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SP antecipa e amplia campanha de vacinação contra febre amarela

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo vai antecipar e ampliar a campanha de imunização contra a febre amarela, com a meta de imunizar 8,3 milhões de pessoas ainda não vacinadas. O início será em 29 de janeiro, última segunda-feira do mês.

Haverá ‘Dias D’ nos sábados 3 e 17 de fevereiro, data prevista para encerramento da campanha. Durante o período, o Governo do Estado pretende vacinar moradores de 54 cidades que residem em áreas ainda não alcançados pelo vírus, mas que estão receptivas, pois integram os corredores ecológicos. A finalidade é proteger a população preventivamente. Nos ‘Dia D’, os postos de saúde dos municípios envolvidos estarão abertos em regime especial para atender a população.

O 54º município incluído foi São Caetano do Sul e outros doze municípios que teriam vacinação em bairros específicos agora serão contemplados em sua totalidade, para cidadãos que não receberam a vacina até o momento. Serão alcançadas as regiões da Grande São Paulo, Vale do Paraíba e Baixada Santista (confira abaixo a lista de municípios). Todos os recortes foram definidos por critérios epidemiológicos após análises técnicas e de campo feitas pelo CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica/Divisão de Zoonoses) e Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) em locais de concentração de mata.

Na capital, onde as estratégias de vacinação têm sido desenvolvidas desde o ano passado, a campanha visa imunizar 2,5 milhões de pessoas que residem em distritos previamente definidos das zonas Leste e Sul (Capão Redondo, Cidade Tiradentes, Grajaú , São Mateus, entre outros).

A campanha será realizada com dose fracionada da vacina, conforme diretriz do Ministério da Saúde. O frasco convencionalmente utilizado na rede pública poderá ser subdividido em até cinco partes, sendo aplicado assim 0,1 mL da vacina. Estudos evidenciam que a vacina fracionada tem eficácia comprovada de pelo menos oito anos. Estudos em andamento continuarão a avaliar a proteção posterior a esse período. As carteiras de vacinação terão um selo especial para informar que a dose aplicada foi a fracionada.

Cerca de 6,3 milhões de doses da vacina fracionada serão disponibilizadas para as pessoas ainda não imunizadas que residem nos locais definidos pela campanha. Quem já tomou uma dose da vacina, mesmo se fizer parte destes municípios incluídos na campanha, não precisará se vacinar novamente.  A vacina aplicada até o momento (dose padrão) tem validade para a vida toda, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).

“Decidimos antecipar e a ampliar a campanha de vacinação para proteger a população contra a febre amarela. Pessoas ainda não vacinadas e que residem em locais onde ainda não há circulação do vírus receberão a dose fracionada, que é segura e tem eficácia comprovada. Em quinze dias de campanha, queremos triplicar o número de pessoas vacinadas no Estado de São Paulo”, destaca o secretário de Estado da Saúde, David Uip.

A campanha também prevê a oferta de 2 milhões de doses padrão, que serão disponibilizadas para crianças com idade entre nove meses e dois anos incompletos, pessoas que viajarão para países com exigência da vacina, grávidas residentes em áreas de risco e portadores de doenças crônicas – como diabéticos, cardiopatas e renais crônicos, por exemplo.

Deverão consultar o médico sobre a necessidade da vacina os portadores de HIV positivo, pacientes com tratamento quimioterápico concluído, transplantados, hemofílicos ou pessoas com doenças do sangue e de doença falciforme.

Não há indicação de imunização para grávidas que morem em locais sem recomendação para vacina, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e imunodeprimidos, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas (como por exemplo Lúpus e Artrite Reumatoide). Em caso de dúvida, é fundamental consultar o médico.

Nas demais áreas do Estado de São Paulo onde já há vacinação em razão da circulação do vírus a imunização seguirá com a vacina padrão.

 

Município População-alvo
DIADEMA 365.124
MAUA 396.690
RIBEIRAO PIRES 105.651
RIO GRANDE DA SERRA 41.503
SANTO ANDRE 623.152
SAO BERNARDO DO CAMPO 707.474
SÃO CAETANO 94.435
BERTIOGA 46.251
CUBATAO 104.440
GUARUJA 275.974
ITANHAEM 85.935
MONGAGUA 45.537
PERUIBE 57.847
PRAIA GRANDE 260.175
SANTOS 333.561
SAO VICENTE 317.339
CACAPAVA 79.433
IGARATA 6.804
JACAREI 198.278
JAMBEIRO 5.366
MONTEIRO LOBATO 3.978
PARAIBUNA 16.549
SANTA BRANCA 12.466
SAO JOSE DOS CAMPOS 566.323
CARAGUATATUBA 89.603
ILHABELA 25.689
SAO SEBASTIAO 58.288
UBATUBA 74.237
APARECIDA 33.222
ARAPEI 2.448
AREIAS 3.675
BANANAL 9.715
CACHOEIRA PAULISTA 28.388
CANAS 4.507
CRUZEIRO 72.051
CUNHA 21.530
GUARATINGUETA 93.274
LAGOINHA 4.475
LAVRINHAS 6.623
LORENA 77.075
NATIVIDADE DA SERRA 6.549
PINDAMONHANGABA 138.567
PIQUETE 13.955
POTIM 20.158
QUELUZ 11.248
REDENCAO DA SERRA 3.745
ROSEIRA 9.721
SAO BENTO DO SAPUCAI 0
SAO JOSE DO BARREIRO 4.036
SAO LUIS DO PARAITINGA 10.013
SILVEIRAS 5.832
TAUBATE 253.003
TREMEMBE 42.025
CAPITAL 2.500.000
TOTAL 8.373.937

 

Organização Mundial de Saúde (OMS) disponibiliza, online, um mapa interativo em que o internauta pode clicar no país desejado e descobrir se é exigência, ou recomendação, tomar determinadas vacinas.

