25°C | Rio de Janeiro, Rio de Janeiro | 10 / 02 / 2012
Ocultar

Mal de Parkinson – Problema de 200 mil brasileiros

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam que 1% da população acima dos 65 anos sofre com a doença do Mal de Parkinson.

No Brasil, segundo a Associação Parkinson Brasília, a estimativa é de que pelo menos 200 mil pessoas tenham a doença.

O que é o Parkinson?

O Mal de Parkinson é uma doença neurológica, que afeta os movimentos da pessoa, causando tremores, lentidão de movimentos, rigidez muscular, desequilíbrio, além de alterações na fala e na escrita.

Não é uma doença fatal, nem contagiosa, não afeta a memória ou a capacidade intelectual.

A doença ocorre em decorrência da degeneração das células situadas numa região do cérebro chamada substância negra.

Essas células produzem uma substância chamada dopamina, que conduz as correntes nervosas (neurotransmissores) ao corpo. A falta ou diminuição da dopamina afeta os movimentos do paciente, provocando os sintomas.

A história usual de quem é acometido pela doença de Parkinson consiste num aumento gradual dos tremores, maior lentidão de movimentos, caminhar arrastando os pés, postura inclinada para frente.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da doença é baseado na história clínica do doente e em exames neurológico. Não há nenhum teste específico para fazer o diagnóstico ou para a sua prevenção.

Não há evidências de o Parkinson seja hereditário. Apesar dos avanços científicos, a doença continua incurável, é progressiva (variável em cada paciente) e a sua causa ainda é desconhecida.

O Mal de Parkinson não atinge um grupo especifico de pessoas, mas normalmente os sintomas surgem a partir dos 50 anos.

Tratamento

A doença pode e deve ser tratada, não apenas combatendo os sintomas, como também retardando o seu progresso.

A grande arma da medicina para combater o Parkinson são os remédios e, em alguns casos, as cirurgias, além da fisioterapia e a terapia ocupacional. A fonoaudiologia também é muito importante para os que têm problemas com a fala e a voz.

Um fator curioso da doença é a influencia da nicotina nesses casos. “A doença não tem prevenção. Existem alguns estudos que revelam uma correlação positiva com o tabaco. A nicotina age como neuroprotetor. Em média. 90% dos pacientes que atendo não fumavam. Claro que o cigarro não é recomendado por causar doenças graves como o câncer de pulmão”, explicou o coordenador do Laboratório de Parkinson do Hospital de Base do Distrito Federal, Nasser Allan.

Mal de Parkinson – Atenção aos Sinais!

* Com informações da Agência Brasil e da Associação Brasil Parkinson.
Email This Post Email This Post

A nossa mente tem papel fundamental na recuperação do nosso corpo. Por isso, levantar um pouco, abrir as janelas ou tomar um bom banho quando estamos gripados, por exemplo, informa ao nosso corpo que não estamos satisfeitos com a falta de disposição e acelera a recuperação.

Se qualquer mínimo esforço ajuda quem estiver com qualquer indisposição, que efeito trará para quem está na cama da UTI?

Um estudo realizado na escola de medicina Jonhs Hopkins, nos Estados Unidos, mostra que movimentar braços e pernas, mesmo deitado na cama da Unidade de Terapia Intensiva, acelera a recuperação e reduz o uso de sedativos pela metade.

Os benefícios não param por aí. É também uma maneira de aliviar o ambiente tenso e melhorar a autoestima.

Mexer o corpo só traz benefícios!

Se ainda não pratica nenhum exercício físico, em pouco tempo notará as mudanças positivas em tudo que faz. Lembre-se de ter acompanhamento de um profissional!

Email This Post Email This Post

Os principais sintomas do Parkinson são os problemas de mobilidade (tremores são os mais conhecidos), mas também há lentidão de movimentos, rigidez muscular e declínio cognitivo.

Para atenuá-los? A orientação é fazer um mix de exercícios distribuídos em três sessões semanais de uma hora, como comprova um estudo realizado pela UNESP.

Exercícios aeróbicos que utilizem força muscular, flexibilidade, coordenação motora e equilíbrio corporal ajudam a estimular a área do cérebro comprometida. Mas lembre-se: a melhora é vista em quem tiver o estágio leve ou moderado da doença.

