Pele: corrida contra o tempo
maio 19, 2011 por Paula Sanches
Em: Estética
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O primeiro órgão a denunciar a idade é a pele. Não só por sentir a transformação ao longo dos anos, pela deficiência de hormônios e pelo desgaste físico, mas principalmente por estar exposta aos raios solares e à poluição em quase 100% do tempo.
A pele precisa de cuidados especiais aos 20, 30, 40, 50 e 60 anos. Isso porque, aos poucos, os tecidos vão perdendo as propriedades necessárias para manter a pele jovem e bonita.
A lei da gravidade ativa os sinais de envelhecimento. Flacidez e rugas dão conta de perder o contorno original do rosto. Para não cair na linha do tempo a cada década a pele do rosto exige cuidados diferentes em cada etapa.
A Dra Valéria Marcondes, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Medicina Estética, traz as informações sobre as respectivas décadas. Há duas medidas, porém, que são sempre necessárias: tirar toda a maquiagem antes de dormir e usar filtro solar diariamente.
Aos 20
Apenas uma boa hidratação é suficiente para manter a elasticidade e o aspecto saudável, além de prevenir as rugas futuras. Basta higienizar com sabonete próprio para o rosto duas vezes ao dia e dar preferência para produtos livres de óleo na composição.
Aos 30
A partir dessa idade a pele começa a sofrer alterações e aparecem os primeiros sinais de desgaste e as marcas deixadas pelo sol. O uso de ácidos retinóicos estimulam o colágeno e inibem a ação progressiva das rugas. Tratamentos estéticos como laser fracionado e peeling de cristal, também ajudam na prevenção do envelhecimento.
Aos 40
Os produtos anti-idade passam a ser itens obrigatórios, já que as linhas de expressão, principalmente na região da testa e dos olhos, começam a mostrar os sinais. Nessa fase, os tratamentos de estímulo ao colágeno e procedimentos estéticos como luz pulsada, laser fracionado e leve preenchimento são os ideais.
Aos 50
Nessa idade a flacidez já compromete o contorno facial e os vincos na região dos lábios tendem a piorar. A fonte de hidratação diária deve ser rica em vitamina C, essencial para a renovação celular. Procedimentos como peelings mais fortes e profundos, laser intensos como o fracionado de CO2, o infravermelho e a radiofrequência podem ser aliados às aplicações de toxina botulínica, que garantem o up geral no rosto. Além disso, atualmente muito se fala em reposição hormonal nessa fase da vida, já que recupera boa parte do vigor da pele.
Aos 60
Os sintomas da idade marcam com mais força as rugas profundas devido à pele mais sensível e fina. O uso de cosméticos preenchedores garantem mais tônus e elasticidade ao rosto e os tratamentos que estimulem o colágeno e o uso de clareadores, amenizam as manchas e marcas e suavizam ainda mais os sintomas da idade.
A Academia Americana de Dermatologia (AAD) adverte que dormir em certas posições noite após noite leva a “linhas de expressão” – as rugas que ficam grvadas na superfície da pele e não desaparecem quando você se levanta. Dormir de lado aumenta as rugas nas bochechas e queixo, enquanto dormir de barriga para baixo faz a testa franzir. Para reduzir a formação de rugas, a AAD diz ‘durma de costas’.
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dezembro 13, 2010 por Blog da Saúde
Em: Destaque, Saúde Física
O protetor solar é importantíssimo para proteger a pele dos raios solares, prevenindo doenças como o câncer de pele.
A dermatologista Annia Cordeiro Lourenço ressalta que nunca é demais relembrar os cuidados necessários com a pele. “A cada ano, aumenta o número de pessoas com pele manchada e, na maioria dos casos, a culpa é da exposição solar sem proteção. Apesar do assunto ser falado frequentemente, ainda há muitos erros no uso do filtro solar”, explica a especialista.
Como aplicar o protetor corretamente?
O protetor solar não serve apenas para evitar queimaduras. Além de permitir que a pessoa possa ficar no sol (no horário adequado), sem se preocupar com a vermelhidão, o uso do filtro garante uma pele mais bonita e saudável por mais tempo.
“O sol estimula a produção de enzimas destruidoras do colágeno – que acelera o processo de envelhecimento – e leva à mutação do DNA – que pode causar o câncer de pele. O filtro protege a pele dessas reações”, afirma Dra. Annia.