O viajante pode descobrir, por exemplo, se deve tomar vacina contra febre amarela, raiva e malária. Assim como também é possível consultar para quais cidades que a imunização é aconselhada.

Para os turistas que pretendem viajar para o Brasil as indicações no mapa são as seguintes:

- Febre Amarela

Não é uma exigência para entrar no país. Mas é sugerido que todos os viajantes tomem a vacina se forem para os seguintes estados: Acre, Amapá, Amazonas, Distrito Federal (incluindo a capital de Brasília), Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, e alguns locais específicos dentro da Bahia, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

A vacinação também é indicada para os que irão visitar Cataratas do Iguaçu.

Não é aconselhada para os viajantes cujos itinerários serão limitados a áreas não listadas acima, incluindo as cidades de Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

- Malária

Nos estados que não pertencem à “Amazônia Legal”, o risco de transmissão da malária é insignificante ou inexistente.

Ele está presente na maioria das áreas de floresta abaixo de 900 m nos nove estados da “Amazônia Legal” (Acre, Amapá , Amazonas, Maranhão (parte oeste), Mato Grosso (norte), Pará (exceto Belém), Rondônia, Roraima e Tocantins (parte ocidental)).

A intensidade da transmissão varia de um município para outro, e é maior em áreas de mineração de selva, em assentamentos agrícolas com menos de 5 anos, e em algumas áreas periféricas urbanas de Cruzeiro do Sul, Manaus e Porto Velho.

A malária também ocorre na periferia das grandes cidades, como Boa Vista, Macapá, Marabá, Santarém e Rio Branco.

- Raiva

O risco é alto e a imunização é recomendada para quem terá contato particularmente com animais domésticos, especialmente cães.

Imagem: Site OMS

O que é?

É uma Infecção viral transmitida por mosquitos encontrados em regiões tropicais.

A febre amarela é transmitida por duas espécies de mosquitos: O Haemagogus, que transmite o vírus de forma silvestre, e o Aedes Aegypti nas áreas urbanas.

A transmissão é muito parecida com a Dengue. Acontece quando um mosquito pica uma pessoa ou um primata (macaco) infectados, e depois pica uma pessoa saudável.

É recomendado vacinar-se 10 dias antes de qualquer viagem para áreas de risco. Em casos mais leves, o infectado pode sentir febre, dor de cabeça, náusea e vômitos. Casos mais graves podem gerar problemas cardíacos, renais e hepáticos fatais. Não existe tratamento específico para a febre amarela. Os esforços se concentram no gerenciamento dos sintomas e na limitação das complicações.

Como evitar:

Atualmente há vacina eficaz na prevenção da Febre Amarela.

Em áreas de risco, a vacinação deve ser feita já com 6 meses de vida.

A vacina deve ser repetida a cada 10 anos.

Sintomas:

É necessário um diagnóstico médico.

Em casos moderados provocam febre, dor de cabeça, náusea e vômitos. Casos mais graves podem gerar problemas cardíacos, renais e hepáticos fatais.

Tratamento:

O doente deve procurar o hospital imediatamente.

Não há um tratamento específico. Constitui em hidratação e uso de antitérmico sem ácido acetilsalicílico.

O Ministério da Saúde iniciou uma campanha nacional para atualizar a caderneta infantil. Objetivo é vacinar menores de cinco anos.

Até 24 de agosto, todas as 14,1 milhões de crianças menores de cinco anos de idade devem comparecer a um dos 34 mil postos fixos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS), além de outros volantes, para que a caderneta de vacinação seja avaliada e o esquema vacinal atualizado, de acordo com a situação encontrada. Horário de funcionamento é das 8 às 17 horas.

Dê uma olhada na caderneta de vacinação de seu filho e proteja-o contra as enfermidades imunopreveníveis.

Estão disponíveis todas as vacinas do calendário básico da criança. São elas: BCG, hepatite B, pentavalente, vacina inativada poliomielite (VIP), vacina oral poliomielite (VOP), rotavírus, pneumocócica 10 valente, meningocócica C conjugada, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e DTP (difteria, tétano e coqueluche). A partir desta campanha, passam a fazer parte do calendário básico a vacina pentavalente e a VIP.

A campanha teve como “Dia D” de inauguração este último sábado, 18 de agosto.

Embora apenas as crianças que não estão com calendário em dia irão receber vacinas durante a campanha, é importante que os pais recebam a orientação dos profissionais de saúde para analisar o histórico vacinal.

