo.
  • Adicionar limão na água ou em chás e beber durante o dia pode ajudar a diminuir as náuseas.
  • Coma alimentos ricos em carboidratos – arroz, macarrão, batata. Além de terem uma digestão fácil, fornecem energia e ajudam a controlar o enjoo.
  • Durante as refeições não beba nada, isso pode dificultar a digestão.
  • Limonada sem açúcar e bebidas frias e ácidas ajudam a diminuir o mal-estar.
  • Evite deitar após as refeições.

Indispensável: assistência médica durante o pré natal. Fundamental para a identificação de fatores de risco, pode controlar todos os sintomas que ocorrem durante a gestação.

A náusea e mal-estar não afetam o bebê desde que a gestante tenha uma alimentação balanceada e mantenha-se hidratada, além de visitar o médico regularmente.


A maioria das mulheres percebe logo o que faz mal, o que faz bem e a que quantidade.
Sentir-se enjoada é absolutamente normal. Mas pode também não ocorrer.

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Hospital Municipal Infantil Menino Jesus - Divulgação

A partir de hoje, 7, o Hospital Municipal Infantil Menino Jesus (Rua dos Ingleses, 258 – Bela Vista) atenderá os bebês nascidos na rede pública municipal, pelo Programa Mãe Paulistana, que apresentarem fissura labiopalatal, como o lábio leporino e a fenda palatina.

Antes mesmo da alta da maternidade, os bebês passarão por uma avaliação multidisciplinar de nutricionistas, psicólogos, fonoaudiólogos e cirurgiões.

O novo projeto é fruto de um planejamento estabelecido entre o Instituto de Responsabilidade Social Sírio-libanês (IRSSL) e a Secretária Municipal da Saúde de São Paulo.

Você sabe o que é fissura labiopalatal?

A fissura labial e a fenda palatina, conhecidas popularmente como lábio leporino e goela de lobo, respectivamente, são malformações congênitas, de apresentação variável, que ocorrem durante o desenvolvimento do embrião. Para que você entenda melhor:

- Fissura labial ou lábio leporino: Durante a gestação, o maxilar superior do bebê não se fecha como deveria. Essa falha no fechamento pode restringir-se ao lábio ou estender-se, atingindo a gengiva, o maxilar superior e o nariz. A fissura labial é facilmente reconhecível;

- Fenda palatina: A abertura pode atingir todo o céu da boca e a base do nariz, estabelecendo comunicação direta entre um e outro. Pode, ainda, ser responsável pela ocorrência de úvula bífida (a úvula, ou campainha da garganta, aparece dividida). No entanto, às vezes, essa variação de tamanho é pequena, o que gera algum atraso no diagnóstico.

Causas

Ainda não se sabe as causas dessas anomalias. Sabe-se, entretanto, que alguns fatores de risco podem estar envolvidos na sua manifestação: deficiências nutricionais e algumas doenças maternas durante a gestação, radiação, certos medicamentos, álcool, fumo e hereditariedade.

Diagnóstico

A ultrassonografia tornou possível fazer o diagnóstico das fendas labiopalatinas a partir da 14ª semana de gestação. Nessa fase, o importante é tranquilizar os pais, fornecendo informações sobre as possibilidades de tratamento e esperar a criança nascer. Grande parte dos diagnósticos, porém, continua sendo realizada depois do parto.

Tratamento

O tratamento é cirúrgico e longo. Começa no recém-nascido e termina com a consolidação total dos ossos da face, aos dezessete, dezoito anos.

As fissuras labiopalatinas não são apenas alterações de caráter estético. São a causa de problemas de saúde que incluem má nutrição, distúrbios respiratórios, de fala e audição, infecções crônicas, alterações na dentição. Da mesma forma, elas provocam problemas emocionais, de sociabilidade e de autoestima.

Por isso, o tratamento requer abordagem multidisciplinar, isto é, a participação de especialistas de diferentes áreas de saúde (cirurgia plástica, cirurgia bucomaxilo-facial, otorrinolaringologi, fonoaudiologia, dentista e ortodontia, por exemplo).

