Estudos britânicos e do FDA apontam risco em contraceptivos com drospirenona
outubro 31, 2011 por Paula Sanches
Em: Últimas Notícias
A Anvisa solicita que os profissionais de saúde notifiquem à Agência sobre as reações adversas graves em mulheres que tomam anticoncepcional contendo o hormônio drospirenona, mesmo que as reações estejam descritas em bula.
As notificações devem ser feitas pelo sistema Notivisa, disponível no site da Agência. Esse acompanhamento mais atento se deve à publicação de estudos recentes no British Medical Journal e no FDA (Food and Drugs Administration), agência norte-americana para medicamentos e alimentos.
O estudo divulgado pelo FDA sugere um risco aumentado de formação de coágulos sanguíneos, de trombose venosa e tromboembolia pulmonar. Dois artigos publicados no British Medical Journal (BMJ) levantaram a mesma questão.
As pacientes em uso de anticoncepcional contendo o hormônio drospirenona devem seguir todas as recomendações do médico que as acompanha. É importante comunicar imediatamente ao médico caso desenvolvam reações adversas durante o uso, mesmo que as reações constem na bula.
A Anvisa informa aos profissionais de saúde e pacientes que ainda não concluiu parecer definitivo sobre os medicamentos, mas permanece acompanhando o assunto. No momento a posição da Agência é favorável ao uso, desde que utilizados sob supervisão médica e de acordo com as orientações contidas na bula.
Estudos publicados anteriormente, em 2007 e 2009, também abordaram o risco de coágulos sanguíneos em mulheres que usam pílulas anticoncepcionais contendo drospirenona. Entretanto, esses estudos tiveram resultados conflitantes. As informações são da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
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agosto 25, 2011 por Paula Sanches
Em: Saúde Física
A agência reguladora americana, FDA, similar à Anvisa no Brasil, aprovou hoje a injeção de Botox para tratar incontinência urinária em pessoas com condições neurológicas, como lesão medular e esclerose múltipla, que tem a bexiga hiperativa.
Contrações fora de hora do órgão em pessoas com algumas doenças neurológicas podem levar a uma incapacidade de armazenar urina. O que se faz atualmente para lidar com este problema inclui medicamentos para relaxar a bexiga e uso de um cateter para esvaziá-la regularmente.
Como é usado para esses casos
O procedimento é realizado utilizando cistoscopia, um procedimento que permite ao médico visualizar o interior da bexiga e pode exigir anestesia geral. A duração do efeito do Botox para incontinência urinária em pacientes com hiperatividade da bexiga associada com uma condição neurológica é de até 10 meses.
A substância injetada resulta em relaxamento, aumento da sua capacidade de armazenamento e uma diminuição da incontinência urinária.
A eficácia para tratar este tipo de incontinência foi demonstrada em dois estudos clínicos envolvendo 691 pacientes. Os pacientes tinham incontinência urinária resultantes de lesão medular ou esclerose múltipla. Ambos os estudos mostraram uma diminuição estatisticamente significativa na frequência semanal de episódios de incontinência no grupo que usou o método em comparação àqueles que usaram placebo.
As reações adversas mais comuns observadas após a injeção de Botox na bexiga foram infecção do trato urinário e retenção urinária. Aqueles que desenvolvem retenção urinária após o tratamento de Botox podem exigir cateterismo para esvaziá-la.
Aprovado pela FDA
Além de seu uso para melhorar a aparência de linhas de expressão facial, o botox também é aprovado pelo FDA para o tratamento de enxaqueca crônica, certos tipos de contração e rigidez muscular, transpiração grave nas axilas, contração anormal da pálpebra e uma condição na qual os olhos não estão devidamente alinhados.
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julho 1, 2011 por Paula Sanches
Em: Saúde Física
A FDA, agência reguladora americana, mostrou em junho as nove imagens combinadas com advertências, que estamparão os maços de cigarro e anúncios a partir de setembro de 2012.
Eles acreditam ser a mudança mais significativa no maço de cigarro em 25 anos, já que o alerta terá que dominar metade da frente e verso de cada embalagem e 20% de cada anúncio grande.
Em novembro, funcionários do FDA postaram 36 imagens na internet e deram ao público 90 dias para comentar. A agência recebeu mais de 1.700 comentários do público, varejistas, profissionais de saúde, grupos de advocacia, indústria do tabaco, agências locais de saúde pública, entre outros.
