ONU: Mulheres vivem mais que homens em todo o mundo
outubro 21, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
É o que está na última pesquisa divulgada pela Organização das Nações Unidas: a média de expectativa de vida da população feminina chega a 83 anos, contra 78 da masculina.
O número acima vale para países desenvolvidos. Mas, o que se vê, é que mesmo em regiões pobres, como a África Central, a média é de 57 anos para elas e de 54 para eles.
Saúde
Em relação às doenças de maior incidência, destaca-se o câncer de mama, entre as mulheres, e o de pulmão, entre os homens.
Dados sobre a população feminina mostram que elas representam 60% dos adultos soropositivos que vivem na África Subsaariana, região que abriga dois terços dos 22 milhões de infectados no mundo.
Duas em cada cinco mortes contabilizadas no continente africano, em ambos os sexos, ainda são provocadas por infecções e doenças parasitárias – o que alerta para as condições precárias de saneamento.
Por fim, a pesquisa mostra que a população feminina tem mais chance de morrer por problemas cardiovasculares, sobretudo na Europa.
População Mundial
O número de pessoas triplicou, entre 1950 e 2010, chegando a quase 7 bilhões. Neste total, há aproximadamente 57 milhões de homens a mais do que mulheres em todo o mundo.
Isso acontece devido a países mais populosos como a China, onde há 108 para cada 100 mulheres, e na Índia, onde são 107 homens para cada 100 mulheres.
Já na Europa a situação é inversa, lá existem mais mulheres que homens. Na América do Sul são 98 homens para cada 100 mulheres.
O relatório da ONU apresenta informações sobre o progresso alcançado pelas mulheres e foi dividido em: população, família, saúde, educação, trabalho, poder e tomada de decisões, violência contra as mulheres, meio ambiente e pobreza.
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junho 18, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Com maior incidência entre as mulheres, a osteoporose hoje traz ao homem uma preocupação até então inexistente.
Estudos apontam que, em 2025, o número de fraturas de fêmur relacionadas à doença em homens deve representar quase 30% do total de casos. Estima-se ainda que, o número de fraturas em quadril nas mulheres chegue a 2,78 milhões e, nos homens, a 1,16 milhões.
A explicação: o aumento da longevidade masculina e a queda nas taxas gerais de mortalidade!
Como os índices de mortalidade têm caído a cada ano e a expectativa de vida dos homens só tem aumentado, os casos de osteoporose masculina estão cada vez mais frequentes. Isso acontece porque, em geral, os homens desenvolvem a doença depois dos 65 anos.
A vantagem da ala masculina é que a testosterona, hormônio que barra o desgaste ósseo, têm suas taxas reduzidas gradativamente com a idade, e não bruscamente como ocorre com as mulheres na menopausa.
Por isso eles são acometidos em menor escala e entram na faixa de risco bem mais tarde do que elas – só lá por volta dos 65 anos.
Nos homens, a osteoporose ainda é cercada de mistérios. Sabe-se que está associada a moléstias como inflamações crônicas e distúrbios renais. Por isso, uma das pistas para investigar se o esqueleto masculino está perdendo massa é saber se o paciente sofre de artrite reumatóide – que obriga o homem a tomar cortisona por muito tempo.
A osteoporose em homens ainda é relativamente pouco estudada no Brasil. Pesquisa pela Unifesp, que analisou 301 indivíduos, mostrou que depois dos 70 anos os ossos dos homens são tão frágeis quanto das mulheres. Porém, apenas 1% deles relataram estar em tratamento.
Um levantamento realizado em 2004 pelo Instituto Nacional de Tráumato-Ortopedia (INTO), entidade ligada ao Ministério da Saúde, apontou que, entre os 712 homens avaliados, 19,5% dos maiores de 50 anos tinham a doença. Nos homens com mais de 80 anos, esse índice subiu para 36,4%.
Causas da osteoporose
Tabagismo, alcoolismo, inatividade física, baixa ingestão de cálcio, pouca exposição solar e histórico familiar são alguns dos principais motivos que levam uma pessoa a desenvolver a osteopenia ou a osteoporose. Essas duas doenças se diferem apenas no grau de lesão. A primeira é uma consequência inicial da falta de cálcio no osso e, a segunda, é mais grave.