Para aqueles com estágio avançado, a fisioterapia é recomendada. O médico fará o diagnóstico.

O que acontece em quem tem a doença

É afetada drasticamente a produção de dopamina, um neurotransmissor com papel fundamental no sistema motor.

Os exercícios estimulam a produção de dopamina e ajudam a recuperar alguns movimentos. A doença pode afetar qualquer pessoa, mas é mais comum  em idosos.

O estudo será apresentado no 14° Congresso Internacional de Parkinson e Desordens do Movimento, em Buenos Aires.

Procurar se exercitar da maneira que gosta assim que receber o diagnóstico da doença: melhora na qualidade de vida na certa!

Email This Post Email This Post

Pois bem. Estudo divulgado no JAMA, periódico da Associação Médica Americana, veio trazer a resposta às mulheres que querem manter o peso saudável ao longo dos anos, ou seja, todas.

Para isso, médicos da Universidade de Harvard, fizeram um acompanhamento durante 13 anos com mais de 34 mil mulheres, separadas em três grupos de exercício: 30 minutos, 1 hora e mais de 1 hora, cinco vezes por semana. Elas tinham, em média, 54 anos e para a pesquisa não fizeram dieta com restrição de calorias.

Resultado: As que ganharam menos peso ao longo dos anos foram aquelas que se exercitaram 60 minutos diários, tempo necessário para manter o IMC (índice de massa corporal).

“A prática de exercícios aumenta a disposição ao longo dia. Separe uma hora do seu dia para cuidar de si.”

Em 2008, o American College of Sports Medicine, indicou como ideal 30 minutos de exercício, no mínimo cinco vezes por semana para manter o peso e prevenir doenças crônicas.

O que os pesquisadores afirmam, é que para mulheres de meia-idade, esse treinamento pode não ser suficiente. A partir dos 45 anos, há diminuição da produção de hormônios, como testosterona, e então, acontece uma redução natural de massa muscular, tecido que contribui para o gasto total de energia.

“O Blog da Saúde aconselha a prática de exercícios em ritmo e frequência proporcionais ao seu preparo físico. Comece já!”

Email This Post Email This Post

O câncer é uma doença que provoca pavor em qualquer pessoa, já que ela pode chegar de repente, sem avisar, sem se mostrar. A patologia é caracterizada pelo crescimento desordenado de células que afetam tecidos e órgãos, e se não tratada pode se espalhar pelo nosso corpo.

Alguns tipos de câncer são difíceis de serem tratados e a morte é inevitável, por isso você deve ter uma preocupação maior não com o possível diagnóstico, mas sim com a prevenção, ainda mais se você tem histórico familiar.

Fatores para afastar o câncer de você
No fim da semana passada fomos surpreendidos com a descoberta de uma série de fatores que podem reduzir as chances de uma pessoa desenvolver câncer. Isso pode ajudar a diminuir a estimativa proposta pelo INCA (Instituto Nacional do Câncer), de que 375.420 novos casos de vários tipos de câncer surgirão nesse ano.

Segundo relatório divulgado quinta-feira passada, a soma de exercícios físicos, hábitos alimentares saudáveis e controle do peso, é capaz de prevenir em 19% o surgimento de novos casos de câncer.

Se você não dá tanta importância a sua saúde, não faz atividades físicas, e nem se preocupa com uma dieta balanceada, fique sabendo que 90% dos cânceres se desenvolvem em pessoas que não levam uma vida saudável.

Segundo o médico cancerologista do Instituto Levitas, Dr. Américo Marques, deve se evitar o consumo excessivo de gorduras, pois no caso de alguns cânceres, como o de próstata e mama, o consumo desse tipo de alimento pode estimular a produção desses tumores.

O relatório alerta que controlar o peso, mesmo sem a prática de exercícios, diminui em 13% os casos de câncer. Isso acontece porque “a prática rotineira de exercícios físicos acentua a capacidade imunológica do organismo, seja para bactérias, vírus ou células indesejáveis como as cancerosas” complementa Marques.

“Para você que também tem medo do câncer, comece a fazer uma dieta
balanceada, evite o consumo de
gordurae pratique exercícios. Vamos contribuir
para a diminuição dos casos de câncer no Brasil!”