O Centro para Controle e Prevenção de Doenças diz que o uso do tabaco é a principal causa de morte prematura e evitável nos Estados Unidos, responsável por 443.000 mortes a cada ano. A dependência do tabaco custa à economia dos EUA quase US $ 200 bilhões por ano em custos médicos e perda de produtividade.
Os avisos fazem parte da ampla estratégia antitabagismo criada através de uma lei de 2009. A agência restringiu o uso dos termos “light”, “low” e “mild”, proibiu o uso de sabores doces, de frutas e aromas de especiarias e está para tomar medidas a fim de impedir a venda de cigarros mentolados.
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junho 27, 2011 por Paula Sanches
Em: Saúde Física
Há quatro anos, a agência reguladora americana FDA, similar a ANVISA, mostrou suas intenções em aprimorar as normas para os protetores e agora cumpre o anúncio.
O objetivo é atender as exigências modernas de segurança e efetividade do produto. Mas (como para tudo que envolve indústria e produção) há um período de adaptação de um ou dois anos e as medidas são americanas.
Por isso, em vez de esperar a adaptação de todos os produtos à proteção necessária, adapte-se você aos protetores comercializados atualmente.
Qual fator de proteção deve ser escolhido? O protetor 60 é muito melhor que o 30? Os produtos são seguros? Por que a incidência de melanoma tem aumentado desde que o protetor solar tornou-se popular?
As medidas levantam todas essas discussões. Apesar de nunca terem deixado de ser assunto, é preciso enfatizar que os raios ultravioletas estão intensos mesmo quando não há sol.
Os dois tipos de raios ultravioleta causam efeitos diferentes: o UVB, queimadura e câncer de pele, e o UVA é responsável pelo envelhecimento precoce da pele e também por câncer. Os fatores dos produtos atuais refletem somente a proteção contra os raios UVB - quanto mais alto o fator, maior o tempo que pode permanecer no sol sem se queimar.
Mas há duas ressalvas importantes. Primeiro, as avaliações do fator são baseadas em testes de laboratório e não na quantidade que os consumidores normalmente utilizam. Um adulto deve aplicar cerca de três colheres de sopa de creme a cada duas horas, dizem especialistas. Mentalize como você se protege.
Os raios UVA, que representam mais de 95% da radiação solar que atinge a terra, não figuram na classificação do fator. A frase “ampla proteção” encontrada nos rótulos destina-se a indicar a proteção contra os raios UVA, mas não há classificação numérica para a eficácia do produto.
Sob as novas regras, os produtos rotulados com essa proteção ampla terão que oferecer proteção igual contra UVB e UVA, e apenas em produtos com fator 15 ou mais será permitido alegar proteção contra o câncer e envelhecimento precoce da pele – porque foram esses os resultados dos testes.
Ao adquirir o seu produto, certifique-se de que há ampla proteção. Os dermatologistas sugerem a escolha do fator de 30 a 50. Não há nenhuma evidência de que qualquer coisa acima de 50 seja melhor.
Aplique o filtro solar antes da exposição e reaplique-o duas horas depois. E mesmo se o rótulo afirmar que o protetor solar é resistente à água, não se esqueça de reaplicá-lo após nadar ou suar muito.
O aumento dos casos de melanoma levou a temores de que os protetores solares, ao permitirem que as pessoas permaneçam mais tempo ao sol, tenham se tornado responsáveis pelo aumento de exposição à radiação UVA. Um histórico de queimadura solar é fator de risco para esse tipo de câncer, cinco queimaduras por década podem aumentar o risco cerca de três vezes.
Proteção redobrada
O melhor conselho é ficar completamente longe do sol do meio dia e cobrir-se com roupa, chapéu e guarda-sol durante o resto do tempo exposto, mesmo se estiver nublado. Nuvens não bloqueiam os raios nocivos. Tenha em mente que a radiação ultravioleta é refletida pela areia e água, intensificando a exposição mesmo se você estiver protegido por um guarda-sol.
Roupas comuns fornecem proteção solar quando estão secas (quanto mais apertado o tecido, melhor), mas pouca ou nenhuma proteção quando molhadas. Roupas próprias para proteção funcionam bem molhadas ou secas – é um investimento sábio para as crianças que tendem a permanecer dentro ou em torno da água por horas. E não importa o quão encoberto estiver, não se esqueça de aplicar protetor solar no rosto, orelhas, pescoço e mãos.