Para a dermatologista, pele bronzeada é sinônimo de pele queimada pelo sol, ou seja, danificada pela exposição solar e suscetível a envelhecimento precoce, manchas e, até mesmo, câncer. “Não é possível ‘pegar uma cor’ usando filtro solar adequadamente. Se a pele ficar morena significa que houve queimadura, ou seja, a proteção não foi efetiva”, afirma.
Protetor antes e durante o sol!
O filtro deve ser aplicado, no mínimo, 15 minutos antes da exposição solar e precisa ser reaplicado a cada duas horas. Isso porque as moléculas químicas, responsáveis por absorver a radiação e não permitir que ela chegue às camadas mais profundas da pele, são consumidas com o passar do tempo e precisam ser repostas.
É indicado reaplicar após banho de mar, suor excessivo ou atrito, mesmo que a embalagem do protetor indique que o produto não sai na água.
Rosto: cuidados especiais
O rosto exige um produto específico. A pele do rosto, em geral, é mais oleosa que a do corpo. Por isso, precisa de mais cuidados. Para evitar o aparecimento de cravos e espinhas, por exemplo, o ideal é optar por um protetor solar oil-free ou em gel.
A escolha correta do número do FPS é essencial!
FPS é a sigla para Fator de Proteção Solar e indica o grau de proteção da pele contra a queimadura do sol. O número indica a quantidade de tempo que você pode expor-se ao sol sem se queimar, se comprado à exposição sem proteção alguma.
Um FPS 15, por exemplo, permite que você fique 15 vezes mais tempo no sol sem se queimar. Para uma exposição solar intensa, as pessoas de pele mais morena devem usar um protetor de FPS 30 e as de pele mais branca, FPS 60.
Se a pele ficar mais escura, isso significa que o protetor solar não protegeu efetivamente. “Os bronzeadores ou produtos com FPS inferior a 15 são contra-indicados”, lembra Dra Annia.
A especialista ainda lembra que há produtos disponíveis no mercado com FPS até 100. “A partir do FSP 60 a escolha só deve ser feita com a indicação de um especialista, pois geralmente esses produtos são mais caros e não oferecem mais benefícios para determinados pacientes”, explica a Dra Annia Lourenço.
Qual a diferença entre UVB e UVA?
É importante ler o rótulo do produto antes de comprar. O protetor solar precisa proteger contra os raios UVA e UVB.
A radiação UVA penetra profundamente na pele, não costuma ter sua intensidade alterada conforme a época do ano ou altitude de cada região e é a principal responsável pelo fotoenvelhecimento. “É esse tipo de raio solar que é o mais relevante quando o assunto é tratamento e prevenção de rugas e manchas. É ele também um dos responsáveis pela formação de melanoma (câncer)”, destaca a dermatologista.
Já os raios UVB são os causadores das queimaduras solares e mudam de intensidade conforme a estação e altitude, ganhando força no verão, em especial entre às 10h e 15h. O UVB está diretamente relacionado ao desenvolvimento de câncer de pele nas áreas corporais fotoexpostas.
Crianças
Crianças precisam de um protetor especial. Os bebês com menos de seis meses não podem usar nenhum tipo de protetor solar, pois sua pele ainda absorve facilmente as substâncias. “Portanto, praia não é lugar de bebê pequeno e, ao sair no sol, ele deve estar sempre protegido com roupas leves e chapéu”, explica Dra Annia Lourenço.
Segundo a especialista, entre os seis meses e dois anos, os pais devem optar por protetores infantis, com FPS mínimo de 50 e não podem abrir mão do chapéu e roupas. A partir dos dois anos, a criança pode usar o mesmo protetor dos pais, contanto que seja com um alto fator de proteção.
Hoje e sempre!
Protetor solar é cuidado diário. “Não saia de casa sem protetor solar, mesmo no inverno ou em dias nublados”, ressalta a dermatologista. Diariamente, é recomendado o uso de um filtro solar FPS 15. Isso protege a pele, mantendo-a mais jovem, bonita e prevenindo manchas e câncer. Na praia, piscina ou práticas esportivas, o ideal é usar um filtro com FPS a partir de 30.
Quantidade
Quando falamos de proteção solar, quanto mais, melhor! Quanto mais protetor, mais proteção, portanto não economize no filtro solar. A camada deve ser grossa e uniforme e nenhuma parte do corpo deve ser esquecida. Não esqueça, por exemplo, da orelha e dedos do pé.
E para proteger cabelos e lábios?