Email This Post Email This Post

Segundo dados divulgados recentemente pelo IBGE, a expectativa de vida média do brasileiro é 73 anos e este número vem crescendo a cada dia graças aos avanços da tecnologia. Neste post falaremos da importância de se movimentar durante a velhice tanto para aqueles mais “acelerados” como para os mais “quietinhos”.

Nesta etapa da vida, os idosos têm tempo para se exercitar, mas vivem diante do dilema que o envelhecimento dificulta alguns movimentos. A prática de atividades físicas adequadas reduz o risco de quedas, pois auxilia na fortificação da massa muscular e ossos. Segundo Cristina Abrami, formada em Educação Física pela USP, “os exercícios mais recomendados nesta etapa da vida são aqueles que visam o fortalecimento abdominal (sem flexão da coluna),  o desenvolvimento de equilíbrio, o fortalecimento da musculatura posterior do tronco, dos flexores e extensores dos quadris e para os membros superiores e inferiores”.

O Pilates é um dos exercícios indicados para pessoas que possuem osteoporose, mas o treinamento convencional deve ser modificado para não causar efeito inverso. “Os exercícios do Método Pilates visam à correção da postura errada trazendo o aluno o mais próximo possível da posição ereta. Além do trabalho resistido, o aluno com osteoporose precisa treinar o seu equilíbrio para evitar quedas, motivo de grande parte das fraturas ósseas em indivíduos da terceira idade”, explica a profissional que tem certificação internacional no Método Pilates.

Idosos que sofrem de dores mais severas e já têm doenças como artrose ou osteoartrite apresentam quadros de limitações funcionais que podem desencadear outras complicações. “A imobilidade facilita infecções pulmonares e urinárias, entre outras”, afirma o coordenador do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, Claudio Corrêa. Segundo ele, isso ocorre porque quando ficamos parados as secreções que são naturalmente expelidas quando nos movimentamos ou através da digestão ficam retidas. Sendo assim, os resíduos que não têm importância funcional para o corpo permanecem em seu interior facilitando as infecções.

Ele sugere que algumas medidas sejam tomadas para prevenir tanto as infecções citadas acima como também a escara, uma ferida que se forma devido à compressão da pele e músculos com o osso em consequência da imobilidade. É necessária a mudança de posição a cada duas horas no leito, fisioterapia para manter o equilíbrio e a prática da tapotagem que está relacionada à mobilização de secreções pulmonares.

Email This Post Email This Post

Não é apenas o seu corpo que pode se desfrutar dos benefícios da ginástica, o seu rosto também. A ginástica facial é usada tanto na prevenção como no combate às imperfeições da pele que aumentam com a idade.

Os exercícios, leves e lentos, ativam o metabolismo celular e a produção de colágeno, deixando a pele mais iluminada, firme e macia. Consistem numa série de contrações e alongamentos que tonificam os músculos – diminuindo rugas e linhas de expressões faciais e modelando o rosto.

Em casos flacidez e rugas mais aparentes, “é necessário o acompanhamento de um fisioterapeuta para focar os músculos de maior gravidade e passar uma série indicada para cada fase de evolução do paciente”, alerta Marília Fazio, fisioterapeuta especialista em estética do Espaço Tanggüh. Porém, a ginástica facial não elimina o excesso de pele em casos de flacidez avançada, como em pálpebras.

Os exercícios fortalecem músculos específicos de acordo com a necessidade e desejo do paciente. “Eles dão firmeza e forma, delineando as bochechas, diminuindo olheiras profundas e marcantes, a região dos olhos ficam mais expressivas, a ‘maçã do rosto’ mais definida  e os lábios sem o ‘bigodinho chinês’”, explica a especialista.

É recomendado que os exercícios sejam feitos diariamente para que o resultado apareça brevemente, ou no mínimo, 3 vezes por semana. No primeiro mês já é possível observar os primeiros efeitos e, em torno de 3 a 4 meses, aparecem os resultados finais. “É importante lembrar que esse tempo pode variar de pessoa para pessoa por diversos fatores, como idade e tipo de pele”, finaliza Marília.

Email This Post Email This Post