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Como fica o desconto na conta de luz para quem tem aparelhos médicos em casa

A medida, que faz parte da regulamentação da Tarifa Social de Energia, oferece desconto parcial a quem mantém em casa equipamentos de saúde, mas é preciso estar inscrito no cadastro único do governo federal, que visa atender às famílias de baixa renda.

Os descontos vão variar de 10% a 65%, dependendo do consumo. Conforme determinado pela portaria, quem consome até 30 quilowatts-hora (kWh), por mês, terá desconto de 65% na conta de luz; se o consumo ficar entre 31 kWh e 100 kWh, o desconto será de 40%; e acima de 100 kWh cairá para 10%.

A ideia é alcançar pessoas que mantêm permanentemente em casa equipamentos como os de aspiração de secreções e de apoio à respiração. Caso a sua dúvida não tenha sido esclarecida, envie seu e-mail para o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à fome clicando aqui.

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Após a onde de blecautes que assombrou metade do país, em grande e pequena há escala uma luz no fim do túnel.

A fim de ressarcir o consumidor dos prejuízos causados pela falta de energia elétrica, a diretoria da Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou na última terça-feira (15) novas regras, que transformarão em compensação no bolso os danos sofridos pela população.

Para saber mais clique aqui

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Como entender que um país de gigante diversidade e riqueza natural divide “meio a meio” a energia com outro país? Itaipu é um projeto binacional, do qual o Brasil torna-se vulnerável de decisões.

Nosso país tem cerca de 19% de energia consumida de Itaipu, enquanto que o “vizinho paraguaio” consome apenas 5%, cedendo o restante ao Brasil por US$ 2,26 o megawatt, o que rende por ano US$ 120 milhões.

Reflita:

“Questionou-se o discurso alarmista sobre a eminência de ocorrência de um apagão, atribuindo-se a responsabilidade desse risco às “restrições e ingerências” da área ambiental, enquanto se assiste ao enorme desperdício diário de fontes de energia já existentes. Portanto, é triste observar defesa tão ferrenha a favor da construção de hidrelétricas, ao mesmo tempo em que se procura demonizar aspectos da área ambiental como entraves ao desenvolvimento. Na realidade, a produção de energia pelo setor siderúrgico deveria ser uma condicionante ambiental no processo de licenciamento dessas empresas e a adoção de uma política séria deveria ser almejada, tanto pelo setor de produção de energia, quanto pelos integrantes da agenda ambiental e do próprio MME.”

Para ler o artigo completo clique aqui.

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Presidente de Itaipu, Jorge Samek afirma que o fator chave para o blecaute ocorrido ontem foi na transmissão e não na geração de energia. Questionado sobre sistemas de emergência Jorge afirma que existe, porém ocorreu a queda simultânea das cinco grandes linhas de transmissão. Acompanhe no vídeo abaixo:

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