Além disso, mantenha em mente que alguma exposição ao sol é necessária para manter um nível saudável de vitamina D. Os dermatologistas sugerem, para pessoas de pele clara, uma exposição de 15 minutos duas ou três vezes por semana, não em horários em que os raios são mais fortes. Pessoas de pele escura necessitam de mais tempo de exposição.
Em suma, protetores com fator abaixo de 15 e sem ampla proteção, só ajudam a prevenir as queimaduras.
Para conferir as dúvidas frequentes sobre as novas regras, clique aqui. Lembre-se que o site está em inglês.
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abril 15, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Não se trata de próteses comuns. Aliás, o recolhimento envolve um tipo muito específico de implante paras os seios composto de tungstênio e silicone utilizado para tratamento. O recall foi classificado como “aquele que envolve situações em que há probabilidade de que o uso gere graves consequências para a saúde ou mesmo a morte”.
Conhecido por Axxent FlexiShield Mini, era colocado temporariamente dentro de incisões feitas nos seios durante um procedimento médico no qual as mulheres recebiam um tratamento completo à base de radiação após terem passado por uma lumpectomia em casos de câncer de mama.
Os implantes tinham a função de ajudar a direcionar o feixe de radiação e assim proteger os tecidos saudáveis. Mas por serem falhos, fizeram com que os tecidos dos seios e os músculos peitorais ficassem repletos de partículas de tungstênio.
O que faz esse elemento tungstênio?
Não se sabe se o tungstênio é perigoso porque foram feitas poucas pesquisas sobre os efeitos a longo prazo deste elemento químico sobre a nossa saúde.
Mas essas partículas, ao aparecerem nos mamogramas, dificultaram a leitura dos resultados, além de parecerem com depósitos de cálcio – algo que pode indicar a presença de câncer. Resultado: podem ser confundidas com câncer ou ocultar um câncer real.
Para as mulheres, que tentam se curar e que temem o retorno da doença, a situação é perturbadora.
Foi o fato de o tungstênio aparecer nos mamogramas que fez com que fosse feito um recall de Classe I, o de tipo mais grave, segundo a agência reguladora americana FDA.
Até agora 29 mulheres foram afetadas. Até o momento, 16 delas fizeram mamogramas de acompanhamento seis meses após a cirurgia, e em todas elas foram encontradas partículas de tungstênio.
Algumas das mulheres cogitam submeter-se a mastectomias para livrarem-se das partículas desse elemento químico. Elas estão processando o hospital e o fabricante do implante. O dispositivo era fabricado por uma companhia chamada Xoft, que foi vendida para outra empresa, a iCad.
Histórico
O Axxent FlexiShield Mini foi liberado para uso pela FDA em junho de 2009, em um processo utilizado para produtos que são considerados equivalentes a outrosdisponíveis no mercado.
Esse processo leva menos tempo do que o procedimento utilizado para a aprovação de um novo dispositivo e geralmente não exige a realização de testes em seres humanos.
Os implantes, que foram retirados do mercado em fevereiro, eram modelados para cada paciente específico. As partículas de tungstênio escapavam após o corte de modelagem. Mas esses implantes foram projetados para serem cortados e modelados. As informações foram divulgadas no The New York Times.
EUA faz recall de implante incomum para os seios
Foi classificado como o mais urgente tipo de recall, aquele que envolve situações em que há probabilidade de que o uso gere graves consequências para a saúde ou mesmo a morte.
Não se trata de próteses comuns. Aliás, o recolhimento envolve um tipo muito específico de implante paras os seios composto de tungstênio e silicone utilizado para tratamento.
Conhecido por Axxent FlexiShield Mini, era colocado temporariamente dentro de incisões feitas nos seios durante um procedimento médico no qual as mulheres recebiam um tratamento completo à base de radiação após terem passado por uma lumpectomia em casos de câncer de mama.
Os implantes tinham a função de ajudar a direcionar o feixe de radiação e assim proteger os tecidos saudáveis. Mas por serem falhos, fizeram com que os tecidos dos seios e os músculos peitorais ficassem repletos de partículas de tungstênio.
O que faz esse elemento tungstênio?