Atenção, segundo especialistas, a correção do lábio leporino e da estrutura palatina admite condutas muito variadas. Por isso, é aconselhável que os pais escolham um médico de sua confiança para seguir as medidas terapêuticas que ele aconselha.

Dados da Central de Informações da Prefeitura de São Paulo indicam que a incidência da fissura labiopalatal é de1 para cada 1,6 mil nascimentos.

* Com informações OESP e site Dr. Dráuzio Varella.
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O especialista em fertilidade, Sherman Silber, explica como aumentar as chances de ter um bebê aos 30 ou 40 anos.

Algumas mulheres já congelam seus óvulos. O que o especialista afirma é que ao guardar pedaços dos ovários, a probabilidade de ter filhos depois será maior.

Isso porque congelar um terço do ovário significa que 60 mil óvulos seriam capturados com o tecido, e poderia ser transplantado de volta quando a mulher ficasse mais velha. Uma coleta normal de ovários captura de cinco a dez por vez.

“Uma mulher pode congelar o ovário aos 19 e ter um ovário de 19 quando tiver 40.”

Uma justificativa do médico é que as mulheres querem ter filhos mais velhas, por isso podem optar pelo congelamento.

O médico foi o responsável pelo primeiro transplante total de ovário, feito em 2007 e falou no Congresso da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva que acontece nos EUA.

Outros profissionais acreditam ser necessário saber mais sobre os resultados do procedimento.

- E o Nobel da medicina vai para…

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Primeiros testes com o gel contraceptivo tiveram bons resultados. O método é visto como um possível substituto à pílula anticoncepcional.

As pesquisas informam que o gel é eficaz para fornecer as doses diárias dos hormônios de estrogênio e progesterona através da pele, o que impede que os ovários liberem um óvulo a cada mês. Também precisa ser usado diariamente.

Semelhanças e diferenças, prós e contras

Em relação à pílula anticoncepcional, funciona da mesma forma, mas sem efeitos colaterais de ganho de peso, enjôo e perda de apetite sexual.

Sobre o adesivo que também age em contato com a pele, o gel, além de invisível não tem a possibilidade de se descolar da pele.

O centro de pesquisas Population Council, em Nova York, afirma que o gel também pode ser usado por mulheres que estão amamentando. Ao contrário da pílula, que tem níveis hormonais que podem interferir na produção de leite.

Os testes foram baseados em 18 mulheres, que receberam o gel e utilizaram o produto por sete meses. Durante esse tempo, nenhuma delas ficou grávida ou teve efeitos colaterais. O artigo foi publicado na New Scientist.

Gel pode ser o novo e mais evoluído método contraceptivo

Primeiros testes com o gel contraceptivo tiveram bons resultados. O método é visto como um possível substituto a pílula anticoncepcional.

As pesquisas informam que o gel é eficaz para fornecer as doses diárias dos hormônios de estrogênio e progesterona através da pele, o que impede que os ovários liberem um óvulo a cada mês. Também precisa ser usado diariamente.

Semelhanças e diferenças, prós e contras

Em relação à pílula anticoncepcional, funciona da mesma forma, mas sem efeitos colaterais de ganho de peso, enjôo e perda de apetite sexual.

Sobre o adesivo que também age em contato com a pele, o gel, além de invisível não tem a possibilidade de se descolar da pele.

O centro de pesquisas Population Council, em Nova York, afirma que o gel também pode ser usado por mulheres que estão amamentando. Ao contrário da pílula, que tem níveis hormonais que podem interferir na produção de leite.

Os testes foram baseados em 18 mulheres, que receberam o gel e utilizaram o produto por sete meses. Durante esse tempo, nenhuma delas ficou grávida ou teve efeitos colaterais. O artigo foi publicado na New Scientist.