Ações preventivas
Ir ao urologista ou geriatra podem identificar a propensão em desenvolver a osteoporose, o que propicia iniciar um tratamento preventivo.
O exame básico de controle é a densitometria óssea. O exame é rápido e simples e permite detectar níveis iniciais da doença.
A doença progride de forma lenta e raramente apresenta sintomas. Sem os exames, é percebida apenas quando surgem as primeiras fraturas, acompanhadas de dores agudas. A osteoporose pode, também, provocar deformidades e reduzir a estatura do doente.
Praticar atividade física, evitar bebida alcoólica, não fumar e ingerir alimento rico em cálcio são as principais maneiras de prevenir a doença.
As necessidades de cálcio
O consumo ideal depende da idade. Confira as doses ideais e como garantir essas porções na dieta:
| Faixa etária Ingestão adequada (mg/dia) |
| 0 a 6 meses 210 |
| 7 a 12 meses 270 |
| 1 a 3 anos 500 |
| 4 a 8 anos 800 |
| 9 a 18 anos 1300 |
| 19 a 50 anos 1000 |
| Maior de 51 anos 1200 |
| Gestantes e lactantes 1000 (se menor que 18 anos) a 1300 |
Confira a quantidade de cálcio de alguns alimentos:
• 1 copo de leite
250 mg de cálcio
• 1 colher de sopa de doce de leite
90 mg de cálcio
• 3 unidades de sardinha em lata
234 mg de cálcio
• 1 bola de soverte
150 mg de cálcio
• 3 colheres de sopa de brócolis
200 mg de cálcio
• 1 colher de sopa de amêndoas
50 mg de cálcio
• 1 fatia de pizza de mussarela
115 mg de cálcio
• 1 fatia média de queijo branco
275 mg de cálcio
Artes marciais contra a osteoporose
Técnicas das artes marciais (judô ou kung fu) podem ser eficazes na redução do impacto das quedas em pessoas com osteoporose, além de diminuir o risco de fraturas ósseas.
Os praticantes de judô, por exemplo, aprendem a cair em um movimento de rolamento, distribuindo o impacto sobre uma área maior do corpo. Com a prática de artes marciais a pessoa ficar mais atenta e desenvolver reflexos para coordenar melhor os movimentos.
Uma pesquisa feita na Holanda e publicada na revista “BMC Research Notes” sugere que, se as pessoas com osteoporose aprendessem técnicas similares, poderiam ter menos risco de quebrar um osso.
Eles mediram os efeitos de uma queda em voluntários jovens e saudáveis e compararam os resultados com informações sobre o impacto no fêmur que uma pessoa idosa com osteoporose suportaria.
A conclusão é que o treino é seguro e ajuda os idosos a cair sem se machucar. Mas é preciso usar equipamentos de segurança (como protetores de quadril) para evitar lesões durante o exercício.
Mas atenção! Idosos com a osteoporose já avançada podem se machucar. Nesses casos, é melhor trabalhar técnicas de equilíbrio já consagradas, como o Tai Chi Chuan. Assim é possível prevenir a queda em vez de ensiná-los a cair com menos impacto.
Correr também pode trazer benefícios! Exercícios de impacto como a corrida estimulam a fixação de cálcio, prevenindo o problema.
Os exercícios são fundamentais para fortalecer os ossos e afastar a ameaça da osteoporose. Isso porque a atividade física aumenta a fixação do cálcio nos ossos e acelera o trabalho dos osteoblastos.
No entanto, vale lembrar que é preciso procurar orientação médica antes de iniciar qualquer atividade! Só um profissional especializado pode informar o que é mais recomendado para cada caso.
Se o programa for mal prescrito, a atividade pode se tornar um risco!
Números da osteoporose
A osteoporose é considerada um grave problema de saúde pública, sendo uma das mais importantes doenças associadas com o envelhecimento.