Não se sabe se o tungstênio é perigoso porque foram feitas poucas pesquisas sobre os efeitos a longo prazo deste elemento químico sobre a nossa saúde.
Mas essas partículas, ao aparecerem nos mamogramas, dificultaram a leitura dos resultados, além de parecerem com depósitos de cálcio, algo que pode indicar a presença de câncer. Resultado: podem ser confundidas com câncer ou ocultar um câncer real.
Para as mulheres, que tentam se curar do câncer e que temem o retorno da doença, a situação é perturbadora.
Foi o fato de o tungstênio aparecer nos mamogramas que fez com que fosse feito um recall de Classe I, o de tipo mais grave, segundo a agência reguladora americana, FDA.
Até agora 29 mulheres foram afetadas: 27 no Hospital Memorial Presbiteriano Hoag, na Califórnia, e duas no Centro de Câncer Karmanos-Crittenton, em Michigan. Até o momento, 16 delas fizeram mamogramas de acompanhamento seis meses após a cirurgia, e em todas as 16 foram encontradas partículas de tungstênio.
Algumas das mulheres, temendo que o tungstênio possa ser perigoso para a saúde, estão cogitando submeter-se a mastectomias para livrarem-se das partículas desse elemento químico. Elas estão processando o hospital Hoag e o fabricante do implante.
O dispositivo era fabricado por uma companhia chamada Xoft, que foi posteriormente vendida para outra empresa, a iCad.
Histórico
O Axxent FlexiShield Mini foi liberado para uso pela FDA em junho de 2009, em um processo utilizado para dispositivos que são considerados equivalentes a produtos disponíveis no mercado.
Esse processo leva menos tempo do que o procedimento utilizado para a aprovação de um novo dispositivo e geralmente não exige a realização de testes em seres humanos.
Os implantes, que foram retirados do mercado em fevereiro, eram modelados para cada paciente específico. As partículas de tungstênio escapavam após o corte de modelagem. Mas esses implantes foram projetados para serem cortados e modelados.
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março 4, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
“Cigarros mentolados agora são ilegais. Mas a indústria continua a vender outros produtos feitos com tabaco no qual adicionam 45 sabores doces diferentes. Por que eles querem deixar o tabaco com gosto doce? O que você acha?”
Este texto é parte da nova campanha da Truth, que costuma usar cenas chocantes para denunciar os males causados pelo consumo do tabaco e como a indústria apela para cativar os novos consumidores.
Ao mesmo tempo em que as leis têm cercado os fumantes em áreas publicas, como aconteceu recentemente em Nova Iorque, a indústria continua a procurar lacunas para agir.
Um dos exemplos dessa escapatória são as balas fabricadas pela RJ Reynolds Tobacco, o Camel Orbs. O produto é solúvel, desmancha na boca e tem sabor de hortelã ou canela.
Porém tem alto nível de nicotina extremamente absorvível devido à alcalinidade do produto.
A discussão que envolve os cigarros mentolados e outros produtos com tabaco continua. Até o dia 17 de março o tema é debatido pela agência reguladora americana Food and Drugs Administration (FDA), com decisão prevista para sair 23 de março.
Indústria do tabaco apela e usa doces para atrair consumidores
“Cigarros mentolados agora são ilegais. Mas a indústria continua a vender outros produtos feitos com tabaco no qual adicionam 45 sabores doces diferentes. Por que eles querem deixar o tabaco com gosto doce? O que você acha?”
Este texto é parte da nova campanha da Truth, que costuma usar cenas chocantes para denunciar os males causados pelo consumo do tabaco e como a indústria apela para cativar os novos consumidores.
Ao mesmo tempo em que as leis têm cercado os fumantes em áreas publicas, como aconteceu recentemente em Nova Iorque, a indústria continua a procurar lacunas para agir.
Um dos exemplos dessa escapatória são as balas fabricadas pela RJ Reynolds Tobacco, o Camel Orbs. O produto é solúvel, desmancha na boca e tem sabor de hortelã ou canela.
Porém tem alto nível de nicotina extremamente absorvível devido à alcalinidade do produto.
A discussão que envolve os cigarros mentolados e outros produtos com tabaco continua. Até o dia 17 de março o tema é debatido pela agência reguladora americana Food and Drugs Administration (FDA), com decisão prevista para sair 23 de março.
