Pastel de feira com controle de qualidade?
novembro 18, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde FÃsica
DifÃcil resistir a um pastelzinho de feira…basta sentir o cheiro para abrir o apetite! Com sabor, tempero e muitas vezes um toque especial, hoje há até concurso para eleger os melhores da cidade!
No entanto, é preciso cuidado na hora de escolher onde comprar o produto. O problema são os cuidados com procedimentos básicos de higiene.
Uma nova determinação da Secretaria de Coordenação de Subprefeituras de São Paulo exige que os feirantes que comercializam pastéis, doces caseiros, lanches rápidos e comidas tÃpicas, como yakissoba, tapioca e pamonha, informem sobre a procedência da massa utilizada nos produtos. Os dados serão passados à Supervisão de Abastecimento (Abast), que irá monitorar a fabricação dos produtos.
Os feirantes têm até março do ano que vem para se adequar às normas de vigilância sanitária que estão baseadas no Manual de Boas Práticas, da portaria 1210/06, da Secretária Municipal da Saúde.
De acordo com o supervisor geral de abastecimento da Secretaria das Subprefeituras, José Roberto Graziano, no primeiro momento, a medida será de conscientização e não de fiscalização. Segundo ele, a determinação deverá contribuir com a melhora na qualidade dos alimentos vendidos nas feiras. Multas ainda não estão previstas.
O que muda?
A partir de agora, quando o feirante iniciar a renovação da sua matrÃcula, que ocorre mensalmente, terá de informar o endereço onde a massa é produzida, além de fornecer informações sobre o local onde é feita a manipulação, acondicionamento e armazenamento do produto. Os técnicos da secretaria realizarão vistorias nos locais antes da emissão da nova licença.
Será obrigatório também apresentar o certificado do curso gratuito de boas práticas de manipulação de alimentos para feiras livres, realizado a cada dois anos no Sindicato dos Feirantes. Práticas de higiene, limpeza e conservação são alguns dos temas abordados.
“O pastel de feira já é uma tradição paulistana. Queremos garantir a qualidade dos produtos oferecidos à população. A medida vai beneficiar o feirante que pode, gratuitamente, se capacitar sobre produção e manuseio dos produtos, e o cidadão comum, que ficará tranquilo sobre as condições de produção do alimento”, afirma o supervisor geral de abastecimento da Secretaria das Subprefeituras.
Para os especialistas em saúde, é importante verificar a qualidade da matéria prima e o local onde ela é manuseada e armazenada. Isso evita a contaminação dos alimentos, o risco de infecções alimentares e outros problemas ligados ao sistema digestivo, que podem causar sintomas como diarreia, náusea e prostração.
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agosto 6, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Paulistas devem estar lembrados que no dia 7 de agosto de 2009 as saÃdas noturnas para os fumantes (e para os não-fumantes também!) ficaram um pouco diferentes.
Amanhã, sábado, faz um ano que a lei antifumo entrou em vigor e tem sido super respeitada pelos estabelecimentos – a adesão foi em 99,78% deles. Mas muito se deve ao serviço da população que denunciou quem estivesse descumprindo as regras.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, no total – entre mais de 360 mil fiscalizações na capital, litoral, interior e grande SP – 822 multas foram aplicadas. Destas, 183 foram originadas a partir de denúncias recebidas por telefone ou via portal da lei.
Cerca de 500 fiscais da Vigilância Sanitária e do Procon foram especialmente treinados para fiscalizar o cumprimento da lei. Eles seguem realizando blitze diárias, em diferentes horários, incluindo madrugadas.
BenefÃcios à saúde pública
Em um ano de atuação, os benefÃcios já são mensuráveis: em cerca de 700 estabelecimentos pesquisados, como bares, restaurantes e casas noturnas, houve uma redução de até 73,5% nos nÃveis de monóxido de carbono no interior desses ambientes.
O estudo realizado pelo Instituto do Coração (Incor) do Hospital das ClÃnicas mostra que a população compreendeu que a lei tinha compromisso com a saúde em público.
Multas por região
Apenas um estabelecimento chegou a ser interditado por 48 horas na cidade de Mogi das Cruzes, por ter sido flagrado três vezes descumprindo a legislação.
A região do Alto Tietê e Guarulhos liderou o Ãndice de descumprimento da lei antifumo paulista no primeiro ano. Em segundo lugar no ranking ficou a capital paulista.
Barretos foi a terceira região do Estado com maior Ãndice de multas sobre o total de inspeções. Já as regiões com menor percentual de multas em relação à s vistorias realizadas foram Assis, com 0,01%, e Osasco, com 0,02%.
A multa pelo descumprimento da legislação é a partir de R$ 821,00, dobrando em caso de reincidência. Na terceira autuação o estabelecimento pode ser fechado por 48 horas e, na quarta, a interdição prevista é de 30 dias.