Confira AQUI como fica o calendário de vacinação infantil

Fonte: Agência Saúde

A Organização Mundial de Saúde (OMS) disponibiliza, online, um mapa interativo em que o internauta pode clicar no país desejado e descobrir se é exigência, ou recomendação, tomar determinadas vacinas.

O viajante pode descobrir, por exemplo, se deve tomar vacina contra febre amarela, raiva e malária. Assim como também é possível consultar para quais cidades que a imunização é aconselhada.

Para os turistas que pretendem viajar para o Brasil as indicações no mapa são as seguintes:

- Febre Amarela

Não é uma exigência para entrar no país. Mas é sugerido que todos os viajantes tomem a vacina se forem para os seguintes estados: Acre, Amapá, Amazonas, Distrito Federal (incluindo a capital de Brasília), Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, e alguns locais específicos dentro da Bahia, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

A vacinação também é indicada para os que irão visitar Cataratas do Iguaçu.

Não é aconselhada para os viajantes cujos itinerários serão limitados a áreas não listadas acima, incluindo as cidades de Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

- Malária

Nos estados que não pertencem à “Amazônia Legal”, o risco de transmissão da malária é insignificante ou inexistente.

Ele está presente na maioria das áreas de floresta abaixo de 900 m nos nove estados da “Amazônia Legal” (Acre, Amapá , Amazonas, Maranhão (parte oeste), Mato Grosso (norte), Pará (exceto Belém), Rondônia, Roraima e Tocantins (parte ocidental)).

A intensidade da transmissão varia de um município para outro, e é maior em áreas de mineração de selva, em assentamentos agrícolas com menos de 5 anos, e em algumas áreas periféricas urbanas de Cruzeiro do Sul, Manaus e Porto Velho.

A malária também ocorre na periferia das grandes cidades, como Boa Vista, Macapá, Marabá, Santarém e Rio Branco.

- Raiva

O risco é alto e a imunização é recomendada para quem terá contato particularmente com animais domésticos, especialmente cães.

Imagem: Site OMS

Dia 11 de Junho começará a Copa do Mundo deste ano. Se quem assistirá os jogos daqui do Brasil já aguarda ansiosamente para o dia chegar, imagine quem verá ao vivo e a cores de algum estádio da África do Sul.

Imagem do Site Oficial

Quem for entrar no país sede da competição não pode se esquecer de tomar a vacina contra a febre amarela. A Apresentação do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) é obrigatória para qualquer viajante na hora da entrada na África do Sul.

A vacina tem que ser tomada pelo menos dez dias antes da data da viagem ou estar dentro da validade (10 anos) para emitir o CIVP. Então, o próximo passo é fazer pré-cadastro no site da Anvisa e saber sobre a lista de todos os Centros de Orientação ao Viajante, onde o certificado pode ser emitido.

Há também informações sobre outros cuidados que os viajantes devem ter antes, durante e depois da viagem. Influenza A H1N1, cólera, malária, sarampo e febre do Rift Valley são outras doenças a que devem estar atentos.

Tenha sempre o calendário nacional de vacinação em dia de acordo com a sua faixa etária! Assim, você cuida da sua saúde e de todos os que estão à sua volta!

Para saber sobre a data e horário dos jogos, clique aqui. Lembre-se: o primeiro jogo do Brasil acontece dia 15 de Junho, contra a Coreia do Norte!

A febre amarela – doença infecciosa causada por vírus que é transmitido por um mosquito – está presente apenas na América Central, América do Sul e no continente africano. Existem vários tipos de febre amarela: a urbana, a rural e a silvestre.

No Brasil, são raros os casos de febre amarela contraída em regiões urbanas, a maioria das pessoas contaminadas contraíram a doença quando viajaram para áreas de floresta ou cerrado, onde a incidência de mosquitos transmissores é maior.

Para combater essa doença os brasileiros contam com uma vacina muito eficaz para prevenir o contágio, mas ela pode ser prejudicial aos bebês que ainda se alimentam através do leite materno.

Encefalite
Encefalite é uma doença causada por um vírus que inflama o cérebro. A patologia foi diagnosticada em dois bebês que ainda estão na fase de amamentação. Segundo o Ministério da Saúde, a encefalite foi causada por um vírus presente no leite das mães que tomaram a vacina contra a febre amarela.

A hipótese do Ministério é que o vírus presente na vacina contaminou o leite materno, que quando foi ingerido pelos bebês causou a inflamação no cérebro.

Por conta disso, o Ministério da Saúde recomenda que as mães armazenem leite durante 14 dias no congelador antes de tomar a vacina ou recorram aos bancos de leite materno.

Vacina contra febre amarela
Para a vacina fazer efeito, a pessoa deve tomá-la dez dias antes de viajar para áreas consideradas de risco, quem já foi vacinado nos últimos dez anos não precisa de uma nova dose.

Os efeitos colaterais da vacina existem, mas são raros os que podem causar a morte. Cerca de 4% a 5% das pessoas que tomam a vacina tem apenas dores de cabeça e mal-estar.