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novembro 22, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A FDA (Food and Drug Administration), agência que regula e fiscaliza alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, divulgou uma advertência na última sexta-feira (19) sobre os perigos do Vigor-25, estimulante sexual masculino que é comercializado como produto natural.
De acordo com a FDA, o risco está em um componente da fórmula do estimulante, o sildenafil. A substância pode sofrer interações com medicamentos à base de nitratos, causando uma queda perigosa da pressão arterial. Por isso, o produto não é completamente natural, ao contrário do que assegura a empresa americana Piston Corp, seu distribuidor na internet e em algumas lojas de produtos dietéticos, acrescentou a agência americana .
O sildenafil também está presente em outro medicamento indicado para tratamento da impotência sexual, o Viagra. No entanto, ao contrário do Vigor-25, ele só pode ser vendido em farmácias sob prescrição médica.
A FDA classificou o Vigor-25 como um produto “perigoso” e alertou que ele não deve ser comprado ou consumido.
*Informações da AFP.
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setembro 27, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A Anvisa e a FDA (Food and Drug Administration), agência que regula e fiscaliza alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, firmaram na última semana um acordo para agilizar o registro de medicamentos e acelerar a avaliação sobre a retirada de produtos do mercado.
O acordo é a primeira etapa para o reconhecimento mútuo entre as duas agências e envolve três áreas distintas:
- Registro de medicamentos;
- Equipamentos e produtos médicos;
- Inspeções e vigilância pós-mercado.
A medida vai permitir a troca de informações entre as duas, o que irá facilitar a liberação de venda do produto e evitará que a análise da documentação das empresas seja feita duas vezes.
Outra novidade é que Anvisa e FDA passam a reconhecer as inspeções realizadas pela sua correspondente no país estrangeiro.
Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, o acordo é um reconhecimento do trabalho que é desenvolvido pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e terá grande impacto na agilidade e segurança dos processos.
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setembro 22, 2010 por Blog da Saúde
Em: Estética, Saúde Física
As temperaturas elevadas se aproximam e, principalmente, as mulheres esperam para tomar o banho de sol, hábito que poderia ser substituído pelas loções autobronzeadoras.
Além de não gerarem os tradicionais problemas sobre a exposição excessiva ao sol, o efeito é rápido e difundido entre adolescentes americanas.
Pensando nisso, pesquisadores dos Estados Unidos financiados pelo governo, resolveram incentivar esta prática. Ao cortar os banhos de sol e a exposição à radiação ultravioleta, também diminuem os riscos de envelhecimento precoce da pele e do aparecimento do câncer.
A maioria dos cânceres da pele diagnosticados a cada ano nos EUA – mais de um milhão – estão relacionados ao sol. O pior tipo de melanoma mata cerca de 8.700 pessoas anualmente, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças.
Por isso, a iniciativa foi oferecer amostras grátis de autobronzeador e protetor solar, a fim de despertar a consciência.
Especialistas afirmam que muitas pessoas acham a aparência bronzeada mais atraente e que é difícil combater isso somente com as mensagens de saúde. Daí o encorajamento ao uso do autobronzeador, como alternativa saudável.
E parece que surtiu efeito. Depois de dois meses, as mulheres que receberam os autobronzeadores por agentes de pesquisa bronzeadas relataram uma diminuição de 33% em banhos de sol, menos queimaduras solares e usavam mais roupas protetoras.
Vale lembrar que o ingrediente ativo das loções – chamado dihidroxiacetona – é aprovado pela agência reguladora americana FDA desde 1973, sem relatos de danos.
E tem mais: as fórmulas deste tipo de loção melhoraram muito segundo a dermatologista June Robinson. Mas ela recomenda o uso em creme, já que sprays podem ser inalados.
No entanto, a FDA não aprova os ingredientes das pílulas de bronzeamento, que podem ser prejudiciais, segundo a Sociedade Americana do Câncer.
O melanoma, tipo mais grave de câncer de pele, é o segundo tipo de câncer mais diagnosticado em mulheres jovens, altamente associado à exposição aos raios UV do sol ou de cabines bronzeadoras.
E sobre as pintas no próprio corpo, você sabe identificar qual apresenta perigo? O Blog da Saúde conversou com a Diana Lima Villela, enfermeira da educação continuada do Hospital A.C. Camargo, que explicou, didaticamente, como reconhecê-las. Vale a pena conferir!