Multas na capital
Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde aponta que o Itaim Bibi, na zona sul de São Paulo, liderou o número total de multas por descumprimento da lei. De 7 de agosto de 2009 ao final de junho deste ano, perÃodo analisado para o estudo, foram 32 autuações na região aplicadas pelos agentes da Vigilância Sanitária Estadual e do Procon.
Em segundo lugar ficou o bairro da Liberdade, com 20 multas, seguido por Sumaré, Campo Belo e Sé/República, cada um com 19 autuações.
Entre as regiões da cidade, a zona sul lidera, com 109 multas, seguida pela região central, com 78, e a zona leste, com 74. A zona norte teve 70 multas e a zona oeste, 50.
Tipos de estabelecimento
Foram 117 estabelecimentos de naturezas diferentes autuados – 182 multas a bares, 118 à lanchonetes e 82 a restaurantes e similares. Mas outros estabelecimentos (que você nem imagina!) também receberam multas.
Houve, por exemplo, 37 multas em padarias, 31 em armazéns, mercearias e mini-mercados, 21em lojas de roupas, 14 em hotéis, 11 em postos de gasolina e 11 em clubes sociais ou desportivos. Também foram multados 10 lojas de bebidas, 9 farmácias, 8 discotecas ou danceterias e 7 peixarias.
O balanço aponta, ainda, 6 multas a condomÃnios, 5 a salões de cabeleireiro, 4 autuações a lojas de bijuterias, souveniers e artesanato, outras quatro a hipermercados e quatro a lojas de peças e acessórios para automóveis.
Também receberam inspeção e multas estabelecimentos como lan-houses, armarinhos, comércios de hortifrutigranjeiros, agências de viagem, escolas de idiomas, universidades, livrarias e locadoras de vÃdeo, dentre outros.
O que você acha da lei?
Quem quiser informar sobre o descumprimento da lei pode fazer a denúncia por meio do telefone 0800 771 3541 ou pelo site www.leiantifumo.sp.gov.br
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julho 16, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde FÃsica
Depois de uma festa, para um almoço rápido, um lanchinho no meio da tarde ou na porta do estádio…você tem o hábito de comer cachorro-quente na rua?
Atenção! Um estudo realizado pela Vigilância Sanitária Municipal de São Paulo, órgão da Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), com vendedores de cachorro-quente motorizados na capital revela: 10 de 30 vans abordadas por fiscais sanitários têm bactérias que causam diarreia.
Foram encontrados coliformes fecais e outros três tipos de micro-organismos em nÃvel suficiente para levar a infecções alimentares. Essas bactérias indicam que os alimentos foram preparados sem higiene.
O estudo informa também que os carrinhos não mantém a temperatura adequada para conservar os produtos, nem documentação para funcionar (em 33,33% dos casos). Foram identificados ainda problemas quanto à higiene da manipulação dos alimentos na hora da preparação e venda.
Consequências
A diarreia não costuma durar mais que um dia. No entanto, em alguns casos o doente precisa ser internado.
Nem mesmo o fato de a salsicha ser fervida garante um alimento livre de micro-organismos.
O estafilococo, por exemplo, é morto quando se ferve a água. Assim que morre, porém, libera uma toxina que provoca diarreia.
A pesquisa
Os técnicos avaliaram as condições higiênico-sanitárias das instalações e a preparação dos lanches.
Os cachorros-quentes foram recolhidos entre janeiro e março, em diferentes bairros, por fiscais sanitários da prefeitura e pesquisadores da entidade de defesa do consumidor ProTeste.
Agora, a coordenação dará continuidade ao estudo, com coleta de amostras das mãos dos manipuladores e avaliação dos utensÃlios utilizados.
A venda de cachorro-quente na rua é regulamentada por lei?
O resultado da fiscalização preocupa. O cachorro-quente é a única comida com venda liberada nas ruas de São Paulo. O acarajé e o yakisoba, por exemplo, estão proibidos.
Existe uma legislação especÃfica para regular a comercialização do lanche por vendedores motorizados (decreto 42.242 de agosto de 2002).
Ao todo, 434 profissionais estão cadastrados na Covisa (sem contar os clandestinos).
O trabalho de fiscalização é realizado diariamente pelos técnicos. Após os resultados, a Covisa pretende intensificar a divulgação de cursos de boas práticas aos comerciantes.
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agosto 11, 2009 por Blog da Saúde
Em: Últimas NotÃcias
Os paulistas mal se acostumaram com a Lei antifumo que entrou em vigor na última sexta-feira, 7, e a justiça já concedeu uma liminar que libera alguns estabelecimentos no interior de São Paulo da fiscalização.
São cerca de 3000 bares e restaurantes que encontraram um manejo nessa fase inicial. Esperamos, para o bem-estar e a saúde de todos, que outros estabelecimentos não fujam à regra e que as vistorias não parem. A nova lei é um incentivo para redução dos fumantes e dos males causados pelo cigarro.
Para saber mais sobre a decisão tomada, clique aqui.
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