Só na cidade de São Paulo, 2.261 idosos foram internados de janeiro a novembro de 2008 por fratura de fêmur – a queda acidental foi responsável por 93% dos casos.
No Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas sofrem da doença e aproximadamente 2000 pessoas morrem anualmente em consequência de complicações de fraturas causadas pela osteoporose.
A osteoporose é uma doença que atinge os ossos. Caracteriza-se quando a quantidade de massa óssea diminui substancialmente e desenvolve ossos ocos, finos, fracos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos a fraturas.
Mais informações sobre a relação peso X osteoporose? Clique aqui!
* Com informações da revista Saúde!
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maio 25, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
Para sentir-se realizado profissionalmente, abrir o negócio próprio ou continuar a prestar serviço basta aliar oportunidade com vontade. E os aposentados têm se mostrado cada vez mais de volta à ativa.
São dois principais fatores que levam a esse fato. O primeiro refere-se ao envelhecimento da população. Nos últimos 10 anos, o número de paulistanos com 60 anos
ou mais subiu 35% e chegou a 1,3 milhão. Se continuarmos nesse caminho, a Fundação Seade prevê que em 2024 o grupo da terceira idade ultrapasse o de crianças e jovens até 14 anos.
O segundo fator está ligado ao aumento do empreendedorismo no País de forma geral, conclusão de uma pesquisa realizada pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM). Entre 55 e 64 anos, o índice aumentou e foi para 6,5 em 2009 – número que não passava de 3% um ano antes.
A GEM é uma pesquisa apresentada pelo Sebrae e Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), para medir o empreendedorismo no Brasil comparado a outros países.
O Próprio Negócio
O aumento da expectativa de vida e o dinheiro extra guardado durante os anos pode ser um bom motivo encontrado pelos aposentados para abrirem o próprio negócio.
Encontrar uma fonte de renda alternativa também os deixa mais atentos às oportunidades, nos casos em que a contribuição à Previdência Social feita por 30 anos no caso das mulheres, ou por 35 no dos homens, não corresponde ao que desejam.
Quero voltar ao mercado de trabalho. O que procurar?
A diretora do Integrated Coaching Institute, Fátima Abate, dá a dica. Em um primeiro momento o aposentado pode tentar uma recolocação na área de consultoria ou na de mentoring, e desempenhar o papel de instrutor aos funcionários recém-chegados.
*Este post conta com informações do Jornal da Tarde
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fevereiro 25, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Durante o curso da vida os pais esperam ver seus filhos crescerem e se desenvolverem sozinhos até o fim de suas vidas. É difícil para os pais aceitar a ideia de ter que enterrar seus filhos, mas isso acontece muito nos dias de hoje. Muitos jovens estão envolvidos em drogas, bebidas, acidentes de carro, etc.
Mas quem poderia imaginar que a morte prematura de jovens teria como principal causa, doenças não contagiosas como diabetes, hipertensão, câncer e doenças cardiovasculares? É o que alerta a diretora-geral da OMS (Organização Mundial de Saúde), Margaret Chan.
Segundo ela, a atual geração de crianças pode ser a primeira a ter expectativa de vida menor que a de seus pais. Infartos, diabetes e asma, que matam cerca de 35 milhões de pessoas anualmente, estão atingindo cada vez mais crianças e adolescentes.
Esse cenário pode ser uma consequência dos hábitos alimentares dessa nova geração que prefere comer um lanche de fast food a comer o tradicional arroz e feijão da mamãe. Mas a culpa não é só dos jovens, os pais também estão perdendo o controle sobre seus filhos, que fazer o que querem.
A obesidade ou até mesmo o sobrepeso são os maiores agravantes para a diminuição da expectativa de vida dessa geração. No mundo todo, 43 milhões de crianças em idade pré-escolar são obesas ou estão acima do peso. Esse é um dos fatores que levam as crianças a terem mais problemas cardiovasculares e diabetes, é a chamada Síndrome Metabólica, que atinge 80% dos obesos.
Para reverter esse quadro, a única alternativa é mudar os hábitos alimentares dos filhos e fazer com
que eles gastem as energias com a prática de esportes. Comente.
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