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Uma pesquisa trouxe à tona o que muitas pessoas desconhecem sobre a relação entre a falta de higiene bucal e complicações na gravidez: oito em cada dez grávidas do SUS têm problemas dentários.

A falta de higiene bucal pode ocasionar partos prematuros e o nascimento de bebês com baixo peso, como indica o chefe do Serviço de Odontologia da Maternidade Interlagos, Francisco Barata Ribeiro.

Aproximadamente 7% das pacientes examinadas apresentam problemas mais graves, como o granuloma, espécie de edema que se forma na gengiva.

A mulher fica mais propensa a ter problemas bucais durante a gestação, devido às mudanças hormonais que ocorrem neste período. Por isso, a atenção deve ser redobrada, principalmente a partir do segundo trimestre, afirma Ribeiro.

O programa para disseminar a saúde bucal entre as gestantes, “Boca Saudável, Gravidez Saudável”, foi introduzido no Hospital e Maternidade Interlagos em 2003, maior maternidade pública da zona sul de São Paulo. Examina cerca de 400 grávidas por ano, dentro do cronograma de pré-natal.

O balanço foi feito pela Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo com base nos dados destes atendimentos pré-natal.

Com pequenas atitudes, é possível se livrar deste problema que acomete 8 em cada dez grávidas pesquisadas. Os cuidados são praticamente os mesmos de uma mulher não grávida: limpeza diária dos dentes com uso adequado da escova e fio dental.

Veja cinco dicas essenciais para manter a boa saúde bucal durante a gravidez:

- Substitua alimentos ricos em carboidratos e açúcares por frutas e vegetais

- Reforce o corpo com vitaminas B, C e cálcio

- Após vômito por enjôo de gravidez, faça bochecho antes de escovar os dentes

- Reforce a escovação e o uso de fio dental

- Em primeiro lugar não deixe de informar o dentista que você está grávida. Se planejada, você pode marcar a visita ao dentista antes da gravidez e resolver todos os problemas.
Os cuidados que você tiver agora não devem parar quando seu bebê nascer

Lembre-se: os hábitos que você adquirir serão passados para seu filho!

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As mortes decorrentes de complicações na gestação e parto caíram um terço nas últimas duas décadas. O resultado, obtido desde 1990, foi atribuído à melhora no treinamento de parteiras, serviços de planejamento familiar e no atendimento obstétrico e pós-natal.

No entanto, mil mulheres ainda morrem desnecessariamente por dia no mundo, informou hoje, 15, a Organização Mundial da Saúde – OMS.

Principais causas: hemorragias pós-parto, infecções, distúrbios hipertensivos e abortos malfeitos.

Pobres X Ricos

As mulheres dos países mais pobres têm 36 vezes mais risco de morrerem de causas decorrentes da gestação do que as dos países ricos, destacou a OMS, anunciando dados que continuam bem acima das metas de redução adotadas pela ONU.

Cerca de 99% das 358 mil mortes maternas notificadas em 2008 ocorreram nos países em desenvolvimento e mais de metade foi na África Subsaariana, segundo o relatório.

Meta

Para que o índice de mortalidade materna chegue aos níveis desejados pelas Metas do Milênio da ONU é necessário um declínio de 5,5% ao ano até 2015. No entanto, o ritmo desse declínio, desde 1990, foi de 2,3% ao ano.

“Não podemos simplesmente aceitar essa situação intolerável, inaceitável, em que muitos milhões de mulheres morrem desnecessariamente”, ressalta o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Segundo ele, para atingir a meta estabelecida seria preciso dezenas de bilhões de dólares por ano até 2015.

* Com informações da Reuters.
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O Senado aprovou ontem, por unanimidade, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que torna obrigatória a ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses no país, inclusive para empresas privadas.

A PEC, de autoria da senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), obteve 62 votos a favor e nenhum contra.

O Blog da Saúde vem acompanhando a questão. Como publicado, a PEC também havia sido aprovada no Senado na primeira votação, realizada no começo de julho. Agora, o texto vai para a Câmara. Se aprovado, segue para a promulgação.