*Com informações da FSP
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julho 15, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A maioria dos conselheiros de saúde americanos concluiu que o remédio contra diabetes Avandia, do laboratório britânico GlaxoSmithKline, não levanta preocupação sobre risco de vida quando comparado com outros medicamentos utilizados contra a doença.
Dezenove dos 33 membros do painel de peritos da FDA (Food and Drug Administration), agência que regula alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, afirmaram que os dados disponíveis sobre o medicamento não preocupam em relação ao risco de vida associado ao uso contínuo do Avandia.
Por 12 votos contra 7, o painel não localizou nenhuma preocupação de morte em relação ao Avandia e ao Actos, medicamento, também usado no tratamento de diabetes, do laboratório japonês Takeda.
A avaliação feita pelos peritos científicos foi feita com base em opiniões conflitantes e revisão de dados e estudos sobre o caso.
A FDA convocou o painel de peritos externos para ajudar a agência a resolver um debate sobre a segurança do Avandia que já dura três anos. Ainda não é possível prever como esse diagnóstico precoce poderá afetar a votação final.
Próximas ações
O painel consultivo deverá votar agora se a droga será mantida no mercado sem advertências ou se a venda será suspensa.
Restrições quanto à utilização do medicamento ou o reforço das advertências estão entre outras opções.
A votação final será realizada em breve.
Histórico
Em 2007, um painel consultivo votou (por 20 votos a 3) que o Avandia pode aumentar as chances de um ataque cardíaco em alguns pacientes, mas por 22 votos a 1 foi recomendado que a droga permanecesse no mercado.
As vendas do Avandia nos EUA representavam apenas 1,5% do faturamento da Glaxo em 2009, mas os investidores temem que a companhia poderia enfrentar mais processos judiciais se o medicamento for retirado do mercado.
Posição da Anvisa
Por enquanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não fala em proibição. A agência decidirá sobre a manutenção do Avandia no mercado brasileiro após a resolução final da FDA.
A Anvisa acompanha de perto essa discussão e, em 2007, determinou alteração da bula do remédio no Brasil para alertar que pacientes cardíacos são contraindicados a tomá-lo.
Além disso, médicos foram orientados a informar os pacientes diabéticos sobre os possíveis riscos do medicamento de tarja vermelha.
O assunto será discutido pela Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme), conselho que reúne pesquisadores, universidades, farmacêuticos e químicos, entre outros profissionais, para avaliar os riscos do Avandia à saúde dos usuários.
* Com informações do ESP.
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abril 1, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Aos que não conhecem, Stalevo é o nome de um medicamento indicado para tratar a doença de Parkinson.
Uma pesquisa clínica recente demonstrou que muitos pacientes que utilizavam o medicamento tiveram câncer de próstata em comparação aos que realizavam outro tipo de tratamento.
A investigação é feita pela FDA – agência americana responsável pela regulamentação de alimentos e remédios.
Apesar da suspeita, a agência aconselha que os pacientes que fazem uso do Stalevo não interrompam o tratamento sem a orientação de seu médico.
O Blog da Saúde acompanha o caso e manterá você informado sobre o decorrer da pesquisa.
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março 22, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
O Blog da Saúde sempre alerta para o risco da auto medicação e do abuso de remédios. Recentemente a FDA – Food and Drug Administration - alertou que pacientes que tomam doses altas de sinvastatina correm sério risco de desenvolver doenças musculares.
Entre as doenças que podem ser desenvolvidas esta a rabdomiólise – uma síndrome que pode levar à insuficiência renal. O remédio também é vendido aqui no Brasil.
Por aqui seu nome é Zocor, fabricado pela Merck. A Agência americana avaliou mais de 10 mil pessoas para chegar a essa conclusão.
“Fique atento aos medicamentos indicados e leia sempre a bula. Ao menor sinal de contra indicação sugerida ou reação adversa avise imediatamente seu médico.”
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fevereiro 23, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Em resposta ao alerta de dois funcionários da FDA (Food and Drug Administration, agência que regula medicamentos e alimentos nos EUA), a instituição afirmou que está avaliando os possíveis riscos e benefícios que o medicamento utilizado no tratamento de diabete tipo II, Avandia, provoca nos pacientes.