Para proteger os cabelos, é aconselhado o uso de cremes específicos com proteção solar. Vale ressaltar ainda que é recomendado o uso de chapéus, bonés, etc. Para os lábios, há batons com proteção e filtros em bastão. No entanto, lembre-se que, sem proteção, os lábios podem sofrer no verão tanto quanto no inverno!
Hoje, o mercado oferece roupas feitas de tecidos especiais, que já tem proteção solar. São chapéus, bonés, camisetas, roupas de banho e até guarda-sol. No entanto, não é qualquer produto. “Infelizmente, guarda-sol de nylon não protege”, explica a dermatologista.
Você sabe por que alguns protetores solares causam alergia?
Pesquisadores da Universidade de Gotemburgo e da Universidade Chalmers de Tecnologia (Suécia) identificaram uma substância altamente alergênica em protetores solares quando eles ficam em contato com o sol, chamada de “arylglyoxales”.
Isso explicaria porque muitas pessoas não podem usar produtos com dibenzoilmetano, um dos componentes que absorvem o efeito dos raios UVA em protetores solares.
De acordo com os autores do trabalho, publicado no “Science Daily“, ainda pouco se sabe sobre as reações químicas que acontecem quando os cremes ficam expostos ao sol e como a pele é afetada por essas substâncias que resultam da degradação dos produtos. Por isso, a descoberta pode ajudar a compreender o mecanismo da alergia de fotocontato (aquelas induzidas pela exposição à luz) e auxiliar na produção de protetores solares menos alergênicos.
Um novo teste para identificar esse tipo de alergia está sendo desenvolvido.
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dezembro 9, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou ontem (8) um projeto de lei que garante distribuição gratuita de filtro solar fator 12 pelo SUS (Sistema Único de Saúde).
O texto obriga ainda que as empresas distribuam protetores aos trabalhadores expostos à radiação solar direta, com ou sem equipamento de proteção individual, no horário compreendido entre 7:00 e 18:00 horas, independentemente do tempo de jornada.
A proposta prevê multa de R$ 1.300 por cada empregado exposto ao sol sem acesso ao filtro. Não há nenhuma menção, entretanto, ao fator de proteção do filtro solar a ser distribuído nestes casos.
Segundo a proposta, que altera trecho da Consolidação das Leis do Trabalho, caberá ao Ministério do Trabalho apresentar disposições adicionais para regulamentar as novas medidas.
Benefícios
De acordo com o autor da proposta, o deputado Lobbe Neto (PSDB-SP), o benefício não trará despesas adicionais ao governo, mas ao contrário, seria uma economia. Segundo ele, ao invés de tratar o câncer de pele, o governo poderia prevenir os trabalhadores de terem a doença.
No entanto, a Comissão de Finanças e Tributação apontou que a medida, a ser custeada pelo Ministério da Saúde, implica em impacto financeiro e orçamentário nas contas da União.
Durante a votação, o relator do projeto, o deputado federal José Genoíno (PT-SP), ainda ressaltou que “sendo reais os riscos da exposição ao sol e também reais os problemas que pode causar à saúde humana, entendo que a visão dos protetores como medicamento preventivo de uso geral, até por ser mais abrangente, deveria ser esposada pelo Congresso Nacional no processo de geração de normas legais”.
Genuíno ainda pretende apresentar recurso à Casa para debater a matéria mais uma vez no plenário da Câmara. Caso contrário, o texto segue direto para o Senado Federal.
O que você acha do projeto? Acredita que a distribuição ajudaria a diminuir a incidência do câncer de pele? Não seria necessário também campanhas informativas para conscientização das pessoas sobre os riscos da radiação solar? Dê a sua opinião!
*Com informações da FSP.
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agosto 19, 2010 por Blog da Saúde
Em: CONARH 2010
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dezembro 2, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Sol, praia, piscina e bronzeado. Homens e mulheres preocupados com a vaidade não dispensam além de todas as delícias que essa estação proporciona a busca pela cor perfeita.
Como prevenir é muito melhor do que remediar vale lembrar que para garantir uma cor uniforme e saudável alguns cuidados precisam ser tomados, inclusive na escolha do protetor solar.
Recentemente um estudo realizado pela Pro Teste com dez filtros solares demonstrou que após uma hora de exposição ao Sol nossa pele já fica suscetível a queimaduras.
Das marcas avaliadas, cinco perderam a eficácia após esse período e quatro delas após meia hora de imersão na água.
Confira na imagem abaixo o resultado das marcas avaliadas
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