Uma lei, aprovada em 2008, procura incentivar a licença-maternidade maior, oferecendo incentivos fiscais para quem dá o benefício de dois meses a mais de afastamento às funcionárias que se tornam mães.

No entanto, a licença de 180 dias é facultativa às empresas, que têm liberdade para aderir ou não à extensão do benefício. A licença já é adotada em diversos órgãos públicos. A diferença é que com a PEC, o novo período de licença passa a ser obrigatório para os contratantes.

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O Senado aprovou ontem, por unanimidade, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que torna obrigatória a ampliação da licença maternidade de quatro para seis meses no país.

Hoje, a licença de 180 dias é facultativa às empresas, que têm liberdade para aderir ou não à extensão do benefício. Quem concede os 60 dias adicionais tem direito a benefícios fiscais. A licença já é adotada em diversos órgãos públicos.

No entanto, para que se torne obrigatória, a PEC ainda precisa ser votada em segundo turno (votação prevista para agosto) e depois vai para a Câmara. Se aprovada, segue para a promulgação.

Autora da PEC, a senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN) afirma que a ampliação da licença-maternidade traz benefícios às empresas, já que quando a mãe tem a possibilidade de ficar mais tempo com o filho, volta ao trabalho mais produtiva e falta menos.

Licença-paternidade

No final do ano passado, a Comissão de Assuntos Sociais do Senado também aprovou a ampliação, de até quatro meses, a licença paternidade em algumas situações, como a morte da mãe no pós-parto ou se o casal escolher o pai para cuidar do filho adotado.

A proposta ainda estabelece situações em que o empregado responsável por um filho de até três anos deficiente ou com uma doença que necessite de tratamento poderá se ausentar do trabalho por até 10 horas semanais, que deverão ser compensadas depois.

A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. Em parecer enviado ao Senado no ano passado, o governo se manifestou contra a proposta.

Hoje, as empresas devem conceder cinco dias de licença remunerada ao pai de um recém-nascido.

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Primeira gravidez muda a rotina do casal, surge um novo universo jamais explorado para os dois. É claro que as sensações são diferentes, afinal, as mulheres sentem todas as mudanças corporais, aquelas que os homens apenas veem.

Mesmo assim, quem pensava que a depressão pós-parto atinge apenas as mães se engana. Entre os pais de primeira viagem, um a cada dez homens sofre desse mal.
Para chegar a tal conclusão, foi feita uma revisão de 43 estudos, levando em conta desde o começo da gestação até o bebê completar um ano.

Curiosamente, os três primeiros meses de vida do bebê é o período em que menos os homens sofrem, 7,7% deles têm depressão. Em compensação, do terceiro ao sexto mês do bebê, está a concentração do problema – atinge 25% deles.

Vários fatores podem estar ligados ao problema. No começo a ficha demora para cair e quando cai, bate aquela insegurança financeira, o medo de não ter todo o tempo para ficar com o filho. Ao ver a mulher, muitos não compreendem a mudança em relação à sexualidade.

A partir daí, tudo que acontece no trio familiar reflete uns nos outros. A mulher precisa da proteção do novo pai, e se não tiver, pode ela própria desencadear a depressão. É certo que tudo isso afetará o bebê, que absorve os sentimentos dos pais.

Veja alguns sinais da depressão pós-parto nos homens:

Imagem da FSP

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Versículo: Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo, dai graças,
porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.  1 Tessalonicenses 5:16-18

Pensamento: Onde seu coração reside? Este é o assunto desses versículos? São
sobre aonde passamos a maior parte do tempo com os nossos corações.
Há uma ciência constante na sua vida que Deus está presente? Ou
Deus está presente na sua conveniência e se ausenta quando você
está ocupado ou sente que está tudo bem? A alegria vem ao saber que
nunca estamos sozinhos. A oração é a conversa contínua que temos,
Espírito para Espírito, filho ao Aba, humano com Deus.
Agradecimento e alegria são os lembretes que temos sido abençoados,
mesmo apesar do que as circunstâncias implicam.