Ontem, o Blog da Saúde recomendou que os diabéticos suspendessem o uso do medicamento até que fosse confirmado se ele provoca ou não problemas cardíacos, mas a FDA afirma que o remédio pode continuar sendo utilizado no tratamento da doença.
*Com informações da Folha de S. Paulo
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janeiro 27, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Nunca é demais repetir: dietas sem orientação médica e utilização de remédios para emagrecer podem matar!
Famosa entre as substâncias mágicas para emagrecer, a Sibutramina, presente em remédios como Meridia, Reductil e Sibutrex foi proibida na Europa pela Food and Drug Administration - FDA e por aqui segue com ampla contraindicação pela ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Pessoas com histórico de problemas cardiovasculares e hipertensão tem o risco de um AVC – Acidente Vascular Cerebral elevado em 16% segundo pesquisa que acompanhou mais de dez mil pacientes.
Fique de Olho
Além das recomendações acima há o alerta para os chamados “remédios piratas” que, vendidos pela internet tem em sua composição altas doses de Sibutramina.
Os efeitos imediatos da super dosagem são palpitações, insônia, ansiedade, náusea e súbito aumento da pressão arterial.
E você? Quer pagar o preço com sua vida ou prefere modificar agora mesmo seus hábitos de vida? Mantenha uma alimentação saudável e visite regularmente seu médico.
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dezembro 14, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Se você esta na corrida contra o relógio para garantir a boa forma para o verão tome cuidado. Um estudo feito pelo FDA – Agência internacional de controle de drogas e alimentos alerta para o risco cardiovascular causado pela “queridinha” das dietas, a Sibrutramina.
A droga, aprovada pela agência em 1997 promove saciedade e é uma das mais receitadas no Brasil. A verdade é que nenhum medicamento faz milagre quando o assunto é obesidade.
Todos os tratamentos devem ser combinados com uma dieta alimentar que vá de encontro às necessidades do paciente.
Acompanhe na imagem abaixo como a Sibutramina funciona em nosso organismo.
Lembre-se sempre: Emagrecer com saúde é o melhor remédio!
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agosto 25, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Embora tenha aumentado o consumo de soja no país, os brasileiros ainda não possuem o hábito de ingerir esse tipo de alimento tão benéfico à saúde. Costume entre os chineses, maior importador do produto no mundo, a soja ganhou ao longo do tempo diversas formas para ser consumida.
Óleo, farinha, leite, queijo e carne estão entre os alimentos mais conhecidos feitos à base de soja. O grão, rico em proteínas e minerais, como ferro, cálcio, potássio, fósforo e vitaminas do complexo B, possui também um composto chamado isoflavonas. Seu consumo está associado à redução do risco de câncer, osteoporose, doenças cardiovasculares e ainda redução dos sintomas da menopausa.
Para que esses benefícios sejam obtidos, a FDA – Foods and Drugs Administration recomenda que sejam consumidos entre 40mg e 60mg diários do composto. Para se ter uma ideia, essa quantidade equivale à metade da média consumida na China, o que deve estar bem longe do que nós brasileiros consumimos.
Se você quer os benefícios citados acima, mas ainda não se rendeu aos alimentos à base de soja, ainda há chances de ser beneficiado. Isso porque ela pode ser consumida em grãos tostados que têm em média 30mg de isoflavonas ou em bebidas como sucos naturais. Uma pesquisa feita pela USP – Universidade de São Paulo constatou que as bebidas feitas com o extrato da soja possuem mais quantidade de isoflavonas do que aquelas feitas de isolado protéico. Bebidas com sabor natural também ganham preferência quando comparadas às que contêm sucos de fruta. Em 300 ml de bebidas à base de soja sem suco de frutas há 20mg da substância.
“Faça as suas contas e bem vindo ao mundo da soja!”
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agosto 3, 2009 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
O Onglyza, medicamento utilizado para acompanhar exercícios e dietas destinadas a controlar os níveis de açucar no sangue em portadores de diabetes tipo 2, foi aprovado pela FDA – agência reguladora de medicamentos e alimentos dos EUA. O medicamento estimula a produção de insulina no pâncreas após as refeições. De acordo com a agência, os possíveis efeitos colaterais que podem surgir são dores de cabeça, infecções do aparelho respiratório, trato urinário e reações alérgicas.
* Com informações do portal Saúde Business.
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