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Salvo pelo Facebook

O médico britânico, Rahul Velineni, salvou o amigo ao identificar apendicite em atualização na rede social.

A atualização de status de Peter Ball, um amigo dos tempos de escola, dizia que ele estava sofrendo fortes dores de estômago e tinha dificuldades para andar.

Ao ler, Rahul enviou-lhe uma mensagem dizendo que os sintomas poderiam ser de apendicite e que deveria consultar um médico imediatamente. Peter leu a mensagem de madrugada depois de acordar devido às fortes dores e foi ao médico assim que pôde.

No mesmo dia ele foi operado. Segundo os médicos, o apêndice já estava perfurado, o que poderia ter tido consequências fatais.

Status do Facebook

Peter Ball achava que estava sofrendo de dores musculares. Os sintomas pioraram e ele teve que ficar de cama. Com isso, atualizou seu status no Facebook, escrevendo que a dor de estômago tinha piorado e estava “andando como um velho”.

“Acordei por volta das 3h30 da manhã, com dor, e vi que tinha uma mensagem de Rahul me pedindo para ligar para ele, dizendo que achava que eu tinha apendicite”, disse.

Decidido a não incomodar o amigo durante a madrugada, Peter foi ao médico mais próximo logo pela manhã, que o encaminhou para um hospital de Cheshire, o Macclesfield General Hospital, onde foi operado no mesmo dia.

“Quando voltei para casa, liguei para o Rahul e o agradeci muito – definitivamente eu devo algumas bebidas a ele”, acrescentou Ball.

Diagnóstico

Rahul, por sua vez, disse à BBC que o diagnóstico de apendicite frequentemente é difícil, mas achou que a atualização do status do amigo foi estranha e tomou a decisão de entrar em contato.

Apendicite aguda é a inflamação do apêndice que está localizado na parte inferior, do lado direito do abdome. É possível que o material fecal fique hospedado no apêndice, ocasionando infecção, ou que haja inflamação do tecido linfático presente nesta estrutura.

A apendicite aguda é a causa mais frequente de dor abdominal agud tendo que ser tratada cirurgicamente como emergência e uso de antibióticos apropriados.

*Via BBC

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Com o assunto obesidade sempre em pauta, cientistas por todo mundo tentam responder a pergunta: o que nos faz sentir satisfeitos?

Como podemos nos sentir saciados com alimentos saudáveis? Em outras palavras, comer menos e sentir menos fome tornou-se a grande questão entre os especialistas.

Britânicos gastaram £ 45 milhões ano passado em produtos concebidos para encher o estômago e reduzir o apetite. A questão é que alimentos usados diariamente podem preencher o espaço muito bem, como mostrado em pesquisa da Universidade de San Diego, na Escola de Exercício e Ciências da Nutrição.

O estudo comparou a sensação de saciedade gerada comendo ameixas e biscoitos – e as ameixas, surpreendentemente, foram vitoriosas.

Duas horas após comerem, aqueles que consumiram as ameixas sentiam menos fome e tinham menos grelina no sangue – hormônio produzido pelo estômago quando está vazio, que causa a sensação de fome.

Quando os alimentos passam do estômago para os intestinos há a liberação do hormônio PYY, que também age no cérebro, ativando o centro da saciedade, diminuindo a fome.

O segredo da alimentação no controle da obesidade está em utilizar esses conhecimentos. Curiosamente, tomar inibidor de apetite pode não funcionar tão bem como acertar na escolha dos alimentos.

DESDE PEQUENOS

A ironia está no fato de que não deveríamos nos preocupar com saciedade, porque quando bebês, éramos super sensíveis aos sinais biológicos de saciedade.

A sensibilidade começa a diminuir a partir dos três anos, idade em que começa a pressão dos pais para os filhos comerem tudo e a comida é, muitas vezes, oferecida como recompensa entre as refeições.

Essa “programação” feita pelos pais justifica que bebês ainda na fase da mamadeira, ordenados pela mãe a não deixar nenhuma gota, podem ultrapassar os sinais de saciedade e ganhar peso rapidamente, segundo a Fundação Americana Child Growth.