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Simples atitudes durante a gravidez fazem toda a diferença. Entre 1980 e 2008, a morte de mulheres durante a gestação, no parto ou até 42 dias após dar a luz diminuiu 63% no Brasil.

Em outras palavras, em 1980 a taxa média era de 149 mortes de mães para cada 100 mil bebês nascidos vivos. Há dois anos, este número caiu para 55 em cada 100 mil.

Os números são prova das melhorias tanto da saúde das mães como das facilidades no acesso a atendimento médico. Houve também aumento do nível de escolaridade e maior assistência no parto.

Principais causas de morte materna no Brasil

- Pré-eclâmpsia (hipertensão, alta pressão arterial que só aparece quando a mulher fica grávida).

- Infecções depois do parto

- Aborto

- Hemorragia no útero durante a gravidez ou no parto/pós-parto

- Doenças no aparelho circulatório complicadas pela gravidez

Mundo

A mortalidade materna caiu 35% no mundo entre os anos de 1980 e 2008 e mais da metade das mortes se concentra em seis países: Índia, Nigéria, Paquistão, Afeganistão, Etiópia e República Democrática do Congo. Vale lembrar que a epidemia de AIDS que assola os países africanos trouxe impacto negativo.

Por outro lado, Austrália, Luxemburgo e Suécia são os países com menos mortes. O estudo foi feito em 181 países, por pesquisadores da Universidade Washington, Estados Unidos, e publicado no Lancet.

Rumo a uma das metas do milênio

Melhorar a saúde das gestantes faz parte das oito metas das Nações Unidas, estabelecidas em 2000. A intenção é diminuir em 75% as mortes maternas até 2015.

Você quer ajudar, mas não sabe o que fazer? A ONU dá as dicas!

SUGESTÕES DE AÇÕES:

Fazer campanhas sobre:

-Planejamento familiar.
-Prevenção do câncer de mama e de colo de útero.
-Gravidez de risco.
-A importância do exame pré-natal.
-Nutrição da mãe e aleitamento materno.

Não se automedicar e não receitar remédios para gestantes.

Propiciar um ambiente agradável, afetivo e pacífico às gestantes em casa, no trabalho, no dia a dia, dando prioridade a elas, cedendo a vez em filas, auxiliando-as em seu deslocamento e no carregamento de pacotes.

Presentear uma grávida em situação de desvantagem social com um enxoval para seu bebê.

Acompanhar uma gestante, garantindo a realização do pré-natal, oferecendo transporte para as consultas e facilitando a aquisição de medicamentos, quando necessário.

Divulgar informações sobre saúde para gestantes e articular palestras em Postos de Saúde, Centros Comunitários e instituições como a Pastoral da Criança.

Participar de iniciativas comunitárias voltadas para a melhoria da saúde materna e o atendimento à gestante (pré-natal e pós-parto).

Incentivar o debate entre a universidade, a escola e a comunidade.

Reunir mulheres grávidas para troca de experiências.

Incentivar a educação para gestantes.

“Receber atendimento no pré-natal faz toda a diferença. É fundamental para a prevenção e diagnóstico precoce de complicações. Recomenda-se no mínimo seis consultas antes do parto.”

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Já falamos por aqui sobre algumas praticas para que as mulheres tenham uma gravidez saudável e feliz. A novidade de hoje vem de um estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

Na pesquisa, os especialistas descobriram que mulheres que praticam exercícios aeróbicos ao longo da gravidez podem apresentar probabilidade mais baixa de dar à luz um bebê com tendência à obesidade.

A redução do peso dos bebês é modesta, cerca de 143 gramas, porém, isso resulta em benefícios para a criança no longo prazo.

Agora já sabe, não dispense a malhação durante a gravidez a garanta uma vida saudável para você e para seu filho!

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