Quanto mais gordo alguém se torna, menor será o nível do hormônio PYY (aquele que ativa o centro da saciedade e diminui a fome) – o que dificulta ainda mais perceber os sinais biológicos de satisfação.

Isso significa que mais açúcar e mais comida gordurosa será necessária para produzir a mesma sensação de prazer ao comer. Quanto pior for a escolha dos alimentos, maior será a produção de grelina, o hormônio da fome.

Alimentos de baixa caloria podem garantir a saciedade. Por isso, veja truques para seu corpo pensar que você está satisfeito.

PRIMEIRO, COMA UMA MAÇÃ

Frutas e vegetais contêm muita água e fibra, que produzem o sinal de saciedade no intestino e, consequentemente, no cérebro.

O ideal é ingerir uma maçã antes da refeição. Você irá ficar satisfeito antes e não compensará mais tarde comendo outra coisa.

No entanto, não pode achar que sempre terá a opção de ter uma maçã por perto – e nenhum restaurante irá oferecê-la – mas a segunda melhor opção é uma salada, por razões semelhantes.

AUMENTO DE PROTEÍNA

Dos grupos de alimentos, proteína é o que mais causa sensação de saciedade (comparado a carboidratos e gorduras), já que aciona a produção do hormônio PYY no cérebro.

ESCOLHA ALIMENTOS GLUTINOSOS

A textura dos alimentos e, em particular, o quão glutinoso ou viscoso é, pode fazer toda a diferença. Sopas são consideradas de alta saciedade.

Apresente os alimentos em um prato de comida e a pessoa deve estar com fome três horas depois. Coloque os mesmos ingredientes em uma sopa e o período aumenta, apesar da diminuição no volume de comida.

Pesquisadores da Universidade de Sidney, ao trabalhar no ‘índice de saciedade’ descobriram que por causa da viscosidade, o mingau preenche duas vezes mais do que o cereal.

Para comparação, petiscos antes do jantar, como frituras são uma má escolha. Por exemplo, se forem batatas fritas, além de muito calóricas, você precisaria consumir quatro vezes mais do que faria se a batata fosse assada ou amassada para se sentir igualmente cheio.

BEBIDAS NÃO SATISFAZEM

Sinais de saciedade com líquidos são bem mais fracos, então mesmo que a bebida seja muito calórica, a sensação de insaciedade permanece.

Isto porque não é necessário mastigá-los e também requerem menos tempo e energia para serem digeridos – independente das calorias que contêm, não irão mandar o mesmo sinal de satisfação ao cérebro que alimentos fazem.

COMA SOZINHO

As pessoas comem até 70% mais quando estão distraídas – se o fazem assistindo TV, por exemplo. Também comem mais quando estão entre a família e amigos.

Mastigue bem para dar tempo dos hormônios da saciedade serem produzidos. Aproxime-se dos bons hábitos!

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É melhor comer frutas com o estômago vazio, porque se elas entram em contato com outros alimentos apodrecem. Se alguma vez você escutou isso pode esquecer. A afirmação não procede.

A questão, esclarecida por um médico de Nova York trata de que nada em nosso estômago apodrece. O que acontece é um processo chamado fermentação, que resulta na decomposição.

O que acontece com os alimentos em nosso estômago?

Nosso estômago contém ácido hidroclórico. Quando o alimento chega nele acontece o que podemos chamar de esterilização e mistura dos alimentos, onde nosso organismo irá separar o que é bom e o que não é.

Os alimentos em geral levam de 6 a 10 horas para chegar ao cólon – que pode ser chamado de esgoto do nosso corpo.

Consumo de frutas: Elas contém açúcar e vitaminas, que são absorvidas pelo intestino delgado, e fibras complexas, que passam pelo trato gastrointestinal.

“Antes de acreditar em mitos procure se informar. Lembre-se sempre de que nosso organismo é uma máquina que quando bem cuidada funciona em perfeito equilíbrio.”

*Com informações da FSP. Para ler matéria completa clique aqui.
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